Educação em Israel

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O sistema educacional em Israel se desenvolveu principalmente a partir da criação do estado israelita, ao final da Segunda Guerra Mundial e se parece ao sistema estadunidense.

História[editar | editar código-fonte]

Antes da Independência, já existia em Israel um completo sistema educacional em funcionamento, ministrando as matérias comuns e o idioma hebraico. Após 1948, o sistema educacional israelense teve de integrar um grande número de imigrantes provenientes de mais de 70 países. A massa imigratória dos anos 50, proveniente sobretudo da Europa do após-guerra e dos países árabes, seguiu-se um grande fluxo de judeus da África do Norte, nos anos 60.

Na década de 70, chegou a primeira grande imigração de judeus da União Soviética, à qual se seguiram intermitentemente pequenos grupos. Desde a dissolução da União Soviética em 1989, bem mais de meio milhão de judeus vieram estabelecer-se no país. Em duas ondas massivas, em 1984 e 1991, quase toda a comunidade judaica da Etiópia foi trazida ao país. No correr dos anos, muitos judeus das Américas e de outras partes do mundo livre também imigraram.

Sistema educativo[editar | editar código-fonte]

O sistema educacional em Israel é semelhante ao sistema americano. Com 5 anos, todas as crianças são obrigadas a atender a pré-escola (Gan Hová). A partir dos 6 anos, a criança deve começar a escola fundamental que demora 6 anos. Aos 13 anos de idade o jovem estudante passa para o colégio que leva 3 anos. Apos do colégio o aluno entra no ginásio, em qual ele se preparará as provas de Bagrut, que lhe permitarão o acesso ao ensino universitário. O ginásio leva geralmente 3 anos. Em total o sistema de educação fundamental e média leva 13 anos, de qual somente 11 são obrigatórias.

Alunos ortodoxos frequentam as redes privadas de educação, que ensinam principalmente matérias ligadas à religião.

A educação em Israel é relativamente autônoma para cada etnia. Alunos judeus estudam na língua hebraica enquanto os alunos árabes estudam em árabe. As matérias como história e literatura também se variam por etnia do aluno. Em cidades mistas, como Jope, Haifa e Lod (judeus e árabes) há escolas multiétnicas.

Ensino superior[editar | editar código-fonte]

Quase um quarto de século antes do estabelecimento do estado, em 1924, foi fundado em Haifa o Technion - Instituto de Tecnologia de Israel, para a formação de engenheiros e arquitetos, necessários à reconstrução do país. Em 1925 foi fundada a Universidade Hebraica de Jerusalém, centro de estudos superiores para os jovens da Terra de Israel e para acolher estudantes e eruditos judeus do exterior. Em 1948, havia 1.600 estudantes matriculados nas duas universidades. Hoje, cerca de 154 mil estudantes freqüentam as instituições de ensino superior do país: 102 mil estudam nas universidades, 24 mil nas faculdades isoladas e 28 mil participam de cursos da Universidade Aberta.

O sistema universitário é também parecido ao sistema americano, com três graus superiores:

Ver também[editar | editar código-fonte]

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