Ed Bradley

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Edward Rudolph Bradley, Jr., conhecido por Ed Bradley (n. Filadélfia, 22 de Junho de 1941, † Nova Iorque, 9 de Novembro de 2006) foi um jornalista que fez a sua carreira ao serviço da CBS, tendo ficado célebres as suas reportagens para o programa 60 minutes. Ficou ferido quando cobria a guerra do Vietname. Tornou-se o primeiro correspondente negro da Casa Branca (1976-1978). [1]

Venceu 19 prémios Emmy, entre outros galardões. Ed Bradley foi durante 25 anos um dos jornalistas do "60 minutes" e um dos mais conhecidos jornalistas negros da televisão. Era também apreciador de jazz, adoptando Nova Orleães como o seu local de eleição.

Foi o único jornalista da televisão a entrevistar Timothy McVeigh, condenado à morte e executado pelo atentado à bomba contra o edifício federal de Oklahoma City que fez 168 mortos e centenas de feridos em 1995.

Entre os seus trabalhos e mais distinguidos estão os que realizou sobre abusos sexuais no seio da Igreja Católica nos EUA, sobre doentes de cancro cerebral, sobre o tiroteio ocorrido num liceu em Columbine (Colorado), em Abril de 2001, e sobre as consequências do Furacão Katrina em Nova Orleães, em 2005.

Considerado um dos mais brilhantes jornalistas afro-americanos da televisão norte-americana, entrou na CBS na qualidade de colaborador da delegação de Paris em 1971. Um ano depois foi enviado para a delegação de Saigão e ali permaneceu até 1974, ano em que regressou a Washington depois de ter ficado ferido no Camboja.

Faleceu devido a uma leucemia.

Referências

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