Anexo:Lista de eleições presidenciais no Brasil

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História do Brasil
Eleições
Federais (Presidenciais) Estaduais | Municipais

Este artigo lista as eleições presidenciais ocorridas no Brasil desde a instauração do regime republicano.

Índice

[editar] República Velha

O período compreendido entre 1889 e 1930 é denominado de República Velha, oligárquica, ou simplesmente de Primeira República. É caracterizada pela baixa participação popular, somente 3 a 6% da população, masculina somente, é quem vota. É dominada por partidos estaduais, com o predomínio dos Partidos Republicanos Paulista (PRP) e Mineiro (PRM). As eleições para Presidente e Vice-Presidente são feitas separadamente, e em poucas ocasiões as eleições são competitivas e representam divergências entre situacionismos estaduais. o voto não era secreto, podendo o eleitor declarar para a Mesa Receptora o nome do candidato, sendo registrado ou não.

[editar] 1891

(indireta) 25 de fevereiro para presidente

branco - 2 votos; ausentes - 34

para vice-presidente

[editar] 1894

1º de março para presidente:

obs: outros 200 nomes foram livremente sufragados, a saber - Ruy Barbosa 3.718 votos; José Luiz de Almeida Couto 3.437 votos; Lauro Sodré 1.876 (Costa Porto fala em 1.983 votos); Gaspar da Silveira Martins 1.234; Visconde de Ouro Preto 373; José Mariano Carneiro da Cunha 207; Custódio José de Mello 178; José Paes de Carvalho 164; Paulino José Soares de Souza 157; Manuel Vitorino Pereira 125; José Antônio Saraiva 119; Francisco Silviano de Almeida Brandão 116; Floriano Peixoto 108 (Costa PORTO fala em 109 votos); Domingos de Andrade Figueira e José Maria de Albuquerque Melo 38; Joaquim Saldanha Marinho 32 (Costa PORTO fala em 33 votos); Francisco Bernardino Rodrigues Silva 31; Américo Gomes Ribeiro da Luz e Luiz Felipe Saldanha da Gama 30; Gumercindo Saraiva 20; Henrique Pereira de Lucena (Barão de Lucena) 18; José Higino Duarte Pereira 17; Antônio Coelho Rodrigues, Cônego Xavier da Silva e Prudente de Morais* 16; Ambrósio Machado e Quintino Bocayuva 15; José de Paiva Magalhães Calvet 14; João Alfredo Corrêa de Oliveira 13; Venâncio Neiva 12; Albino Gonçalves Meira e Carlos Olímpio Ferraz 10; Alexandre José Barbosa Lima, Francisco Portela e Manuel Prudente de Moraes Barros* 9; Barão de Ladário, Felisberto Gomes de Moura, Gonçalves Lima e Gregório Taumaturgo de Azevedo 8; D. Augusto de Saxe Coburgo Gotha e Inocêncio Serzedelo Corrêa 7; Antônio Joaquim de Macedo Soares, Joaquim Jonas Bezerra Montenegro, José de Morais Barros* e Lafayette Rodrigues Pereira 6; Augusto Olympio Gomes de Castro, Carlos Pimenta de Laet, Joaquim Nabuco, José Caetano da Silva Campolina, Luiz da França e Silva e Manoel Presciliano de Oliveira Valadão 5; Cândido Luiz Maria de Oliveira, Carlos Augusto de Figueiredo, Cupertino de Menezes Barroso, Frederico Guilherme de Lorena, João Cordeiro, João da Mata Machado e Joaquim Delfino Ribeiro da Luz 4; Afonso Herculano Ferreira Pena, Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves, Álvaro Joaquim de Oliveira, Américo Braziliense de Melo, Américo Lobo Leite Pereira, Antônio Gonçalves Chaves, Antônio de Oliveira Passos, Augusto Moreira Pena*, Benjamin Franklin de Miranda, Bernardo Câmara, Cândido Barata Ribeiro, Carlos Ottoni, Felisberto Firmino de Oliveira Freire, Francisco Viana, Joaquim Toledo Piza de Almeida e José Prudente de Moraes Barros* 3; Ascendino Ângelo dos Reis, Bibiano Sérgio M. da Fontoura Costalat, Francisco Coelho Duarte