Economia da região Nordeste do Brasil

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A economia da Região Nordeste do Brasil foi a base histórica do começo da economia do Brasil, já que as atividades em torno do pau-brasil e da cana-de-açúcar predominaram e foram iniciadas no Nordeste do Brasil. O Nordeste foi a região mais rica do país até a metade do século XVIII.[1]

A Braskem é uma das empresas que formam o conglomerado nordestino Odebrecht, um dos maiores grupos no ramo petroquímico e de construção do mundo.[2] Outras empresas oriundas do Nordeste do Brasil que merecem destaque são as multinacionais Queiroz Galvão e Baterias Moura, além dos grupos João Santos, M. Dias Branco, J. Macêdo, Edson Queiroz e Claudino.

A Região Nordeste é, atualmente, a terceira maior economia do Brasil entre as grandes regiões. Sua participação no Produto Interno Bruto brasileiro foi de 13,4% em 2011, após a Região Sul (16,2% de participação no PIB) e à frente da Região Centro-Oeste (9,6% de participação no PIB).[3] Ainda assim, é a região com o mais baixo PIB per capita. A distribuição de renda nessa região melhorou significativamente na década de 2000: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, a renda média no Nordeste sofreu um aumento real (já descontada a inflação) de 28,8% entre 2004 e 2009, passando de R$ 570 para R$ 734. Entre 2008 e 2009, o incremento foi de 2,7%. Foi a região que apresentou o maior incremento no salário médio do trabalhador nesse período.[4]

Em 2011 seu PIB nominal era de R$ 555,3 bilhões,[3] superando o de países como Chile, Singapura e Portugal; e seu PIB nominal per capita, de R$ 10.379,55, superando o de países como Ucrânia, Tailândia e China. As maiores economias da Região Nordeste são, respectivamente, Bahia, Pernambuco e Ceará, estados que concentram, juntos, 8,5% do PIB nacional. Já os estados nordestinos com maior PIB per capita são Sergipe, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte, seguidos por Ceará, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Piaui. Em 2011, Ipojuca, em Pernambuco, era o município com maior PIB per capita da Região Nordeste além de décimo sexto do Brasil: R$ 116.198,31; porém havia outras cidades nordestinas com PIB per capita entre os 100 maiores do país: Guamaré-RN (R$ 110.932,38), São Francisco do Conde-BA (R$ 106.050,84), Cairu-BA (R$ 56.685,35) e Candeias-BA (R$ 56.247,86).[5] Em contrapartida, no Nordeste também está localizada a cidade com o terceiro menor PIB per capita do Brasil: São Vicente Ferrer, no Maranhão, com R$ 2.679,66. Os 56 municípios de menor PIB per capita (que correspondem a 1,0% dos 5.570 municípios do país) tinham PIB per capita inferior a R$ 3.492,99 e estavam localizados em seis estados: Maranhão (19), Alagoas (7), Piauí (7), Bahia (6) e Ceará (1), na Região Nordeste; e Pará (16), na Região Norte. Entre os estados nordestinos, apenas Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Sergipe não possuem município com PIB per capita inferior a R$ 4.000,00.[6]

A capacidade energética instalada é de 10.761 MW.[7]

A Região Nordeste goza desde o final da década de 2000 de um forte crescimento econômico. Mesmo durante a Crise econômica mundial de 2008-2009 a Região apresentou aumento no PIB: enquanto o PIB do Brasil recuou 0,2% em 2009,[8] o PIB de Pernambuco cresceu 3,8%; o PIB do Ceará, 3,1%; e o PIB da Bahia 1,7%.[9] Esse crescimento amenizou o impacto da maior crise do capitalismo dos últimos 80 anos na economia brasileira.

Setor primário[editar | editar código-fonte]

Agricultura[editar | editar código-fonte]

Petrolina, no Sertão de Pernambuco, é a maior cidade da Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento do Polo Petrolina e Juazeiro, que se consolidou como maior exportador de frutas e segundo maior pólo vitivinicultor do Brasil graças ao uso de modernas técnicas de cultivo e irrigação.[10] [11] A RIDE Petrolina e Juazeiro é o maior aglomerado urbano do interior da região Nordeste.

A cana-de-açúcar é o principal produto agrícola da região, produzido principalmente por Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Também é importante destacar os plantios de soja (Bahia, Maranhão e Piauí), algodão (Bahia, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte), tabaco (Alagoas e Bahia) e caju (Piauí, Paraíba e Ceará), além de uvas finas, manga, melão, acerola e outros frutos para consumo interno e exportação (Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte). Destacam-se ainda os plantios de Cacau em Ilhéus e Itabuna e de feijão em Irecê, no estado da Bahia.

