Discussão:Plano Real

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Debate[editar | editar código-fonte]

Entendo que os aspectos bons do real foram suplantados pelos maus; a verdadeira ancora do plano foi e continua sendo o desemprego, um preço muito alto para um pais com as caracteristicas do Brasil, fora as dividas eternas.

Estabilidade econômica não tem nada a ver com desemprego, vide as economias japonesas e americanas. O exemplo europeu mostra que, além de uma economia em recessão, o principal motor do desemprego é uma legislação trabalhista anacrônica e engessada. E que diabos de dívidas eternas? -- Cloves Almeida

Ao debate

"O programa brasileiro de estabilização econômica é considerado o mais bem-sucedido de todos os planos lançados nos últimos anos para combater casos de inflação crônica". É claro que não, esta afirmação é totalmente parcial. O plano teve claros interesses eleitoreiros e não impediu o país de alcançar o fundo do poço em 1998.
E algo que não canso de dizer: FHC não elaborou o plano real! O principal idealizador foi Edmar Bacha, um dos integrantes de sua equipe. É claro que FHC teve participação ativa, mas elevá-lo ao status de idealizador está errado. Ele é um sociólogo e não economista. Simoes 07:56, 27 Julho 2006 (UTC)

Pessoal só gostaria de acrescentar que o Plano Real foi elaborado para garantir a estabilidade econômica. A estabilidade da economia significa inflação baixa e sob controle. O Plano Real não foi planejado para ser um plano que garanta crescimento econômico. Apenas políticas públicas podem garantir isso. A estabilidade da economia entretanto é pré-requisito fundamental para a implementação das políticas públicas necessárias.[Augusto Cezar Linhares de Souza]

Itamar Franco nunca foi do PSDB como está escrito na introdução. Na época em que foi presidente, Itamar pertencia ao PRN e atualmente ao PMDB.

Esse artigo carece de fontes e me parece tendencioso. Pelo que se lê aqui, parece que o Plano foi um desastre, o que é, claramente, uma inverdade. O Plano Real trouxe estabilidade à economia depois de décadas de crise. Independente de sua filiação política, é fato que todos (principalmente os mais pobres) ganharam muito mais poder de compra com o plano. É só olhar os números; a inflação passava de 1000% em vários anos, desde o plano real, a inflação nunca nem chegou a 20%.

  • O Plano Real foi idealizado por economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso em 1993. Ricúpero foi ministro-tampão em 1994. Todo o trabalho político de implantação do programa foi mérito do líder dessa equipe, Fernando Henrique. FHC Contou ainda com o total apoio do então presidente da República Itamar Franco, que foi quem o convidou a ser ministro da área econômica em meio uma crise de quase hiperinflação. FHC delineou toda a logística de implantação do plano. Entretanto, devido a saída obrigatória de FHC do governo, para ser candidato a presidente nas eleições de 1994, outros ocuparam o cargo, mas apenas para dar andamento ao que já estava totalmente decidido e delineado anteriormente. Ricúpero e depois Ciro Gomes mantiveram inclusive toda a equipe de economistas de FHC, além de não tomarem nenhuma decisão sem consultar o ex-ministro, que continuou, mesmo candidato, gerenciando de longe cada etapa pré-programada do seu plano.VIGI-AP (discussão) 05h25min de 10 de dezembro de 2011 (UTC)
  • O Plano Real não foi só a mudança monetária e a aprovação de Leis no periodo 1993/1994. Para fundamentar o plano, foram necessários quase 6 aanos de reformas na área econômica e administrativa do país, inclusive com alterações constitucionais. Não foi apenas um projeto de estabilização da moeda que deu certo, mas um amplo programa de reformas, que até hoje em dia gera efeitos positivos.VIGI-AP (discussão) 05h29min de 10 de dezembro de 2011 (UTC)

Remoção da imagem de Fernando Henrique Cardoso

Como o presidente em exercício na data de elaboração e lançamento do plano real era Itamar Franco não vejo porquê uma foto de Fernando Henrique Cardoso, ainda com a legenda de ex-presidente. Se for pra colocar a foto de um ex-presidente faça-se justiça e coloque a de Itamar Franco.