Badaró, Gil Diniz Goulart, João Emílio Ferreira da Silva, João Homem de Loureiro Siqueira, José Antônio Curvelo de Mendonça, José Leopoldo de Bulhões Jardim, José Tibúrcio, Luiz Távora e Manoel de Sá Souza 2; Acioly Lobato, Acrísio José Tavares, Adolfo Bezerra de Menezes, Afonso de Albuquerque Wanderley, Afonso Celso de Assis Figueiredo Júnior, Alberto Olímpio Brandão, Alberto Seixas Martins Torres, Amaro Bezerra Cavalcanti de Albuquerque, Américo Brazílio de Campos, Anderson Ferro, Angelino Moreira da Rocha, Antônio Cândido da Cruz Machado, Antônio Deocleciano Sinhosinho, Antônio Fortunato Coelho, Antônio de Freitas Sampaio, Antônio Gonçalves Coelho, Antônio José Barbosa, Antônio Martiniano, Antônio Vieira dos Santos, Aprígio Carlos Pessoa de Melo, Aristides de Araújo, Aristides Armínio Guaraná, Augusto César Marques, Augusto Clementino da Silva, Augusto Inácio Cardoso, Barão de Camargos, Barão de Contendas, Barão de Granito, Barão de Penalva, Barão de Santa Helena, Barbosa de Andrade, Bernardino de Campos, Cândido José da Silva Coelho, Ceciliano José de Mamede, Cláudio Alaor Bernhaus de Lima, Crispim Jaques Bias Fortes, D. Pedro de Alcântara Neto, Eduardo Carlos do Amaral, Elias Fassheber, Ernesto da Cunha de Araújo Viana, Fábio Hostílio de Morais Rego, Fernando José Milheiros, Fortunato de Abreu Silva Brandão, Francisco de Assis Ferreira Barbosa, Francisco Fortunato das Chagas, Francisco Gonçalves Lima, Francisco Lino, Francisco Rangel Pestana, Francisco Sebastião da Costa, Galdino Ferreira Diniz, Henrique Veloso Freire, Horizonte Braziliense, Inácio Evaristo Monteiro, Ivo do Prado, Jacinto Pacheco, João Alves da Silva, João Barbalho, João José de Sá, João Mendes de Almeida, João Nepomuceno Lisboa Parga, João Ribeiro Marcego, João Ribeiro dos Santos Zammilhos, João Salustiano Moreira de Mourão, João da Silva Rego Melo, Joaquim Bias Fortes, Joaquim Cândido da Costa Sena, Joaquim Firmino Madeira, Joaquim Francisco de Assis Brasil, Joaquim Luiz de Cerqueira, Joaquim Luiz da Veiga, Joaquim de Paula Moreira, José Alves Pereira, José Antônio Porto Rocha, José Antônio de Sampaio, José Barros Morais, José de Calazans, José Francisco da Silva, José M. de Carvalho Mourão, José Maria Lisboa Júnior, José Pereira Coelho, José Pinheiro da Silva, José Pires Moreira, José Rodrigues da Cunha, Juca Tigre, Luiz Cavalcanti, Manuel Corrêa de Freitas, Manuel Ferraz de Campos Salles, Manuel Francisco Corrêa, Manuel Joaquim Piedade, Manuel Jorge de Matos, Manuel Pereira Barbosa, Manuel Vitorino, Marquês de Muritiba, Miguel Teixeira da Cunha, Oliveira Fonseca, Otávio de Brito, Pedro Augusto da Conceição, Pedro Borges Leitão, Pedro Clementino Leite, Pinheiro da Costa, Pinheiro do Nascimento, Prudente José de Moraes*, Quintino da Cruz Bernardes, Quirino da Costa Araújo, Roberto Calheiros de Melo, Sabino Barroso, Sebastião Fleury Curado, Sebastião Marques dos Reis Belfort, Sebastião Sette Bias Fortes, Sérgio Pinheiro Torres, Teodoro Machado Freire Pereira da Silva, Teófilo Fernandes dos Santos, Tomaz José Coelho de Almeida, Torquato José de Oliveira Morais e Vicente Giffoni 1

  • outras fontes dão números diversos: Para Costa Porto, Prudente teria 276.583 votos (88,5%), e Afonso Pena teria 35.972 (11,5%).
  • grafias diversas registradas para Prudente de Morais, contadas à parte.

para vice-presidente:

obs: outros 330 nomes foram votados, tais como o próprio Prudente de Moraes, com 1.444 votos e o presidente retirante Floriano Peixoto, que foi lembrado por 708 eleitores. tivemos outros 328.