No sertão nordestino os projetos de irrigação viabilizaram o avanço de uma moderna agricultura: a fruticultura para exportação e produção de vinho, presente principalmente na área em torno de Petrolina em Pernambuco e Juazeiro na Bahia e na área do vale do Rio Açu no Rio Grande do Norte, beneficiada pela grande insolação, pela mão-de-obra barata e pela existência de solos com alta fertilidade mineral. A RIDE Petrolina e Juazeiro é o maior exportador de frutas e o segundo maior pólo vitivinicultor do Brasil.[10] [11] Ainda predomina no Semiárido, no entanto, a agricultura de subsistência, prejudicada, às vezes, pelas constantes estiagens.

Cultivo de cacau em Ilhéus, Bahia.

No oeste da Bahia, no sudoeste do Piauí e no sul do Maranhão, o avanço da fronteira agrícola ocorre sobretudo com a soja, mas também com arroz, milho e algodão. Na Bahia, destacam-se as cidades de Barreiras, São Desidério e Luís Eduardo Magalhães, tendo as duas últimas PIB per capita entre os maiores do Brasil. No Piauí, destacam-se as cidades de Uruçuí, Bom Jesus e Ribeiro Gonçalves. No Maranhão, o desenvolvimento é facilitado pelas excelentes condições de logística da região para exportação. Desde 1992, quando começou a funcionar o Corredor de Exportação Norte, toda a produção agrícola do sul do Maranhão passou a escoar para o Porto da Madeira, em São Luís, por um longo trecho de estrada de ferro operado pela Companhia Vale do Rio Doce. O cultivo nessa área é realizado em fazendas altamente mecanizadas, com os melhores índices de produtividade agrícola por hectare no Brasil. Tem ainda como benefício a menor distância em relação ao mercado europeu.

Pecuária[editar | editar código-fonte]

Na região se cria principalmente gado. Os maiores rebanhos bovinos estão na Bahia (10.229.459 cabeças), seguido por Maranhão (5.592.007), Ceará (2.105.441), Pernambuco (1.861.570) e Piauí (1.560.552). No sertão os produtores têm muitas vezes prejuízos devido às constantes secas. Também existem criações de caprinos, que são mais resistentes, suínos, ovinos e aves.

As feiras de gado são comuns nas cidades do agreste nordestino. Foram estas feiras que deram origem a cidades como Campina Grande, Feira de Santana e Caruaru.

Setor secundário[editar | editar código-fonte]

Indústria[editar | editar código-fonte]

O PIB de Pernambuco cresceu 15,78% em 2010, mais que o dobro da média nacional do mesmo ano, que ficou em 7,5%.[12] O Complexo Industrial de Suape, responsável por esse crescimento, abriga empreendimentos como o Estaleiro Atlântico Sul, maior estaleiro do Hemisfério Sul.[13] O petroleiro João Cândido (na foto) foi o primeiro navio lançado pela indústria naval pernambucana.

A indústria é mais forte e diversificada em regiões metropolitanas como a do Recife, a de Salvador e a de Fortaleza. Excetuando as capitais, tem-se a região de Campina Grande no estado da Paraíba, Caruaru no estado de Pernambuco e a região de Feira de Santana no estado da Bahia.

Destaca-se a produção de aços especiais, produtos eletrônicos, equipamentos para irrigação, barcos, navios, cascos para plataformas de petróleo, automóveis, baterias, chips, softwares e produtos petroquímicos, além de produtos de marca com valor agregado, calçados de couro e de lona e tecidos de todos os tipos. O pólo gesseiro de Araripina, em Pernambuco, é o mais importante do país, respondendo por 95% da produção brasileira[14] ; e o estado do Rio Grande do Norte produz 95% do sal marinho consumido no Brasil.[15] [16]

Campina Grande, no estado da Paraíba, é um dos principais pólos industriais e tecnológicos nordestinos. É a cidade-sede da Região Metropolitana de Campina Grande.

O Complexo Industrial Portuário de Suape poderá triplicar o PIB de Pernambuco até 2030[13] . Abriga empresas como o Estaleiro Atlântico Sul (maior estaleiro do Hemisfério Sul) e central de logística da General Motors[17] . A Fiat lançou em Suape, no final de 2010, a pedra fundamental de sua nova fábrica, a terceira da marca na América Latina. A pedra fundamental da Refinaria Abreu e Lima foi lançada em 2005[18] [19] . A Companhia Petroquímica de Pernambuco (PetroquímicaSuape) iniciou a pré-operação da unidade de polímeros e fios de poliéster em 2010.[20] A matriz da multinacional pernambucana Baterias Moura está localizada na cidade de Belo Jardim. A Baterias Moura fornece baterias para a metade dos carros fabricados no Brasil. O conglomerado pernambucano Queiroz Galvão reúne mais de 50 empresas nos segmentos de Construção, Desenvolvimento Imobiliário, Alimentos, Participações e Concessões, Óleo e Gás, Siderurgia e Engenharia Ambiental. O grupo está presente em todos os estados brasileiros assim como em países da América Latina e da África, exportando seus produtos para Estados Unidos, Canadá e Europa, e empregando cerca de 30.000 trabalhadores[21] .