Pela ordem[editar | editar código-fonte]

Pelo licença nessa acirrada discussão, para informar-lhes da reforma no artigo. Por ocasião dos 15 anos do Real, achei por bem reformá-lo para que Wikipédia cumpra seu papel. Juro diante do firmamento azul que tentei ser o mais imparcial possível. Peço a colaboração de todos para evitar o desgaste do artigo. É de extrema importância a localização de mais fontes fiáveis para embasar, não só este artigo, mas toda a Wikipedia. Obrigado.Joaosantossouto (discussão) 15h20min de 24 de julho de 2011 (UTC)

Espera aí!!!!
Privatização foi base pra estabilização econômica? Que papo é esse?
Hoje o sucesso de empresas estatais federais (ex: Petrobras), estaduais (ex: Cemig) e municipais jogam por terra esse argumento absurdo de que é necessário privatizar pra evitar déficit nas contas públicas e gasto desencessário. Empresas estatais bem administradas geram caixa pros governos e não gastos.
Ok. O artigo sobre Plano Real estava muito desorganizado e percebi que seria muito visitado por ocasião do aniversário da moeda. Havia muito conteúdo técnico e pouco tempo para uma discussão (o que não é feito aqui...). Como emedar o conteúdo anterior seria muito difícil, resolvi montá-lo a meu livre arbítrio. Como fazer? Resolvi então contar a história conforme ela foi sendo contada. O conteúdo pode não representar a verdade! Atente para a falta de fontes! O que "nos disseram" foi essa história e gostamos dela durante muito tempo. Hoje gostamos de outras histórias que "nos contam". Especialistas dizem (e preciso citar minhas fontes!) que o ponto mais obscuro do governo FHC é exatamente o da privatização da Vale. Porém, esses mesmos especialistas dizem (e preciso citar minhas fontes mesmo!!!) que não há comparação entre o antes e o depois; é loucura querermos comparar Vale, Petrobras e Cemig agora (capital aberto) com Vale, Petrobrás e Cemig antes (fechado e estatal). Sob essa perspectiva, julguei melhor citar a história daquela maneira (citar sem fontes é um problema!). Todos nós, leitores e editores, queremos ver um bom trabalho de edição, honesto e informativo. Não foi minha intenção passar qualquer opinião própria. Espero ansiosamente que corrijam qualquer desvio. Obrigado.Joaosantossouto (discussão) 05h15min de 4 de julho de 2009 (UTC)

Reformas[editar | editar código-fonte]

As reformas desse artigo são necessárias e bem vindas, porém estarão sempre sob análise. Caso queiram reformá-lo, façam discussão anterior! Os meios de comunicação no Brasil são tendenciosos e politizados, e é fácil tornar o Plano Real uma arma de fogo contra qualquer político, assim como o PAC. FAÇAMOS DISCUSSÃO ANTES DAS REFORMAS. Obrigado. Joaosantossouto (discussão) 13h18min de 18 de agosto de 2009 (UTC)

críticas e sugestões[editar | editar código-fonte]

Tentei fazer algumas alterações mas alguns trechos estão tão complicados, para não dizer confusos e imprecisos, que fica difícil se não forem alterados alguns ítens da estrutura do artigo. Por, exemplo, após o ítem: "Efeitos imediatos", deveria ficar o ítem: "Efeitos em longo prazo", que por sinal está com o título errado, pois os efeitos ali listados não aconteceram, aquilo são "expectativas iniciais", no máximo. Os ´subítens 1 e 2 estão corretos, coseguiu-se manter baixas taxas inflacionárias e ocorreu um aumento (inicial 1994-1996) do poder aquisitivo médio das famílias brasileiras. Entretanto o resto está errado. Basta analisar qualquer referência sobre crescimento do PIB no Brasil para verificar que na década de 1990 tivemos um crescimento médio que não chegou a um dígito por ano e ocorreu desindustrialização, não "modernização" do parque industrial. O Plano Real está associado a outras medidas que não fazem parte do plano. Algumas, como as privatizações, começaram bem antes, no governo Collor, e foram retomadas no período FHC, principalmente entre 1997 e 1998, para aumentar o volume de recursos em caixa do governo e conseguir manter a âncora cambial com juros elevadíssimos. Outro problema, o tópico: "As crises econômicas" deveria ser modificado e subdividido em duas partes, uma tratando das crises pré-Plano Real (um tópico novo, no início) com um típulo do tipo "precedentes históricos", que incluísse referências às crises anteriores, inclusive a do México (1994) - o ano está errado, está como 1995 (Efeito Tequila). O outro tópico poderia ser algo do tipo "O Plano Real e as crises econômicas dos anos 1990". O texto desta parte, como está redigido está muito complicado, há erros factuais...

A frase "Outras crises menores também prejudicaram o processo de estabilização econômica do Brasil" é um equívoco, pois a estabilização da inflação aconteceu em 1995. As crises posteriores no máximo testaram o Real, que enquanto moeda, mostrou-se incólume até 1997, não por causa do modelo, mas porque moeda representa poder (econômico e político), e o governo demonstrou capacidade de controlar a inflação ainda em 1995 (exercício da soberania do Estado no plano interno), e a capacidade de articulação política do país só cresceu de lá pra cá. Mas quando o padrão de estabilização do Plano Real foi posto em cheque (câmbio sobrevalorizado + juros elevados) o real teve que ser desvalorizado em 1999, e não há referências a isto.

