Economia da Antártica

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Não há atividade econômica na Antártica no presente, exceto pela pesca feita fora da costa e o turismo de pequena escala, ambos baseados fora da Antártica. O dólar antártico, um item de suvenir vendido nos Estados Unidos e no Canadá, não é uma proposta legal.

Indústria da pesca[editar | editar código-fonte]

A indústria da pesca antártica em 1998–1999 (1 de julho a 30 de junho) relatou 119.898 tons de desembarque. A pesca sem controle desembarcou de cinco a seis vezes mais do que a pesca regulada e a pesca supostamente ilegal em águas antárticas em 1998 resultou no confisco (por França e Austrália) de pelo menos oito navios pesqueiros. Veja Indústria da pesca oceânica#Oceano Antártico.

Turismo[editar | editar código-fonte]

O turismo de pequena escala tem existido desde a década de 1950. Desde 1969, mais de 30.000 turistas tem estado na Antártica.[1] Um total de 10.013 touristas a visitaram no verão de 1998–1999, de um total de 9.604 que a visitou no ano anterior. Aproximadamente todos eles foram passageiros de 16 navios comerciais (não-governamentais) e vários iates que fizeram 116 viagens durante o verão. A maioria das viagens turísticas duram cerca de duas semanas.

Começando em 2006, vários navios transportaram pessoas para a Antártica para visitar específicas locações cênicas. Existem também sobrevoos de excursão da Austrália que voam sem escalas até a Antártica e retornam, embora sobrevoos da Nova Zelândia tenham cessado após a colisão fatal do Voo 901 da Air New Zealand no Monte Érebo no final de 1979.

Estações científicas[editar | editar código-fonte]

Cerca de 30 países mantém cerca de setenta estações de pesquisa (40 operando durante todo o ano ou permanentes e 30 funcionando apenas no verão) na Antártica, com uma população aproximada de 4.000 pessoas no verão e 1.000 no inverno.


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