Feira de Santana, no Agreste da Bahia, é a cidade mais rica e populosa do interior nordestino, e sede da Região Metropolitana de Feira de Santana, o maior aglomerado urbano do interior baiano. Foi originada a partir de uma feira de gado, e hoje é um dos maiores polos industriais e comerciais de todo o Nordeste.
O Polo Petroquímico de Camaçari, no estado da Bahia, é o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul.[22]

O Polo Petroquímico de Camaçari, no estado da Bahia, é o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul. Abriga, entre outras empresas, uma fábrica da Ford[23] , a primeira montadora de automóveis da Região Nordeste. A empresa baiana Odebrecht, conglomerado fundado pelo empresário pernambucano Norberto Odebrecht, tem como sede na cidade de Salvador. É a maior empresa no ramo petroquímico e de construção da América Latina, com faturamento anual R$ 31,4 bilhões. É a maior exportadora de serviços do Brasil, e há mais de seis anos está entre as cinco maiores construtoras mundiais de hidrelétricas, usinas nucleares, aeroportos, instalações petrolíferas, plataformas petrolíferas tanto marinhas quanto terrestres e estações de tratamento de água. A Organização Odebrecht é formada pela Odebrecht S.A., que administra a Construtora Norberto Odebrecht S.A., Foz do Brasil (Saneamento Básico e tratamento de resíduos industriais), Braskem S.A. Petroquímica, Odebrecht Empreendimentos Imobiliários S.A. (controladora da Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários Ltda.) e a Odebrecht Investimentos em Infraestrutura Ltda. A Odebrecht presta serviços de Engenharia e Construção na maioria dos países da América do Sul, na América Central, nos Estados Unidos, em Angola, em Portugal e no Oriente Médio.

Caruaru, no Agreste de Pernambuco, é o segundo maior polo de confecções do Brasil.[24]
O Ceará é o 4º maior pólo têxtil do Brasil.[25] Na foto, a capital do estado, Fortaleza, sede da segunda maior Região Metropolitana do Nordeste, sendo a maior a Região Metropolitana do Recife e a terceira maior a Região Metropolitana de Salvador.

Outro complexo industrial baiano que merece destaque é o Centro Industrial de Aratu (CIA). Em sua área encontra-se em operação o Porto de Aratu, além de empreendimentos dos segmentos químico, metal-mecânico, calçadista, alimentício, metalúrgico, moveleiro, de minerais não metálicos, plásticos, fertilizantes, eletroeletrônicos, bebidas, logística, têxtil, serviços e comércio. Também na Bahia está localizada a Refinaria Landulpho Alves, segunda maior refinaria de petróleo do Brasil.

No Ceará, o forte crescimento na produção de fios têxteis, tecidos e peças de vestuário em 2010 tornou o estado o 4º maior pólo têxtil do Brasil.[25] O Distrito Industrial de Maracanaú é o maior centro industrial do Ceará. Outro importante centro industrial no estado é o Complexo Industrial do Pecém, que se encontra em forte expansão. Na capital, Fortaleza, os segmentos mais fortes da indústria são a produção de calçados, produtos têxteis, couros, peles e alimentos, notadamente derivados do trigo, além da extração de minerais. No interior, Juazeiro do Norte se destaca como o 3º maior pólo calçadista do país.[26] A companhia de alimentos cearense M. Dias Branco é líder no ramo de massas alimentícias no Brasil, detendo 14% do mercado brasileiro de biscoitos e 20% do de massas;[27] e a J. Macêdo, também oriunda do Ceará, atua no mercado de moagem de trigo, sendo a segunda maior do ramo no país.

Indústria petrolífera[editar | editar código-fonte]

Mossoró, segunda maior cidade do estado do Rio Grande do Norte e o maior produtor de petróleo em terra do Brasil.[28]

Por ter sido palco da descoberta da primeira jazida de petróleo (em Lobato, Salvador), a região Nordeste tem uma produção histórica de petróleo. O petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental de vários estados da região e processado na Refinaria Landulfo Alves, em São Francisco do Conde, e no Polo Petroquímico de Camaçari, ambos no estado da Bahia. Recentemente foi lançada a pedra fundamental da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco e descoberto petróleo em Sousa, no sertão paraibano.