[editar] 1898

1º de março

para presidente:

obs: diversos outros candidatos foram votados no pleito, mesmo sem registro, tais como - Júlio de Castilhos com 621; Dionísio E. C. Cerqueira 454; Quintino Bocaiúva 421; Luiz Viana 382; Severino dos Santos Vieira 363; Afonso Augusto Moreira Pena 169; José Cesário de Faria Alvim 93; Ruy Barbosa e Crispim Jacques Bias Fortes 52; Visconde de Ouro Preto 24; Fernando L. Leite Pereira 23; Artur Cesar Rios e Aristides Augusto Lilon 22; Augusto O. Gomes de Castro e Francisco de Assis Rosa e Silva 21; [[Paulino José Soares de Souza]] 16; Ovídio Abrantes 15; Joaquim Duarte Murtinho e José L. de Bulhões Jardim 12; Ramiro Afonso Monteiro e F. de Paula F. e Costa 10; Pandiá Calógeras 9; Joaquim Corrêa de Araújo e Francisco N. Neri de Pádua 8; Manuel Vitorino Pereira 6; João Tomaz Cantuária, Gaspar da Silveira Martins e Cláudio de Amaral Savaget 5; Barão de Ladário, Benedito Pereira Leite, A. Oscar de A. Guimarães, Isidoro Martins Júnior, Inocêncio Galvão de Queiroz e José A. de Magalhães Castro 4; José Paes de Carvalho, Antônio Gonçalves Ferreira, A. César Spínola Zama, José Cândido Goulart e Diocleciano Martir 3; Joaquim A. Nabuco de Araújo, José Luiz Coelho e Campos, Antônio Pinto Nogueira Acioli, Antônio A. da Gama Melo, Alexandre José Barbosa Lima, Custódio José de Mello, Cícero Dantas Martins, Francisco Rangel Pestana, Prudente José de Moraes e Barros, José Marcelino de Souza, Pedro Luiz de Moura, Joaquim Francisco de Assis Brasil, Manoel L. de Carvalho Ramos e Possidônio B. do Carmo 2; e outros 95 nomes foram lembrados com apenas um voto (apareceu de tudo, até o Conde Deu, o Visconde de Ouro Preto, ou ainda o banqueiro ingles Rotschild ou o capitão Nemo.

para vice-presidente:

[editar] 1902

1º de março

para presidente:

obs: outros 119 nomes foram votados, tais como Julio de Castilhos. lembrados por 1.343 eleitores; Severino dos Santos Vieira, com 903 votos; ou ainda Francisco Silviano de Almeida Brandão, com 249 votos, ou ainda 332 que votaram pelo retorno de Prudente José de Moraes e Barros; outros 5 lembraram do nome da Princesa Izabel, mesmo banida. Outra fonte atribuiu ao candidato Quintino Bocaiúva 52.359 votos.

para vice-presidente:

obs: outros 136 nomes foram votados, como o de Julio de Castilhos com (884 votos); ou ainda 638 dados a Lauro Sodré;195 para Manuel Vitorino Pereira, 40 para Francisco de Assis Rosa e Silva; Afonso Pena com 11 e Rodrigues Alves, com 4 votos, também foram lembrados.

Devido à morte de Silviano Brandão, em 18 de Novembro de 1903, houve novas eleições para o cargo de vice-presidente:

obs: Foram ainda lembrados outros 319 nomes, entre os quais destacaram-se Aristides Milton (1.112 votos); Severino dos Santos Vieira (1.025 votos) e José Cesário de Faria Alvim, com 630 votos; dentre os demais, 21 para Francisco de Assis Rosa e Silva, e outros, como o Conde Deu (6 votos) e Nilo Procópio Peçanha (3 votos).

[editar] 1906

1º de março

para presidente:

obs: Lauro Sodré, que havia desistido, ainda obteve 4.865 votos, assim como foram contabilizados 207 votos para Ruy Barbosa, também não registrado, ou ainda 98 para Campos Salles ou 78 atribuídos para Severino dos Santos Vieira; outros 97 nomes foram lembrados, tais como o vice eleito Nilo Procópio Peçanha, com 61 votos, ou ainda 6 votos atribuídos à Princesa Izabel, ou mesmo 1 dado a Rodrigues Alves.

para vice-presidente:

[editar] 1910

1º de março para presidente:

obs: o mesmo Wenceslau Braz obteve 152 sufrágios; Alfredo Augusto Guimarães Backer, como 147 novos. E 59 dados a Joaquim Francisco de Assis Brasil, além de outros 60 nomes, incluindo-se 22 dados a Nilo Procópio Peçanha

para vice-presidente:

obs: registraram-se votos para Alfredo Augusto Guimarães Backer (76 votos); Nicolau Braz (63 votos); 55 para Joaquim Francisco de Assis Brasil e outros 55 menos votados, inclusive 14 para Hermes da Fonseca, eleito presidente, outros 11 votos dados ao presidente Nilo Procópio Peçanha ou ainda 8 dados para o ex vice presidente Francisco de Assis Rosa e Silva.

