Dolomita

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Dolomite
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Dolimita (português brasileiro) ou dolomite (português europeu)[1] (assim denominada em homenagem ao geólogo francês Déodat de Dolomieu[2] [3] ) é um mineral de carbonato de cálcio e magnésio CaMg(CO3)2, muito abundante na natureza na forma de rochas dolomíticas, utilizado como fonte de magnésio, sobretudo para a fabricação de materiais refratários.

Na dolomita existe uma solução sólida entre o magnésio e o ferro. Sendo o extremo em Ferro denominado siderite e o extremo em magnésio denominado magnesite.

O mineral é de cor cinza com raias brancas, de brilho vítreo. Tem dureza entre 3,5 e 4,0 na escala de Mohs. A sua densidade varia entre 2,86 e 3,10. Cristaliza no sistema trigonal, geralmente em romboedros.

A origem da dolomite constitui um grande enigma geológico, não se sabendo muito ainda sobre a sua génese. São propostos modelos hidrotermais, com fluidos vindos de grandes profundidades, através de falhas geológicas também muito profundas; modelos de origem a partir de interação microbial em ambientes hipersalinos; modelos de misturas de águas doce e salgada, entre inúmeros outros.

Referências

  1. Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Dolomite.
  2. Der Namensgeber der Dolomiten.
  3. Zenger, D. H., Bourrouilh-Le Jan, F. G. and Carozzi, A. V.. Dolomites - A volume in honor of Dolomieu. Purser, B., Tucker, M., and Zenger, D. (ed.), 1994. pp.21–28.