Eleições legislativas na Itália em 2013

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Eleições legislativas na Itália em 2013
630 cadeiras na Câmara dos Deputados e 315 cadeiras no Senado da República
24-25 de fevereiro de 2013
Tipo de eleição:  Parlamento
Demografia eleitoral
Hab. inscritos:  46 906 341 (Deputados)
42 271 967 (Senadores)
Votantes : 35 271 541 (Deputados) 75,19%
31 751 350 (Senadores) 75,11%
Pier Luigi Bersani Agrigento.JPG
Itália. Bem Comum. - Pier Luigi Bersani
Votos: Deputados: 10 047 603 (29,54%)
Senadores: 9 686 683 (31,63%)  
Senadores obtidos: 123  
Deputados obtidos: 345  
Silvio Berlusconi.jpg
Centro-direita - Silvio Berlusconi
Votos: Deputados: 9 923 109 (29,18%)
Senadores: 9 405 679 (30,71%)  
Senadores obtidos: 117  
Deputados obtidos: 125  
BeppeGrillo.png
MoVimento 5 Estrelas - Beppe Grillo
Votos: Deputados: 8 689 168 (25,50%)
Senadores: 7 285 850 (23,79%)  
Senadores obtidos: 54  
Deputados obtidos: 109  
Mario Monti - Terre alte 2013.JPG
Com Monti pela Itália - Mario Monti
Votos: Deputados: 3 591 629 (10,56%)
Senadores: 2 797 486 (9,13%)  
Senadores obtidos: 19  
Deputados obtidos: 47  

Primeiro-ministro da Itália
Eleito
Á definir
Á definir
Ministério do Interior

As eleições na Itália que ocorreram entre 24 e 25 de fevereiro de 2013 determinaram os membros do Parlamento, compreendido por 630 membros da Câmara dos Deputados e 315 membros do Senado. O líder do partido que obtiver a maioria em ambas as câmaras torna-se o novo primeiro-ministro do país. A coalizão de centro-esquerda "Itália. Bem Comum" conquistou maioria dos Deputados, mas nenhuma corrente política conseguiu maioria no Senado. Esse empate gerado entre as duas coalizões mais fortes, de Pier Luigi Bersani e Silvio Berlusconi, causou uma série de incertezas políticas e econômicas. Nesse cenário, o terceiro colocado, Beppe Grillo, torna-se uma figura-chave para a formação do novo governo, mas este resiste em fazer uma aliança política.

Sistema eleitoral[editar | editar código-fonte]

A República da Itália utiliza o sistema parlamentarista, onde o líder do maior partido no Parlamento é o primeiro-ministro, responsável pelo governo. A Câmara dos Deputados possui 630 membros e o Senado tem 315 membros. Com um mandato de cinco anos, foram eleitos os membros dessas duas casas. O sistema eleitoral é de representação proporcional com listas de partidos que formam coalizões. As atribuições para as casas legislativas são muito semelhantes, sendo que qualquer lei (com exceção do Orçamento) pode ser proposta pelo Senado ou a Câmara dos Deputados e votada da mesma forma. O governo precisa do apoio das duas casas para governar. Na Câmara dos Deputados são necessários 340 dos 630 lugares para se obter maioria. No Senado, essa definição é feita em cada uma das 20 regiões, a coalizão vencedora em cada região recebea garantia de 55% dos assentos.[1]

Contexto[editar | editar código-fonte]

No dia 11 de novembro de 2011, Silvio Berlusconi renunciou ao cargo de primeiro-ministro que ocupava desde 2008. O principal motivo foi a falta de apoio político e o desgaste causado por diversas acusações e polêmicas.[2] Em meio a crise econômica, o presidente da República Giorgio Napolitano nomeou o professor de economia Mario Monti para ocupar o cargo vago.[3] Após aprovar o orçamento italiano para o ano de 2013, ao mesmo tempo que havia perdido o apoio do partido de seu antecessor, o primeiro-ministro Mario Monti renunciou em 21 de dezembro de 2012.[4] Tal acontecimento fez com que o presidente dissolvesse o Parlamento e convocasse novas eleições, enquanto Monti governa interinamente.[5]

Processo eleitoral[editar | editar código-fonte]

