The Walt Disney Company

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The Walt Disney Company
Tipo Empresa de capital aberto
Cotação NYSE: DIS
Indústria Meios de comunicação social
Fundação 16 de outubro de 1923 (91 anos)
Fundador(es) Roy e Walt Disney
Sede Burbank, CA
 Estados Unidos
Áreas servidas Mundo
Presidente Bob Iger
Pessoas-chave Bob Iger (presidente e CEO)
Empregados 175.000 (em 2013)
Produtos Televisão a cabo, publicação, filmes, parques temáticos, broadcasting, rádio, portais de Internet
Divisões Walt Disney Studios
Walt Disney Parks and Resorts
Disney Interactive Media Group
Disney Consumer Products
etc
Subsidiárias Walt Disney Pictures
Walt Disney Animation Studios
Walt Disney Theatrical
Buena Vista International India
Pixar Animation Studios
Marvel Entertainment
Lucasfilm
The Muppets Holding Company
ABC Inc.
ESPN Inc. (80%)
A+E Networks (50%)
Rádio Disney
Hulu (27%)
UTV Software Communications
Valor
de mercado
Aumento US$ 142,9 bilhões (2014)[1]
Ativos Aumento US$ 81,241 bilhões (2013)
Lucro Aumento US$ 6,636 bilhões (2013)
LAJIR Aumento US$ 9,620 bilhões (2013)
Faturamento Aumento US$ 45,041 bilhões (2013)[2]
Página oficial www.thewaltdisneycompany.com

The Walt Disney Company (NYSE: DIS), conhecida popularmente como simplesmente Disney, é uma empresa multinacional estadunidense de mídia de massa sediada no Walt Disney Studios, em Burbank, Califórnia. É um dos maiores conglomerados de mídia e entretenimento do planeta por receita.[3] [4]

A Disney foi fundada em 16 de outubro de 1923, por Walt Disney e Roy Oliver Disney como Disney Brothers Cartoon Studios e estabeleceu-se como líder nacional na indústria de animação antes de diversificar seus produtos para a produção de filmes, redes televisão e parques temáticos. A empresa também operava sob o nome Walt Disney Studio e Walt Disney Productions. Levando em seu nome atual desde 1986, a empresa expandiu suas operações até então existentes e também começou divisões focadas em teatro, rádio, música, publicidade e mídia online. Além disso, a Disney também criou novas divisões corporativas com o objetivo de comercializar conteúdo mais para adultos, visto que suas marcas são tipicamente associadas ao aspecto familiar e infanto-juvenil.

A empresa é mais conhecida pelos produtos de seu estúdio de cinema, o Walt Disney Studios, que é hoje um dos maiores e mais conhecidos estúdios de Hollywood. A Disney também tem a propriedade e opera a rede de televisão ABC; redes de televisão por assinatura, como Disney Channel, ESPN, A+E Networks e ABC Family; divisões de publicidade, de merchandising e de teatro; e possui e licencia 14 parques temáticos ao redor do mundo, além de também ter uma divisão de música de sucesso. Em 2009, empresa também adquiriu a Marvel Entertainment Inc. por 4 bilhões de dólares [5] e em 2012 a Lucasfilm pelo mesmo valor.

A empresa é parte do Dow Jones Industrial Average desde 6 de maio de 1991. Uma criação antiga e bastante conhecida dos desenhos animados da empresa, o Mickey Mouse, é um símbolo principal da The Walt Disney Company.

História[editar | editar código-fonte]

1923-1928: Era Mudo[editar | editar código-fonte]

Alice Comedies, episódio Alice's Egg Plant (1925)

No início de 1923, em Kansas City, Missouri, o animador Walt Disney criou um curta-metragem intitulado Alice's Wonderland, que contou com a atriz mirim, Virginia Davis, interagindo com personagens animados. Após a falência, em 1923, de sua primeira firma, Laugh-O-Gram Films,[6] Walt Disney mudou-se para Hollywood para se juntar a seu irmão, Roy O. Disney. A distribuidora de filmes, Margaret J. Winkler, da MJ Winkler Productions contactou Disney, com planos para distribuir uma série de Alice Comedies comprado por 1.500 dólares por carretel com Walt Disney sendo um parceiro de produção. Walt e Roy Disney formaram no mesmo ano a Disney Brothers Animation Studios. Outros filmes animados seguiram depois de Alice.[7] Em janeiro de 1926, com a conclusão do estúdio Disney na Hyperion Street, o nome do estúdio foi alterado para Walt Disney Studios. [6]

Após o fim de Alice Comedies, a Disney desenvolveu uma série de desenhos animados estrelados pelo seu primeiro personagem original, Oswald, o Coelho Sortudo,[7] que foi distribuído pela Winkler Pictures através da Universal Pictures.[6] A propriedade de Oswald pertencia aos distribuidores, de modo que a Disney fez pouco dinheiro.[7] Depois que a Disney completou 26 curtas de Oswald, ela perdeu o contrato em fevereiro de 1928, quando o marido de Winkler, Charles Mintz, assumiu sua empresa de distribuição. Depois de não conseguir comprar os estúdios Disney, Mintz contratou quatro animadores principais de Walt (com exceção de Ub Iwerks) para iniciar o seu próprio estúdio de animação, Snappy Comedies. [6]

1928-1934: Mickey Mouse e Silly Symphonies[editar | editar código-fonte]

Flores e Árvores (1932), curta de Silly Symphonies que foi a primeira animação colorida lançada comercialmente

