Grupo EBX

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Grupo EBX
EBX Holding Ltda.
Ficheiro:Grupo EBX Logotipo.jpg
Logotipo da empresa
Slogan Grandes realizações começam com grandes ambições.
Tipo Holding
Gênero Infraestrutura/Recursos Naturais
Fundação 1983
Fundador(es) Eike Batista
Sede Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Áreas servidas  Brasil
 Chile
 Colômbia
Presidente Eike Batista
Pessoas-chave Eike Batista (fundador, presidente e CEO)
Significado
da sigla
E de Eike, B de Batista e X um símbolo de multiplicação
Página oficial ebx.com.br

Grupo EBX é o nome de uma holding brasileira de propriedade do empreendedor Eike Batista, sediada na cidade do Rio de Janeiro.[1] O Grupo EBX é um dos principais conglomerados empresariais do Brasil, tendo entre os seus concorrentes diretos a Vale S.A., a Petrobras, a Organização Odebrecht, o Grupo Camargo Corrêa, o Grupo Andrade Gutierrez e o Grupo Votorantim.

Divisão[editar | editar código-fonte]

O Grupo EBX é formado por seis companhias listadas no Novo Mercado da BOVESPA, segmento com os mais elevados padrões de governança corporativa: OGX (petróleo) [2] , MPX (energia) [3] , LLX (logística)[4] , MMX (mineração)[5] , OSX (indústria naval offshore)[6] e CCX (mineração de carvão)[7]

São US$ 15,7 bilhões em investimentos entre 2011 e 2012, com geração de 20 mil postos de trabalho na operação e construção de seus empreendimentos. Nos próximos dez anos, o Grupo EBX investirá US$ 50 bilhões [8] .

O grupo conta com parceiros estratégicos e desenvolve empreendimentos estruturantes, com foco em tecnologia estado da arte e geração de riqueza. A EBX investe, principalmente, nos setores de infraestrutura e recursos naturais. Também lidera iniciativas nos setores imobiliário, de tecnologia, entretenimento, esporte, mineração de ouro e catering aéreo e ferroviário. Arbitra ineficiências no País e atua na eliminação de gargalos para estimular o crescimento econômico nacional.

O Grupo EBX está presente em nove estados brasileiros, no Chile e na Colômbia e tem escritório em Nova York (EUA).

História[editar | editar código-fonte]

A trajetória do Grupo EBX começou no início da década de 80, com um empreendimento concebido e executado por Eike Batista: a Novo Planeta, primeira planta aurífera aluvial mecanizada da Amazônia.[9] Ao longo dos anos 80, Eike se tornou presidente do Conselho de Administração e o principal executivo da TVX Gold. Foi a partir dessa empresa, listada na Bolsa de Valores de Toronto, no Canadá, que o empreendedor iniciou ao seu relacionamento com o mercado de capitais global.

O empreendedor criou US$ 20 bilhões em valor entre 1980 e 2000 com a implantação e operação de nove minas de ouro e prata no Brasil e no Canadá (Amapari, Casa Berardi, Crixás, Musselwhite, New Britania, Novo Astro, Novo Planeta e Paracatu), além de uma mina no Chile (La Coipa). Nos anos 2000, começou a operar três minas de ferro no Brasil (Mina 63, Tico Tico e Ipê). Eike estruturou e abriu o capital de seis companhias no período entre 2004 e 2012: OGX, MPX, LLX, MMX, OSX e CCX [10] [11] .

A criação de empregos e a qualificação profissional são bases para o crescimento do grupo e do País. Até 2014, a EBX investirá R$ 30 milhões na capacitação de 25 mil trabalhadores [12] e, paralelamente, já destinou cerca de R$ 20 milhões para financiamentos de projetos e parcerias com universidades no Brasil, no Chile, na Colômbia e na China. O apoio abrange mais de dez universidades e instituições de ensino. Dentre as beneficiadas estão a Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a universidade chinesa de Tsinghua, o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) e a universidade chilena de Valparaíso.

