Dmitri Medvedev

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Dmitri Anatoliévitch Medvedev
(Дми́трий Анато́льевич Медве́дев)
3º presidente da Rússia Rússia
Mandato 7 de maio de 2008
a atualidade
Antecessor(a) Vladimir Putin
Vida
Nascimento 14 de setembro de 1965 (46 anos)
Leningrado, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas URSS
(atual São Petersburgo,
 Rússia)
Partido sem partido
Apoiado por:
Rússia Unida
Rússia Justa
Partido Agrário da Rússia
Poder Civil
Profissão Advogado e Administrador
Assinatura Assinatura de Dmitri Medvedev

Dmitri Anatoliévitch Medvedev (em russo: Дми́трий Анато́льевич Медве́дев; IPA: Loudspeaker.svg? ˈdmʲitrʲij.ɐnɐˈtolʲjəvʲiʧ.mʲɪˈdvʲedʲəf; São Petersburgo, 14 de setembro de 1965) é um advogado, administrador e político russo.

Tornou-se o terceiro presidente da Rússia, ao vencer as eleições de 2 de março de 2008, com 71,25% dos votos.[1] Seu mandato teve início em 7 de maio de 2008.

Índice

[editar] Biografia

[editar] Juventude, estudos e docência

Nasceu em São Petersburgo, em 1965, numa família de professores universitários soviéticos, profissão de prestígio, mas com baixa remuneração. Por isso, cresceu no bairro operário de Kuptchino.

Medvedev estudou direito na Universidade Estatal de São Petersburgo. Em 1987, fez seu exame e se doutorou em 1990 em direito civil e depois se dedicou à universidade.

Em 1991 foi co-autor do primeiro livro russo de ensino de direito civil na era pós-comunista, que continua a ser adotado pelas universidades russas. Até 1999 ensinou na universidade. Desde meados da década de 1990, foi conselheiro do comitê de relações exteriores da prefeitura de São Petersburgo, cujo prefeito era Vladimir Putin.

[editar] Carreira política e Gazprom

Medvedev (direita) numa reunião com o Secretário da Energia dos Estados Unidos Samuel Bodman.

Em 1999, mudou-se para Moscou, logo que Vladimir Putin foi nomeado primeiro-ministro por Boris Yeltsin, no último ano do seu mandato presidencial. Em novembro de 1999, Medvedev torna-se chefe adjunto da administração governamental; em dezembro, chefe adjunto do gabinete presidencial e depois, primeiro diretor adjunto, de 2000 a 2003.

Nas eleições, no início de 2000, Medvedev dirigiu a campanha de Putin.

Em 2001, Putin encarregou-o da reforma do serviço público.

Em 28 de junho de 2002, tornou-se presidente do conselho fiscal da Gazprom, a companhia de gás estatal e a maior do mundo. Em outubro de 2003, Medvedev tornou-se chefe da administração do Kremlin. Entre 14 de novembro de 2005 e maio de 2008, foi adjunto do vice-primeiro-ministro, Sergei Ivanov, responsável pelos projetos nacionais prioritários.[2]

Em 10 de dezembro de 2007, Dmitri Medvedev foi designado candidato às eleições presidenciais de 2008, pelos quatro partidos da coalizão de apoio a Vladimir Putin, presidente russo à época- Rússia Unida, Rússia Justa, Força Cívica e o Partido Agrário Russo, que têm a maioria da Duma.[3][4]

Diferentemente de Putin, Medvedev não tem vínculo com o FSB, sucessora da KGB, nem é filiado a partido político, e se considera um liberal-democrata. É tido como um dos líderes da ala "liberal" do Kremlin, em oposição aos siloviki (exército, polícia e serviços secretos).

[editar] Vida pessoal

Medvedev é casado desde 1989 com a professora Svеtlana Medvedeva (cujo sobrenome de solteira era Linnik) e tem um filho que nasceu em 1996, de nome Ilya.

Medvedev é um reconhecido torcedor do clube de futebol Zenit São Petersburgo (patrocinado pela Gazprom, e, curiosamente, campeão russo e da Copa da UEFA na época em que ele tornou-se presidente da Rússia) e chegou a presidir o clube de torcedores VIP do Moscou (extinta equipe que era ligada à prefeitura da capital russa).

Referências

[editar] Ligações externas

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