Douglas DC-7

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Douglas DC-7
New Zealand PW-51.svg
Douglas DC-7 operado pela Delta Airlines
Descrição
Tipo Avião comercial
Fabricante Estados Unidos Douglas
Primeiro voo 18 de maio de 1953 (61 anos)
Capacidade de
passageiros
100 passageiros
Dimensões
Comprimento 34,23 metros
Envergadura 38,80 metros
Altura 9,65 metros
Performance
Velocidade máxima cruzeiro/máxima: 550/620 km/h
Alcance (MTOW) cruzeiro: 5.810 km

O Douglas DC-7 é um avião quadrimotor a pistão, fabricado na década de 1950 pela companhia estadunidense Douglas.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Trata-se do último grande avião quadrimotor a pistão fabricado pela Douglas, e também um dos primeiros a cruzar o Atlântico Norte sem escalas.

O modelo surgiu quando a American Airlines solicitou junto ao fabricante um avião com maior capacidade e autonomia que o DC-6.

Com 338 unidades fabricadas, o DC-7 foi um desbravador, pela sua capacidade de cruzar oceanos.

Fim do projeto[editar | editar código-fonte]

Cockpit do DC-7

A fabricante abandonou cedo o projeto, com o advento dos aviões a jato. Para tanto, apresentou o projeto do DC-8.

Uso no Brasil[editar | editar código-fonte]

Entre 1957 e 1965, o tipo foi operado pela Panair do Brasil, num total de 6 unidades.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Adotou as mesmas asas do antecessor DC-6, que na verdade eram as mesmas do DC-4.
  • Existem algumas unidades em voo, principalmente cargueiros e para combate a incêndios.