Lista de anões da Terra-média

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Esta anexo é uma lista dos anões do mundo ficcional da Terra Média, criado pelo filólogo e professor britânico J. R. R. Tolkien.

Companhia de Thorin[editar | editar código-fonte]

Balin[editar | editar código-fonte]

Balin foi um dos doze companheiros de Thorin Escudo de Carvalho e de Bilbo Bolseiro na Demanda de Erebor. Ele era filho de Fundin e irmão mais velho de Dwalin.[1] Muitos anos após a destruição de Smaug, Balin liderou uma expedição para recolonizar Khazad-dûm, tendo encontrado e reivindicado o Machado de Durin e o elmo, mas, embora a colônia houvesse começado bem, Balin foi morto passados apenas alguns anos, em 5 de novembro de 2994, no início de um ataque de orcs que a destruiu. 30 anos depois seu túmulo foi descoberto pela Sociedade do Anel.

Bifur[editar | editar código-fonte]

Bifur era um dos doze companheiros de Thorin II Escudo-de-Carvalho e Bilbo Bolseiro na história contada em O Hobbit. Era primo de Bofur e Bombur, e não era descendente de Durin.[2] Gostava de geleia de framboesa e torta de maçã, usava um capuz amarelo e tocava clarineta. Lutou contra os Trolls antes de ser pego e ajudou na tentativa de resgatar Bilbo. Não se machucou tanto na jornada quanto seus outros companheiros e, junto com Bombur, foi quase morto por Smaug.

Bofur[editar | editar código-fonte]

Bofur foi um dos doze companheiros de Thorin e Bilbo Bolseiro na Demanda de Erebor. Primo de Bifur e irmão de Bombur, ele não era descendente de Durin.[2] Bofur gostava de torta e queijo na refeição da tarde, e, como seu primo Bifur, tocava clarinete e usava um capuz amarelo.

Bombur[editar | editar código-fonte]

Bombur foi um dos doze companheiros de Thorin e de Bilbo na Jornada para Erebor, em O Hobbit. Primo de Bifur e irmão de Bofur, não era descendente de Durin.[2]

"Pobre, gordo" Bombur é frequentemente mostrado como tendo sido o último em tudo, tolo e que comete erros: ele caiu com Bifur, Bofur e Thorin em quando entram no Bolsão, ele entrou na casa de Beorn ainda mais cedo do que pretendia e ele também caiu no Rio Encantado. Não confiando nos caminhos da montanha, nem nas cordas para segurar seu peso, ele escolheu ficar e proteger o acampamento da companhia, enquanto os outros subiram a Erebor. No entanto, ele foi forçado a usar as cordas para fugir da fúria do dragão Smaug. Bombur dormiu em vários momentos-chave do livro. Quando ele caiu no rio Encantado, ele ficou fascinado e dormiu por dias, fazendo com que seus companheiros já desesperados carrecassem-no. Durante o cerco de Erebor, Bilbo usado a sonolência de Bombur a seu favor, prometeu tomar à meia-noite a vigilia de Bombur e deixá-lo dormir. Bem como ele estava dormindo quando seu barril foi aberto em Esgaroth e quando Bilbo descobriu a entrada secreta para Erebor. Seu peso era problemático durante a busca.

Muitos anos depois, em O Senhor dos Anéis, Frodo Bolseiro investigou sobre Bombur e descobrio que ele tinha engordado tanto que precisaram seis jovens anões para levantá-lo de sua cama para o sofá.

Borin[editar | editar código-fonte]

Borin foi um anão da linhagem de Durin, o segundo filho do rei Náin II. Ele foi antepassado de Balin e Gimli amigo dos elfos da Comitiva do Anel.[3]

Durin, o Imortal[editar | editar código-fonte]

Era o mais velho e líder dos Sete Pais dos Anões e o primeiro a despertar no Monte Gundabad logo após o despertar dos Elfos,[4] criado no início pelo Vala Aulë. Era chamado o Imortal pois viveu muito mais do que todos os anões e já tinha cabelos brancos ao encontrar os outros pais, e era reverenciado por todos como o mais velho e mais nobre de sua raça. A tradição entre os Anões era que Durin fora posto para dormir sozinho sob o Monte Gundabad e lá tornou-se um local sagrado. Quando despertou depois dos elfos (veja no Silmarillion) ele foi para os lugares onde os outros seis pais dos Anões despertaram e eles que o reverenciavam,e seguiram até que chegarão no Lago Espelho, aos pés das Montanhas da Névoa. Lá fundou Khazad-dûm,mais tarde Moria. Lá os 7 pais anões: A Casa de Durin, Casa de Thelór, Casa de Drúin, Casa de Bárvor, Casa de Barin, Casa de Múar, Casa de Azaghâl viveram em harmonia por um longo tempo até a morte de Durin, as sete casas então se separaram e voltaram para seus antigos dominios, mas os Anões da Casa de Durin ficaram em Khazad-dûm, os Anões da Casa de Azaghâl e os Anões da Casa de Bárvor partiram e chegaram nas Montanhas Azuis onde fundaram as cidades anãs: Belegost e Nogrod. Diz-se pelos anões que a reencarnação de Durin chegaria e voltaria e ele disseram que em Glóin pai de Gimli filho de Gróin se tornou essa encarnação.