Em 1928, para se recuperar da perda de Oswald, Disney teve a ideia de um personagem rato chamado Mortimer, enquanto estava em um trem que seguia para a Califórnia, e rabiscava alguns desenhos simples. O rato foi rebatizado mais tarde de Mickey Mouse (A esposa de Disney, Lillian, não gostou de como soava 'Mortimer Mouse'[8] ) e estrelou vários curtas produzidos pela Disney. Ub Iwerks fez o design inicial de Mickey Mouse.[7] O primeiro filme sonoro da Disney, Steamboat Willie, um desenho animado estrelado por Mickey, foi lançado em 18 novembro de 1928[6] através de empresa de distribuição de Pat Powers. Foi o primeiro filme de Mickey Mouse com som lançado, mas o terceiro de Mickey a ser criado, atrás de Plane Crazy e The Gallopin Gaucho.[6] Steamboat Willie foi um sucesso imediato, e seu sucesso inicial foi atribuído não apenas ao apelo do Mickey como um personagem, mas pelo fato de que ele foi o primeiro desenho animado com o som sincronizado.[7] A Disney usou o sistema Cinephone, criado por Pat Powers com o sistema Phonofilm.[7] Steamboat Willie estreou no Colony Theater em Nova York.[9] Os curtas anteriores de Mickey, Plane Crazy e The Gallopin Gaucho foram então adaptados com trilhas sonoras sincronizadas e re-lançados com sucesso em 1929. [6]

A Disney continuou a produzir desenhos animados com Mickey Mouse e outros personagens, e começou a série Silly Symphonies com a Columbia Pictures assinando como distribuidora em agosto de 1929. Em setembro de 1929, o gerente do Harry Woodin Theatre pediu permissão para iniciar um Mickey Mouse Club, e Walt aprovou. Em novembro, tiras de desenhos em fases de teste foram enviadas para a King Features, que pediram amostras adicionais para enviar ao editor, William Randolph Hearst. Em 16 de dezembro, a estrutura da Walt Disney Studios foi reorganizada como o nome de Walt Disney Productions, com a Walt Disney Enterprises sendo o nome de uma divisão de merchandising, e duas subsidiárias, a Disney Film Recording Company Limited e a Liled Realty and Investment Company para investimentos em imobiliárias. Walt e sua esposa detinha 60% (6.000 ações) e Roy possuía 40% da WD Productions. Em 30 de dezembro, King Features assinou seu primeiro jornal, New York Mirror, e publicou uma história em quadrinhos de Mickey Mouse com a permissão de Walt. [6]

Em 1932, a Disney assinou um contrato exclusivo com a Technicolor (até o final de 1935) para a produção de desenhos animados em cores, começando com Flowers and Trees (1932). Disney lançou desenhos animados através da Powers'Celebrity Pictures (1928-1930), Columbia Pictures (1930-1932) e United Artists (1932-1937).[10] A popularidade da série de Mickey Mouse permitiu que Walt planejasse sua primeira animação em longa-metragem. [7]

1934-1945: Branca de Neve e os Sete Anões e Segunda Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

Poster original de Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

Decidido a expandir as fronteiras da animação ainda mais, Disney começou a produção de sua primeira animação de longa-metragem em 1934, levando três anos para ser concluída, Branca de Neve e os Sete Anões, que estreou em dezembro de 1937 e tornou-se na época o filme da maior bilheteria em 1939 [8] . Branca de Neve foi lançado pela RKO Radio Pictures, que tinha assumido a distribuição dos produtos da Disney em julho de 1937, [6] após a United Artists tentar alcançar os direitos televisivos futuros para os curtas da Disney. [11] Usando os lucros de Branca de Neve, Disney financiou a construção, em uma área de 210 mil metros quadrados, de um novo complexo para os estúdios em Burbank, Califórnia. O novo Walt Disney Studios, em que a empresa está sediada até hoje, foi concluído em 1939.[6]

O estúdio continuou lançando curtas e longas metragens de animação, como Pinóquio (1940), Fantasia (1940), Dumbo (1941) e Bambi (1942).[7] Quando a Segunda Guerra Mundial começou, os lucros de bilheteria diminuíram. Quando os Estados Unidos entrou na guerra após o ataque a Pearl Harbor, muitos dos animadores da Disney foram convocados para as forças armadas. Os governos dos EUA e do Canadá encomendaram que o estúdio produzisse filmes de treinamento e propagandas militares. Em 1942, 90% de seus 550 funcionários estavam trabalhando em filmes relacionados à guerra.[12] Filmes como a A Vitória Pela Força Aérea e o curta Educação para a Morte (ambos de 1943) foram feitos para aumentar o apoio público aos esforços de guerra. Até os personagens do estúdio se juntaram a campanha, como Pato Donald, que apareceu em uma série de curtas cômicos da guerra, incluindo o vencedor do Oscar de melhor curta-metragem de animação, Der Fuehrer's Face (1943).[13]

1946-1954: Pós-Guerra e Televisão[editar | editar código-fonte]

Poster original de Cinderela (1950)

Com uma equipe limitada e pouco capital de giro durante e depois da guerra, as animações da Disney, na maior parte da década de 1940 eram "filmes pacotes", ou uma coleção de curtas, tais como Você Já foi a Bahia? (1944) e Tempo de Melodia (1948), que foram mal nas bilheterias. Ao mesmo tempo, o estúdio começou a produzir filmes em live-action e documentários. A Canção do Sul (1946) e So Dear to My Heart (1948) contaram com segmentos de animação, enquanto a série de curtas-documentários, True-Life Adventures, que incluiu filmes como Seal Island (1948) e The Vanishing Prairie (1954), também foram populares e ganhou inúmeros prêmios.[14] [15]

O lançamento de Cinderela em 1950, mostrou que a animação de longa-metragem ainda poderia ter sucesso no mercado. Outros lançamentos do período incluem Alice no País das Maravilhas (1951) e Peter Pan (1953). Neste período, a Disney lançou seu primeiro longa-metragem 100% live-action, Treasure Island (1950). [16] Outras iniciais produções da Disney 100% live-action, incluiu Robin Hood, o Justiceiro (1952), A Espada e a Rosa (1953), e 20.000 Léguas Submarinas (1954). A Disney terminou seu contrato de distribuição coma RKO em 1953, e abriu sua própria empresa de distribuição, Buena Vista.[6]

