Elefante de guerra

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Elefante de guerra do Império Khmer, baixo-relevo em Angkor, final do século XII ou início do século XIII.

Os elefantes de guerra formam armas usadas na história militar da Antiguidade. Os elefantes usados eram de ambos os sexos, com preferência para a utilização de machos nas frentes de batalha da espécie indiana (Elephas maximus) e de uma subespécie extinta (Loxodonta africana pharaoensis) do elefante-africano.[1]

Os animais eram treinados a não temerem estrondos muito poderosos, tinhas as presas afiadas e levavam um punhal na tromba. Os animais levavam, ainda, argolas de bronze nas patas para evitar que seus tendões fossem cortados. Foram muito usados pelos exércitos indianos, cartagineses e persas.

História[editar | editar código-fonte]

Antes dos macedônios invadirem a Ásia, poucos europeus haviam visto elefantes.[2] O primeiro europeu a usar elefantes de guerra foi Alexandre, o Grande, após derrotar Porus, da Índia.[3] Dos reis que o sucederam, quem mais utilizou elefantes foi Antígono Monoftalmo.[3] Pirro capturou os elefantes quando derrotou Demétrio Poliorcetes,[3] quando Pirro conquistou a Macedônia,[4] e utilizou estes elefantes na guerra contra os romanos, que entraram em pânico, não acreditando que eles eram animais.[3]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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Notas[editar | editar código-fonte]

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