Edição não linear

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No início da indústria cinematográfica os filmes eram editados linearmente, ou seja, as películas com as diversas tomadas eram cortadas e depois coladas na sequência desejada. Na edição não linear o filme é convertido para um formato digital e pode ser modificado livremente.

Normalmente os filmes são digitalizados no formato AVI, desenvolvido pela Microsoft. Este é um formato bruto, também chamado de Raw, que ocupa muito espaço por minuto de filme.

Depois da edição o filme é convertido para algum formato comprimido como MPEG-1, MPEG-2 ou MPEG-4, tipos de MPEG, ou exportado para fita, película ou DVD, de acordo com a finalidade.

Os primeiros aparelhos de edição não linear eram computadores projetados apenas para esta função. Atualmente são usados computadores padrão com software proprietário como: Final Cut Pro (somente para Macintosh), Adobe Premiere (Tanto para PC quando para MAC), Avid (Tanto para PC quando para MAC) e Sony Vegas. Existem software livre para executar essa tarefa como: Avidemux (Multiplataforma), VirtualDub (somente para Windows), Kdenlive (para Linux, FreeBSD, Solaris e outros sistemas tipo Unix) e Cinelerra (somente para Linux).

Hoje praticamente qualquer um pode montar uma estação não linear. Quanto mais velocidade os processadores atingirem, hoje ultrapassam a barreira dos 4GHz, mais rápido e fluído se torna o trabalho. Outra vantagem é que a maioria das placas-mãe de última geração possui as conexões IEEE - 1394 ( firewire ). Com câmera mini-dv, uma estação firewire e alguns programas de áudio e vídeo, você terá uma ilha de edição ou até mesmo uma produtora. Os programas citados anteriormente não tratam o áudio do vídeo editado como deveriam. Uma ideia seria melhorar o som gravado ao vivo em um programa chamado Sony Sound Forge.

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