Em dezembro de 1950, Walt Disney Productions e The Coca-Cola Company uniram-se para a primeira produção da Disney para a televisão, uma especial da BBC, One Hour in Wonderland.[17] Em outubro de 1954, a rede ABC lançou a primeira série da Disney na televisão, Disneylândia, que viria a tornar-se uma das séries em horário nobre de maior duração na história.[18] Disneyland permitiu a Disney uma plataforma para lançar novos projetos para os mais velhos, e ABC tornou-se parceiro da Disney no financiamento e desenvolvimento da próxima aventura da Disney, localizado no meio de um laranjal perto de Anaheim, Califórnia. Foi a primeira fase de um longo relacionamento corporativo que, embora ninguém poderia ter previsto que, no momento, quatro décadas mais tarde culminaria na aquisição da rede ABC pela Disney, suas estações de rádios, e os seus numerosos cabo e editoriais. [19]

1955-1965: Disneyland[editar | editar código-fonte]

Walt Disney em 1946

Em 1954, Walt Disney usou a sua série Disneylândia para desvendar o que se tornaria o parque Disneyland, uma ideia concebida a partir de um desejo de um lugar onde os pais e as crianças poderiam se divertir juntos.[8] Em 18 de julho de 1955, Walt Disney abriu a Disneyland para o público em geral. Em 17 de julho de 1955, Disneyland foi inspecionada com uma transmissão de televisão ao vivo apresentada por Art Linkletter e Ronald Reagan. Depois de um início instável, a Disneyland continuou a crescer e atrair visitantes de todo o país e ao redor do mundo. A grande expansão em1959 incluiu a adição do primeiro monotrilho. [20]

Para a feira do New York World de 1964, a Disney preparou quatro atrações separadas para vários patrocinadores, cada um dos quais iria encontrar o seu caminho para a Disneylândia, de uma forma ou de outra. Durante este tempo, Walt Disney também foi secretamente comprando novos sítios para um segundo parque temático da Disney. Em novembro de 1965, "Disney World" foi anunciada, com planos para parques temáticos, hotéis e até mesmo uma cidade modelo em milhares de hectares de terras adquiridos em Orlando, Flórida.[7]

A Disney continuou a centrar os seus esforços na televisão ao longo dos anos de 1950. Como o programa infantil o Mickey Mouse Club e seu elenco de jovens "Mouseketeers" que estreou em 1955 com grande sucesso;[6] dois anos mais tarde, a série Zorro provaria ser tão popular, correndo por duas temporadas no ABC. [21] Apesar de tanto sucesso, a Walt Disney Productions investiu pouco em novos empreendimentos de televisão na década de 1960, com exceção da série antológica de longa duração, mais tarde conhecida como O Maravilhoso Mundo de Disney.[6]

Os estúdios de cinema da Disney permaneceram ocupados também, com uma média de cinco ou seis lançamentos por ano durante este período. Enquanto a produção de curtas diminuiu significativamente durante os anos 1950 e 1960, o estúdio lançou uma série de filmes de animação mais populares, como A Dama e o Vagabundo (1955), A Bela Adormecida (1959) e Os 101 Dálmatas (1961), que introduziu um novo processo de xerografia para transferir os desenhos para cels na animação.[7] Os filmes em live-action da Disney foram espalhados por uma série de gêneros, incluindo ficção histórica (Johnny Tremain, 1957), adaptações de livros infantis (Pollyanna, 1960) e comédias modernas (The Shaggy Dog, 1959). O filme de maior sucesso da Disney na década de 1960 era o musical Mary Poppins, que foi um das maiores bilheterias de todos os tempos, e recebeu cinco prêmios da Academia, incluindo Melhor Atriz para Julie Andrews.[22]

1966-1971: Mortes de Walt e Roy O. Disney, e a abertura do Walt Disney World[editar | editar código-fonte]

Em 15 de dezembro de 1966, Walt Disney morreu de complicações relacionadas a câncer de pulmão,[6] e Roy O. Disney tomou posse como presidente e CEO da empresa. Um de seus primeiros atos foi renomear Disney World como "Walt Disney World" em homenagem ao seu irmão e sua visão.[23]

Em 1967, os dois últimos filmes que Walt supervisionou foi a animação Mogli e o musical The Happiest Millionaire.[7] O estúdio lançou uma série de comédias na década de 1960, incluindo The Love Bug (filme de maior bilheteria em 1969) e The Computer Wore Tennis Shoes (1969), estrelado por outra jovem descoberta da Disney, Kurt Russell.[24] A década de 1970 começou com o lançamento do primeiro filme de animação "pós-Walt", Os Aristogatas, seguido de um retorno as fantasia musicais em 1971 com Bedknobs and Broomsticks. Blackbeard's Ghost foi outro filme de sucesso durante este período.[6]

Em 01 de outubro de 1971, Walt Disney World foi aberto ao público e em 20 de dezembro de 1971, Roy Disney morreu de um acidente vascular cerebral.[25] Ele deixou a empresa sob o controle de Donn Tatum, tendo como presidentes, Card Walker e o genro de Walt, Ron Miller, cada um treinado por Walt e Roy.[26]

1972-1984: Decadência nos cinemas e novas lideranças[editar | editar código-fonte]

Poster original de Bernardo e Bianca (1977)

