Ebroín (mordomo do palácio)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde agosto de 2009).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoYahoo!Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Dinastia carolíngia
Pipinida
Arnulfida
Carolíngia
Após o Tratado de Verdun (843)

Ebroín morreu em cerca de 681, foi Mordomo do palácio merovíngio da Nêustria e Borgonha (658-673), durante os reinados de Clotário III e Teodorico III. Desempenhou este cargo por duas vezes; a primeira (658-673), encerrou-se quando foi deposto e a segunda (675-680/681), quando foi assassinado.

Ele era uma figura proeminente na luta entre os reinos Merovíngios, e tentou impor a sua autoridade da província sobre os reinos da Borgonha e Austrasia.

Exerceu um poder efectivo de forma violenta e despótica, e tentou recuperar a autonomia para o reino de Neustria.

No entanto, após a sua morte, Pepino II, mordomo da Austrásia, derrotou as tropas da Nêustria na batalha de Testry, e assim fez da Nêustria um estado vassalo.

Ebroín teve, dentre seus inimigos, a Leodegário, bispo de Autun. Considerando-o responsável pela sua deposição e prisão em 673, ordena, após recuperar o poder, que o Bispo seja torturado e seus olhos sejam arracados e, mais tarde ordenou seu assassinato.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por:
{{{antes}}}
{{{titulo}}} Sucedido por:
{{{depois}}}
Precedido por:
{{{antes}}}
{{{titulo}}} Sucedido por:
{{{depois}}}