Recursos Naturais e Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

O Grupo EBX atua com foco prioritário em infraestrutura e recursos naturais. A MMX, companhia de mineração do grupo, já produz minério de ferro em Minas Gerais e em Corumbá, no Mato Grosso do Sul e planeja quadruplicar sua capacidade de produção nos próximos anos.[13] Para atingir esta meta, conta com o Superporto Sudeste, em construção em Itaguaí (RJ), que será o catalisador da expansão da companhia.[14]

Na área de energia, a MPX em 2011 iniciou a operação da primeira usina solar em escala comercial do Brasil, em Tauá (CE)[15] . Em 2012, entrarão em operação duas usinas termelétricas da companhia: Energia Pecém (CE) e Itaqui (MA). Para 2013, está previsto o começo das operações da usina de Pecém II (CE) e da primeira fase da UTE Parnaíba (MA). A segunda fase terá início em 2014.[16]

FPSO OSX-1, primeira unidade de produção, armazenamento e transferência de óleo e gás a integrar a frota da OSX, na chegada ao Rio de Janeiro, depois de uma travessia de 45 dias, vindo de Cingapura.

Já a LLX, companhia de logística do grupo, coordena a construção do Superporto do Açu, em São João da Barra (RJ)[17] , o maior e mais eficiente complexo porto-indústria da América Latina, com atração de investimentos produtivos da ordem de US$ 40 bilhões nos próximos anos [18] [19] e previsão de geração de 50 mil empregos, diretos e indiretos. O superporto abrigará a Unidade de Construção Naval do Açu (UCN Açu), na qual a OSX – companhia do Grupo EBX que atua na indústria naval offshore – está investindo US$ 1,7 bilhão.[20] A UCN Açu terá capacidade para a construção simultânea de até 11 FPSOs (unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência de óleo e gás) e oito WHPs (plataformas fixas) e irá gerar 14 mil empregos diretos. A OSX está focada em suprir a demanda por soluções integradas nos segmentos de construção naval, fretamento de Unidades de exploração e produção (E&P) e serviços de operação e manutenção (O&M).

No segmento de óleo e gás, a OGX é responsável pela maior campanha exploratória privada em curso no Brasil. Criada em 2007, a companhia está entre as principais produtoras de petróleo do país.[21] Em janeiro de 2012, a OGX deu início em tempo recorde – pouco mais de dois anos contados a partir da descoberta – à extração de petróleo na acumulação de Waimea, na Bacia de Campos (RJ).[22] A OGX possui um portfólio composto por 30 blocos exploratórios no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba, e quatro blocos exploratórios na Colômbia, nas Bacias de Cesar-Ranchería e Vale Inferior do Madalena.

Companhia do Grupo EBX criada a partir da cisão dos ativos de mineração de carvão da MPX na Colômbia, a CCX [23] [24] [25] desenvolve neste país o maior projeto greenfield de mineração de carvão integrada da América Latina. Com produção estimada em até 35 milhões de toneladas por ano, este projeto contempla uma mina subterrânea (San Juan), duas minas a céu aberto (Cañaverales e Papayal), e um sistema logístico integrado, dedicado e eficiente, composto por ferrovia de 150 km de extensão e porto de águas profundas capaz de operar navios do tipo capesize.

A Colômbia concentra ainda investimentos do Grupo em mineração de ouro. Em março de 2011, o grupo adquiriu, por meio da AUX, o controle acionário da mineradora canadense Ventana Gold, que detém direitos minerários na região de California-Vetas, área histórica de garimpo no norte da Colômbia. A soma dos ativos da companhia garante ao Grupo EBX um dos mais ricos depósitos de ouro subterrâneo do mundo.

Além da mineração de carvão e de ouro, o grupo desenvolve ainda campanha exploratória de petróleo na Colômbia.

Na América do Sul, o Chile também conta com investimentos do Grupo EBX, que incluem o maior empreendimento de geração licenciado do país (2.100 MW), integrado a porto dedicado de águas profundas e à produção de minério de ferro.

