Donizete Galvão

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Donizete Galvão

Donizete Galvão (Borda da Mata, 24 de agosto de 1955, São Paulo, 30 de janeiro de 2014) é um poeta e jornalista brasileiro.

Durante a infância em Minas Gerais, Galvão se aproximou da poesia brasileira e, em especial, a poesia modernista mineira, que lhe chegava por intermédio do Suplemento Cultural de Minas Gerais: Carlos Drummond de Andrade, Emílio Moura, Henriqueta Lisboa, Dantas Motta, Murilo Mendes.

Cursou Administração de Empresas em Santa Rita do Sapucaí e Jornalismo em São Paulo, na Faculdade Cásper Líbero.


Obras[editar | editar código-fonte]

  • Azul navalha (1988), que lhe valeu o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de autor revelação e indicação para o prêmio Jabuti;
  • As faces do rio (1991);
  • Do silêncio da pedra (1996);
  • A carne e o tempo (1997), com o qual mereceu mais uma vez indicação para o prêmio Jabuti;
  • Ruminações (2000);
  • Pelo Corpo (2002), em parceria com Ronald Polito. Santo André: Alpharrabio;
  • Mundo mudo (2003);
  • O Sapo Apaixonado: uma história inspirada em uma narrativa indígena (2007, Musa) - infantil;
  • Mania de Bicho (Positivo, 2010) - infantil;
  • O homem inacabado (2010), com o qual foi finalista do Portugal Telecom de 2010 e foi segundo colocado no Prêmio Brasília de Literatura.

Publicações[editar | editar código-fonte]

Tem trabalhos publicados nas revistas Nicolau, Cult, Poesia Sempre, Sebastião, Dimensão, Mariel (Miami), Babel (Venezuela), Blanco Móvil (México), Anto (Portugal), Anterem e Ricerca (Itália) e nos principais jornais do Brasil.

Antologias[editar | editar código-fonte]

Na França, participou da Anthologie de La Poésie Brésilienne (Editions Chandeigne).

Em Portugal, integrou a coletânea Os Dias do Amor - Um Poema Para Cada Dia do Ano (Ministério dos Livros, 2009).

No Brasil, seus poemas estão na Antologia da Nova Poesia Brasileira (Rioarte/Hipocampo), Antologia da Poesia Mineira do Século XX (Imago Editora) e Na Virada do Século — Poesia de Invenção no Brasil.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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. Escoiceados (Casa de Virgínia, 2014), obra póstuma,ilustrações Carlos Clémen, apresentação Priscila Figueiredo