Os principais produtores nordestinos de Petróleo são o Rio Grande do Norte (que em 1997 era o 2º maior produtor petrolífero do país), a Bahia e Sergipe, sendo que nos dois últimos as principais bacias estão no mar.

Destaque também para o gás natural que é abundante na região. Somente a bacia Alagoas/Sergipe vai durar por cerca de 120 anos.

Recursos energéticos[editar | editar código-fonte]

Em Recife, Pernambuco, está localizada a sede da Eletrobras Chesf, sociedade anônima de capital fechado que atua na geração e transmissão de energia em alta e extra-alta tensão, explorando a bacia hidrográfica do rio São Francisco. Esta empresa produz, transmite e comercializa energia elétrica para a Região Nordeste, atendendo tradicionalmente a oito estados: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.

Com a abertura permitida pelo novo modelo do setor elétrico brasileiro, a Eletrobras Chesf tem contratos de venda de energia em todos os submercados do Sistema Interligado Nacional (SIN). Suas usinas hidrelétricas são: a Usina Hidrelétrica de Belo Monte (participação de 49% [5.504 MW], aprovada, conclusão: 2019); a Usina Hidrelétrica de Jirau (participação de 20% [690 MW], em construção, conclusão: 2012); a Usina Hidrelétrica de Xingó; a Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga; a Usina Hidrelétrica Paulo Afonso I; a Usina Hidrelétrica Paulo Afonso II; a Usina Hidrelétrica Paulo Afonso III; a Usina Hidrelétrica Paulo Afonso IV; a Usina Hidrelétrica de Sobradinho; a Usina Hidrelétrica Apolônio Sales; e a Usina Hidrelétrica de Boa Esperança.

Na Bahia, está sendo desenvolvido o Gasene, que é um gasoduto que liga o estado do Rio de Janeiro ao da Bahia. O gasoduto começou com dois contratos de fornecimento de gás assinados por meio da distribuidora local Companhia de Gás da Bahia à companhia suíça alimentícia Nestlé. Esse projeto do gasoduto Gasene, quando concluido, promete elevar o estado da Bahia a um alto nível de fornecimento de gás.[29]

Setor terciário[editar | editar código-fonte]

Recife, em Pernambuco, foi eleita por pesquisa encomendada pela MasterCard Worldwide como uma das cidades com economia mais desenvolvida dos mercados emergentes no mundo.[30]

No Nordeste, o setor terciário é um dos que mais crescem nos últimos tempos, tendo destaque principalmente Bahia e Pernambuco.

O RioMar Shopping, no Recife, é o 1º endereço de alto luxo do Norte-Nordeste, abarcando lojas da Prada, Burberry, Dolce & Gabbana, Hugo Boss, Diesel, Daslu, entre outras grifes, todas situadas no 2º andar, que conta apenas com marcas de luxo.[31] [32] [33] [34] [35] [36] [37]

O Salvador Shopping foi eleito recentemente pelo Center Build Conference o 2º melhor shopping do mundo, atingindo de 75 a 85 pontos. O shopping polonês Zlote Tarasy-Warsaw ficou com primeiro lugar, atingindo os 85 pontos exigidos.

O Grupo JCPM, conglomerado sediado no Recife, é proprietário, dentre outros centros comerciais no Nordeste, do RioMar Shopping, do Shopping Recife e do Salvador Shopping (três dos maiores shoppings do país), além do Shopping Villa Lobos em São Paulo.

O Grupo Guararapes Confecções, conglomerado fundado em Pernambuco e sediado no Rio Grande do Norte, é a maior empresa do ramo de confecção de vestuário na América Latina. O grupo é proprietário da cadeia de lojas Riachuelo, do Shopping Midway Mall (um dos maiores centros de compras do país, localizado em Natal) e da Midway financeira.[38]

O Brasil Open de Tênis, disputado na Costa do Sauípe, Região Metropolitana de Salvador, é um dos eventos que movimentam o setor de serviços na metrópole baiana.