Outras Frentes de Atuação[editar | editar código-fonte]

A REX é a empresa do segmento imobiliário do Grupo EBX. Criada em 2008 para identificar oportunidades no setor imobiliário, a companhia entrou em operação em 2011, com foco de atuação em desenvolvimento urbano e ativos para renda. O portfólio de negócios da empresa contempla, dentre outras iniciativas, a revitalização do Hotel Glória, rebatizado como Gloria Palace Hotel[26] , o centro médico integrado MD.X Medical Center, o Centro Empresarial R3X Leblon e o Hotel Parque do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.

O Grupo EBX também investe na área de tecnologia, por meio da SIX Soluções Inteligentes. Criada em outubro de 2011, a SIX surgiu a partir da aquisição do controle da AC Engenharia, empresa com 18 anos de experiência no mercado nacional, com foco nos setores de operação de óleo e gás. Em abril de 2012, o Grupo e a IBM anunciaram uma parceria estratégica. O acordo inclui a aquisição pela IBM de 20% da SIX Automação, subsidiária da SIX Soluções Inteligentes, e a criação de um centro para desenvolvimento conjunto de soluções tecnológicas e investimentos em P&D (pesquisa e desenvolvimento) voltado principalmente para os setores de recursos naturais e infraestrutura, além do “outsourcing” para a IBM de atividades operacionais de TI do Grupo EBX [27] .

Já a IMX — uma joint venture com a americana IMG Worldwide — é a empresa de esporte e entretenimento do grupo, voltada à realização de eventos e produção de conteúdos de entretenimento nas áreas de esporte, moda e música [28] . Ainda em 2011, o Grupo EBX criou a NRX-Newrest [29] , para operar nos setores de catering aéreo e ferroviário no Brasil. Fruto de uma joint venture com a Newrest, única grande empresa mundial que atua em todos os segmentos de catering e serviços anexos, a NRX-Newrest presta serviços de alimentação e apoio operacional onshore e offshore, limpeza, “hospitality”, entre outros. O grupo desenvolve ainda iniciativas nas áreas de esporte, entretenimento, hotelaria, gastronomia, saúde e meio ambiente na cidade do Rio de Janeiro, onde está sediada a EBX.[30] [31]

No âmbito esportivo, a EBX patrocina o time de voleibol Associação Desportiva RJX, o piloto de Fórmula 1 Bruno Senna, e os jogadores de vôlei de praia Maria Clara, Carolina, e Pedro Solberg, filhos da ex-jogadora Maria Isabel Barroso Salgado.[32]

Sinergia[editar | editar código-fonte]

Grupo EBX captura as muitas Sinergias existentes entre os seus negócios. O minério de ferro da MMX será transportado para o Superporto Sudeste, de onde será exportado para todo o mundo. As chapas de aço produzidas pelas siderúrgicas instaladas no complexo industrial do superporto da LLX serão utilizadas pela OSX na produção de equipamentos offshore [33] , afretados para a OGX para a sua produção de óleo e gás. O carvão das minas da CCX na Colômbia será transportado até as termelétricas da MPX localizadas ao longo da costa brasileira e no superporto da LLX, e a energia gerada será fornecida para as indústrias localizadas no complexo industrial. O gás natural produzido pela OGX pode suprir as térmicas da MPX localizadas no complexo industrial do superporto da LLX [34] . O superporto da LLX poderá servir de base terrestre para a produção de óleo e gás da OGX. A MPX vai fornecer energia para a principal unidade operacional da MMX em Minas Gerais.