A partir do momento em que o tecnocrata e atual primeiro-ministro Mario Monti decidiu se candidatar em 25 de dezembro de 2012, o processo eleitoral foi caracterizado pela peculiaridade da utilização essencial da mídia e redes sociais na disputa, não havendo um contato direto com os políticos e eleitores. A única exceção é o comediante Beppe Grillo, que apesar de possuir o blog mais seguido no país e com 800 mil seguidores no Twitter, fez questão de lotar as praças italianas com vários comícios. Berlusconi iniciou contando aos telespectadores e ouvintes de rádio sobre sua vida pessoal e carreira, bem como tendo uma namorada conhecida em várias revistas; prosseguindo com o lançamento de seu programa eleitoral em diversas mídias locais. Berlusconi confrontou com o jornalista Michele Santoro durante uma das entrevistas mais vistas. O candidato Mario Monti, que além de apresentar as propostas, adotou um cão durante um programa e aproveitou para beber uma cerveja e brindar com a apresentadora. Apesar de toda essa exibição na televisão, os candidatos não chegaram a um acordo para a realização de um debate. O favorito das eleições, Pier Luigi, preferiu fazer vários pequenos atos por toda a Itália, afastado de grandes eventos.[6]

De acordo com as pesquisas eleitorais realizadas pela agência Ansa, a 8 de fevereiro, percebeu-se que a coalizão de centro-esquerda "Itália. Bem Comum", representada por Pier Luigi Bersani, estava na liderança com 33,6%. Em segundo colocado aparecia o ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi com 28,5%. No entanto, devido a grande quantidade de indecisos, as eleições podem tomar outros rumos além do que se preve: sete milhões não sabem em quem votar, e onze milhões de italianos cogitam a possibilidade de não comparecer. Ainda conquistariam cadeiras no Parlamento os seguintes partidos menores: o "Movimento 5 Estrelas" (chefiado pelo comediante Beppe Grillo) com 18,1% dos votos; a coalizão do atual primeiro-ministro Mario Monti com 13,6%; e a Revolução Civil (chefiada pelo ex-procurador anti-máfia Antonio Ingroia) com 4,1%.[7]

Com a renúncia do papa Bento XVI, a mídia diminuiu a cobertura nas eleições, causando impacto. Segundo analistas, Silvio Berlusconi é o mais prejudicado por necessitar de mais espaço na mídia para avançar em pesquisas; o conservador, com uma campanha agressiva contra os rivais, havia conseguido se aproximar do candidato favorito, Pier Luigi Bersani. O ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi concentrou esforços numa campanha política que vai com propostas na antemão de planos de austeridade defendidos pelo governo em exercício. Tais propostas diminuem impostos e perdoa sonegadores. Além disso, Berlusconi enviou cartas aos cidadãos italianos prometendo o reembolso do impopular imposto extraordinário sobre a propriedade e a habitação (IMU), criado por Monti para equilibrar as contas públicas. Apesar da crescente intenção de votos para Berlusconi, de acordo com uma pesquisa do instituto Demopolis no início de fevereiro, 51% dos italianos não ficaram convencidos de que a promessa será mesmo feita caso eleito, enquanto 15% acreditam no reembolso.[8] [9] O atual primeiro-ministro, o professor Mario Monti, que foi escolhido para recuperar a economia, seria o mais beneficiado por possuir um encontro com o papa.[10] Com base nas pesquisas e no sistema eleitoral, Bersani conquistaria maioria folgada na Câmara do Deputados, mas não no Senado cuja distribuição se dá por critérios regionais.[11]

Candidatos a governo[editar | editar código-fonte]

Coalizão Partidos Líder
 
Coalizão de centro-direita
O Povo da Liberdade (Il Popolo della Libertà) Berlusconi-2010-1.jpg
Silvio Berlusconi
Liga Norte (Lega Nord) / Lista de Trabalho de Liberdade (Lista Lavoro e Libertà)
A Direita (La Destra)
Irmãos da Itália (Fratelli d'Italia - Centrodestra Nazionale)
Grande Sul–Movimento pela Autonomia (Grande Sud–MpA)
Italianos Moderados na Revolução (Moderati Italiani in Rivoluzione)
Compreensão Popular (Intesa Popolare)
Partido Pensionista (Partito Pensionati)
 
