Ditador romano

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Roma Antiga
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Política e governo da
Roma Antiga


Períodos
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753 a.C.509 a.C.

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508 a.C.27 a.C.
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27 a.C.1453

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Dictator (latim para "ditador") era o mais alto magistrado extraordinário na República romana, embora o nome provém de dic (de dico), há dúvidas se o título faz referência ao modo de sua nomeação ou ao seu poder. Também era chamado de Praetor Maximus e Magister Populi.[1] [2]

O dictator era geralmente nomeado em circunstâncias de perigo extraordinário, seja por inimigos estrangeiros ou sedição interna, eventos frequentes segunso os primeiros livros de Lívio que também nos informa sobre os seguintes propósitos do Dictator:[3]

  • Para afixar o clavus annalis no templo de Júpiter em épocas de pragas ou discórdias civis (Dictator clavi figendi causa).[4]
  • Para assegurar comitias ou as eleições, na falta de cônsules.
  • Para apontar feriados (feriarum constituendarum causa)[5] na aparição de prodígios e oficiando no Ludi Romani se o pretor não puder comparecer
  • Realizar julgamentos (quaestionibus exercendis)
  • Para preencher vagas no senado, neste caso há dois ditadores, um para o estrangeiro e outro local, este último sem um magister equitum (mestre da cavalaria).


Referências

  1. Charles Anthon (1848). Classical Dictionary. Harper. pp. 435–436.
  2. Basil Kennett (1822). Romæ antiquæ notitia. Hickman & Hazzard. p. 123.
  3. William Smith; Charles Anthon (1870). A Dictionary of Greek and Roman Antiquities. Harper. pp. 360–361.
  4. Francisco Pina Polo (2011). The Consul at Rome: The Civil Functions of the Consuls in the Roman Republic. Cambridge University Press. p. 39. ISBN 978-1-139-49599-8.
  5. William Ramsay (1870). A manual of Roman antiquities. C. Griffin. p. 147.