Economia do Vaticano

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A economia do Vaticano é baseada na captação de donativos nas igrejas subordinadas ao país em questão pelo mundo fora. Essa maneira de arrecadação existe com a finalidade de suprir as contas do Vaticano com evangelização e suportar os programas sociais que desenvolve.

O país mantém um canal de donativos conhecido como "Óbolo de São Pedro", onde o doador remete os fundos diretamente ao Santo Padre.

Outra forma de captação de recursos é o turismo dentro do complexo de museus e patrimônios da humanidade que há na Santa Sé. Não há outro lugar no mundo com tanto valor artístico e intelectual concentrado como os arquivos secretos do Vaticano, biblioteca, acervos diversos e a arte contida nos templos locais.

Através de um acordo com a Itália, representando a União Europeia, a unidade monetária do Vaticano é o Euro. O Estado tem a sua própria concepção de moedas e notas de euros, que têm aceitação na Itália e em outros países da Zona Euro. O Vaticano não tem uma casa de emissão própria, de forma que tenha acordado com a Itália para efectuar a cunhagem, que não pode ser superior a 1 milhão de euros anuais.

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