Douglas DC-7
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| Tipo | Avião comercial |
| Fabricante | |
| Capacidade | 100 passageiros |
| Comprimento | 34,23 metros |
| Envergadura | 38,80 metros |
| Altura | 9,65 metros |
| Velocidade máxima | 550 (cruzeiro) e 620 (Velocidade máxima) km/h |
| Alcance (MTOW) | 5.810 (cruzeiro) km |
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O Douglas DC-7 é um avião quadrimotor a pistão, fabricado na década de 1950 pela companhia estadunidense Douglas.
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Histórico [editar]
Trata-se do último grande avião quadrimotor a pistão fabricado pela Douglas, e também um dos primeiros a cruzar o Atlântico Norte sem escalas.
O modelo surgiu quando a American Airlines solicitou junto ao fabricante um avião com maior capacidade e autonomia que o DC-6.
Com 338 unidades fabricadas, o DC-7 foi um desbravador, pela sua capacidade de cruzar oceanos.
Fim do projeto [editar]
A fabricante abandonou cedo o projeto, com o advento dos aviões a jato. Para tanto, apresentou o projeto do DC-8.
Uso no Brasil [editar]
Entre 1957 e 1965, o tipo foi operado pela Panair do Brasil, num total de 6 unidades.
Curiosidades [editar]
- Adotou as mesmas asas do antecessor DC-6, que na verdade eram as mesmas do DC-4.
- Existem algumas unidades em vôo, principalmente cargueiros e para combate a incêndios.