[editar] 1914

1 de março

para presidente:

obs: a chapa do Partido Republicano Liberal, encabeçada por Ruy Barbosa, mesmo não registrada, obteve cerca de 47 mil votos (47.782), por protesto, ou ainda 222 dados a José Gomes Pinheiro Machado, 192 para Nilo Procópio Peçanha, 88 para Irineu de Melo Machado e outros 56, entre os quais Rodrigues Alves, lembrado por 7 eleitores ou 5 que sufragaram Hermes Rodrigues da Fonseca.

para vice-presidente:

[editar] 1918

1º de março para presidente:

para vice-presidente:

(*) Rodrigues Alves não tomou posse como presidente, pois morreu em 1919, vitimado pela gripe espanhola.

[editar] 1919

13 de abril para presidente:

obs: outros 56 nomes foram sufragados, tais como Altino Marques Arantes (161); Frederico Steild (143); Andre Gustavo Paulo de Frontim (42); Nilo Procópio Peçanha (40) ou ainda Wenceslau Braz ou Arthur da Silva Bernardes, com 2 votos cada.

para vice-presidente (**):

obs: outros votados foram Muniz de Aragão 313; Manuel Joaquim de Albuquerque Lins 259; José Joaquim Seabra 143; Hercílio Luz 18; outros 36 nomes receberam votos, incluindo-se 8 votos para Nilo Procópio Peçanha, que ficou em 11º lugar, enquanto Urbano Santos da Costa Araújo obtinha um voto.

(**) eleição realizada em 6 de setembro de 1920 com o falecimento de Delfim Moreira, vice eleito em 1918. Outra fonte atribui a Francisco Álvaro Bueno de Paiva o total de 191.842 votos.

[editar] 1922

1º de março para presidente:

obs: foram também contabilizados 232 votos para Urbano Santos da Costa Araújo; 149 para Washington Luís Pereira de Sousa; 70 para Ruy Barbosa, e mais outros 55 nomes foram igualmente votados, sem registro formal, inclusive Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (3 votos, reeleição proibida) e Wenceslau Braz Pereira Gomes (1 voto).

para vice-presidente:

20 de julho de 1922 para vice-presidente

obs: também foram votados outros 42 candidatos, inclusive José Joaquim Seabra (790 votos); Washington Luís Pereira de Sousa (155 votos); Justiniano de Serpa (58 votos) e Miguel Calmon (44 votos); dentre os 19 nomes que obtiveram apenas 1 voto figura Alberto Santos-Dumont (*) Eleição suplementar realizada pelo falecimento de Urbano Santos, o vice eleito.

[editar] 1926

1 de março para presidente:

para vice-presidente:

[editar] 1930

1 de março para presidente:

  • Júlio Prestes (PRP) (eleito, não assumiu devido à Revolução de 30): 1.091.709 votos (59,51%)
  • Getúlio Vargas (Aliança Liberal: PRM + PD paulista + PRR + Partido Libertador Gaúcho + PR paraibano): 742.794 votos (40,49%)

obs: foram ainda registrados 730 votos para Minervino de Oliveira, do Bloco Operário e Campones, ligado ao Partido Comunista do Brasil; 48 para Luís Carlos Prestes, 18 para João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque; os ex presidentes Artur da Silva Bernardes e Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa tiveram 2 votos cada, entre outros nomes lembrados.

para vice-presidente:

obs: também registraram-se 141 votos para Gastão Valentim, do Bloco Operário e Campones; 8 para Luis Carlos Prestes e outros, tais como o Prudente de Morais Filho, José Joaquim Seabra, e Estacio de Albuquerque Coimbra.