Dwalin[editar | editar código-fonte]

Dwalin é um personagem fictício da obra O Hobbit do escritor, historiador e filosofo britânico J. R. R. Tolkien. Dwalin, pertencente a raça dos Anões e a divisão do povo de Durin, foi um dos doze companheiros de Thorin Escudo-de-Carvalho e de Bilbo Bolseiro na aventura por Erebor cujo objectivo era destruir Smaug, o Dourado e assim reaver o tesouro que este havia acumulado no seu covil. Esta história é relatada em O Hobbit. Filho de Fundin e irmão mais novo de Balin, Dwalin é um dos Anões menos mencionados em O Hobbit, apesar de ser o primeiro a bater na porta de Bilbo. Morreu no ano 91 da Quarta Era, com 340 anos, idade bastante avançada mesmo para um Anão. Deixando um único filho, Tholin, Braço de Pedra.

Seu nome foi retirado de Dvalin, um anão da Edda em verso e da mitologia nórdica.[5]

Óin[editar | editar código-fonte]

Óin foi um dos doze companheiros de Thorin Escudo de Carvalho e Bilbo na aventura para recuperar o tesouro do dragão Smaug.

Ori[editar | editar código-fonte]

Ori é um anão da família dos Durin, foi um dos doze companheiros de Thorin Escudo-de-Carvalho e Bilbo Bolseiro na aventura para resgatar o tesouro do dragão Smaug.


Thorin Escudo de Carvalho[editar | editar código-fonte]

Durin II[editar | editar código-fonte]

Pouco se sabe sobre seu reinado, embora tenham indicações que os Anões de Moria tinham acordos com Humanos dos Vales do Anduin, que em troca de armas lhes arranjavam comida.

Durin III[editar | editar código-fonte]

Governou na Segunda Era e foi o primeiro a levar um dos Sete Anéis do Poder dados aos Anões, embora isso não fosse de conhecimento de todos até o fim da Terceira Era. O próprio Celebrimbor lhe entregou o anel, e não Sauron, que estava envolvido em sua manufatura. Suas forças estavam aliadas às dos Elfos em sua batalha contra Sauron em Eregion, mas não conseguiram salvar aquela terra da destruição, o que causou um longo período de isolamento e o início da despopulação de Moria.

Durin IV[editar | editar código-fonte]

viveu em Moria no fim da Segunda Era ou no começo da Terceira Era, e prosperou com a ajuda do Anel do Poder.

Durin V[editar | editar código-fonte]

viveu em Moria no começo da Terceira Era, e prosperou com a ajuda do Anel do Poder.

Durin VI[editar | editar código-fonte]

Foi rei dos anões de Moria na Terceira Era, e foi em seu reinado que a mineração de Mithril despertou um Balrog, que matou Durin, tornando a criatura conhecida como A Ruína de Durin. Foi Durin VI a primeira reencarnação de Durin a ser assassinada, e foi sucedido por Náin I, que foi morto pelo Balrog também. Os anões remanescentes abandonaram Moria.

Durin VII, o Último[editar | editar código-fonte]

Outros[editar | editar código-fonte]

Mîm[editar | editar código-fonte]

Mîm é um personagem que consta dos vários rascunhos que deram origem à série de livros The History of Middle-earth. Sua primeira aparição em livros impressos foi em O Silmarillion, livro editado por Christopher Tolkien com a ajuda de Guy Gavriel Kay.

Telchar[editar | editar código-fonte]

Telchar é um anão de Nogrod nas Ered-Luin, as Montanhas Azuis. Foi um dos melhores ferreiros da Terra Média.

Thorin III Elmo-de-Ferro[editar | editar código-fonte]

Thorin III Elmo-de-Pedra era filho de Dáin II Pé de Ferro do povo de Durin, que na época dele era senhor dos anões de Erebor de dos Montes de Ferro em Wilderland. Tornou-se rei sob a montanha quando seu pai foi morto durante a Guerra do Anel em 3019 T. A.. Thorin III ajudou a reconstruir Erebor e prosperou. Seu reinado teve como bom aliado o Reinado Unificado de Arnor e Gondor do Rei Elessar.

Durante seu reinado, Gimli, filho de Glóin, conduziu um grandioso número de anões para o sul, em Aglarond, onde um novo reino foi constituído. Também, durante seu reinado ele voltou lenta, porém permanentemente com a construções de Moria, que ainda não era definitivamente dos anões.Thorin II era descendente de Durin VII.

Thráin II[editar | editar código-fonte]

Thráin II era o pai de Thorin, Escudo de Carvalho e o filho de Thrór. Após a morte de seu pai, ele foi andando, e foi capturado pelo Necromante em Dol Guldur no momento em que o último dos Sete Anéis de Poder foi tirado dele.


Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Rateliff 2011, pp. 478
  2. a b c Fisher 2013, pp. 24
  3. Tolkien 1965, pp. 361
  4. Harvey 2011
  5. Atherton 2012, pp. 22

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Atherton, Mark. There and Back Again: JRR Tolkien and the Origins of the Hobbit (em <código de língua não-reconhecido>). ilustrada. ed. [S.l.]: I.B.Tauris, 2012. ISBN 1780762461.
  • Fisher, Jude. The Hobbit: The Desolation of Smaug Visual Companion (em <código de língua não-reconhecido>). Boston, MA: Houghton Mifflin Harcourt, 2013. 75 pp. ISBN 0547898746.
  • Harvey, Greg. The Origins of Tolkien's Middle-earth For Dummies (em <código de língua não-reconhecido>). Nova Jérsei: John Wiley & Sons, 2011. ISBN 111806898X.
  • Rateliff, John D.; Tolkien, J. R. R.. The History of the Hobbit: Mr Baggins and Return to Bag-End (em <código de língua não-reconhecido>). Reino Unido: HarperCollins UK, 2011. 437 pp. ISBN 0007369662.
  • Tolkien, J. R. R.. The Return of the King (em <código de língua não-reconhecido>). 2ª. ed. [S.l.]: Houghton Mifflin, 1965. 440 pp. ISBN 0395082560.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]