Ações Socioambientais no País[editar | editar código-fonte]

EBX e suas companhias apoiam mais de 170 iniciativas socioambientais no País [35] , dentre elas a conservação de três parques nacionais (Lençóis Maranhenses, Fernando de Noronha e Pantanal). Além disso, cria e mantém três reservas próprias: Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Engenheiro Eliezer Batista (pantanal), Quebrada del Morel (Deserto do Atacama) e Caruara (restinga); apoia a gestão de quatro RPPNs no Pantanal (Dorochê, Acurizal, Penha e Rumo ao Oeste) e a criação de outras dez no Ceará. O Grupo EBX apoia ainda o Corredor Ecológico do Muriqui, um dos maiores projetos de restauração da Mata Atlântica já desenvolvidos no Brasil, e a preservação da Reserva Manancial de Cañaverales, na Colômbia.

Na área social, os programas de realocação de famílias Vila Nova Canaã, no Maranhão, e Vila da Terra, em São João da Barra (RJ)[36] ; o apoio à construção do Centro Pediátrico do Câncer (CPC), no Ceará; e o apoio ao Hospital Pro Criança, no Rio de Janeiro, são alguns exemplos de ações realizadas pelo grupo nos últimos anos.[37]

No Rio de Janeiro, o Grupo EBX destinará R$ 20 milhões por ano, até 2014, ao projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs)[38] , novo modelo de segurança pública e policiamento. Os recursos serão usados pela Secretaria Estadual de Segurança para a compra de equipamentos e obras de infraestrutura e logística das unidades.

O Grupo EBX investe na preservação da história e da cultura. Em Belo Horizonte, implantou e mantém o Museu das Minas e do Metal (MMM), concebido para destacar a relação da história e das expressões culturais de Minas Gerais, por meio de duas das principais atividades econômicas do estado: a mineração e a metalurgia. Em 18 salas, estão instaladas 44 atrações, sendo 11 instalações dedicadas às principais minas do estado, numa área de quase 6.000 metros quadrados. Em ambientes virtuais, os visitantes podem interagir com os espaços criados para permitir intensa vivência pelo mundo dos metais e minerais.As atrações são humanizadas por meio de personagens históricos e fictícios do MMM como D. Pedro II, o Barão de Eschwege, Xica da Silva e outros, que apresentam o museu aos visitantes de forma lúdica e interativa.

EBX em pedaços[editar | editar código-fonte]

CCX - Na segunda-feira, 03 de fevereiro, Eike assinou um acordo para vender ativos da empresa de carvão CCX na Colômbia para a turca Yildirim por 125 milhões de dólares. O valor é 72% abaixo do previsto em um memorando assinado entre as duas companhias no final de outubro, de 450 milhões de dólares.

Hotel Gloria - Em 2008, quando Eike comprou um dos hotéis mais tradicionais do país, a ideia era fazer do Hotel Glória um mega empreendimento de luxo para dar os turistas na Copa do Mundo de 2014. Para isso, recebeu um crédito aprovado do BNDES de 190,6 milhões de reais. Mas, com o atraso de quase um ano nas obras, não atingiu sua meta. Consequentemente Eike deixou de ser o dono do empreendimento, quando fechou a venda para o fundo suíço Acron, por um valor não divulgado.

OGX - A Óleo e Gás Participações (OGPar), ex-OGX, está atualmente tendo suas documentações analisadas pela agência reguladora do setor de petróleo. O objetivo é saber se a companhia tem capacidade financeira para manter blocos exploratórios sob concessão. Rebatizada de OGP, a petroleira entrou em recuperação judicial em 30 de outubro, com dívidas de quase 14 bilhões de reais – trata-se do maior processo de recuperação judicial já feito na América Latina.

MMX - A companhia holandesa Trafigura é o novo dono do principal ativo da mineradora MMX desde setembro, quando pagou 400 milhões de dólares por 65% do Porto Sudeste, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. A companhia já vendeu ativos no Chile para a chilena Cooper Mining e ainda colocou outros em seus classificados, segundo informações divulgadas pelo mercado – o sistema Serra Azul, em Minas Gerais, é um dos que estaria à venda.

