Economia da Gronelândia

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Economia da Gronelândia
Moeda Coroa dinamarquesa
Organizações de comércio
Estatísticas [1]
Produto Interno Bruto
% de cresc. do PIB
PIB per capita US$ 20 000 (2001)
PIB por setor
Inflação anual
População abaixo da linha de pobreza
Força de trabalho
Força de trabalho por setor
Desemprego
Principais indústrias
Parcerias comerciais [2]
Exportações (US$)
Principais produtos exportados
Principais mercados Dinamarca 67,7%
Importações (US$)
Principais produtos importados
Principais parceiros Dinamarca 70%, Suécia, Noruega e Canadá (2006)
Finanças públicas [3]
Dívida externa
Receitas totais (US$)
Despesas (US$)
Ajuda econômica recebida US$ 12 milhões de ajuda dinamarquesa (2005)

A economia da Gronelândia é uma das menores da América do Norte, especialmente por causa de sua pequena população e adversidade climática.No entanto, caracteriza-se por ser uma sociedade com elevado desenvolvimento caracterizado pelo seu IDH, que é de 0,927[1]

Recursos minerais (zinco, chumbo, minério de ferro, carvão, molibdénio, ouro, platina e urânio) são abundantes. A descoberta de petróleo, zinco e ouro, em 1994, promete mudar a economia, ainda bastante dependente da Dinamarca, que também responde por sua defesa e relações externas. Estima-se também que a Goenlândia possua em torno de 50 bilhões de barris de Petróleo[2]

A economia baseia-se na extracção de bens minerais e também na pesca, caça às focas e baleias.

A caça à foca marca a vida dos habitantes do norte. A Gronelândia hoje é criticamente dependentes da pesca e das exportações de pescado, sendo que a indústria da pesca de camarões é de longe a mais rentável.

Apesar de uma promissora retomada das atividades de exploração de hidrocarbonetos e minerais, ainda serão necessários vários anos antes que a produção de hidrocarbonetos seja iniciada. Foi criada a companhia petrolífera estatal NUNAOIL a fim de estimular a indústria de hidrocarbonetos. Foram lançadas ações da empresa estatal Nunamineral na bolsa de valores de Copenhague, a fim de reunir os capitais necessários ao aumento da produção de ouro, iniciada em 2007. A exploração de depósitos de rubi também começou em 2007. Registra-se também a prospecção de outros minerais (urânio, alumínio, níquel, platina, tungstênio, titânio e cobre).

O turismo é o único sector com algum potencial a curto prazo mas é limitado, devido à curta temporada e aos custos elevados.

O sector público, incluindo empresas públicas e municípios, desempenha um papel predominante na economia da Gronelândia. Cerca de metade das receitas governamentais vêm de subsídios do governo dinamarquês - um importante complemento ao produto interno bruto (PIB). O PIB per capita é equivalente ao das economias mais pobres da Europa.

A Gronelândia sofreu uma recessão econômica no início da década de 1990, mas, a partir de 1993, a economia cresceu. O governo tem adotado uma política de aperto fiscal desde o final dos anos 1980, o que contribuiu para criar superavit orçamentário e manter a inflação baixa. Desde 1990, quando foi fechada a última mina de chumbo e zinco a Gronelândia registra déficit na balança comercial.

Referências

  1. Greenland (Denmark) United Nations Environment Programme (2 de março de 1998). Página visitada em 26 de março de 2009.. Note: Appears to be simply Denmark's HDI published on the 1997 report.
  2. http://news.discovery.com/earth/drilling-for-oil-has-begun-in-greenland.html