Embraer EMB-314 Super Tucano

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EMB-314 Super Tucano
Super Tucano da Força Aérea Brasileira
Descrição
Fabricante Embraer Defesa e Segurança
Entrada em serviço 6 de agosto de 2004 (oficial)[1]
Missão Ataque leve e treinamento avançado[2]
Tripulação 1 (monoposto) ou 2 (biposto)[2]
Dimensões
Comprimento 11,30[2] m
Envergadura 11,14[2] m
Altura 3,97[2] m
Peso
Tara 3.200[2] kg
Peso bruto máximo 5.400[2] kg
Propulsão
Motores 1 turboélice Pratt & Whitney PT6A-68C
Performance
Velocidade máxima (limpo) 590[2] km/h
Alcance (com tanques externos) 2.855[2] km
Teto máximo 10.665[2] m
Armamento
Metralhadoras (2x) FN Herstal M3P de 12,7mm (.50 in)
Mísseis/Bombas (2x) AIM-9L; (2x) MAA-1; (2x) Python 3 ou Python 4; (4x) Lança-foguetes de 70mm; Bombas Mk 82 de emprego geral, lança-granadas e guiadas por laser

O Embraer EMB-314 Super Tucano é uma aeronave turboélice de ataque leve e treinamento avançado, que incorpora os últimos avanços em aviônicos e armamentos. Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB), para uma aeronave de ataque tático, capaz de operar na Amazônia brasileira em proveito do projeto SIPAM / SIVAM, e de treinador inicial para pilotos de caça.

Histórico de desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Protótipo modelo EMB-312H

Partindo de seu modelo de treinamento EMB-312G1, inicialmente projetado para a Real Força Aérea britânica (RAF), que conta com uma série de modificações para com o Tucano básico, a Embraer começou a estudar uma nova aeronave turboélice, que atendesse ao interesse crescente de um mercado de treinadores de alto desempenho, no qual veio a culminar no modelo EMB-312H ou Tucano H (H de Helicopter Killer ou caça-helicópteros, denominado assim por poder operar a baixa altura, caçando helicópteros).

A partir do começo dos anos de 1990, esse trabalho ganhou um novo impulso quando os norte-americanos lançam o programa JPATS (Joint Primary Aircraft Training System), um requerimento conjunto da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) e Marinha dos Estados Unidos (US Navy), visando substituir seus treinadores em uso. Para isso, a Embraer se associou à empresa Northrop Grumman, sendo desenvolvido um protótipo demonstrador de conceito, o Tucano POC (Proof Of Concept), mas este veio a ser superado pelo Raytheon T-6 Texan II, versão fabricada sob licença do Pilatus PC-9.

Na mesma época, outro programa do qual participou foi o canadense NFTC (NATO Flight Training in Canada), um programa que buscava selecionar uma aeronave turboélice, e uma a jato, para a formação dos novos pilotos da OTAN. Novamente confrontado com o T-6 Texan II, foi desclassificado no final, sendo declarados vencedores o Raytheon T-6 Texan II e o jato BAe Hawk.

Apesar dos reveses sofridos nos programas do qual participou, a Embraer continuou desenvolvendo sua aeronave - até então, essencialmente, um treinador - para a aeronave de ataque da qual se tornaria mais tarde.[3]

Programa ALX[editar | editar código-fonte]

Com a implantação do projeto SIPAM / SIVAM pelo Governo brasileiro, foi identificado a necessidade de uma aeronave de ataque, que em conjunto com as aeronaves E-99[4] e R-99[4] , irá compor o segmento aéreo deste projeto, responsável pela interceptação de aeronaves ilícitas na região Amazônica e pelo patrulhamento de fronteiras.

Super Tucano da Força Aérea Brasileira

Coube à Força Aérea Brasileira (FAB) elaborar os requisitos operacionais da nova aeronave, que na época também buscava um substituto para seus jatos de treinamento AT-26 Xavante, utilizados na instrução dos futuros pilotos de caça. A união destes dois requisitos, deu origem ao programa AL-X (Aeronave Leve de Ataque), o Super Tucano.

