Don't Throw That Knife

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Don't Throw That Knife
Cortando um doze (BR)
 Estados Unidos
1951 • pb • 16 min 
Direção Jules White
Roteiro Felix Adler
Elenco Moe Howard
Larry Fine
Shemp Howard
Dick Curtis
Jean Willes
Género Comédia
Idioma Inglês
Página no IMDb (em inglês)

"Don't Throw That Knife" (br.: Cortando um doze) é um filme curta metragem estadunidense de 1951 dirigido por Jules White. É o 131º de um total de 190 filmes da série com os Três Patetas produzida pela Columbia Pictures entre 1934 e 1959.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Os Três Patetas são recenseadores que estão em um prédio de apartamentos buscando entrevistar os moradores. Depois de um rápido ensaio quando Shemp e Larry fingem ser um casal e Moe os "entrevista" e no qual este sofre com vários aparelhos de trote que Shemp carregava (como um cofre que quando aberto solta uma cobra de brinquedo), o trio inicia o trabalho. A entrevista é com uma mulher, Senhora Wyckoff (Jean Willes), cujo nome é entendido pelos Patetas como uma pergunta, "Por que tosse?", respondida com piadas por Shemp e Larry. Ela lhes conta que o marido é um mágico ilusionista muito ciumento e violento. Naturalmente o homem (Dick Curtis) chega de repente e os Patetas correm e tentam se esconder em meio aos muitos objetos de ilusionismo que estão no apartamento. Quando são descobertos, o mágico atira facas em Moe e Shemp até ser desacordado por Larry.

Ao tentarem levar o homem para polícia numa caixa, não percebem que a mesma está sem fundo. O homem escapa e os Patetas atravessam a porta e correm até o armário da faxina no corredor, pegam três patinetes e fogem.

Declínio[editar | editar código-fonte]

Jules White alternava com Edward Bernds a direção dos filmes da série dos Três Patetas, sendo que enquanto o segundo se esforçava para manter a qualidade, o primeiro já não se preocupava muito com isso.[1] No ano seguinte, Bernds e o produtor Hugh McCollum sairiam da Columbia Pictures e White seria fixado como o único diretor, responsável pela direção entre 1952 e 1957 (prazo remanescente do contrato dos humoristas com o estúdio).[2]

Citações[editar | editar código-fonte]

"Moe: [a Shemp e Larry fingindo ser um casal] Bom dia, qual o seu nome por favor?
Shemp: Shempena Howard.
Moe: É casada ou solteira?
Shemp: Casada e esse é o meu marido, o rato.
Larry: Pare com isso.
Moe: Diga-me senhor, vocês tem filhos?
Larry: [contando com os dedos] Nenhum filho.
Moe: Onde a senhora nasceu, madame?
Shemp: No hospital.
Moe: Hospital?
Shemp: Sim, eu queria estar próxima de mamãe."

Referências

  1. Fleming, Michael (1999). The Three Stooges: An Illustrated History, From Amalgamated Morons to American Icons, p. 257, Broadway Publishing. ISBN 0767905567
  2. Forrester, Jeff (2002). Three Stooges: The Triumphs and Tragedies of the Most Popular Comedy Team of All Time, p. 102. Donaldson Books, ISBN 0971580103

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]