Enquanto a Walt Disney Productions continuou lançando filmes para toda a família ao longo dos anos 1970, como Freaky Friday (1976), estes filmes não se saíram bem nas bilheterias como os anteriores, e a grande maioria foi mal recebido pela crítica.[7] O estúdio de animação entrou num período de recessão, lançado poucos longas nas décadas de 1970 e 1980, alguns com sucesso como Robin Hood (1973), Bernardo e Bianca (1977) e O Cão e a Raposa (1981).[27]

Como chefe do estúdio, Miller tentou fazer filmes voltados para o rentável mercado adolescente. Inspirado pela popularidade de Star Wars, o estúdio Disney produziu a aventura de ficção científica, The Black Hole (O Buraco Negro), em 1979 que custou US$ 20 milhões para fazer, e não foi rentável nas bilheterias.[6] O buraco negro foi a primeira produção da Disney classificada como PG nos Estados Unidos.[28] A Disney se envolveu no gênero horror com The Watcher in the Woods (1980) e financiou o inovador Tron; ambos os filmes foram lançados com sucesso mínimo.[7] Em 1977, Roy E. Disney, filho de Roy O. Disney, renuncia à companhia por diferenças criativas, e em 1979, Don Bluth, diretor do estúdio de animação, abandona a Disney junto com sua equipe criativa, agravando a crise.[6]

Em 1980, Tom Wilhite torna-se o chefe do departamento de filmes com o objetivo de modernizá-lo, e é criado um departamento de vídeos da Disney. O curta de 1983, O Natal do Mickey Mouse deu origem a uma série de filmes de sucesso, como No Templo das Tentações. Em 1982, O EPCOT abre no Walt Disney World na Flórida, seguido em 1983, pela abertura do Tokyo Disneyland no Japão.[29] No mesmo ano, a emissão do Disney Channel na TV acabo americana começa.[30] O genro de Disney, Ron W. Miller se tornou presidente da Walt Disney Productions em 1980 e CEO em 1983. Sob sua liderança, a Disney tornou-se alvo de assaltantes corporativos e tentativas de aquisição, e muitos acionistas influentes passaram a criticar a liderança de Miller, incluindo Roy E. Disney que era um membro permanente do conselho. Apesar do sucesso do Disney Channel e suas novas criações de parques temáticos, Walt Disney Productions era financeiramente vulnerável. A sua biblioteca de filmes era valiosa, mas ofereceu poucos sucessos atuais, e sua equipe de liderança não foi capaz de manter-se, a exemplo da saida de Don Bluth em 1979. Assim, em meados de 1984, Roy E. Disney, o financeiro majordomo, Stanley Gold, e o acionista Sid Bass, resolvem depor Miller em favor de Michael Eisner como presidente, e Frank Wells como CEO. [6]

1984-2005: Era Eisner e a Campanha Save Disney[editar | editar código-fonte]

Em 1984, depois da saída de Tom Wilhite do departamento de vídeos, a Disney começa a coleção de vídeos Walt Disney Classics. Voltando a investir em curtas metragens de animação, o estúdio começa a produzir séries de desenhos animados, os primeiros são As Aventuras dos Ursinhos Gummi e Os Wuzzles, sendo o maior sucesso a série DuckTales com mais de 100 episódios.[31] A coleção em vídeos, Walt Disney Classics, se torna um sucesso, e o vídeo do filme Pinóquio foi considerado um best-seller.[6] Em 1984, Eisner criou a Touchstone Pictures como uma marca para a Disney lançar filmes mais maduros. O primeiro lançamento da Touchstone foi a comédia Splash (1984), que foi um sucesso de bilheteria. [32] Apostando em filmes maduros, a Disney lança em 1985, O Caldeirão Mágico, o primeiro desenho animado a ter classificação etária. Em 1986 foi lançado o filme Down and Out in Beverly Hills, o primeiro filme da Touchstone, subsidiária da Disney, a ser classificada quanto à faixa etária. No mesmo ano, o nome Walt Disney Productions é mudado para The Walt Disney Company.[6]

Poster de A Pequena Sereia, o primeiro filme do "Renascimento da Disney"

Em 1987, a companhia e o governo francês assinam um acordo para criar a Disney na Europa: começa o projeto Disney Euro.[7] Em 1989, a Disney assinou um acordo a princípio para adquirir The Jim Henson Company (então conhecida como Henson Associates) do criado dos Muppets, Jim Henson. O negócio incluía a biblioteca de Henson, personagens dos Muppets (excluindo os Muppets criado para Sesame Street), bem como serviços criativos pessoais de Jim Henson. No entanto, em maio de 1990, antes que o negócio fosse concluído, Jim Henson faleceu, e as duas empresas rompeu as negociações de fusão em dezembro seguinte.[33]

Decidido a levar o setor de animação da Disney aos tempos áureos de Walt, Roy E. Disney assumiu como presidente do Walt Disney Animation Studios. Sobe o comando de Roy, as animações da Disney entraram na fase conhecida como Renascimento da Disney, porque literalmente, a Disney renasceu e voltou a produzir animações de sucesso de publico e crítica.[34] A primeira foi A Pequena Sereia, vencedor de dois Oscar e que arrecadou mais de 200 milhões ao redor do mundo.[35] Outros sucessos do Renascimento da Disney, incluem A Bela e a Fera, primeira animação indicada ao Oscar de Melhor Filme,[36] e O Rei Leão grande sucesso, que é a terceira animação com maior bilheterias em todos os tempos, perdendo apenas para Toy Story 3 e Frozen, ambos também da Disney.[37] O "Renascimento da Disney" se encerrou em 1999 com Tarzan, porque na década de 2000, o setor de animação da Disney voltou a entrar em crise, por causa da concorrência com novos estúdios como a DreamWorks Animation e saídas constantes de chefes e animadores importantes, como Roy, que largou a gestão das animações em 2003.[34]

