Ecbátana

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Mapa do Irã e adjacências, com a localização de Hamadan/Ecbátana em destaque.

Ecbátana (Haŋgmatana, em persa antigo; Agbatana, apud Ésquilo; Agámtanu, por Nabonido; Agamatanu, na Behistun) era a capital de Astíages, a qual foi tomada pelo Imperador persa Ciro, o Grande, em 549 a.C.

Corresponde à atual Hamadã, situada 400 km a sudoeste de Teerã, no Irã.

Ecbátana tornou-se uma residência de veraneio dos reis persas. Posteriormente, tornou-se a capital dos reis partas.

Ecbátana (Hamadã) cujo nome significa literalmente "local de reencontro" é também um importante sítio arqueológico do Império Aquemênida, e foi a capital dos povos Medos, sendo possível encontrar uma grande variedade de artefactos, principalmente cerâmicas.

Não se deve confundir Ecbátana/Hamadan (Irã) com Ecbátana/Hamath (Síria), onde se supõe que Cambises II tenha morrido, segundo Heródoto.

Segundo Heródoto, Ecbátana foi fundada pelo primeiro rei dos Medos, Déjoces, sendo uma cidade fortificada e imensa, cujos muros concêntricos fechavam-se uns sobre os outros, e construídos de maneira que cada plataforma não ultrapassasse a vizinha senão na altura das ameias. O local escolhido para sua construção, em forma de bacia e elevando-se numa colina, facilitou o sistema. Havia ao todo sete plataformas, ficando situados na última o palácio e o tesouro real. A superfície da plataforma maior quase igualava a de Atenas. As ameias que circundavam a primeira era pintadas de branco; as da segunda, de preto; da terceira, da cor de púrpura; da quarta, de azul; da quinta, de cor alaranjada; e das últimas, de cores prateada e dourada.


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