Douglas C-47 Skytrain
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| Descrição | |
| Fabricante | Dougla Aircraft Co/USA |
| Primeiro voo | 17 de dezembro de 1935 |
| Entrada em serviço | |
| Missão | Missões de transporte aéreo comercial e militar |
| Tripulação | 2 pilotos |
| Dimensões | |
| Comprimento | 19,60 m |
| Envergadura | 28,95 m |
| Altura | 4,90 m |
| Área (asas) | 90,80 m² |
| Peso | |
| Tara | kg |
| Peso total | 7,700 kg |
| Peso bruto máximo | 14,980 kg |
| Propulsão | |
| Motores | 2xPratt & Whitney R-1830-92 Twin Wasp, de 14 cilindros radiais de dupla estrela, arrefecidos a ar. |
| Força (por motor) | 1.200hp kN |
| Performance | |
| Velocidade máxima |
370 km/h (Mach: ) |
| Alcance bélico | km |
| Alcance | 3,420 km |
| Teto máximo |
7,000 m |
| Relação de subida | m/min |
| Armamento | |
| Metralhadoras | {{{metralhadoras}}} |
| Mísseis/ Bombas |
Sem armamento |
o Douglas C-47 Skytrain a versão militar do Douglas DC-3, foi largamente utilizado durante a Segunda Guerra Mundial, tornando-se um dos principais fatores da vitória aliada.
Mais de 10.000 unidades foram fabricadas em suas várias versões, tanto para transporte de tropas ou para-quedistas como para o transporte de cargas.
Foram produzidas numerosas variantes do C-47 utilizando diferentes motores, equipamentos ou disposição das cabinas.
Uma variante para o lançamento de pára-quedistas foi sujeita a tantas alterações especificas que passou a ser designado por C-53 Skytrooper.
A Royal Air Force (RAF - Força Aérea do Reino Unido) utilizou cerca de 2.000 aviões C-47, passando-os a designar como Dakota.
[editar] Variações
Abaixo estão descritas as variações do C-47 Skytrain. Entre parênteses, estão as denominações utilizadas pela Royal Air Force (Dakota).
- C-47 (Dakota I): Versão militar inicial do DC-3
- C-47A (Dakota III): Sistema elétrico de 24v substituindo o original de 12v.
- C-47B (Dakota IV): Motores R-1830-90 e capacidade extra de combustível, permitindo vôo de rotas China-Burma-India
- C-47D
- C-48 a C-52: Inúmeras variações militares do DC-3 que entraram em serviço
- C-53 (Dakota II): Versão para passageiros e para-quedistas.
[editar] Emprego na Força Aérea Portuguesa
Em 1944, resultante de uma aterragem de emergência em Lisboa, um avião americano deste tipo foi apreendido. Durante a Segunda Guerra Mundial, o estatuto de Portugal como País não beligerante proibia a utilização do espaço aéreo por aviões envolvidos no conflito. Antecipando-se à apreensão, o embaixador americano ofereceu a aeronave a Portugal. A partir de 1958, a Força Aérea Portuguesa adquiriu 29 aviões Dakota provenientes de diversas origens e de vários modelos.
Operaram em missões de carga e transporte de passageiros. Durante a Guerra do Ultramar nas três frentes executaram missões de reconhecimento aéreo, lançamento de pára-quedistas, transporte de feridos, busca e salvamento e até de bombardeamento na Guiné-Bissau.
Com o fim da Guerra do Ultramar foram abatidos ao serviço. Muitos deles foram oferecidos aos novos países africanos, antigas colónias portuguesas.
[editar] Emprego na Força Aérea Brasileira
Versões anteriores da série DC da Douglas já vinham sendo empregadas pelo Exército Brasileiro desde 1936, com a compra de 2 DC-2, que voavam com designação C-32, a seguir foram encomendados outros 18 DC-2, na configuração C-33.
Quando o antigo Corpo Aéreo deu origem à Força Aérea do Exercito em 1941 o C-47 Skytrain veio a consolidar-se como o avião de transporte padrão. Essa extraordinária aeronave operou em todos os continentes, particiou de todas as batalhas mais importantes e permaneceu em operação muito tempo depois de terminada a Segunda Guerra Mundial. No Brasil havia remanescentes da frota desse avião até ao final da década de 1960.
A FAB desativou seus C-47 em 1983.