Nomeada pela empresa da "Década da Disney", o talento executivo tentou levar a empresa a um novo patamar na década de 1990 com grandes mudanças e realizações.[7] Em 23 de outubro de 1990, a Disney formou a Touchwood Pacific Partners I, que suplantaria a parceria com a Silver Screen como fonte primária dos financiamentos para os estúdios de cinema.[38] Em 1991, a Disney resolveu investir em publicações com a Hyperion Books e música para jovens adultos com a Hollywood Records, enquanto o Disney Imagineering estava demitindo 400 funcionários.[7] A Disney também ampliou seu mercados para adultos no cinema, quando o então presidente dos estúdios Disney, Jeffrey Katzenberg, adquiriu a Miramax Films em 1993. Naquele mesmo ano, a Disney criou a equipe de hóquei, Anaheim Ducks, em homenagem aos Super Patos, que fez sucesso em 1992. A Disney comprou uma participação minoritária no time de beisebol Anaheim Angels no mesmo tempo, e depois uma participação majoritária em 1998.[7]

 Frank Wells morreu em um acidente de helicóptero em 1994, e O Rei Leão foi dedicado á ele. Pouco tempo depois, Katzenberg demitiu-se e formou a DreamWorks SKG, porque Eisner não iria nomear Katzenberg para o cargo de Miller agora disponível.[7] Em vez disso, Eisner recrutou seu amigo Michael Ovitz, um dos fundadores da Creative Artists Agency, para ser presidente, com o mínimo de envolvimento do conselho de administração da Disney. Ovitz durou apenas 14 meses e deixou a Disney em dezembro de 1996 através de um "rescisão", com um pacote de indenização de US$ 38 milhões em dinheiro e 3 milhões em ações no valor de cerca de 100 milhões de dólares na hora da partida de Ovitz. O episódio engendrado de Ovitz derivou um processo de longa duração, que, finalmente, foi concluído em junho de 2006, quase 10 anos depois. A juíza, William B. Chandler, apesar de descrever o comportamento de Eisner como "muito aquém do que os acionistas esperam e exigem das autoridades encarregadas da posição fiduciária ..." foi a favor de Eisner e do resto do conselho da Disney, porque eles não tinham violado a lei.[39]

A Disney adquiriu muitas outras fontes de mídia durante a década, incluindo a ABC em 1995, que trouxe rede de transmissão ABC e suas filiais, incluindo as redes de televisão ESPN e A&E, para a Disney.[6] Eisner sentiu que com a compra da ABC foi um investimento importante para permitir que a Disney concorresse com conglomerados de mídia internacionais.[40] Em 1998, a Disney começou a se mover para o campo da internet com a compra da Starwave e 43 por cento da Infoseek. Em 1999, a Disney adquiriu as ações remanescentes da Infoseek e lançou o portal Go Network em janeiro. A Disney também lançou sua linha de cruzeiro com o batismo de Disney Magic e um navio irmão, o Disney Wonder. [6]

A década de 2000 trouxe um aumento na receita de 9% e lucro líquido de 39% com ABC e ESPN liderando e os parques e resorts marcando seu sexto ano consecutivo de crescimento. No entanto, os ataques de 11 de setembro levou a uma parada completa da viagem de férias e levou a uma recessão. A recessão levou a uma diminuição na receita da ABC. Além disso, Eisner fez a companhia realizar uma compra cara da Fox Family Worldwide (hoje, ABC Family). 2001 foi um ano de corte de custos, demitindo mais de 4.000 funcionários, diminuído as operações nos parques da Disney, reduzindo o investimento anual no cinema, e minimizando operações na Internet. Enquanto a receita de 2002 apresentaram uma pequena diminuição em relação a 2001, com a redução de custos, o lucro líquido subiu para 1,2 bilhão de dólares, com dois lançamentos de filmes. Em 2003, o estúdio se tornou o primeiro a alcançar mais de US $ 3 bilhões em receitas de bilheteira em todo o mundo.[7]

Michael Eisner rejeitou o pedido de Roy E. Disney para uma extensão de seu mandato como membro do conselho, citando a sua idade de 72 anos como uma idade de reforma necessária. Stanley Gold não concordou e se demitiu do conselho de administração e solicitou que outros membros do conselho expulsassem Eisner. [7] . Em 2003, Roy E. Disney se demitiu dos cargos de vice-presidente da empresa e presidente da Walt Disney Feature Animation,[6] ele publicou uma carta criticando Eisner por administrar mal a empresa, negligenciando a divisão de animação do estúdio, falhando com ABC, timidez nos negócios de parque temático, incutir uma mentalidade empresarial na estrutura executiva, transformando a Walt Disney Company em um conglomerado "sem alma", e por se recusar a estabelecer um plano de sucessão clara. Assim, Roy E. Disney anunciou uma campanha que ficou conhecida como Save Disney, para tentar tirar Eisner do poder. [41]

Em 15 de maio de 2003, a Disney vendeu a sua participação na equipe de beisebol Anaheim Angels para Arte Moreno. A Disney comprou os direitos para Os Muppets e o Urso na Casa Azul da Jim Henson Company, em 17 de fevereiro de 2004. As duas marcas foram colocadas sob o controle da Holding Company Muppets, LLC, uma divisão da Disney Consumer.[42]