A pior parte está no trecho "Oposição ao plano". Está muito partidária. O Plano Real é um processo de planejamento político e implemntação de um plano de forma efetiva em 1994-1995. Não pode-se associar a oposição de um partido político, no caso o PT ao governo FHC, como sendo sinônimo de oposição ao Plano Real para sempre. Isto realmente aconteceu em 1994, e quando o partido se deu conta de que estava perdendo pontos nas pesquisas por causa disso, mudou o discurso rapidinho. Este título deveria ser alterado para "Oposição inicial ao Plano Real". Me parece necessário descrever mais minuciosamente como se deu este processo. E de onde saiu a associação entre o PAC e o Plano Real como está escrito ali? Carece de fontes, nunca vi nada deste tipo em lugar algum. Lukask 04h16min de 20 de agosto de 2009

É um prazer reiniciar essa discussão!!!
  • Não devemos misturar joio com trigo! Efeito imediato é imediato; a inflação foi controlada, o FHC venceu as eleições e a maquininha foi aposentada. Ponto. Efeitos em longo prazo são aqueles efeitos previstos inicialmente para o longo prazo; curto prazo até 1 ano, médio prazo até 5 anos, longo prazo além de 5 anos. Acho que está claro no artigo que houve desemprego, contigenciamento, ajuste fiscal, aumento de taxa de juros, sofrimento, choro, desespero (veja tópicos Principais Medidas e Crises Econômicas). Se considerarmos um prazo de 20 a 30 anos com as medidas (seguidas fielmente pelo governo do PT), é possível evidenciar tudo aquilo que foi previsto. Não é possível, nem de brincadeira, imaginar o Brasil hoje sem esses parâmetros introduzidos pelo Plano. Ninguém governa um país pra 10 ou 15 anos... Com relação às industrias, é óbvio que elas sofreram com as medidas (durante FHC); porém as medidas tinham esse objetivo!! Abertura econômica, importações, etc, aumentaram a concorrência e forçaram o aprimoramento. Os dados a que se refere relatam somente o período negro do processo. Se olhar a situação atual, vai achar que é efeito da vara de condão do Lula e que o Plano Real acabou!!!
  • As privatizações estão retratadas no artigo da maneira pela qual foi explicada ao país pelos responsáveis. Agora, privatização manter âncora cambial com juros elevadíssimos??? Ache uma fonte bem confiável para nos ilustrar isso para os economistas que vos falam!! Com relação às crises econômicas, leia com atenção. O único erro aí é a falta de fontes (mas já estou providenciando!). Se não é do conhecimento pleno dos editores (as questões sobre juros, câmbio, ataques especulativo, etc), então os editores devem isentar-se de editar. Rapidamente: o governo emitia dinheiro para pagar seus elevados custos (produzia inflação); FHC cortou a emissão, matou a inflação, mas não cortou todos os custos, legal, político e socialmente impossíveis de cortar (foram financiados pelos juros altos); com necessidade de financiamento externo qualquer crise gera instabilidade e ataques especulativos. Chega. Instrução por favor!
  • Com relação ao tópico Oposição ao Plano: o Plano não foi para o período 94-95, tendo sido um processo para o longo prazo (20 a 30 anos). As bases do Plano Real ainda estão presentes e funcionam muito bem!! Veja que há até citação sobre necessidade reformas à estrutura econômica brasileira (arcaica)!!! A oposição do governo Lula ao plano se faz na elaboração de um outro plano, o PAC, fundamentando-se no esquecimento das pessoas, e isso deve estar no corpo do texto. O PT não mudou de idéia em nenhum momento, desde 1993 até 2001! Isso sim é um erro fatual!! Alguns editores acharam melhor retirar a tarjeta [carece fontes] que havia colocado nessa parte, e isso causa uma confusão danada, sabe?!
É possível ver uma Wikipédia extremamente tendenciosa, no tocante a política, assim como todo o sistema brasileiro de comunicação. As rádios, os jornais, as TVs, as revistas, os panfletos, os movimentos sociais, etc, estão comportando-se de maneira irreconhecível aos olhos com mais de 17 anos de instrução. Ler o artigo Lula faz rir. Ler o artigo PAC faz rir. Ler o artigo Governo FHC faz rir, etc. Mas não tem problema! O ser humano brasileiro é bobo; adorou e esqueceu o plano do Sarney, o plano do Collor, o plano do FHC, porque não o do Lula??? É normal isso!! O próximo vai se dar bem...
Yes check.svg Voto pela manutenção do artigo como está. Aceitarei modificações desde que graduais (bem devagarzinho!) para que se possa verificar as fontes. Obrigado. Joaosantossouto (discussão) 05h26min de 22 de agosto de 2009 (UTC)

