Adivinhação

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Este homem, em Rhumsiki, Camarões, informa o futuro através da interpretação das mudanças na posição dos diversos objetos como causado por um caranguejo de água doce nggàm[1] .
Xamã doutor de Kyzyl.

Adivinhação ou divinação, profecia, previsão, intuição, palpite, pressentimento, é o ato ou esforço de predizer coisas distantes no tempo e no espaço, especialmente o resultado incerto das atividades humanas. A adivinhação busca determinar o significado ou as causas ocultas dos acontecimentos, predizendo pensamentos ou sentimentos de outras pessoas, mudanças futuras em suas vidas, por meio de práticas variadas de consulta aos oráculos.

Nas religiões Afro-brasileiras, o jogo de búzios é um exemplo das artes divinatórias, que consiste no arremesso de um conjunto de 16 búzios sobre uma mesa previamente preparada, e na análise da configuração que os búzios adoptam ao cair sobre ela. O adivinho, antes reza e saúda todos os Orixás e durante os arremessos, conversa com as divindades e faz-lhes perguntas. Considera-se que as divindades afectam o modo como os búzios se espalham pela mesa, dando assim as respostas às dúvidas que lhes são colocadas.

Métodos comuns[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Wikcionário
O Wikcionário possui o verbete adivinhação.

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Outras leituras[editar | editar código-fonte]

Popular[editar | editar código-fonte]

  • Robert Todd Carroll (2003). The Skeptic's Dictionary. Wiley.
  • Lon Milo Duquette (2005). The Book of Ordinary Oracles. Weiser Books.
  • Clifford A. Pickover (2001). Dreaming the Future: The Fantastic Story of Prediction. Prometheus.
  • Eva Shaw (1995). Divining the Future. Facts on File.
  • The Diagram Group (1999). The Little Giant Encyclopedia of Fortune Telling. Sterling Publishing Company, Inc.

Acadêmica[editar | editar código-fonte]

  • D. Engels, Das römische Vorzeichenwesen (753-27 v.Chr.). Quellen, Terminologie, Kommentar, historische Entwicklung, Stuttgart 2007 (Franz Steiner-Verlag)
  • E. E. Evans-Pritchard, Witchcraft, oracles, and magic among the Azande (1976)
  • Toufic Fahd, La divination arabe; études religieuses, sociologiques et folkloriques sur le milieu natif d’Islam (1966)
  • Philip K. Hitti. Makers of Arab History. Princeton, New Jersey. St. Martin’s Press. 1968. Pg 61.
  • Michael Loewe and Carmen Blacke, eds. Oracles and divination (Shambhala/Random House, 1981) ISBN 0-87773-214-0
  • W. Montgomery Watt. Muhammad: Prophet and Statesman. Edinburgh, Scotland. Oxford Press, 1961. Pgs 1-2.
  • J. P. Vernant, Divination et rationalité (1974)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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