Pelas características da região Amazônica (extensa área de floresta fechada, com alta incidência de chuvas, altas temperaturas e umidade elevada) e de ameaça (baixa intensidade) na qual iria atuar, foi definido pela Força Aérea Brasileira que a aeronave deveria ser um turboélice, de ataque, com grande autonomia e raio de ação, capaz de operar tanto de dia como a noite, em qualquer condição meteorológica, a partir de pistas curtas e desprovidas de infraestrutura, entre outras.

Também ficou definido que haveria duas versões da aeronave:

  • Monoposto (designado A-29A) - para ataque e reconhecimento armado, dentro da tarefa de interdição; para ataque e cobertura, dentro da tarefa de apoio aéreo aproximado e para interceptação e destruição de aeronaves de baixo desempenho.
  • Biposto (designado A-29B) - além das mesmas atribuições do monoposto; para treinamento e para controle aéreo avançado, na tarefa de ligação e observação.
Testes de fadiga estrutural do Super Tucano

O contrato de desenvolvimento do ALX Super Tucano foi firmado com a Embraer em agosto de 1991, prevendo dotar a Força Aérea Brasileira com 76 aeronaves, com opções para mais 23. Posteriormente, em 2005, a FAB exerceu sua opção de compra, elevando o total a ser operado para 99 aeronaves (49 monopostos e 50 bipostos).[5]

O primeiro voo do ALX Super Tucano aconteceu em 2 de junho de 1999, com o protótipo monoposto YA-29 - matrícula FAB 5700, seguido do voo do protótipo biposto YAT-29 - matrícula FAB 5900, ocorrido em 22 de outubro de 1999.

A Força Aérea Brasileira recebeu as primeiras aeronaves ALX (A-29B) em 6 de agosto de 2004, que foram alocadas ao 2º/5º GAv (2º Esquadrão do 5º Grupo de Aviação), com sede na Base Aérea de Natal, onde substituirão gradativamente os AT-26 Xavante utilizados no Curso de Formação de Pilotos de Caça (CFPC).

Os A-29A/B irão substituir também os AT-27 Tucano operados no patrulhamento de fronteiras nas regiões Amazônica e Centro-Oeste que atendem ao SIPAM / SIVAM, e distribuídos ao 1º/3º GAv, com sede na Base Aérea de Boa Vista; ao 2º/3º GAv, na Base Aérea de Porto Velho e ao 3º/3º GAv, na Base Aérea de Campo Grande.

Logística[editar | editar código-fonte]

O ALX Super Tucano foi idealizado para atender a rígidos requisitos operacionais e logísticos exigidos pela Força Aérea Brasileira, com vistas à sua operação. Os seguintes dados de confiabilidade foram considerados durante a fase de desenvolvimento:

  • Probabilidade de executar a missão: 98,5% (mínimo);
  • Falhas por cada 1000 Horas de Voo: 150 (máximo);
  • Remoções do motor: 01 a cada 4000 Horas de Voo (máximo); e
  • Paradas do motor: 01 a cada 40.000 Horas de Voo (máximo).

O conceito norteador logístico foi de possibilitar a operação na Amazônia brasileira com o mínimo de infraestrutura, sendo que várias melhorias com relação ao projeto inicial foram adotadas pela Embraer, entre elas:

Super Tucanos da FAB em voo sobre a Floresta Amazônica
  • Abastecimento de combustível por pressão;
  • Capota do motor com painéis de acesso;
  • OBOGS (sistema gerador de oxigênio);
  • HSI (indicador de situação horizontal) executado na aeronave;
  • Extensão do overhaul (revisão geral e reparos) do motor;
  • Extensão da vida útil da aeronave;
  • Conceito built in test (auto teste) para os equipamentos aviônicos;
  • Registro automático dos dados de voo;
  • Ar condicionado com ciclo de ar; e
  • Acessibilidade garantida.