Retirei uma parte que havia sido adicionado por último que dizia que o atual governo havia "instituido uma nova forma de controle" sem citar qual controle é esse, o resto permanece como está. 200.153.183.45 (discussão) A parte retirada foi essa: "No governo Lula estas áreas parecem que foram as que receberam mais atenção, além de uma nova e melhor forma de manter a estabilidade da economia." Na minha opinião, trata-se de uma opinião pessoal do autor e sem se basear em qualquer fonte. 200.153.183.45 (discussão)

    • Falar em desindustrialização durante o Plano Real é brincadeira né? Houve isso na era Collor com a abertura em tempo recorde das importações, mas era característica do projeto daquele governo para modernizar e ampliar a oferta de produtos, o que gerou frutos futuros, sentidos até hoje em dia. Para quem viveu a década dos anos 80, a variedade de produtos na prateleira dos supermercados era ridícula perto do que temos hoje. No governo FHC a abertura ainda continuou, mas de forma bem mais gradual e cirúrgica.
    • Durante o Plano Real e sucessivamente, houve um massiço ingresso de investimentos externos na área produtiva, sendo essa entrada de dólares uma das âncoras do plano. Só na área da indústria automobilística, entraram com fabricação no país nada menos que OITO marcas (Peugeot, Renault, Citroën, Audi, Land-Rover, Toyota - até então uma pequena fabrica artezanal de jipes, Honda, Mercedes-Benz automóveis, Dodge-Chrysler, fora a brasileira Troller. Tivemos ainda no setor de caminhões a Volkswagem em Resende-RJ, a Iveco em Minas e a Internacional no sul, mais algumas montadoras de motocicletas como Kasinski e Sundown por exemplo. A produção de veículos no país cresceu absurdamente, ultrapassando a marca de 2 milhões/ano. Na época o Brasil tinha status de "bola da vez" como hoje. Só perdeu fôlego por causa das crises em vários países emergentes que aqui ainda afetavam, pois o país ainda estava em reformas estruturais, sendo que um espirro na Turkia refletia em todos emergentes, independente da real situação. O termo BRIC ainda estava em gestação e após sua aceitação junto ao mercado internacional, fez com que esses agentes começassem a separar o joio do trigo em termos de países emergentes. VIGI-AP (discussão) 16h20min de 31 de janeiro de 2010 (UTC)

Sugestões[editar | editar código-fonte]

Bom. Sabemos que nem tudo são flores. Portanto, proponho que seja colocada pesquisa do DIEESE, divulgada em 2009, em que concluiu que a assinatura básica de telefonia subiu 7000% desde o lançamento do Plano Real e que a inflação no período foi de 256,93%. Estudo afirma que assinatura básica da telefonia fixa aumentou 7.000% Emerson Almeida (discussão) 21h44min de 19 de janeiro de 2010 (UTC)