[editar] Era Vargas

A eleição de 1934 aconteceu de forma indireta. Em 3 de maio de 1933 foram eleitos os deputados para a Assembléia Nacional Constituinte. Após a votação final da nova constituição, os deputados reconduziram Getúlio Vargas à Presidência da República. A Contituição Federal de 1934 previa uma eleição nova eleição presidêncial em 1938, no entanto ela não chegou a ser realizada, em virtude do golpe de 10 de novembro de 1937, que implantou o Estado Novo, como ficou conhecido essa fase autoritária do governo de Getúlio Vargas que durou até 29 outubro 1945, com a deposição do presidente.

[editar] 1934

(indireta) 17 de julho

[editar] República Nova

Na redemocratização após a ditadura Vargas, estas eleições foram realizadas conjuntamente com as da Assembléia Constituinte ou sob a Constituição de 1946, a primeira elaborada democraticamente no Brasil a vigorar por um tempo significativo (quatro mandatos presidenciais). As eleições eram diretas e secretas, para presidente e para vice-presidente da República, separadamente, e na mesma data.

[editar] 1945

2 de dezembro

para presidente:

votos brancos (70.328); votos nulos (65.214)

(*) o PRP que apoiou Eduardo Gomes é o Partido Republicano Progressista, de Ademar de Barros, depois renomeado PSP, em 1947; o PL neste período 1945-65 é o Partido Libertador, de Raul Pilla

19 de setembro de 1946

para vice-presidente:

[editar] 1950

3 de outubro para presidente:

votos brancos: 211.433; votos nulos: 145.473

para vice-presidente:

[editar] 1955

3 de outubro para presidente:

votos brancos: 161.852, votos nulos: 310.185

para vice-presidente:

votos brancos: 722.174, votos nulos: 257.931

[editar] 1960

3 de outubro para presidente:

votos brancos: 433.391, votos nulos: 473.806

para vice-presidente:

votos brancos: 1.305.865, votos nulos: 358.378

(*) O candidato Jânio Quadros concorreu pelo Partido Trabalhista Nacional coligado ao Partido Democrata Cristão (PDC), e com o apoio da União Democrática Nacional (UDN), não o contrário, como costumeiramente se acredita.

[editar] Regime Militar

As eleições, no período do regime militar foram realizadas pelo Congresso Nacional, dominado pela ARENA (Aliança Renovadora Nacional), no bipartidarismo (o MDB - Movimento Democrático Brasileiro, permaneceu oposicionista em todo o período), ou por um Colégio Eleitoral, a partir de 1974, formado pelos membros do Congresso Nacional, e delegados das Assembléias Legislativas. A partir de 1966, o vice-presidente foi eleito em chapa conjunta com o candidato a presidente.

[editar] 1964

(indireta) 11 de abril

para presidente:

abstenções - 72 (15,2%) não compareceram - 37 (7,8%)

para vice-presidente:

[editar] 1966

(indireta) 3 de outubro

abstenções - 41 não compareceram - 136

[editar] 1969

(indireta)

22 de outubro

abstenções - 76 não compareceram - 09

[editar] 1974

(indireta)

15 de janeiro

branco - 21 votos abstenções - 06

[editar] 1978

(indireta) 15 de outubro

não compareceram: 4 (2 da ARENA e 2 do MDB)

[editar] Nova República

A última eleição ainda realizada pelo Colégio Eleitoral. Graças a uma Emenda Constitucional, e decisão do Tribunal Superior Eleitoral, acabou a fidelidade partidária, permitindo o aparecimento de uma dissidência no partido governista, o PDS, denominada "Frente Liberal", ocasionando a vitória do PMDB e da Frente oposicionista) denominada "Aliança Democrática", que ainda obteve o apoio majoritário em outros dois partidos oposicionistas representados no parlamento: o PTB e o PDT. Parte dos parlamentares do PT apoiou Tancredo Neves e foi expulsa. A maioria dos petistas absteve-se.

[editar] 1985

(indireta) 15 de janeiro Para presidente e vice-presidente:

abstenções - 17 não compareceram - 09

Com o restabelecimento da democracia, e a promulgação da Constituição de 1988, as eleições são diretas, e realizadas em dois turnos, caso nenhum dos candidatos não tenha a maioria absoluta dos votos válidos. O vice-presidente é eleito em chapa conjunta com o candidato a presidente, podendo ser de legendas partidárias diversas.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral, TSE

[editar] 1989

[editar] Primeiro turno

15 de novembro de 1989

Candidatura anulada

  • Sílvio Santos - PMB
  • Sílvio Santos teve sua candidatura invalidada por conta de irregularidades nos registros do PMB.

