Elizângela

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Elizângela
Nome completo Elizângela do Amaral Vergueiro
Nascimento 11 de dezembro de 1954 (59 anos)
Resende, Rio de Janeiro
 Brasil
IMDb: (inglês)

Elizângela do Amaral Vergueiro[1] (Resende, 11 de dezembro de 1954)[2] é uma atriz e cantora brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Caçula de três irmãs, seu pai era um executivo e sua mãe, dona de casa. Seus pais se separaram quando ela tinha 1 ano e meio, e assim, ela teve pouquíssimo contato com o pai. Sua mãe voltou a ser manicure após a separação, e teve que criar as três filhas sozinhas, com uma pequena pensão do ex-marido. Passando por dificuldades, Elizângela, então, começou a trabalhar ainda criança, aos 8 anos de idade.[3]

Aos 18 anos, em 1972, casou-se pela primeira vez, com o engenheiro Jorge Humberto Moreira, que foi seu primeiro namorado. Com ele teve sua única filha, Marcelle, que nasceu em 1974. Ficaram casados por 7 anos, mas ficou morando com ele por mais 3 anos, já que não queria que sua filha fosse criada longe do pai, pois sabe como isso é muito traumático e difícil.[4]

Seu segundo casamento foi com um empresário. O matrimônio durou 8 anos, até 2001.[5]

Após essa separação, sua filha, que é bailarina, já estava casada e Elizângela foi morar sozinha.[6]

Afirma que está solteira e muito bem.[7]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Começou na televisão no Clube do Guri da TV Tupi do Rio e em 1965 apresentou o programa Essa Gente Inocente na TV Excelsior do Rio. Na TV Globo do Rio estreou em 1966 no Clube do Capitão Furacão, programa infantil da TV Globo comandado por Pietro Mário. Começou a atuar em novelas nos anos 70.

Arriscou ser cantora, e lançou um disco em 1978, o compacto/single intitulado "Elizângela", que continha as canções "Ele ou Você" e "Pertinho de Você", distribuído pela gravadora RCA para todo o Brasil e exterior. O single vendeu mais de um milhão de exemplares e a canção do compacto, "Pertinho de Você" ficou entre as mais tocadas por 52 semanas no Brasil e é recordista de audiência no ECAD. Foi premiada como um das melhores cantoras do país.[8] Após o estrondoso sucesso, a atriz sofreu pressão da indústria fonográfica e teve que decidir entre interpretar ou cantar, e resolveu desistir da carreira de cantora. "Era uma manipulação horrorosa. Queriam me forçar a entrar em um gênero e eu queria buscar meu estilo."[9]

Interpretou diversos personagens marcantes na televisão, entre eles a bela e mimada Patrícia de Locomotivas (1977), a dissimulada Mariúcha de Jogo da Vida (1982), a obsessiva Marilda de Roque Santeiro (1985), a extravagante Rosemary Pontes de Pedra sobre Pedra (1992), a suburbana Magnólia de Por Amor (1997), a chantagista Djenane de Senhora do Destino (2004), a interesseira Shirley Miranda de Cobras e Lagartos (2006), a cafetina Cilene de A Favorita (2008) e a divertida Nicole no remake de Ti Ti Ti (2010).

De 1985 a 1992 ficou afastada da Rede Globo, que estava deixando muitos atores na famosa "geladeira", e muitos estavam se afastando dessa emissora. Elizângela, então, foi chamada para atuar na Rede Manchete, só que lá ficou pouco tempo e a novela que fez não deu um bom resultado e ela decidiu sair, como muitos atores, já que a emissora estava indo a falência. Nesse período passou grandes dificuldades com uma filha adolescente para criar e para sobreviver acabou atuando em pequenas peças de teatro. Ela fez um teatral chamado Lar Doce Lar, até que o presidente da época, Fernando Collor, proibiu o teatro por causa da censura. Elizângela, então, para sobreviver, entregou o apartamento que morava alugado e passou a morar com a mãe pagando o aluguel dela, e mandou a filha ir morar com o pai, pois não queria a menina passando fome junto com ela e sua mãe. Um dia, ela recebeu um convite de Older Cazarré para viajar e apresentar peças de teatro, e foi o que a salvou de dias piores.[10]

Conseguiu voltar para a Globo pois Chico Anysio a chamou para participar de um quadro e ela foi conversar com os diretores, que pediram a sua volta para as novelas.[11]

Em agosto de 2007 integrou o elenco do sucesso Os Monólogos da Vagina, de Eve Ensler com tradução, adaptação e direção de Miguel Falabella, dividindo o palco com Fafy Siqueira e Vera Setta, substituindo Tânia Alves.

Fez sucesso ao interpretar a mãe super protetora Íntima, em Aquele Beijo.[12]

Carreira na Televisão[editar | editar código-fonte]

Atuações no Cinema[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Fábio Júnior (2013). Elizângela: atriz da globo, novelas, biografia, mais informações (em português). Dsconto. Página visitada em 30 de abril de 2013.
  2. Carol Hungria (24 de outubro de 2005). Elizângela (em português). Memória Globo. Página visitada em 5 de novembro de 2011.
  3. [[1]]
  4. [[2]]
  5. [[3]]
  6. [[4]]
  7. [[5]]
  8. Alisson Gothz (11 de dezembro de 2009). Parabéns, Elizângela! (em português). Trash 80's. Página visitada em 30 de setembro de 2011.
  9. Etienne Jacintho (1 de novembro de 2008). 'Eu me dou bem comigo', diz Elizângela (em português). O Estado de S.Paulo. Estadão. Página visitada em 30 de setembro de 2011.
  10. [[6]]
  11. [[7]]
  12. [[8]]
  13. A Segunda dama de Heloísa Périssé tem elenco e equipe definidos. Página visitada em 22 de janeiro de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]