Pessoal, aviso a todos que existem regras de edição e discussão MÍNIMAS! e devemos respeitá-las. Algumas informações que envolvam o Plano Real são desprovidas de carácter enciclopédico. O artigo mostrou o ganho de poder aquisitivo de grande parte da população, e isto significa que as pessoas puderam comprar mais comida!! Não cabe aqui reclamar do aumento absurdo da telefonia. O próprio presidente Lula tem opiniões próprias e peculiares sobre o serviço. É um problema do Brasil atual. Joaosantossouto (discussão) 00h15min de 25 de janeiro de 2010 (UTC)
  • Discosdo: as pessoas não pureram comprar mais comida; seus salários deixaram de perder poder aquisitivo ao longo dos meses. A telefonia foi apenas um exemplo, sendo que há serviços que aumtentaram 8.000% desde a implementação do plano. E outra: não é um problema atual: o controle da inflação se deu somente em alguns aspectos da economia, como alimentação. No resto, levaram mais dos nossos bolsos. É necessário sim que esse aspecto seja colocado. Knacken Sie den Code (discussão) 11h54min de 26 de janeiro de 2010 (UTC)
  • E a inserção dessa informação caracteriza uma alteração mínima. No máximo duas ou três linhas. Knacken Sie den Code (discussão) 11h57min de 26 de janeiro de 2010 (UTC)
  • Lembrando que essas modificações não tem caráter estritamente enciclopédico! Se colocarmos os aumentos de 7000% da telefonia, tantos porcento das ações da VALE, tantos porcento do salário mínimo, esse artigo vai virar um samba-do-crioulo-doidão! Isso é um revanchismo descabido aqui. O artigo não esconde nada; diz que houve privatização dos sistemas públicos, e nisso se inclui o sistema Telebrás e o "jeito" de se financiar a expansão do sistema. Wikipédia não é forum de debate, e já há um artigo sobre privatização! (vejam que nojo que é...). Essas mudanças aí parecem ser partidárias e isso suja somente a Wikipédia. Se houver essa mudança, farei constar dados (com fontes) que julgo importantes mas omiti por serem tendenciosos. Lembrando que é dificílimo escrever e reformar artigos. Este artigo estava abandonado... Tenho muita fé que ele não será alvo de pessoas despropositadas com a política Wiki. Obrigado. Joaosantossouto (discussão) 21h15min de 28 de janeiro de 2010 (UTC)
  • Não especificamente os índices de inflação mas seria interessante que fosse colocado a progressão inflacionária durante os quinze anos do plano, afinal, há os efeitos a longo prazo (pretensões) e o que realmente aconteceu. Feijão e arroz não "foram privatizados" e sofreram um acumulado, de 192,9% e 242,4% nos quinze anos do plano, respectivamente, o que é extremamente positivo. Partidarismo é uma coisa; dados reais são outras (e é o que interessa na Wikipédia). Sua afirmação: Se houver essa mudança, farei constar dados (com fontes) que julgo importantes mas omiti por serem tendenciosos, na verdade mostra que você quer agir de má-fé. Knacken Sie den Code (discussão) 20h23min de 6 de fevereiro de 2010 (UTC)
O usuário Emerson Almeida está na Wikipédia com o único objetivo de tornar os artigos pró-Lula e pró-esquerda. Veja a tentativa dele de colocar dados deturpados pra tentar criar propaganda anti-direita aqui. Se teve aumento na telefonia, ele acontece por causa da melhora da qualidade de vida, entre outros fatores. Um refrigerante pode custar 50 centavos num país e 10 reais no outro, o produto é o mesmo, só que o produto não é o único fator que cria o preço: depende do poder aquisitvo do povo, dos impostos em cima do produto, dos custos fixos que são jogados em cima da produção e várias outras coisas. Ademais, o preço é livre, e paga quem quer. Esse texto não tem relevância enciclopédica. 189.4.251.165 (discussão) 14h50min de 31 de janeiro de 2010 (UTC)

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Todo e qualquer plano político possui controvérsias. A história deve ser mostrada de maneira ampla, mostrando todas as facetas, incluindo as vantagens e desvantagens, sendo que essas últimas não são poucas. Cadê a imparcialidade a qual a Wikipedia tanto preza? Está parecendo que o artigo foi feito para agradar apenas PSDBistas. -- Anônimo comentário não assinado de 189.83.197.216 (discussão • contrib) Eamaral (discussão) 06h15min de 1 de agosto de 2010 (UTC)

Não sei o que é pior: os psicóticos do PSDB ou do PT. Sei que ambos tentam usar a Wikipédia como meio de propaganda política, tentando um destruir o outro, de forma infantil e ridícula. Depois vêm pagar de arautos da moralidade, dizendo que estão meramente colocando informação na Wikipédia, só que uns só colocam informação anti-PSDB e outros só informação anti-PT. O certo seria os administradores tirarem fora da cesta esses frutos podres, com rapidez e sem burocracia, o que não acontece. 186.205.1.99 (discussão) 11h55min de 1 de agosto de 2010 (UTC)

O Plano Real foi de grande valor para o Brasil, no entanto as justificativas para o seu sucesso apresentado neste artigo são mais propaganda idelógica do que fatos. Em especial o tópico da privatização é factualmente errado. A maioria das empresas estatais era superavitária e tinha recursos para investir no seu crescimento sem necessidade de dinheiro proveniente do governo federal. É fácil comprovar isto, basta levantar os balanços das empresas à época. Um exemplo é a Telebrás que era superavitária e era impedida de investir o que arrecadava na expansão do setor e obrigada a comprar títulos de dívida do governo. Os balanços destas empresas mostram que elas não eram responsáveis pela inflação como diz o artigo.

Sinta-se livre para apresentar fontes que confirmem isto. --Mister Sanderson 19h00min de 29 de outubro de 2011 (UTC)

Gráfico[editar | editar código-fonte]

Adicionei um gráfico contendo os histogramas da inflação no período de Maio de 1993 até Novembro de 1994. É uma boa maneira de avaliar os efeitos do Plano Real sobre a inflação durante essa época.