Em 2004, a Pixar Animation Studios começou a procurar outro distribuidor após o seu contrato de 12 anos com a Disney ter acabado, devido à sua relação tensa com questões de controle e dinheiro com Eisner. Também nesse ano, a Comcast Corporation fez uma oferta não solicitada de 54.000 milhões dólares para adquirir a Disney. Nesse período, um par de filmes com alto orçamento fracassaram nas bilheterias. Com essas dificuldades, e alguns conselheiros insatisfeitos, além da campanha de Roy E. Disney contra Eisner, este acabou abrindo mão da presidência. Em 3 de março, na reunião anual dos acionistas da Disney, um surpreendente e sem precedentes dos 45% acionistas da Disney, se reuniram em favor dos ex-membros do conselho da Disney, Roy e Stanley Gold que estavam retidos, para o reelegerem ao conselho. No entanto, a diretoria não retirou imediatamente Eisner como presidente-executivo.[6] Em 2005, a Disney vendeu o Anaheim Ducks para Henry e Susan Samueli. [7] Em 13 de março de 2005, Robert Iger foi anunciado como CEO sucessor de Eisner. Em 30 de setembro, Eisner se demitiu tanto como presidente e como membro do conselho de administração.[6]

2005-presente: Era Iger[editar | editar código-fonte]

Bob Iger, o atual presidente e CEO da empresa

Em 8 de julho de 2005, o sobrinho de Walt Disney, Roy E. Disney voltou a Walt Disney Company como consultor e com o novo título de Diretor Emérito. Walt Disney Parks e Resorts comemorou o seu 50 º aniversário do Disneyland Park em 17 de julho, e abriu o Hong Kong Disneyland em 12 de setembro. A Walt Disney Feature Animation lançou Chicken Little, o primeiro filme da empresa utilizando animação 3D. Os co-fundadores Bob Weinstein e Harvey Weinstein da Miramax, partiram da empresa para formar seu próprio estúdio. Em 25 de julho de 2005, a Disney anunciou que estava fechando o DisneyToon Studios da Austrália em outubro de 2006, após 17 anos de existência. [43]

Em 2006, a Disney adquiriu Oswald, o Coelho Sortudo, a velha estrela de animação da Disney.[44] Ciente de que a relação da Disney com a Pixar estava se esgotando, Robert Iger iniciou negociações com a liderança da Pixar Animation Studios, Steve Jobs e Ed Catmull, sobre possível fusão. Em 23 de janeiro de 2006, foi anunciado que a Disney iria comprar a Pixar em uma transação de ações de 7,4 bilhões de dólares. O negócio foi concluído em 05 de maio; e entre os resultados notáveis ​​foi a transformação de Steve Jobs em o maior acionista individual da Disney, com 7%, e um membro do Conselho de Administração da Disney.[45] Ed Catmull assumiu o cargo de Presidente da Pixar Animation Studios. O ex-vice-presidente executivo da Pixar, John Lasseter, tornou-se diretor de criação da Walt Disney Animation Studios, da divisão DisneyToon Studios e da Pixar Animation Studios, assim assumindo o papel de principal conselheiro criativo da Walt Disney Imagineering.[46]

Em abril de 2007, a Muppets Holding Company , foi renomeada para The Muppets Studios e colocada sob nova liderança, em um esforço de Iger para re-marcar a divisão. A remodulação foi concluída em setembro de 2008, quando o controle dos Muppets Studios que estava na Disney Consumer Products foi para o Walt Disney Studios.[47] Depois de um longo tempo de trabalho na empresa como um executivo sênior e grande acionista, Roy E. Disney, morreu de câncer de estômago em 16 de dezembro de 2009. No momento da sua morte, possuía cerca de 1% das ações da Disney. Ele foi o último membro da família Disney a participar ativamente da empresa.[48]

Em 31 de agosto de 2009, a Disney anunciou um acordo para adquirir a Marvel Entertainment, Inc. por 4 bilhões de dólares.[49] O acordo foi finalizado em 31 de dezembro de 2009 em que a Disney adquiriu a propriedade plena sobre a empresa. A Disney afirmou que sua aquisição da Marvel Entertainment não afetará produtos da Marvel, tampouco a natureza dos personagens da Marvel.[50]

Em outubro de 2009, o presidente do Disney Channel, Rich Ross, foi contratado por Iger, para substituir Dick Cook como presidente da Walt Disney Studios, e em novembro, começou a reestruturação da empresa para se concentrar em produtos mais favoráveis ​​à família. Depois do fracasso de bilheteria de John Carter, Ross renunciou ao cargo, sendo substituído por Alan F. Horn, responsável pelo sucesso de Harry Potter na Warner Bros.[51] Em janeiro de 2010, a Disney decidiu fechar a Miramax, mas ao invés disso, ela vendeu a empresa por 660 milhões de dólares[52] . Em 12 de março, a ImageMovers Digital, empresa de Robert Zemeckis que a Disney havia comprado em 2007, foi encerrada.[53] Em abril de 2010, Lyric Street, selo de música country da Disney em Nashville, também foi encerrado.[54] Em maio de 2010, a empresa vendeu a marca Power Rangers, assim como a sua biblioteca de 700 episódios, de volta para Haim Saban. Em janeiro de 2011, a Disney Interactive Studios foi reduzida.[55] Em novembro, duas estações da ABC foram vendidas.[56]

Marvel, subsidiaria da Disney.

Em abril de 2011, a Disney anunciou a construção do Shanghai Disney, que custou 4,4 bilhões de dólares, e está programado para abrir em 2015.[57] Mais tarde, em agosto de 2011, Bob Iger afirmou em uma teleconferência que após o sucesso das aquisições da Pixar e da Marvel, ele e a Walt Disney Company estão olhando para "comprar tanto novos personagens ou empresas que são capazes de criar grandes personagens e grandes histórias ".[58] Mais tarde, no início de fevereiro de 2012, a Disney concluiu a aquisição da UTV Software Communications, ampliando seu mercado ainda mais na Índia e na Ásia.[59]