A Tupan, atacadista distribuidora de materiais de construção fundada em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco, é a maior empresa do ramo no Norte-Nordeste e a quinta maior do Brasil segundo o IBOPE.[39] O grupo atende mais de 12.000 clientes lojistas em todo o Norte-Nordeste, contando com três Centros de Distribuição, localizados em Pernambuco e Alagoas (Serra Talhada, Recife e Maceió), além de sete lojas de varejo sendo: quatro em Serra Talhada, duas em Recife e uma em Maceió. Possui ainda uma frota própria de 130 caminhões, 120 Representantes Comerciais e um efetivo de mais de 1.000 colaboradores.[40]

Recife, em Pernambuco, foi eleita por pesquisa encomendada pela MasterCard Worldwide como uma das 65 cidades com economia mais desenvolvida dos mercados emergentes no mundo[30] . Apenas cinco capitais brasileiras entraram na lista: São Paulo, que foi a cidade brasileira mais bem colocada, na 12ª posição; Rio de Janeiro (36ª posição); Brasília (42ª); Recife (47ª); e por último Curitiba (49ª). Xangai e Pequim, na China, ocuparam as duas primeiras posições. Para compor o índice que elegeu as cidades com economia mais avançada nos mercados emergentes, foram considerados o ambiente econômico e comercial; crescimento e desenvolvimento econômico; ambiente de negócios; ambiente de serviços financeiros, conectividade comercial; conectividade de educação e TI; qualidade de vida urbana; e risco e segurança.

O setor terciário no Nordeste é bem vasto na área de transporte aquaviário e correio e telecomunicações.

Ciência e tecnologia[editar | editar código-fonte]

Instituto Internacional de Neurociências de Natal, maior centro de ciência fora do eixo Rio-São Paulo.[41]

O campo da ciência e tecnologia no Nordeste brasileiro está em pleno processo de crescimento e expansão, desde o final da década de 1990 e continuado na década de 2000. Cidades nordestinas estão recebendo reconhecimento nacional e internacional pelos seus polos, centros e institutos tecnológicos. Um exemplo é Recife, que abriga o Porto Digital, um polo de desenvolvimento de softwares criado em julho de 2000. Ele é reconhecido como o maior parque tecnológico do Brasil em faturamento e número de empresas.[42]

O Porto Digital, localizado no bairro do Recife Antigo na capital pernambucana, é o maior parque tecnológico do Brasil e referência mundial na produção de softwares.[43] [44] [45] O Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn UFPE) fornece mão de obra para o polo, que abriga empresas como Motorola, Borland, Oracle, Sun, Nokia, Ogilvy, IBM e Microsoft.

Já no interior da Paraíba, Campina Grande ganha relevância como uma das nove cidades de destaque no mundo que apresentam um novo modelo de centro tecnológico, a única citada de toda a América Latina na edição de abril de 2001 da revista estadunidense Newsweek.[46] E em outro estudo, ela aparece ao lado da cidade de São Paulo, as únicas latino-americanas, na área inovação tecnológica mundial. Todo esse destaque tecnlógico de Campina Grande é resultado da formação de uma sólida base acadêmica, iniciada ainda na década de 1960, quando a atual Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), então Escola Politécnica, adquiriu um dos cinco primeiros computadores em universidades do país (primeiro do Norte-Nordeste), dando origem aos atuais cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de engenharia elétrica e computação.[47]

Outra iniciativa notória é o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, inaugurado em 2006 na capital potiguar e idealizado pelo neurocientista Miguel Nicolelis (considerado um dos 20 mais importantes neurocientistas em atividade no mundo). Foi criado para descentralizar a pesquisa nacional, atualmente restrita às regiões Sudeste e Sul do Brasil.

Ratificando o processo de descentralização da pesquisa da ciência e da tecnologia, em Salvador, no dia 17 de julho de 2009, após um ano de construção e um investimento de 30 milhões de reais, foi inaugurado o primeiro centro de biotecnologia localizado nas regiões Norte e Nordeste: o Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael (CBTC), o mais moderno e avançado centro de estudos de células-tronco da América Latina.[48] [49] [50] Além disso, em 2010 foi inaugurado o chamado "Campus do Cérebro" em Macaíba no estado do Rio Grande do Norte, que é um centro de pesquisa e desenvolvimento da neurociência e que conta com um projeto de inclusão social, bem como a parte científica. Outros projetos são a Cidade da Ciência e a Metrópole Digital,[51] também no Rio Grande do Norte.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Fernando de Noronha, Pernambuco, um dos maiores pólos turísticos do país.

O imenso litoral com praias belíssimas, muitas intocadas, que são comparadas apenas as do Caribe, colocam o Nordeste entre as grandes rotas de turismo mundial. Milhões de turistas desembarcam nos modernos aeroportos nordestinos todos os anos. Há alguns anos os estados vêm investindo intensamente na melhoria da infraestrutura, criação de novos pólos turísticos, e alguns no desenvolvimento do ecoturismo.

