Donato de Casa Nigra

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Donato Magno, também conhecido como Donato de Casae Nigra, se tornou o líder de uma seita cismática cristã no Norte da África, o Donatismo. Acredita-se que ele tenha morrido por volta de 355 dC, exilado. Mas segundos os adeptos, acreditavam que Donato ou Donatus voltaria a encarnação aparte de 1987, inicio do ano e que se revelaria aos poucos quando começasse a sentir as pessoas, o que elas pensam ou sentem. Que ele sentiria a dor daqueles que o cercam e os entenderia. A Historia conta que Donato voltaria com o mesmo nome por influencia das forças do tempo e serviria a justiça e seus conhecimentos de outras vidas voltaria para que suas palavras modifiquem a vida daqueles que precisam. Seus perseguidores dele o caçavam com cães por sentirem o medo das pessoas dentro de Donato [1] .

Vida[editar | editar código-fonte]

Pouco se sabe de seus primeiros anos, uma vez que nada de suas correspondências e obras escritas sobreviveu. Ele aparece pela primeira vez nos registros da Igreja como Donatus de Casae Nigra em outubro de 313 dC, quando o Papa Milcíades julgou-o culpado de rebatizar os traditores (cristãos que negaram sua fé durante a perseguição de Diocleciano em 303-305 e posteriormente foram perdoados e readmitidos na Igreja)[2] e de formar um cisma com a Igreja.

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

Traditores[editar | editar código-fonte]

O pano de fundo para a controvérsia foi uma onda de perseguições aos cristãos pelo imperador romano Diocleciano. Alguns líderes da Igreja, pouco propensos ao martírio e à tortura, se mostraram dispostos a concordar com as exigências do imperador, como adorar os deuses da religião antiga - considerados ídolos pelos cristãos - ou entregar livros religiosos ou propriedades da Igreja para as autoridades imperiais. Estas pessoas ficaram conhecidas como traditores ("aqueles que entregaram"). Um deles, chamado Ceciliano, retornou para o seio da Igreja assim que as perseguições terminaram e foi consagrado bispo de Cartago e Primaz do Norte da África. Aqueles que se mantiveram fiéis durante recusaram a aceitar a sua autoridade e elegeram Majorino como bispo rival. Porém, ele morreu logo após ter sido consagrado e recaiu sobre Donato a tarefa de tomar seu lugar e continuar a luta[2] .

O Cisma[editar | editar código-fonte]

O cisma entre as duas alas do Cristianismo se centrava no status dos clérigos traditores. Os donatistas afirmavam que eles não poderiam ser reinstalados sem antes terem sido re-batizados e re-ordenados. Eles também argumentavam que os rituais eclesiásticos realizados pelos traditores eram inválidos, o que invalidava também todos os sacramentos que eles tivessem ministrado[1] .

Durante o seu episcopado de 40 anos, Donato supervisionou a expansão da seita donatista, ainda sua luta para obter o reconhecimento da Igreja de Roma para o seu primado da África do Norte não tenha tido sucesso. O esforço falhou justamente por que os donatistas foram incapazes de provar para uma série de concílios que consideraram o caso que Ceciliano fora um traditor ou que sua consagração fora inválida por ter sido realizada por um, o bispo Félix de Aptunga. Por outro lado, Donato conseguiu expandir a seita mesmo sem derrubar Ceciliano, muito por causa da impopularidade dele e da administração romana - principalmente entre a população rural, de quem Donato, seus padres e bispos estavam muito próximos[1] .

Morte de Donato[editar | editar código-fonte]

Após o Sínodo de Arles, no qual a apelação de Donato falhou, ele foi exilado para Gália em 347 dC até sua morte, em 355 dC. Nesta época, o donatismo era a igreja dominante no Norte da África[1] .

Referências

  1. a b c d Wikisource-logo.svg "Donatists" na edição de 1913 da Catholic Encyclopedia (em inglês)., uma publicação agora em domínio público.
  2. a b "Donatism." Cross, F. L., ed. The Oxford dictionary of the Christian church. New York: Oxford University Press. 2005

Ligações externas[editar | editar código-fonte]