LLX - Agora Prumo Logistica. Desde outubro, a empresa de logística de Eike mudou de comando e, pouco tempo depois, também de nome. A companhia, cujo principal ativo é o Porto de Açú, no Rio de Janeiro, foi vendida para o grupo EIG, que irá injetar 1,3 bilhão de reais na reestruturação da empresa, agora rebatizada de Prumo. Com a venda, o empresário viu sua fatia cair de estimados 53% para 21%.

MPX - Antiga empresa de energia o Grupo X, foi comprada pela alemã E.ON em março, um dos primeiros sinais de que as empresas de Eike estavam entrando em colapso. Na época, a alemã aumentou sua participação na companhia de 11,5% para 36,2% e reduziu a do empresário de 54% para cerca de 24%. Mais uma injeção de capital foi feita pela nova dona em julho, que tirou o empresário do Conselho de Administração da empresa e, posteriormente, mudou o nome da MPX para Eneva.

OSX - Uma das empresas mais dependentes da petroleira OGX, a OSX teve uma série de pedidos de plataforma de construção naval cancelados pela petroleira do mesmo grupo, motivo pelo qual passou a atrasar o pagamento de fornecedores. O BTG estaria negociando a venda do estaleiro desde julho, inclusive com conversas com Jurong e a Fels, ambos de Cingapura, e a Odebrecht, mas nada foi fechado por enquanto. A empresa segue em recuperação judicial, com uma dívida bilionária.

Pink Fleet - O luxuoso iate do empresário, o Pink Fleet, era usado para eventos corporativos e passeios turísticos na Baía de Guanabara até ter de entrar no acerto de contas de Eike com os credores. Porém, a venda não gerou interesse e passou-se a cogitar então a doação do iate para a Marinha – que também rejeitou a oferta. No fim das contas, Pink Fleet deve virar sucata – ao menos para reduzir os custos elevados de mantê-lo funcionando.

SIX - Neste ano já começou com mais vendas de ativos das empresas de Eike. Em 14 de janeiro, o grupo argentino Corporación America comprou sua participação na Six Semicondutores, fábrica de chips que está em construção em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte. A companhia disse quanto pagou pelo negócio, apenas afirmou que assumiu "todos os pontos do contrato" a cargo da EBX.

Rock in Rio - Roberto Medina já afirmou não desejar mais sociedade com Eike no festival Rock in Rio e contratou o BTG Pactual para tocar a negociação. O que o empresário não sabia, no entanto, era que Eike teria oferecido sua fatia de 50% no festival ao fundo Mubadala como garantia de empréstimos, de acordo com a coluna Radar, de Veja.

Marina da Gloria - No início de março, a MGX Empreendimentos Imobiliários e Serviços Náuticos, do empresário, já havia anunciado que a Marina da Glória, no Rio de Janeiro, passaria por uma reformulação e seria liderada por uma nova equipe. Meses depois, no final de setembro, o controle do negócio já tinha mudado de mãos. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a venda do controle para uma holding do setor, a BRM Holding de Investimento Glória.