Em 30 de outubro de 2012, a Disney anunciou planos de adquirir a Lucasfilm e lançar Star Wars Episódio VII em 2015. Em 4 de dezembro de 2012, a fusão Disney-Lucasfilm foi aprovada pela Comissão de Comércio Federal, permitindo a aquisição ser finalizada sem lidar com problemas de antitruste. Em 21 de dezembro de 2012, o acordo foi concluído com o valor de aquisição aproximado em 4.060 milhões dólares, e, portanto, a Lucasfilm tornou-se uma subsidiária integral da Disney. [60]

Em 29 de maio de 2013, a Disney definiu as datas de lançamento para oito filmes de animação até 2018, incluindo quatro da Disney Animation e quatro da Pixar Animation.[61] As animações futuras são: Inside Out (2015, Pixar), Zootopia, Moana (2016, Disney Animation), Finding Dory (2016, Pixar) , Toy Story 4 (2017, Pixar), e dois lançamentos da Disney Animation ainda não revelados para 2018. [62]

Em março de 2014, a Disney comprou a Maker Studios, uma empresa do YouTube, que gera bilhões de visualizações por ano, por mais de US$ 500 milhões a fim de ganhar telespectadores jovens e adultos.[63] Em 9 de maio, a Disney anunciou ter chegado a um acordo com a TV Asahi Corporation, empresa japonesa, para dublar o anime Doraemon no Disney XD. Em julho, Walt Disney Company anunciou 11 startups que começariam no programa acelerador da empresa. [64] Em agosto de 2014, a Walt Disney Company apresentou três patentes para o uso de drones. As patentes incluiu a utilização de veículos aéreos não tripulados (UAV) para levantar marionetes no ar, aumentar a telas de malha para flutuar projeções de vídeo, e equipar drones com luzes para torná-los parte de uma nova espécie de shows. [65] Em 2 de outubro, a Disney anunciou que o conselho da diretoria estendeu o contrato de Iger como Presidente e CEO da Disney até 30 de junho de 2018, por causa do sucesso criativo e financeiro da administração de Robert Iger com "um histórico comprovado de fornecimento de resultados financeiros recordes no trimestre da empresa, ano após ano". [66]

Em 17 de novembro de 2014, a companhia anunciou uma doação de um milhão no Hispanic Scholarship Fund (HSF), para fornecer bolsas de estudo para estudantes latino-americanos. A doação faz parte de um acordo de três anos entre a Disney e HSF que irá criar o Programa de Bolsas da Walt Disney Company-HSF. "A Walt Disney Company é uma das empresas mais emblemáticas e respeitadas do mundo, e estamos entusiasmados de trabalhar juntos", disse Fidel A. Vargas, Presidente & CEO da Hispanic Scholarship Fund, que fez o anúncio na conferência latina da Tech Inovação & Media Social, realizada em Anaheim, Califórnia. "o apoio de parceiros corporativos perspicazes como The Walt Disney Company torna possível para HSF para aumentar o número de bolsas de estudo universitário,e capazes de dar prêmios pendentes para estudantes latino-americanos, e expandir os recursos educacionais e serviços que oferecemos aos pais latinos e os seus filhos."[67]

Divisões[editar | editar código-fonte]

Entrada principal do Walt Disney Studios em Burbank
Entrada principal do Walt Disney Studios em Burbank
Edifício empresarial do Disney Channel em Burbank
Edifício empresarial do Disney Channel em Burbank
Walt Disney Parks and Resorts[68]


The Walt Disney Studios[69]
Disney Media Networks[70]
Disney Consumer Products[71]
  • Disney Publishing Worldwide
    • Disney Editions
    • Disney-Hyperion
    • Hyperion Books for Children
    • Disney·Jump at the Sun
    • Disney Press
    • Marvel Press
    • Disney Libros (Espanha)
    • Disney Libri (Itália)
    • Disney Book Apps
    • Disney Kids Magazines
    • Disney Learning
  • Disney Stores
  • Disney Licesing
Disney Interactive Media Group[72]
  • Disney Infinity
  • Club Penguin
  • Disney.com
  • Babble.com
  • Maker Studios

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Acionistas[editar | editar código-fonte]

A Walt Disney Company é maioritariamente detida por:[73] [74]

  • Instituições de acionistas e fundos mútuos (porcentagem de 30 de setembro de 2014): como a FMR Corporation, State Street Corporation, Capital World Investors, The Vanguard Group, Northern Trust Corporation, State Farm Mutual Automobile Insurance Co, State Farm Mutual Automobile Insurance Co, Price (T.Rowe) Associates Inc, Massachusetts Financial Services Co. e Bank of New York Mellon Corporation;
  • Fundos de pensão] americanos, no capital da empresa são o California Public Employees’ Retirement System (CalPERS), The New York State Common Retirement Fund, American Federation of State, County and Municipal Employees Pension Funds (AFSCME) e Illinois State Board of Investment;
  • Fundos de investimentos como Waddell & Reed, Inc (6 %) e Wells Fargo Advantage Funds (6 %) tão presentes com capital.

Desde janeiro de 2006, Steve Jobs, fundador e CEO da Apple, tem 3,7 bilhões de dólares em ações, ou mais de 2%, após a aquisição da sua outra empresa, a Pixar, tornando-se o maior acionista individual. Com a morte de Steve Jobs, suas ações da Disney e da Apple foram transferidas para um fundo presidido por sua viúva, Laurene Powell Jobs, fundo chamado Steven P. Jobs Trust. Laurene Powell Jobs anunciou em 24 de novembro de 2011 que detém 138 milhões de ações da Disney, ou 4.6 bilhões de dólares (7,7% da Disney), mas não pretende influenciar a direção do Disney.[75]

O segundo acionista individual é Michael Eisner, que tem 14 milhões de ações (1,7%). A Kingdom Holding Company, empresa de Alwaleed Bin Talal Alsaud, tem, desde 2000, 50 milhões em ações.