Itália. Bem Comum
(Italia. Bene Comune)
Partido Democrático (Partito Democratico) Bersani cropped.png
Pier Luigi Bersani
Liberdade Ecológica de Esquerda (Sinistra Ecologia Libertà)
Centro Democrático (Centro Democratico)
Partido Socialista Italiano (Partito Socialista Italiano) – apenas no Senado: Lazio, Campania e Calabria[12]
Partido Popular Sudtirolês (Südtiroler Volkspartei) / Partido Autonomista Trentino Tirolês (Partito Autonomista Trentino Tirolese)[13] [14] – apenas na Câmara dos Deputados: Trentino-Alto Ádige
Moderados por Piedmont (Moderati per il Piemonte) – apenas no Senado: Piedmont
O Megafone (Il Megafono) – apenas no Senado: Sicília[15]
 
Com Monti pela Itália
(Scelta Civica, con Monti per l'Italia)
Escolha Cívica (Scelta Civica) Mario Monti 2012-06-27.JPG
Mario Monti
União de Centro (Unione di Centro)
Futuro e Liberdade (Futuro e Libertà)
 
Revolução Civil
(Rivoluzione Civile)
Lista única de Itália de Valores, Partido da Refundação Comunista + Partido de Comunistas Italianos, Movimento Laranja e Federação dos Verdes Antonio Ingroia cropped.JPG
Antonio Ingroia
 
MoVimento 5 Estrelas
(Movimento 5 Stelle)
MoVimento 5 Estrelas (Movimento 5 Stelle) Beppe Grillo - Trento 2012 01.JPG
Beppe Grillo
 
Parar o Declínio
(Fare per Fermare il Declino)
Parar o Declínio (Fare per Fermare il Declino) Oscar Giannino.jpg
Oscar Giannino

Resultados[editar | editar código-fonte]

Muitas das especulações com relação à eleição se confirmaram. O resultado entre os dois principais partidos, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, ficaram na margem de diferença de 1%. Apesar disso, Pier Luigi Bersani conseguiu a maioria dos deputados, mas nenhuma liderança política obteve maioria no Senado. O comediante genovês Beppe Grillo surpreendeu obtendo a terceira colocação com 25%. O atual primeiro-ministro Mario Monti ficou na quarta colocação com 10%.[16]

Resultados na Câmara dos Deputados
Coalizão Partido Votos % Assentos
  Pier Luigi Bersani:
Itália. Bem Comum.
Partido Democrático 8 644 523 25,42 297
Esquerda, Ecologia e Liberdade 1 089 409 3,20 37
Centro Democrático 167 072 0,49 6
Partido Popular Sudtirolês 146 804 0,43 5
Total 10 047 808 29,55 345
  Silvio Berlusconi:
Centro-direita
O Povo da Liberdade 7 332 972 21,56 98
Liga Norte 1 390 014 4,08 18
Irmãos da Itália 666 830 1,95 9
A Direita 219 769 0,64 0
Grande Sul–Movimento pela Autonomia 148 552 0,43 0
Italianos Moderados na Revolução 81 984 0,24 0
Partido Pensionista 55 854 0,16 0
Compreensão Popular 25 632 0,07 0
Liberdade por uma Itália Justa 3 243 0.00 0
Total 9 922 850 29,18 125
  Beppe Grillo: MoVimento 5 Estrelas 8 689 458 25,55 109
  Mario Monti:
Com Monti pela Itália
Escolha Cívica 2 824 065 8,30 39
União de Centro 608 210 1,78 8
Futuro e Liberdade 159 332 0,46 0
Total 3 591 607 10,56 47
  Antonio Ingroia: Revolução Civil 765 188 2,25 0
  Parar o Declínio 380 756 1,11 0
  Partido Comunista dos Trabalhadores 89 995 0,26 0
  Força Nova 89 811 0,26 0
  Radicais Italianos 64 709 0,19 0
  Die Freiheitlichen 48 317 0,14 0
  CasaPound 47 692 0,14 0
  Chama Tricolor 44 744 0,13 0
  Eu Amo a Itália 42 524 0,12 0
  Independência Veneziana 33 274 0,09 0
  Liberais pela Itália 28 027 0,08 0
  Partido Ação da Sardenha 18 585 0,05 0
  Liga República Veneziana 15 838 0,04 0
  Voto de Protesto 12 746 0,03 0
  Estado Veneziano 11 378 0,03 0
  Italianos Reformistas 8 223 0,02 0
  Independência por Sardenha 7 598 0,02 0
  Partido Republicano Italiano 7 143 0,02 0
  MERIS 5 901 0,01 0
  Partido da Alternativa Comunista 5 159 0,01 0
  Os Piratas 4 557 0,01 0
  Movimento Projeto Itália 3 967 0,01 0
  Rifondazione Missina Italiana 3 178 0,00 0
  Unidade Popular 2 992 0,00 0
  Projeto Nacional 2 865 0,00 0
  Movimento PPA 1 526 0,00 0
  União Popular 1 515 0,00 0
  Todos Juntos pela Itália 1 452 0,00 0
  Staminali D'Italia 585 0,00 0
  Democracia Atea 556 0,00 0
Total 34 002 524 100 617
Brancos 395 285 1,12
Nulos 872 541 2,47
Não reconhecidos 1 191 0,00
Eleitores registrados 46 905 154 100
Eleitores presentes 35 271 541 75,19
Fonte: Ministério do Interior

