Eleições estaduais de Minas Gerais de 2006

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República Federativa do Brasil

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Política e governo do
Brasil


As eleições estaduais de Minas Gerais de 2006 aconteceram juntamente com as Eleições federais no Brasil, em 1 de Outubro. Não ocorreu segundo turno em esfera estadual, já que o candidato a governador atingiu a porcentagem necessária já no primeiro turno. Desde 1994, como resultado de uma emenda constitucional que reduziu o mandato presidencial para quatro anos, todas as eleições federais e estaduais no Brasil coincidiram. As eleições estaduais decidem governadores e os deputados estaduais para as Assembléias Legislativas. Também os membros do Congresso Nacional são eleitos por estado.

Índice

[editar] Eleições Majoritárias

Nas eleições estaduais de 2006, o atual governador de Minas Gerais, Aécio Neves, foi reeleito com ampla vantagem dos votos. Contra ele, entre outros, Nilmário Miranda (PT), ex-secretário dos Direitos Humanos do governo Lula foi apontado como seu maior adversário, tendo terminado na segunda colocação. Para o Senado Federal aparecem o ex-governador do estado Newton Cardoso (PMDB) após vencer disputa interna contra o ex-presidente Itamar Franco que deixou o partido. Como seu principal adversário Eliseu Resende, deputado federal por seguidas legislaturas presidente do partido no estado, do (PFL), que acabou vencendo, dentre outros candidatos. A seguir, a lista das candidaturas majoritárias, por partido ou coligação, em ordem alfabética:

[editar] A Força do Povo (PT, PMDB, PRB, PC do B)

Fazendo frente ao atual governo entra na disputa lançando Nilmário Miranda ex-secretário dos Direitos Humanos do governo Lula. Tentou superar a divisão interna gerada pela aliança com o PMDB que indicou como candidato ao senado o ex-governador Newton Cardoso, tradicional advesário dos petistas locais. Nilmário terminou em segundo lugar.

[editar] Coligação Reconstruindo (PSDC, PTC, PRONA)

Apesar do atraso no registro em virtude de disputas internas na convenção estadual do PRONA, homologou a candidatura de Fábio Magalhães após o presidente do partido, Enéas Carneiro, ter resolvido a questão.

[editar] Frente de Direita:(PSD),(PST) e (PRN)

[editar] Frente de Esquerda Socialista (PSTU, PSOL)

Confirmando aliança nacional os dois partidos lançaram Vanessa Portugal como candidata ao governo.

[editar] Minas Mais Segura (PTN, PRTB, PRP, PT do B)

O candidato da chapa foi Luís Henrique.

[editar] Minas Não Pode Parar (PP, PTB, PSC, PL, PPS, PFL, PAN, PHS, PSB, PSDB)

Formando uma ampla coalizão partidária o atual governador, Aécio Neves, entrou na disputa como favorito e venceu as eleições já em primeiro turno. Na aliança formada cedeu ao PFL a vaga ao senado, para a composição da chapa.

[editar] Partido da Causa Operária (PCO)

Discordando de pontos ideológicos do tradicional aliado PSTU que se coligou com o PSOL, o partido indicou a advogada Rosane Cordeiro à disputa pelo Palácio da Liberdade.

[editar] Partido Comunista Brasileiro (PCB)

Decidiu ao contrário do que ocorre em outros estados não se coligar com PSOL e PSTU entrando isolado na disputa pelo senado.

[editar] Partido Democrático Trabalhista (PDT)

Não formou nenhuma chapa grande para as eleições majoritárias apesar de apoiar informalmente Aécio Neves.

[editar] Partido da Mobilização Nacional (PMN)

Outro que na falta de articulção entrou na disputa isolado concorrendo a uma vaga no senado.

[editar] Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)

Um dos partidos que integram a coligação Minas Mais Segura na eleição em torno de Luís Tibé mas que arriscou uma vaga de senador.

[editar] Partido Republicano Progressista (PRP)

Um dos partidos que integram a coligação Minas Mais Segura na eleição em torno de Luís Tibé se lançou sozinho na disputa pelo senado.

[editar] Partido Trabalhista do Brasil (PT do B)

Um dos partidos que integram a coligação Minas Mais Segura na eleição em torno de Luís Tibé concorreu ao senado de forma isolada.

[editar] Partido Verde (PV)

Trouxe como trunfo o vice-prefeito de Belo Horizonte como candidato a senador sem no entanto se coligar formalmente com nenhum outro partido nas eleições majoritárias.

[editar] Eleições proporcionais

[editar] Câmara dos Deputados

Candidatos a Deputado Federal
Número de candidatos Coligação Partidos
72 "A Força do Povo" PT/PMDB/PRB/PCdoB
21 "Frente de Esquerda Socialista" PSOL/PSTU
83 "Justiça Social" PSC/PSB/PHS
78 "Minas Mais Segura" PTN/PRTB/PRP/PTdoB
73 "PP/PTB/PL/PFL/PAN/PSDB" PP/PTB/PL/PFL/PAN/PSDB
40 "Reconstruindo" PSDC/PTC/Prona
Partidos isolados
4 ---------------- PCO
41 ---------------- PDT
57 ---------------- PMN
39 ---------------- PPS
52 ---------------- PV
560 6 27

Os mineiros que deverão ocupar as cadeiras podem ser encontrados em Lista de deputados federais de Minas Gerais.

[editar] Assembléia Legislativa

Candidatos a Deputado Estadual
Número de candidatos Coligação Partidos
102 "A Força do Povo na Assembléia" PT/PMDB/PRB
51 "Avança Minas" PL/PAN
23 "Frente de Esquerda Socialista" PSOL/PSTU
102 "Justiça Social" PSC/PSB/PHS
104 "Minas Segura" PRP/PTdoB
118 "PP/PTB/PFL/PSDB" PP/PTB/PFL/PSDB
77 "Reconstruindo" PSDC/PTC/Prona
33 "Renova Minas" PTN/PRTB
Partidos isolados
3 ---------------- PCB
39 ---------------- PCdoB
17 ---------------- PCO
51 ---------------- PDT
84 ---------------- PMN
54 ---------------- PPS
79 ---------------- PV
937 8 28

Com o término das eleições, a Assembléia Legislativa de Minas Gerais teve uma renovação pequena: algo em torno de 15% do quadro atual. Os eleitos podem ser encontrados em Lista de deputados estaduais de Minas Gerais.

[editar] Apuração da eleição estadual

Aécio foi reeleito governador com maioria ampla dos votos.

Boletim 18 de outubro de 2006 13h59 UTC — 100% das urnas apuradas):

Gráfico com os resultados da eleição (Votos válidos)

Fonte:TSE

[editar] Ligações externas

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