MyNameIsBIFF (discussão) 11h21min de 18 de setembro de 2010 (UTC)

Adicionada nova imagem em formato SVG, de melhor qualidade e atendendo aos requisitos da Wikipédia.

MyNameIsBIFF (discussão) 22h04min de 30 de setembro de 2010 (UTC)

"Oposição ao plano". Falhas nas fontes.[editar | editar código-fonte]

A grande maioria das informações da seção "Oposição ao plano" não tem respaldo nas fontes citadas. Não há nenhuma referência ao PAC como "meio de oposição ao sucesso do Plano Real". Não há associação à citação do presidente Lula com o plano real. Não há menção a queima da nota na propaganda. Enfim, as referências estão apenas de enfeite, verificando-as se percebe que elas não dão respaldo algum ao texto da seção. Prowiki (discussão) 07h03min de 31 de outubro de 2010 (UTC)

Retirei dois parágrafos que não citavam nenhuma fonte. Mantive os que tinham fontes, porém com a ressalva de que estas fontes estão lá de enfeite. Aguardo seguimento da discussão. E coloquei tag "parcial" pelos motivos apresentados acima. Prowiki (discussão) 07h09min de 31 de outubro de 2010 (UTC)
Eu, João, escrevi o esqueleto do artigo pouco antes do aniversário de 15 anos do Plano Real em 2009. Façam a comparação entre "como era" e "como ficou", e reflitam sobre a minha disposição! Repito: tentei ser imparcial na máxima extensão... Confesso: não consegui! Peço 1 milhão de desculpas! Não sou louco, infantil, arauto da moralidade, muito menos puxa-saco de tucano. Tampouco sou um "cargo-comissionado", um idiota que diz amém para petista. Feliz pela progressão do artigo e pela discussão!
  • Com relação à declaração de Lula: ele se referia a tudo o que fez na oposição ao governo FHC e seu plano. Trata-se, portanto, de oposição ao Plano Real.
  • Com relação à oposição ao sucesso do Plano Real: depois de ler todo o artigo, É POSSÍVEL SABER que o crescimento econônico, em grande parte, se dá pela estabilização econômica e avanço das economias mundiais (como previsto por FHC em diversos artigos publicados antes da sua chegada à presidência, e como avalizado pela política do Lula) e NÃO POR CAUSA DO PAC. Portanto, extraoficialmente, o PAC "acelera o crescimento e tem mãe", e isso constitui uma oposição ao Plano Real (que foi feito para o longo prazo de 30 anos...).
  • Com relação à nota de R$1 queimando: me lembro como se fosse hoje da propaganda do PT e do Lula na televisão, em 1994 e 1998 (mudou muito depois disso!). Daqui a 10 anos, quando falar que o programa eleitoral da Dilma disse que "a fila nos postos do INSS acabaram", as pessoas vão ter o mesmo espanto e vão querer fontes fiáveis! Não era possível por link do Youtube e o vídeo não existe lá!
  • Com relação à enfeite wikipédico: a seção "oposição" cabe qualquer coisa que se entenda como oposição... informação é informação! uma hora aparece uma fonte... sempre há um entusiasta que acha a fonte, que reforma o texto, que enfeita com uma foto, com um gráfico... pior seria se fosse mentiras, como aqueles que podemos ver nos artigos do Lula, do PT, das Privatizações, ou uma ditadura dessas que impõe a teoria de um pensador qualquer em letras garrafais no meio do artigo.
Prometo que quando eu tiver tempo, volto a editar e colocar todas as fontes fiáveis! Abraço e desculpas honestas! Interessante e desafiador, para mim, é ser imparcial. Joaosantossouto (discussão) 02h14min de 14 de novembro de 2010 (UTC)

Novas contribuições[editar | editar código-fonte]

É muito interessante e necessária novas contribuições, desde que sejam embasadas em fontes! Obtive a Proposta de Governo de FHC em 1994 (livro) e é muito interessante lê-la. Nela, FHC prevê revoluções econômicas nos próximos 20-30 anos (a partir de 1994) se a política econômica fosse mantida do jeito que estaja propondo e fazendo... Legal!! Vale a pena pesquisar e ficar sabendo!! Uma coisa é muito triste: ficar sabendo que houve desemprego naquela época (por causa de crises) e todo mundo reclamou, e está havendo desemprego agora (por causa de crises) e ninguém reclama; que houve privatização naquela época, e todo mundo reclamou, e está havendo agora, e ninguém reclama... etc. Isso é definitivamente muito triste, pior ainda quando chega à Wikipédia! Abraçao. Joaosantossouto (discussão) 15h20min de 24 de julho de 2011 (UTC)

FHC não criou o Plano Real[editar | editar código-fonte]

Creio que este artigo ficaria mais completo e fiel se incluisse o nome de Rubens Ricupero [1]. Ele foi ministro da Fazenda de 30 de março a 6 de setembro de 1994, durante o período de implantação do Plano Real, como pode ser lido claramente no site do ministério da fazenda [2]. Portanto, há um erro grosseiro em dizer que FHC foi quem idealizou ou criou este plano brilhante. A participação de FHC foi importante, entretanto, a posteriori.

