Eleição presidencial na Zâmbia em 2008

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Bandeira da Zâmbia

As eleições presidenciais zambianas de 2008 ocorreram em 30 de outubro, a fim de substituir o ex-presidente Levy Mwanawasa, que morreu em Paris, no dia 19 de agosto.[1]

Financiamento externo[editar | editar código-fonte]

Alistair Harrison, embaixador do Reino Unido na Zâmbia, disse em Lusaka, capital do país, o financiamento por parte de seu governo, o pleito através do Fundo das Nações Unidas, mas tencionaria dar uma assistência suplementar à organização de eleições presidenciais parciais na Zâmbia. "Vamos discutir com outros parceiros sobre a maneira como podemos ajudar a Zâmbia a organizar eleições" afirmou Harrison.[2] O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) anunciou que vai conceder 11 milhões e 500 mil dólares americanos à Comissão Eleitoral da Zâmbia para a realização do pleito.[3]

Participação[editar | editar código-fonte]

Os observadores eleitorais expressaram "sua decepção" por causa da baixa participação, já que, segundo cálculos iniciais, cerca de 60% dos eleitores registrados nas áreas rurais e 45% nas zonas urbanas foram votar. Calcula-se que de uma população de 12 milhões de pessoas, 4 milhões de eleitores que estavam registrados para votar e que apenas cerca de 2 milhões foram às urnas.[4]

Resultados[editar | editar código-fonte]

O líder Movimento pela Democracia Multipartidária (MMD), Rupiah Banda, foi eleito novo presidente da Zâmbia, conforme foi anunciado pela comissão eleitoral do país. Banda recebeu o apoio de 718.359 eleitores e acumulou 40,09% dos votos, enquanto seu adversário político, do partido Frente Patriótica (PF), Michael Sata, conquistou 38,13% de apoio nas urnas.[5]

Contestação[editar | editar código-fonte]

O líder da oposição vai contestar os resultados junto do Supremo Tribunal e exigir a recontagem dos boletins de voto.

"Não aceitamos os resultados", declarou Given Lubinda, porta-voz da Frente Patriótica (FP), o partido liderado por Sata, adiantando que o recurso será apresentado ao Supremo Tribunal.

"Não existe outra ação possível senão avançar para o (Supremo) Tribunal", acrescentou o porta-voz da FP.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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