Segundo a pesquisa "Hábitos de Consumo do Turismo Brasileiro 2009", realizada pelo Vox Populi em novembro de 2009, a Bahia é o destino turístico preferido dos brasileiros[52] , já que 21,4% dos turistas optaram pelo estado. Pernambuco, com 11,9%, e São Paulo, com 10,9%, estão, respectivamente, em segundo e terceiro lugares nas categorias pesquisadas. Entre as praias mais procuradas do Nordeste estão: Arraial d'Ajuda e Morro de São Paulo, na Bahia; Atalaia e Pirambu, em Sergipe; Pajuçara e Maragogi, em Alagoas; Porto de Galinhas e Itamaracá, em Pernambuco; Cabedelo e Tambaba, na Paraíba; Genipabu e Pipa, no Rio Grande do Norte; Jericoacoara e Canoa Quebrada, no Ceará; Coqueiro e Pedra do Sal, no Piauí; e Curupu e Atins, no Maranhão.

Genipabu, em Natal, no estado do Rio Grande do Norte, é uma das principais atrações do Nordeste.

A cultura da região é, também, um grande atrativo para o turista, todos os estados tem folguedos e tradições diferentes. Olinda, São Luís e o Pelourinho (Salvador), são os grandes atrativos culturais da região, sendo considerados Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

O Carnaval é um dos grandes atrativos do Nordeste, principalmente na cidade de Salvador e Recife. O Carnaval de Salvador é a maior festa popular do planeta e bate recordes contando com mais de 2.700.000 (dois milhões e setecentos mil) foliões em seis dias de festa. Durante o período do carnaval de Salvador, dezenas dos cantores mais famosos do Brasil desfilam nos trios elétricos como, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Cláudia Leitte, Eliana e muitos outros. O Carnaval do Recife é considerado o de maior diversidade cultural do país com seus bonecos gigantes, frevo e maracatu, além de possuir o maior bloco carnavalesco do mundo, o Galo da Madrugada. Também é considerado o carnaval mais democrático do mundo, pois os foliões não precisam pagar para brincar.

O arquipélago de Fernando de Noronha está ganhando destaque nacional e mundial. Pelas ilhas é possível avistar os golfinhos saltadores. Outro lugar de destaque é o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, um complexo de dunas, rios, lagoas e manguezais. Na Bahia, encontram-se a Costa do Sauípe, maior complexo turístico do Brasil, e o Arquipélago dos Abrolhos, que possui excelente área para mergulho autônomo e livre além de atrações como a temporada das baleias jubarte, que se inicia no mês de julho. No Piauí, encontram-se os parques nacionais Sete Cidades, Serra das Confusões e da Serra da Capivara com formação rochosa e pinturas rupestres; além de seu litoral possuir o Delta do Parnaíba. Outros destaques são o maior cajueiro do mundo e o Forte dos Reis Magos, ambos no Rio Grande do Norte.

O ecoturismo ainda é pouco explorado no Nordeste, mas tem grande potencialidade. Ainda assim, dentre os dez principais destinos ecoturísticos brasileiros, aparecem quatro paisagens localizadas na região Nordeste do Brasil, onde é possível escolher entre ilhas (Arquipélago de Fernando de Noronha em Pernambuco), dunas (Lençóis Maranhenses no Maranhão), mata atlântica em alta altitude (Chapada Diamantina na Bahia) e arqueologia na caatinga (Parque Nacional da Serra da Capivara no Piauí).[53]

A cultura da região é também um atrativo para o turista. Todos os estados tem folguedos e tradições diferentes. Olinda, em Pernambuco, com vestígios do Brasil Neerlandês; São Luís, no Maranhão, com os da França Equinocial; São Cristóvão, em Sergipe, e sua Praça de São Francisco, rodeada de imponentes edifícios históricos; Salvador, na Bahia, com os da sede político-administrativa do Brasil Colonial; e Porto Seguro e Santa Cruz de Cabrália, também na Bahia, com as marcas históricas da chegada das esquadras do descobrimento do Brasil; são alguns dos principais atrativos histórico-culturais da região, sendo os quatro primeiros considerados patrimônios culturais da humanidade pela UNESCO.

No bairro da Barra em Salvador, (BA), fica localizado o Farol da Barra, um dos mais famosos cartões-postais do Brasil e o mais famoso cartão-postal do Nordeste. O farol possui uma localização geográfica única no planeta, onde é possível ver tanto o nascer quanto o pôr-do-sol no mar, pois ocupa o vértice da península em que está a cidade.

A Gastronomia é um dos grandes atrativos da região. A culinária da Bahia, a mais conhecida do Brasil (embora não a mais consumida) é aquela produzida no Recôncavo e em todo o litoral da Bahia. É baseada em especiarias com tempero forte à base de azeite de dendê, leite de coco, gengibre, pimenta de várias qualidades e muitos outros que não são utilizados nos demais estados do Brasil. Na culinária baiana alguns dos principais pratos são o Acarajé, Abará, Caruru e o Vatapá. Outra culinária com bastante reconhecimento é a culinária paraibana. A maioria dos pratos paraibanos são a base da mandioca e cana-de-açúcar como a tapioca, arroz doce e chouriço doce.