Os seguintes parâmetros de carga de trabalho da manutenção foram assumidos para a aeronave:

  • Taxa Homem Hora/Hora de Voo de 1,5 (máximo);
  • Tempo de pré-voo: 10 minutos (máximo);
  • Tempo necessário entre voos: 10 minutos (máximo); e
  • Tempo necessário para o pós-voo (final da jornada diária): inferior a 30 minutos. [6]

Aviônicos e armamentos[editar | editar código-fonte]

O EMB-314 Super Tucano conta com moderna aviônica digital (foto)., painel composto por duas telas – com opção de uma terceira tela[7] - CMFD (Colored Multi-Function Display), um HUD (Head-Up Display) e um UFCP (Up-Front Control Panel), além da tecnologia HOTAS (Hands On Throttle And Stick), que permite ao piloto conduzir todas as fases de voo sem retirar as mãos dos comandos da aeronave.

Iluminação da cabina compatível com o emprego de NVG (Night Vision Goggles); sensor FLIR (Forward Looking InfraRed); sistema de navegação integrado INS / GPS; sistema de comunicações de rádio com criptografia de dados datalink, que possibilita o envio e o recebimento de dados entre aeronaves e equipamentos em terra, em modo seguro.

A cabina do piloto recebeu blindagem capaz de resistir a projéteis de até 12,7 mm; duas metralhadoras de 12,7 mm instaladas internamente nas asas; cinco pontos para até 1.550 kg de cargas externas, capazes de reconhecer o tipo de armamento colocado nessas estações; provisões para amplo leque de armamentos alojados em pods, bombas convencionais e inteligentes, mísseis ar-superfície e ar-ar de curto alcance, podendo este, ser apontado pelo HMD (Helmet Mounted Display).

Combate real[editar | editar código-fonte]

Batismo de fogo[editar | editar código-fonte]

Em 18 de janeiro de 2007, uma esquadrilha de Super Tucanos da Força Aérea Colombiana, fazendo uso de bombas Mk 82, atacou posições das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em localidade de selva. Esta ação, que marca o batismo de fogo do Super Tucano, foi conduzida no modo CCIP (Continuously Computed Impact Point) ou Ponto de Impacto Continuamente Calculado, sendo relatado êxito na ação.[8]

Operação Fênix[editar | editar código-fonte]

Super Tucano da Força Aérea Colombiana

Na madrugada de 1º de março de 2008, uma operação combinada envolvendo vários modelos de aeronaves da Força Aérea Colombiana, atacaram acampamento das FARC situado cerca de 2 km dentro do país vizinho Equador. Esta operação, que contou com o apoio da CIA, aeronaves A-37 Dragonfly, voando a 6.000 metros de altura, começam o ataque lançando bombas Paveway II, guiadas por GPS, que tinham como objetivo atingir o número 2 das FARC, Raúl Reyes (apesar de os Super Tucanos colombianos serem capazes do emprego de bombas guiadas, os norte-americanos optaram por integrar a Paveway II nos Dragonfly, por estarem mais familiarizados com esta aeronave, e pelo caráter sigiloso que envolveu toda a operação). Em sequência, várias aeronaves Super Tucanos, voando a baixa altura, bombardearam maciçamente o acampamento, lançando bombas Mk 82 próximas ao impacto das bombas guiadas, com o objetivo de abrir clareiras na floresta e abater outros guerrilheiros, enquanto aeronaves AC-47 Gunship saturam a área com tiros de metralhadoras. O ataque final foi empreendido por Tropas do Exército Colombiano, que desembarcaram de helicópteros Black Hawk e Mi-17. A Operação Fênix teve consolidados todos os seus objetivos, dentre os quais a captura de Raúl Reyes, morto durante a operação, e especialmente, equipamentos eletrônicos, como celulares e computadores, contendo informações valiosas das ações criminosas da guerrilha.[9] [10]

Tiro de Aviso[editar | editar código-fonte]

