Doença residual mínima

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O termo doença residual mínima (DRM), em oncologia, corresponde ao número de células neoplásicas detectáveis durante ou após o tratamento de determinada doença.

Este número (ou percentual) possui revelância pois sabe-se que pacientes com níveis elevados de DRM possuem maior chance de recaída da doença.

Existem várias formas de detecção da DRM, que involvem análises sofisticadas do DNA, RNA, cromossomos e/ou imunofenótipos das células tumorais. O método utilizado depende da doença em questão.