Dominato
| Roma Antiga | ||||
Este artigo é parte da série: |
||||
|
|
||||
| Períodos | ||||
|---|---|---|---|---|
| Reino de Roma 753 a.C. – 509 a.C. República Romana
|
||||
| Constituição romana | ||||
|
Constituição do Reino |
||||
| Magistrados ordinários | ||||
|
|
||||
| Magistrados extraordinários | ||||
|
|
||||
| Títulos e Honras | ||||
Imperador
|
||||
| Precedente e Lei | ||||
|
||||
|
Outros países · Atlas |
Período do Império Romano que vai de 285 d.C., com o início do dominato (palavra com origem em dominus, senhor) por Diocleciano, a 565 d.C, data em que morreu Justiniano. O Dominato era uma monarquia despótica e militar, de tipo helenístico. Sob a influência de idéias orientais, o Princeps (príncipe) converteu-se em Dominus, isto é, em amo ou governante absoluto à frente de uma grande burocracia. Durante o domínio ou dominato, os imperadores mostravam claramente a sua condição, usando coroas, púrpuras e outros ornamentos imperiais. O imperador tornava-se "senhor e deus" e todos que eram admitidos em sua presença eram obrigados a ajoelhar-se e beijar a ponta do manto real. Extinguiu-se, com isso, o principado: os civis haviam sido derrotados pelos militares.
Que o cargo de príncipe já tivesse em si o germe de uma situação de um Dominato é uma realidade: fatos como a Apoteose dos imperadores, o poder sem limites, e o lento declinar, por parte dos Romanos, da importância que davam a vida política entre iguais contribuíram, de forma decisiva, para a adoção de uma monarquia oriental. Elas foram especialmente bem sucedidas no Império Romano do Oriente.