Porto de Galinhas, em Pernambuco, foi considerada por 10 vezes consecutivas a Melhor Praia do Brasil – segundo a Revista Viagem e Turismo, da Editora Abril.[54]

A Bahia detem a maior porcentagem do litoral brasileiro com 932 km sendo 12,4% do total. No litoral baiano é marcante a Baía de Todos os Santos a maior baía brasileira , tendo 1.052 km² de extensão, profundidade de até 42 metros com visibilidade de mergulho entre 10 e 20 metros e a Baía de Aratu que é uma imensa enseada que abriga o Porto de Aratu, um estaleiro, duas das dez mais luxuosas marinas da América Latina (Aratu Iate Clube e Marina Aratu) e a Base Naval de Aratu, que é o local preferido de descanço do presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva. Também é marcante a Baía de Camamu, terceira maior baía brasileira. Possui lugares históricos e turísticos como Barra Grande, Camamu e Maraú.

Turismo de Carnaval em Salvador, Bahia. O Carnaval de Salvador é a maior festa de rua do planeta segundo o Guinness Book.[55]

O hotel Toca do Marlin, o primeiro da América Latina com classificação seis estrelas está localizado em Santa Cruz Cabrália, (BA), fica em um ponto estratégico e exuberante da natureza desta região, considerada uma das mais belas do litoral brasileiro e americano.

A Costa do Sauípe, localizado no litoral baiano é o maior complexo turístico do Brasil e um dos maiores da América Latina.

A Bahia possui a maior quantidade de Resorts de alto padrão do Brasil, dentre eles o Pestana Hotéis e Resorts, Pestana de Sauípe, Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba considerada a Ilha da Fantasia brasileira, é a melhor opção de luxo no Brasil e possui o maior aeroporto particular do país.[carece de fontes?]

O Txai Resort, em Itacaré, Bahia, e a própria cidade em que o hotel se localiza, foram dois dos dez melhores destinos do mundo para visitar segundo o The New York Times. Itacaré é a única cidade brasileira que está na lista do conceituado jornal americano.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Transportes[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Internacional do Recife é o maior e mais moderno aeroporto do Norte-Nordeste do Brasil e um dos cinco melhores do mundo.[56] [57]

A malha viária da região tem 394.700 km de rodovias. As principais vias de escoamento e transporte rodoviário são a BR-116 e a BR-101. Tendo a cidade de Feira de Santana, na Bahia como o maior entroncamento rodoviário da região.

Complexo de viadutos no encontro das BRs 116 e 324 em Feira de Santana, Bahia.

Seu sistema ferroviário ainda é precário, porém estão em curso obras como a Ferrovia Transnordestina, que ligará o Porto de Suape, na Região Metropolitana do Recife, ao Porto de Pecém, na Região Metropolitana de Fortaleza, cruzando praticamente todo o território de Pernambuco e Ceará e ligando esses dois estados ao estado do Piauí, e permitirá o escoamento da produção agrícola do sudoeste do Piauí e do Vale do São Francisco e a produção do pólo gesseiro de Araripina a um menor custo, o que tornará os preços mais competitivos;[58] [59] [60] e a Ferrovia Oeste-Leste, que ligará a cidade de Figueirópolis no Tocantins ao Porto Sul em Ilhéus na Bahia e permitirá o escoamento de soja dos estados de Mato Grosso, Goiás e Tocantins e do oeste da Bahia bem como minério de ferro, urânio, cacau e celulose do sul da Bahia.[61]

Suas cidades mais importantes dispõem de adequada estrutura aeroportuária, sendo os aeroportos de Recife, Salvador e Fortaleza os maiores. Os principais aeroportos do Nordeste recebem milhões de turistas anualmente e mantêm voos regulares para as principais cidades da Europa e Estados Unidos, sendo que o de Salvador - Deputado Luís Eduardo Magalhães - é o mais movimentado aeroporto de todo Norte, Nordeste e Sul brasileiro e o quinto do país, embora o Aeroporto Internacional dos Guararapes - Gilberto Freyre, no Recife, seja maior em capacidade e área construída.[56] O Aeroporto Internacional do Recife figura entre os cinco melhores aeroportos do Brasil. Em Natal está sendo construído o Aeroporto Internacional da Grande Natal, que, quando totalmente concluído, será o maior da América Latina.[62]