Jatos - Ainda em janeiro, o empresário teria vendido seu jato Gulfstream 550 a um milionário chinês por 41 milhões de dólares.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  1. Trecho "O X da Questão". Época Negócio Online.
  2. Itaú BBA considera positivo dados da ANP com produção da OGX. G1. Página visitada em 05/07/2012.
  3. MPX assina acordos para joint-venture com a E ON. Exame com. Página visitada em 18/04/2012.
  4. LLX fecha contrato com Subsea 7 no Superporto do Açu. Exame com. Página visitada em 28/05/2012.
  5. MMX recebe licença para expansão de Serra Azul. Reuters BR Online. Página visitada em 26/04/2012.
  6. OSX, de Eike Batista, assina contrato para construir 11 navios-tanque. Veja Online. Página visitada em 12/03/2012.
  7. Eike Batista marca mais um X na Bolsa brasileira. Estadao Online. Página visitada em 26/05/2012.
  8. Superporto do Açu recebeu mais de R$ 2,6 bilhões em investimentos. PE Desenvolvimento. Página visitada em 14/05/2012.
  9. Eike Batista conta na Expogestão 2010 como chegou lá. Agronline. Página visitada em 20/04/2010.
  10. Eike Batista responde ao mercado financeiro. Exame com. Página visitada em 06/07/2012.
  11. Eike Batista recupera R$ 5,4 bilhões na Bolsa. Folha online. Página visitada em 02/07/2012.
  12. OSX e SENAI qualificam 3.100 trabalhadores. Portal da Navegação. Página visitada em 04/07/2011.
  13. [http://www.infomoney.com.br/Pages/News/NewsViewPrint.aspx?NewsId=2416215 MMX recebe autorização para iniciar obras para expansão da Unidade Serra Azul]. Página visitada em 27/04/2012.
  14. Começa a expansão do Superporto Sudeste. Jornal Atual. Página visitada em 05/03/2012.
  15. Eike Batista comemora desempenho da usina solar de Tauá. Diário do Nordeste Online. Página visitada em 25/02/2012.
  16. MPX. G1. Página visitada em 10/08/2012.
  17. Superporto do Açu abre suas portas. Tecnologistica Online. Página visitada em 17/07/2012.
  18. LLX fecha contrato com Subsea 7 no Superporto do Açu. Exame com. Página visitada em 28/05/2012.
  19. SUBSEA 7 FAZ CONTRATO DE LOCAÇÃO NO SUPERPORTO DO AÇU. Época Negócios Online. Página visitada em 29/05/2012.
  20. OSX divulga evolução da obra na UCN Açu. Portal Marítimo. Página visitada em 15/05/2012.
  21. OGX já é a quinta maior produtora de petróleo do país. O Globo Online. Página visitada em 11/04/2012.
  22. OGX extrai petróleo pela primeira vez, em Waimea, na Bacia de Campos. UOL Notícias. Página visitada em 31/01/2012.
  23. Eike Batista inicia listagem da CCX na Bovespa dia 25. Exame Online. Página visitada em 15/05/2012.
  24. CCX adere ao Novo Mercado da BMFBOVESPA. BMeFBOVESPA. Página visitada em 25/05/2012.
  25. Ações da CCX, de Eike Batista, fecham em alta no primeiro pregão. Página visitada em 25/05/2012.
  26. Glória Palace, de Eike Batista, será reaberto às vésperas da Copa de 2014. O Globo Online.
  27. IBM compra parte de empresa de Eike Batista. Exame.com. Página visitada em 31/03/2012.
  28. IMX, de Eike Batista, fecha contrato com o jogador Neymar. G1. Página visitada em 10/07/2012.
  29. NRX-Newrest entra em operação e nomeia presidente. Brasil Econômico Online. Página visitada em 14/03/2012.
  30. Eike Batista investe R$ 13 milhões e cria nova equipe de vôlei no Rio. Estadão Online. Página visitada em 05/04/2011.
  31. Eike Batista confirma compra de 50% do Rock in Rio e Medina anuncia atrações. O Globoo Online. Página visitada em 11/05/2012.
  32. Projetos Patrocinados. Grupo EBX. Página visitada em 2012-08-20.
  33. Terminal TX2 do Superporto do Açu seja inaugurado em 2013. O Globo Online. Página visitada em 01/07/2012.
  34. Superporto do Açu recebeu mais de R$ 2,6 bi em investimentos no 1º trimestre. Campos Notícia. Página visitada em 14/05/2012.
  35. Presidentes de EBX e Vale defendem investimento sustentável e combate à pobreza. Folha de S.Paulo Online. Página visitada em 21/06/2012.
  36. MPX é ganhadora do Prêmio ECO 2011 na categoria Sustentabilidade em Produtos. Portal AMCHAM. Página visitada em 29/11/2011.
  37. Hospital Pro Criança recebe doação de R$ 30 milhões do Empresário Eike Batista. ProCriança.org. Página visitada em 08/04/2012.
  38. Cabral inaugura UPP construída com recurso de empresas de Eike. Folha de S.Paulo Online. Página visitada em 09/07/2012.