Desde 2006, o sistema eleitoral italiano elege doze deputados e seis senadores que vivem em regiões fora do país.[17]

Resultados no Exterior
Coalizão/Partido Câmara dos Deputados Senado
Votos % Assentos Votos % Assentos
  Partido Democrático 288 092 29,32 5 274 732 30,69 4
Com Monti pela Itália 180 674 18,39 2 177 402 19,81 1
O Povo da Liberdade 145 824 14,84 1 136 052 15,19 0
Movimento Associativo Italianos no Exterior 140 473 14,30 2 120 290 13,43 1
MoVimento 5 Estrelas 95 041 9,67 1 89 562 10,00 0
União Sulamericana de de Imigrantes Italianos 44 024 4,48 1 38 223 4,26 0
Italiano pela Liberdade 22 321 2,27 0 15 260 1,70 0
Esquerda, Ecologia e Liberdade 17 375 1,76 0
Revolução Civil 15 910 1,61 0 14 134 1,57 0
União Italiana Sulamericana 11 470 1,16 0 10 811 1,20 0
Parar o Declínio 10 160 1,03 0 7 892 0,88 0
Partido Comunista 7 073 0,72 0 7 578 0,84 0
Juntos pelos Italianos 3 890 0,39 0 3 223 0,36 0
Total 982 327 100 12 895 159 100 6
Brancos 16 456 1,49 15 614 1,54
Nulos 102 760 9,30 98 665 9,76
Não reconhecidos 2 446 0,22 483 0,04
Eleitores registrados 3 494 687 100 3 149 501 100
Eleitores presentes 1 103 989 31,59 1 009 921 32,06
Fonte: Ministério do Interior

Consequências e Análises[editar | editar código-fonte]

As lideranças europeias que acompanhavam os resultados ficaram preocupados, vista que a Itália possui a terceira maior economia da zona do euro. A França e Alemanha pediram que houvesse a continuidade das reformas e austeridade.[16]

Beppe Grillo, de 64 anos, fundou em 2009 o seu partido, o Movimento 5 Estrelas, e representa a indignação com o sistema político italiano, seus seguidores são chamados de grillini. Sem que haja uma cooperação entre este que representa a terceira maior força, é quase impossível a formação de um governo, uma vez que a probabilidade entre a união dos dois primeiros colocados, Bersani e Berlusconi é ainda menor. Após os primeiros resultados, Grillo afirmou que "não existe nenhuma estratégia. Iremos apoiar ideias que estejam de acordo com a nossa linha de pensamento, projeto a projeto".[18]

Comparando Grillo com as outras duas importantes forças políticas, é possível verificar semelhanças e ao mesmo tempo diferenças. Beppe Grillo entrou para a política em oposição a Silvio Berlusconi, e de certa forma, a coalizão de Bersani também coincide nessse aspecto. No entanto, Grillo se distancia de Bersani por considerá-lo membro da elite política do país, e por isso, é um dos responsáveis pela crise. Grillo, apesar da posição anti-Berlusconi, também possui características em comum com o candidato de centro-direita: ambos tem suas coligações que se mantem concentradas na figura do líder, utilizam uma linguagem vulgar e são populistas. Eles também enfrentam processos judiciais: Grillo foi condenado por homicídio culposo em um acidente de transito nos anos de 1980, enquanto Berlusconi é acusado de sonegação de impostos e de outras várias acusações. No entanto, diferentemente de Berlusconi, Beppe Grillo possui uma vida privada normal, sem escândalos.[18]

