Doença de Bright

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A doença de Bright é um termo antigo que já não é usado nos nossos dias, mas que enaltece o médico e cientista que a estudou e descreveu pela primeira vez, Richard Bright. Hoje falamos de insuficiência renal crónica (IRC). Bright estudava em autópsia, no Guy's Hospital em Londres, os efeitos deletérios da doença hipertensiva juntamente com Thomas Addison e Thomas Hodgkin.[1] Realmente a insuficiência renal crónica é uma consequência da hipertensão grave e prolongada.[2]

Porém outras patologias podem ter como estado terminal a insuficiência renal crónica.

Se as duas causas principais são a hipertensão arterial e a diabetes, numerosas causas estão na origem da IRC. A intoxicação por metais pesados como o cádmio, ou por medicamentos nefrotóxicos entre os quais se contam a quinina (como efeito secundário do tratamento do paludismo). A nefrotoxicidade medicamentosa compromete o funcionamento dos tubulos renais ou ainda provocando uma nefrite intersticial crónica com necrose das papilas renais.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Thomas Hodgkin: medical immortal and uncompromising idealist Marvin J. Stone, MD, Proc (Bayl Univ Med Cent) > v.18(4); Oct 2005 > PMC1255947
  2. Peitzman SJ (1989). "From dropsy to Bright's disease to end-stage renal disease". The Milbank quarterly 67 Suppl 1: 16–32. PMID 2682170.