  • O Plano Real foi idealizado por economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso em 1993. Ricúpero foi ministro-tampão em 1994. Todo o trabalho político de implantação do programa foi mérito do líder dessa equipe, Fernando Henrique. FHC Contou ainda com o total apoio do então presidente da República Itamar Franco, que foi quem o convidou a ser ministro da área econômica em meio uma crise de quase hiperinflação. FHC delineou toda a logística de implantação do plano. Entretanto, devido a saída obrigatória de FHC do governo, para ser candidato a presidente nas eleições de 1994, outros ocuparam o cargo, mas apenas para dar andamento ao que já estava totalmente decidido e delineado anteriormente. Ricúpero e depois Ciro Gomes mantiveram inclusive toda a equipe de economistas de FHC, além de não tomarem nenhuma decisão sem consultar o ex-ministro, que continuou, mesmo candidato, gerenciando de longe cada etapa pré-programada do seu plano.


É obvio que Fernando Henrique Cardoso por não ser economista, ele não tenha feito o plano, ele tinha apenas a noção como sociólogo, que a falta de estabilidade prejudicava os menos favorecidos, e dificultava a implementação de projetos sociais, que resolveriam o problema, então ele formou uma equipe com esta idéia em mente. agora os crédito vão para quem? Para quem resolveu ousar, fazer diferente do que se fazia antes, nunca vi uma empresa de sucesso, homenagear seus engenheiros e não o líder, claro que o presidente era o Itamar Franco, porém ele fazia mais uma função representativa, que acabou sendo óbvio para a população, o FHC assumiu a posição de lider do plano, isto pode ser considerado oportunismo sim, mas porque só no caso do plano real e com toda esta comoção causada pelas eleição é que vamos fazer justiça?

As informações não são verdadeiras - FHC não elaborou o Plano.[editar | editar código-fonte]

Assustador!

Logo no primeiro tópico do artigo tem erros grosseiros, talvez inclinados à parcialidade partidária no claro intuito para mitificar FHC, segue algumas pontos que devem ser pesquisados e moderados:


1º - Tecnicamente, o Plano Real não foi elaborado para controlar a inflação (essa é a consequência), e sim para a engendrar produção e empregos (esse é o ponto). Itamar Franco herdou a economia dos fracassos dos planos da era Collor e um Brasil estagnado, ao assumir o governo recorreu ao FMI, e este exigiu medidas que assegurasse o controle da economia e a garantia do pagamento da dívida. Isso é a cartilha do FMI. O Fundo faz isso hoje com a Europa;

Itamar decidiu reunir os catedráticos economistas, e alguns que aceitaram a empreitada já haviam até figurado em grupos de planos anteriores.


2º - A estratégia do Plano foi igual a de muito outros passados que seguiram a doutrina Keynesiana (explica bem o método no livro "Teoria geral do emprego, do juro e da moeda (General theory of employment, interest and money)" que inclusive fundamenta a dinâmica da criação do FMI) do investimento Estatal em massa para intervenção na Economia com o objetivo de impedir os efeitos negativos dos ciclos econômicos (como menciona o livro), e, também, assim como todos os outros planos passados, aos olhos do FMI. A diferença do Plano Real foi o Regime Cambial adotado a partir de 1993 (quando já organizado o grupo de economistas iniciaram a âncora cambial que será explicada logo a seguir), que deu a segurança jurídica das operações em relação aos investimentos por captação de recursos para fortalecer a entrada de capital no país. Por isso, muito economistas dizem que o Plano Real abriu o país, o Mercado de Taxas Flutuantes. Porém, o custo disso foi um salto de uma dívida interna na casa de 1 trilhão de reais (vide IBGE e Banco Central do Brasil, comparações e estatísticas do período entre 1995 a 1999, após isso mudou-se novamente o Regime Cambial);

Base da política adotada: a) ajuste fiscal (o famoso corte de gastos "smithiano", o que dá a entender para muitos ser o principal objetivo que é preciso para controlar a inflação como menciona o artigo, mas isso não é mágica!), b) reforma monetária (a famosa indexação para simplificação), c) âncora cambial (trivial); A diferença está na dinâmica deste último que está subdividida em sistemas como: I) flutuação cambial pura; II) taxa de câmbio fixa; III) banda deslizante; e IV) banda rastejante. Entre julho e setembro 1994, seguindo a cartilha do regime cambial de 1993, no sistema I, houve um excesso de liquidez internacional que sobrevalorizou a unidade de correção (URV), mas em 1995 já com a Lei do Real a autoridade monetária (BACEN) passa a adotar o sistema II e logo depois quando esgotadas as reservas os sistemas III e IV (vide quadro de bandas cambiais adotadas entre 1995 a 1999 no sítio do BACEN http://www.bcb.gov.br/).

