Elizabeth Wurtzel

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Elizabeth Lee Wurtzel (nascida a 31 de Julho de 1967 em Nova Iorque) é uma escritora e jornalista americana conhecida pelo seu trabalho no género das memórias confessionais. É muitas vezes comparada a Anne Sexton e a Sylvia Plath.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascida judia, os seus pais divorciaram-se quando ainda era muito nova. Como é descrito no livro Prozac Nation, a sua depressão começou entre as idades de 10 e 12. Fez o liceu em Ramaz e foi considerada como uma muito boa aluna pelos seus professores, que esperavam que se tornasse uma escritora nacionalmente famosa. Enquanto estudante na Universidade de Harvard, escreveu para o Harvard Crimson e para o Dallas Morning News do qual foi despediada por pelágio.[2] Wurtzel recebeu ainda em 1986 o Prémio Universitário de Jornalismo da Revista Rolling Stone. Após a conclusão da sua licenciatura foi viver para Greenwich Village em Nova Iorque e encontrou trabalho como critica de música pop para o The New Yorker e o New York Magazine.

Prozac Nation[editar | editar código-fonte]

Wurtzel é sobretudo conhecida pelo seu livro de memórias, o best-seller Prozac Nation, que publicou com apenas 26 anos. O livro faz uma crónica da sua luta com a depressão enquanto estudante universitária e pelo modo como acabou por ser salva pelo Prozac após numerosas tentativas de tratamento e tentativas de suicídio. A adaptação a filme de Prozac Nation estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto a 8 de Stembro de 2001 mas nuca foi exibido no cinema nos Estados Unidos. Foi trasmitido televisivamente em Março de 2005 pela Starz! e foi editado em DVD no verão de 2005.

Após Prozac Nation[editar | editar código-fonte]

Após o aplauso da crítica a Prozac Nation, Wurtzel mudou-se para a Florida por sentir que não era capaz de se concentrar em Nova Iorque e começou a escrever o seu segundo livro; Bitch: In Praise of Difficult Women. Nesta altura lutou contra o abuso e a adicção ao Ritalin. Antes de se mudar para a Florida, Wurtzel lutara também contra a adicção à cocaína e à heroína. Wurtzel escreveu Bitch por sentir que a escrita feminsita se tinha tornado "seca" e porque queria toná-la outra vez "sumarenta". Focou-se nas definições sociais das raparigas más e analisou figuras publicas desde Amy Fisher a Hillary Clinton através destas lentes. Wurtzel, nesta altura uma adicta a drogas, ganhou muito peso devido à medicação que tomava e era vista como nervosa enquanto promovia Bitch em numerosos media como a CNN. Os seus problemas neste período levaram a cancelamentos de múltiplas leituras de livros e entervista. Durante este tempo, a sua coluna regular no The Guardian foi cancelada devido à sua incapacidade de produzir trabalho a tempo. Estas experiências levaram à publicação de um segundo livro autobiográfico intitulado Mais, Agora, Outra Vez: Uma memória da adicção (2001), que se centrava à volta da sua adicção ao medicamento Ritalin enquanto escrevia Bitch.

Wurtzel também trabalhou para o website Nerve como crítica de cinema. Em 2005 estudava na escola de Direito da Universidade de Yale.

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

Surgiu alguma controvérsia acerca dos comentários de Wurtzel, que vivia perto do World Trade Center em Nova Iorque, acerca dos atentados de 11 de Setembro, durante uma entrevista a Jan Wong acerca da sequela de Prozac Nation, no qual relatava de forma desconcertante a sua falta de resposta emocional aos atentados.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências


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