[editar] Segundo turno

17 de dezembro de 1989

[editar] 1994

2 de outubro de 1994

Candidatura anulada:

Candidatos Desistentes

Desistiu de disputar o pleito por ser acusado de corrupção(Agosto de 1994)

Candidatura indeferida:

[editar] 1998

4 de outubro de 1998

[editar] 2002

[editar] Primeiro turno

6 de outubro de 2002

(*) Como nenhum candidato recebeu metade dos votos mais um, realiza-se o segundo turno.

[editar] Segundo turno

27 de outubro de 2002

[editar] 2006

[editar] Primeiro turno

1 de outubro de 2006

Candidato Vice Coligação/Partido Votos Porcentagem
Luiz Inácio Lula da Silva José Alencar
Coligação A Força do Povo
PT, PRB, PCdoB, PL
46.662.365 votos (classificado para o segundo turno) 48,61%
Geraldo Alckmin José Jorge
Coligação Por um Brasil Decente
PSDB, PFL
39.968.369 votos (classificado para o segundo turno) 41,64%
Heloísa Helena César Benjamin
Coligação Frente de Esquerda
PSOL, PCB, PSTU
6.575.393 votos 6,85%
Cristovam Buarque Jefferson Péres
PDT
2.538.844 votos 2,64%
Ana Maria Rangel Delma Gama e Narcini
PRP
126.404 votos 0,13%
Eymael José Paulo da Silva Neto
PSDC
63.294 votos 0,07%
Luciano Bivar João Américo de Souza
PSL
62.064 votos 0,06%
Rui Costa Pimenta Pedro Paulo Pinheiro
PCO
0,00%

(*) Rui Costa Pimenta, candidato do PCO, teve a sua candidatura impugnada por não ter apresentado a prestação de contas relativa à eleição de 2002. Seus votos foram considerados nulos.[1]

[editar] Segundo turno

29 de outubro de 2006

58.295.042 votos (60,83%)

37.543.178 votos (39,17%)

[editar] 2010

[editar] Primeiro turno

Candidato Vice Partido/Coligação Nº de votos Porcentagem
Dilma Rousseff Michel Temer
Coligação Para o Brasil Seguir Mudando
PT/PMDB/PDT/PSB/PR/PRB/PTN/
PSC/PTC/PCdoB
47.651.434 votos 46,91% (classificada para o segundo turno)
José Serra Indio da Costa
Coligação O Brasil Pode Mais
PSDB/DEM/PTB/PPS/PMN/PT do B
33.132.283 votos 32,61% (classificado para o segundo turno)
Marina Silva Guilherme Leal
PV
19.636.359 votos 19,33%
Plínio de Arruda Sampaio Hamilton Assis
PSOL
886.816 votos 0,87%
Eymael José Paulo da Silva Neto
PSDC
89.350 votos 0,09%
Zé Maria Cláudia Durans
PSTU
84.609 votos 0,08%
Levy Fidelix Luiz Duarte
PRTB
57.960 votos 0,06%
Ivan Pinheiro Edmilson Costa
PCB
39.136 votos 0,04%
Rui Costa Pimenta Edson Dorta
PCO
12.206 votos 0,01%

[editar] Segundo turno

31 de outubro de 2010

  • 1ª - Dilma Rousseff (PT/PMDB/PDT/PSB/PR/PRB/PTN/PSC/PTC/PC do B) (eleita)

55.752.529 votos (56,05%)

43.711.388 votos (43,95%)

Fonte: TSE - Tribunal Superior Eleitoral[2]

Referências

  • PIRES, Aloildo Gomes. ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS NA PRIMEIRA REPÚBLICA - UMA ABORDAGEM ESTATÍSTICA. Salvador: Autor (Tipografia São Judas Tadeu), 1995.
  • PORTO, Walter Costa. O VOTO NO BRASIL: DA COLÔNIA À QUINTA REPÚBLICA (HISTÓRIA ELEITORAL DO BRASIL). Brasília: Senado Federal, 1989.
  • DEPARTAMENTO DE PESQUISA DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ. PRESIDENTES DO BRASIL (DE DEODORO A FHC). São Paulo: Cultura, 2002.
  • Eleições presidenciais no Brasil desde 1945 (Banco de dados políticos das Américas, Universidade de Georgetown)
  • Biblioteca virtual de Ribeirão Preto
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