Instituições de acionistas
Nom Ações em números (%) [73]  % de 30 de setembro de 2014
The Vanguard Group, Inc 81 062 324 4,78
State Street Corporation 67 567 547 3,98
FMR Corporation 50 753 341 2,99
Massachusetts Financial Services Co. 46 124 208 2,72
State Farm Mutual Automobile Insurance Co 42 206 018 2,49
BlackRock Institutional Trust Company, N.A. 42 220 811 2,49
Capital World Investors 31 453 705 1,85
Bank of New York Mellon Corporation 28 765 359 1,70
Northern Trust Corporation 24 279 627 1,43
Price (T.Rowe) Associates Inc 22 130 554 1,31

Entre os diretores da Disney, também existem acionistas individuais importantes:[73]

  • Robert Iger, Presidente e CEO, $ 1.258.882 dólares em ações;
  • Alan Braverman, Sênior vice-presidente executivo, Conselho Geral e Secretário, $ 216.271 dólares em ações;
  • Jay Rasulo, Sênior vice-presidente executivo e Chefe do departamento de finanças, $ 164.553 dólares em ações;
  • Christine M. McCarthy, vice-presidente executiva, executiva do setor Imobiliário, Alianças e Tesouro, $ 92.254 dólares em ações.
  • Judith Estrin, Diretora do conselho, $ 61.144 dólares em ações;

Finanças[editar | editar código-fonte]

Relatórios financeiros anuais da The Walt Disney Company (em dólares americanos)
Ano Studio Entertainment Disney Consumer Products Walt Disney
Parks and Resorts
Disney Media Networks Disney Interactive Studios Total
1991[76] 2.593.0 724 2,794.0     6.111
1992[76] 3.115 1.081 3.306     7.502
1993[76] 3.673.4 1.415.1 3.440.7     8.529
1994[77] [78] [79] 4.793 1.798.2 3.463.6 359   10.414
1995[77] [78] [79] 6.001.5 2.150 3.959.8 414   12.525
1996[78] [80] 10,095 4.502 4.142   18.739
1997[81] 6.981 3.782 5.014 6.522 174 22.473
1998[81] 6.849 3.193 5.532 7.142 260 22.976
1999[81] 6.548 3.030 6.106 7.512 206 23.402
2000[82] 5.994 2.602 6.803 9.615 368 25.402
2001[83] 7.004 2.590 6.009 9.569   25.790
2002[83] 6.465 2.440 6.691 9.733   25.360
2003[84] 7.364 2.344 6.412 10.941   27.061
2004[84] 8.713 2.511 7.750 11.778   30.752
2005[85] 7.587 2.127 9.023 13.207   31.944
2006[85] 7.529 2.193 9.925 14.368   34.285
2007[86] 7.491 2.347 10.626 15.046   35.510
2008[87] 7.348 2.415 11.504 15.857 719 37.843
2009[88] 6 136 2 425 10 667 16 209 712 36 149
2010[89] 6 701 2 678 10 761 17 162 761 38 063
2011[90] 6 351 3 049 11 797 18 714 982 40 893
2012[91] 5 825 3 252 12 920 19 436 845 42 278
2013[92] 5 979 3 555 14 087 20 356 1 064 45 041
2014[93] 7 278 3 985 15 099 21 152 1 299 48 813

Renda líquida[editar | editar código-fonte]

Renda líquida da The Walt Disney Company (in millions USD)
Ano Studio Entertainment Disney Consumer Products Walt Disney
Parks and Resorts
Disney Media Networks Disney Interactive Studios Total
1991[76] 318 229 546     1.094
1992[76] 508 283 644     1,435
1993[76] 622 355 746     1.724
1994[77] [78] 779 425 684 77   1.965
1995[77] [78] 998 510 860 76   2.445
1996[78] 1,596 990 747 −300 3.033
1997[81] 1.079 893 1.136 1.699 −56 4.312
1998[81] 769 801 1.288 1.746 −94 3.231
1999[81] 116 607 1,446 1,611 −93 3.231
2000[82] 110 455 1,620 2,298 −402 4.081
2001[83] 260 401 1.586 1.758   4.214
2002[83] 273 394 1.169 986   2.826
2003[84] 620 384 957 1.213   3.174
2004[84] 662 534 1.123 2 169   4.488
2005[85] 207 543 1.178 3.209   5.137
2006[85] 729 618 1.534 3.610   6.491
2007[86] 1.201 631 1.710 4.285   7.827
2008[87] 1.086 778 1.897 4.942 −258 8.445
2009[88] 175 609 1 418 4 765 −295 6 672
2010[89] 693 677 1 318 5 132 −234 7 586
2011[90] 618 816 1 553 6 146 −308 8 825
2012[91] 722 937 1 902 6 619 −216 9 964
2013[92] 661 1 112 2 220 6 818 −87 10 724
2014[93] 1 549 1 356 2 663 7 321 116 13 005

Diretoria da Walt Disney Company[editar | editar código-fonte]

Diretoria atual [94]
  • Presidente do Conselho: Robert Iger
  • Diretor Executivo: Robert Iger
  • Sênior vice-presidente executivo: Alan Braverman e Jay Rasulo
  • Chefe das Finanças: Jay Rasulo
  • Tesouraria: Christine M. McCarthy
Conselho de Administração
Susan Arnold, John S. Chen, Jack Dorsey, Robert Iger, Fred H. Langhammer, Aylwin B. Lewis, Monica C. Lozano, Robert W. Matschullat, Sheryl Sandberg e Orin C. Smith.
Responsáveis pelas unidades de negócios[95]

Histórico de líderes[editar | editar código-fonte]

Diretores Executivos da Disney
Presidentes do Conselho da Diretoria
Presidentes

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  2. Reports 2013 (em inglês) the walt disney company. Visitado em 24 de Novembro de 2014.
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