No dia 1 de março, o presidente da República Giorgio Napolitano afirmou que não pretende convocar novas eleições para a solução do impasse.[19] Em entrevista ao jornal La Repubblica, Bersani afirmou que "com absoluta certeza: a ideia de uma grande coalizão [com Berlusconi] não existe e nunca vai existir".[20]

Em meados de março, a Itália já possuia os dois líderes parlamentares: Laura Boldrini foi escolhida como presidente da Câmara dos Deputados, com 52 anos, membro do partido Esquerda, Ecologia e Liberdade, ex-porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados; e, Pietro Grasso foi escolhido para presidir o Senado, membro do Partido Democrático, representa uma figura de destaque contra a máfia.[21]

Referências

  1. Entenda as eleições na Itália IG BBC Brasil (24 de fevereiro de 2013). Página visitada em 26 de fevereiro de 2013.
  2. Berlusconi renuncia e põe fim à era marcada por escândalos IG (12 de novembro de 2011). Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  3. Mario Monti aceita oficialmente cargo de premiê da Itália IG (16 de novembro de 2011). Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  4. Premiê italiano Monti renuncia; eleições devem ocorrer em fevereiro IG (21 de dezembro de 2012). Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  5. Itália marca eleições parlamentares para fevereiro após renúncia IG (22 de dezembro de 2012). Página visitada em 17 de fevereiro de 213.
  6. Cristina Cabrejas (17 de fevereiro de 2013). Campanha eleitoral italiana é travada na televisão e esquece os comícios UOL. Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  7. Na Itália, coalização de Berlusconi aparece em 2º lugar nas pesquisas Yahoo Notícias Agência O Globo (8 de fevereiro de 2013). Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  8. De olho em eleição, Berlusconi envia pelo correio promessa de restituir impostos IG (20 de fevereiro de 2013). Página visitada em 16 de fevereiro de 2013.
  9. David, Elisa (3 de fevereiro de 2013). Se ganhar eleições, Berlusconi promete devolver IMI DNGlobo AFP. Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  10. Renúncia do Papa ofusca campanha eleitoral italiana rfi (14 de fevereiro de 2013). Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  11. Jones, Gavin & Scherer, Steve (12 de fevereiro de 2013). Renúncia do papa pode afetar desempenho de Berlusconi Exame Reuters. Página visitada em 17 de fevereiro de 2013.
  12. http://www.partitosocialista.it/site/artId__5040/307/267-_DALLE_AGENZIE_DI_STAMPA__NENCINI-_I_SOCIALISTI_FORTI_COME_ALLE_ORIGINI__E%E2%80%99_NUOVO_INIZIO_.aspx
  13. http://www.ansa.it/web/notizie/regioni/trentino/2013/01/11/Patto-autonomia-Svp-Pd-Patt_8060019.html
  14. http://www.patt.tn.it/notizie/archivio/patto-per-lautonomiaimpegni-che-monti-ci-ha-negato
  15. http://palermo.repubblica.it/cronaca/2013/01/13/news/senato_in_bilico_boom_di_liste_in_sicilia_otto_con_berlusconi_quattro_con_bersani-50437396/
  16. a b 'Empate' em eleições na Itália causa apreensão na Europa IG BBC Brasil (26 de fevereiro de 2013). Página visitada em 26 de fevereiro de 2013.
  17. Cardilli, Juliana (20 de fevereiro de 2013). Brasil tem candidatos para eleição na Itália; voto é recebido até esta quinta G1. Página visitada em 3 de março de 2013.
  18. a b Lütticke, Marcus; & Schossler, Alexandre (28 de fevereiro de 2013). Beppe Grillo, o comediante que bagunçou a política italiana DW. Página visitada em 28 de fevereiro de 2013.
  19. Napolitano não planeja convocar nova eleição na Itália Yahoo Notícias, Agência Estado Dow Jones & Company (1 de março de 2013). Página visitada em 1 de março de 2013.
  20. Bersani descarta coalizão com centro-direita italiana Diário do Grande ABC, Agência Estado Dow Jones & Company (1 de março de 2013). Página visitada em 1 de março de 2013.
  21. Itália já tem líderes do Parlamento mas está longe de ter um novo governo euronews (17 de março de 2013). Página visitada em 17 de março de 2013.