Seria obrigatório mencionar um resumo enciclopédico disso na introdução, pois isso fez a diferença.

Referências:

MARINHO, Henrique Jorge Medeiros. Política cambial brasileira. Brasília: Aduaneiras, 2003

MODENESI, André de M. Regimes monetários: teoria e a experiência do real. São Paulo: Manole, 2005

ZINI Jr, Álvaro A. A Taxa de câmbio e a política cambial no Brasil. São Paulo: Edusp, 1993.


Observação irrelevante (e minha conclusão): "O Plano Real seguiu o protocolo básico da experimentação científica baseada na tentativa e erro", mas explorando-se âncora cambial visto a abertura do mercado através de operação interfinanceiras internacionais utilizando-se as denominadas contas CC-5 ensinadas no novo regime cambial brasileiro (1993), contudo: "O Brasil se tornou no maior paraíso fiscal do mundo" visto que os ativos líquidos de instituições financeiras e do mercado de capitais não sofriam as contingências fiscais pois entravam e saiam todos os dias do país (http://www.cosif.com.br/publica.asp?arquivo=cc5planoreal - Sítio de um professor da ESAF, ex-inspetor de câmbio do BACEN). (+) motricidade na economia (-) inflação devido a âncora cambial, ou seja, empresário, banqueiro e investidor não arriscariam a disparidade para menor da flutuação para não perder investimento, porém, a valorização gerou custos ao Brasil e dívida interna para conter excesso de liquidez. (É complicado mesmo)


3º - Os idealizadores do Plano Real foram os economistas: Pérsio Arida, André Lara Resende, Edmar Bacha, Rubens Ricupero, Gustavo Franco, Pedro Malan, Clóvis Carvalho e Winston Fritsch. As conversas com os economistas, que muitos já haviam participado dos planos anteriores, começaram ainda na gestão de Eliseu Resende, mas este Ministro não durou dois meses no Ministério por denúncia de corrupção (olha ela aí! Já existia, hein?), assim com escreveu Josias de Souza na Folha de São Paulo, em 1994 (pode pesquisar no Google), (SIC): "Itamar obrigou (ou implorou) que FHC assumisse a pasta". Por sua vez, ele nunca participou da elaboração do Plano que já vinha sendo elaborado. O FHC não foi o mentor do REAL, tão pouco elaborou a equipe de economistas. FHC apenas participou do ato de implementação (como um testa de ferro), conforme mencionou Rubens Ricupero, em 1994, para o jornalista Carlo Monforte, ao vivo, no programa Bom Dia Brasil. Detalhe, as declarações foram feitas antes que se iniciasse a transmissão na Rede Globo de televisão, porém, o sinal de satélite com brasília já estava aberto para as emissoras de todo o Brasil e muitos brasileiros captaram as "boas novas" que ficou conhecido como "Escândalo da Parabólica" (procura o vídeo no YouTube, está lá!), inclusive, recrutava FHC como seu "pupilo" (como ele declarou) e desvendava justamente as "benéficies" mencionadas no item anterior. O fato resultou na queda do Ministro Rubens Ricupero, assim, assumiu o Ciro Gomes.


4º - A LEI 8.880/1994 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8880.htm (URV) assinada por Itamar Franco, tava lá também assinando a Lei - Rubens Ricupero. Em 1995, após a transição planejada da Unidade Real de Valor (URV), na conversão da MPv Nº 1027/1995 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/Antigas/1027.htm, na LEI Nº 9.069, DE 29 DE JUNHO DE 1995 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9069.htm. Aí sim, FHC assina pois já havia sido eleito sob forte denúncia de utilização da (famosa) máquina pública com o evento da estabilização. Vide reportagens da época que também cobriam as declarações do então Ministro Rubens Ricupero no escândalo da parabólica (vide YouTube).


Neste primeiro momento quis apenas evidenciar a informação incorreta sobre o primeiro ponto, pois há muito o que rever neste artigo e não disponho de muito tempo para isso, agora. Será continuado.