Douglas Tavolaro

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Douglas Tavolaro (São Paulo, 1977) é um jornalista brasileiro há 16 anos.

Começou a carreira no antigo jornal Diário Popular, hoje Diário de São Paulo, entre outras publicações, até ingressar na revista IstoÉ, onde atuou como repórter durante cinco anos. Uma de suas reportagens de maior destaque, neste período, foi um relato sobre as 24 horas que viveu refém na maior rebelião de detentos na história do antigo Complexo Penintenciário do Carandiru, em São Paulo, em fevereiro de 2001.

Em 2004, transferiu-se para a Rede Record como produtor de reportagens investigativas. Foi produtor executivo e editor do Jornal da Record e editor-chefe do programa Repórter Record, Diretor de Jornalismo e é atualmente Vice-Presidente de Jornalismo, cargo ocupado desde julho de 2009.[1] Na Record, foi o responsável pela reformulação de telejornais e programas que contribuíram para consolidar a emissora como a segunda maior audiência do Brasil e que levaram a diversas conquistas do Jornalismo como os Prêmios Esso, Embratel e Vladimir Herzog.[1] Comanda atualmente quase 11 horas diárias de noticiários na emissora, entre telejornais, documentários e programas jornalísticos semanais. Além da área de Jornalismo, também responde por programas de entretenimento, como o Programa do Gugu e o Domingo Show, pelo Departamento de Esportes, pelo canal de notícias Record News e pelo conteúdo editorial do portal de internet do Grupo Record, o R7, atualmente um dos mais acessados do Brasil.

Escreveu os livros "A Casa do Delírio - reportagem no maior manicômio judiciário do Brasil" (Editora Senac), "O Bispo - a história revelada de Edir Macedo" (Editora Larousse), sobre o bispo da Igreja Universal e proprietário da Rede Record, e é co-autor da trilogia biográfica "Nada a Perder" (Editora Planeta), obra traduzida para cinco idiomas, com mais de 7 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, tornando-se o livro mais vendido do Brasil em 2013 e 2014. Já participou de mais de sessenta lançamentos em cidades brasileiras e no exterior, incluindo as principais livrarias de Nova York, Londres, Paris, Johanesburgo, Buenos Aires, Caracas, Tóquio, Hong Kong e em outras capitais da Ásia, África e Europa. [1] [2]

Referências

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"O Refém do pavilhão seis", Reportagem Revista IstoÉ. http://www.istoe.com.br/reportagens/39896_REFEM+DO+PAVILHAO+6