Discussão:Psicologia jurídica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Um campo novo dentro da psicologia.A psicologia jurídica não é um novo sistema psicológico mas sim uma nova especialidade da psicologia.O nome Psicologia Jurídica caracteriza uma interface entre o direito e a Psicologia incluindo os encontros e desencontros epistemológicos normais de duas áreas distintas de atuação.A psicologia jurídica também é chamada de psicologia forense. A Psicologia Jurídica é uma especialidade da Psicologia em uma intersecção com o campo do Direito na medida em que identifica as atividades realizadas por psicólogos nos fóruns,nos tribunais,mas também fora deles sendo nesse sentido então a psicologia jurídica como uma contribuição da Psicologia ao entendimento das ações humanas dando aporte ao mundo do Direito.

A arte da alma e o comportamento desviante[editar | editar código-fonte]

A psicologia é a disciplina que tem a capacidade de estudar e até, dominar os pensamentos e processos mentais do ser humano. Conjugada com as entidades judiciais é uma dos "prazeres da vida", ela engloba a acção com o estudo da mente, de forma a auxiliar a justiça.

Durante a Revolução Francesa (1789) foram mobilizados esforços voltados para a Liberdade, Igualdade e Fraternidade, bandeiras levantadas pelos revolucionários. A liberdade buscada era a pessoal, ou seja, o direito de ir e vir, o direito à propriedade e o direito de associação/expressão. Sobre a igualdade, refere-se às leis. Todos são iguais perante a lei. Isto vai de encontro ao sistema de monarquia. Não se buscava na época uma igualdade apenas entre os revolucionários, mas de toda a sociedade. A idéia de fraternidade é a de respeito mútuo, porque a classe burguesa que surgia não tinha poder algum. Então buscava-se a fraternidade como possibilidade de aproximação. A conseqüência desse movimento e de todos os demais, como é o caso da Revolução Americana também, é a universalidade dos direitos. Ou seja, existe um direito e ele é universal.