Atualmente, apenas Recife e Teresina dispõem de sistema de metrô. Os metrôs de Fortaleza e de Salvador já estão em construção e devem entrar em operação nos próximos anos. Há também projetos de metrô de superfície (VLT) em estudo para serem implantados em Natal e João Pessoa. O de Maceió já está em operação. Outros projetos fora das capitais são os VLT do Cariri em Juazeiro do Norte e o de Arapiraca.[63]

Produto Interno Bruto dos Estados[editar | editar código-fonte]

IBGE/2011[3]
Estados PIB % do PIB nacional PIB per capita
Bahia 159.869.000.000,00 3,9% 11.340,18
Pernambuco 104.394.000.000,00 2,5% 11.776,10
Ceará 87.982.000.000,00 2,1% 10.314,29
Maranhão 52.187.000.000,00 1,3% 7.852,71
Rio Grande do Norte 36.103.000.000,00 0,9% 11.286,99
Paraíba 35.444.000.000,00 0,9% 9.348,69
Alagoas 28.540.000.000,00 0,7% 9.079,48
Sergipe 26.199.000.000,00 0,6% 12.536,45
Piauí 24.607.000.000,00 0,6% 7.835,75

Economia por estado[editar | editar código-fonte]

Alagoas[editar | editar código-fonte]

Bahia[editar | editar código-fonte]

Ceará[editar | editar código-fonte]

Maranhão[editar | editar código-fonte]

Paraíba[editar | editar código-fonte]

Piauí[editar | editar código-fonte]

Pernambuco[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Norte[editar | editar código-fonte]

Sergipe[editar | editar código-fonte]

Referências

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  2. [2]
  3. a b c Produto Interno Bruto a Preços Correntes e Produto Interno Bruto Per Capita segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios 2011 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 24 de novembro de 2013.
  4. Renda no Nordeste é a que mais cresce, e diferença para regiões mais ricas cai, aponta IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (08 de setembro de 2010). Visitado em 12 de janeiro de 2011.
  5. Posição ocupada pelos 100 maiores municípios, em relação ao Produto Interno Bruto per capita e população, segundo os municípios e as respectivas Unidades da Federação - 2011.
  6. Produto Interno Bruto dos Municípios 2011.
  7. Geração e distribuição de energia no Nordeste. Visitado em 13 de janeiro de 2011.
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  24. Agreste tem 2º maior polo têxtil do País. Visitado em 13 de abril de 2014.
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  29. France Presse (26 de março de 2010 às 16h 24min e atualizado em 26 de março de 2010 às 16h 25min). Lula inaugura gasoduto que liga regiões sudeste e nordeste do Brasil (em português) G1. Visitado em 28 de março de 2010.
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  31. RioMar to Open in Recife, Brazil
  32. Alto luxo - Maior shopping da região Nordeste será inaugurado na próxima semana em Recife
  33. E o RioMar de Recife, hein?
  34. Primeiro shopping de luxo do nordeste brasileiro é aberto em Recife
  35. Daslu chega ao Nordeste com loja de shopping no Recife. Visitado em 15 de fevereiro de 2013.
  36. Daslu inaugura primeira loja no Nordeste, em Recife, em maio deste ano. Visitado em 15 de fevereiro de 2013.
  37. Dolce Gabbana vai ter loja no RioMar
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  41. Nominuto - Jornal destaca criação no RN do maior centro de ciência do país fora do eixo Rio-São Paulo
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  46. Campina Grande, in the badlands of Paraíba, is cited in American magazine "Newsweek" as one of the emergent technological hubs of the planet.
  47. Exposição em Paris aponta Campina Grande como centro de inovação tecnológica mundial.
  48. Redação do iBahia.com, com informações do Bahia Meio Dia (15 de julho de 2009 às 15h57min). Células-tronco: capital ganha centro de pesquisas (em português). Visitado em 18 de julho de 2009.
  49. Redação do iBahia.com, com informações do Bahia Meio Dia (17 de julho de 2009 às 13h 58min). Inaugurado 1º Centro de Biotecnologia do NNE (em português). Visitado em 18 de julho de 2009.
  50. Redação do iBahia.com (13 de julho de 2009 às 16h 57min). 1º Centro de Biotecnologia é inaugurado na capital (em português). Visitado em 18 de julho de 2009.
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  52. Bahia é o destino turístico preferido dos brasileiros (em português) Comunicação do Governo da Bahia (4 de novembro de 2009). Visitado em 23 de janeiro de 2010.
  53. UOL Viagem. Conheça dez ecodestinos brasileiros (em português). Visitado em 9 de julho de 2009.
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  57. Aeroporto do Recife entre os 5 melhores.
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  62. Correio da Tarde - Aeroporto de São Gonçalo: pistas estão garantidas, mas terminal ainda não.
  63. Arapiraca - Notícias: Luciano assina contrato do metrô de superfície na terça.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]