Em 3 de junho de 2009, duas aeronaves Super Tucano da Força Aérea Brasileira vetoradas por uma aeronave E-99, fizeram uso de suas metralhadoras de 12,7 mm contra um Cessna U206G de narcotraficantes procedente da fronteira entre a Bolívia e o Brasil. Interceptada na região de Alta Floresta D'Oeste - RO, e após esgotados todos os trâmites legais antes desta ação, uma rajada de munição traçante foi disparada em paralelo a trajetória do Cessna como Tiro de Aviso, forçando essa aeronave a seguir os Super Tucanos até o aeroporto de Cacoal - RO. Essa foi a primeira vez, desde que entrou em vigor a Lei do Abate em 17 de outubro de 2004 e que legaliza o Tiro de Destruição no Brasil, que se utilizou esse recurso no combate a aeronaves ilícitas. A bordo do Cessna, que antecipou seu pouso em Izidrolândia, distrito de Alta Floresta D'Oeste, foram encontradas 176 kg de pura pasta base de cocaína que poderiam se transformar em quase uma tonelada de cocaína. Os dois ocupantes da aeronave foram presos pela Polícia Federal em Pimenta Bueno - RO, após tentativa de fuga.[11]

Certificação da Administração Federal de Aviação (FAA)[editar | editar código-fonte]

A aeronave Super Tucano recebeu em outubro de 2011 a certificação da Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos. A certificação pelo principal órgão regulador aeronáutico daquele país permitirá o início de uma turnê de demonstração em bases militares norte-americanas. Um exemplar do Super Tucano está sendo operado nos Estados Unidos pela Tactical Air Defense Services, Inc., empresa que atua nos setores de defesa e aeroespacial, especializada em prover treinamento militar, operações de reabastecimento em voo e manutenção de aeronaves para as Forças Armadas dos Estados Unidos. A aeronave foi adquirida da empresa Tactical Air Support, Inc. (TacAir), por meio de um contrato de arrendamento (leasing). A TacAir é uma empresa formada em 2005 por instrutores veteranos das Escolas de Armas da Marinha, dos Fuzileiros Navais e da Força Aérea dos Estados Unidos, pilotos de teste e profissionais de manutenção, que oferece consultoria para treinamento de táticas militares e já prestou diversos serviços para o Departamento de Defesa norte-americano.[12]

Principais aeronaves concorrentes[editar | editar código-fonte]

  • Beechcraft T-6A/T-6B/AT-6
  • KAI KT-1 Woong Bee
  • Pilatus PC-9 M/PC-21

Ficha Técnica (EMB-314 Super Tucano)[editar | editar código-fonte]

Três Vistas

Especificações[2]

Dimensões[editar | editar código-fonte]

  • Envergadura: 11,14 m
  • Comprimento: 11,30 m
  • Altura: 3,97 m

Pesos[editar | editar código-fonte]

  • Vazio: 3.200 kg
  • Máximo de decolagem: 5.400 kg
  • Carga de combate máxima: 1.550 kg (cargas externas/munições)
  • Tripulação: 1 piloto no monoposto ou 2 (1 piloto + 1 operador de sistemas/aluno) no biposto

Desempenho[editar | editar código-fonte]

  • Velocidade máxima nivelada: 590 km/h (limpo)
  • Velocidade de cruzeiro: 520 km/h
  • Velocidade de estol: 148 km/h
  • Alcance de traslado: 1.445 km (combustível interno) e 2.855 km (com tanques externos)
  • Teto de serviço: 10.665 m
  • Autonomia: 3,4 h (combustível interno) e 8,4 h (com tanques externos)
  • Raio de combate: 550 km (Hi-Lo-Hi)
  • Distância de decolagem / pouso: 900 m / 860 m

Estrutura[editar | editar código-fonte]

  • Fatores de carga: +7 G / -3,5 G
  • Pressurização: 5 psi
  • Vida de fadiga: 12.000 h (combate típico) e 18.000 h (treinamento típico)
  • Parabrisa: Resistente ao impacto de pássaros de 1,8 kg a 555 km/h

Armamentos[editar | editar código-fonte]

Metralhadora FN Herstal M3P de 12,7 mm
  • Metralhadoras: (2x) FN Herstal M3P de 12,7 mm (.50 in) (cada uma com duzentos tiros, instaladas internamente nas asas)[13]
  • Canhões: (1x) pod de canhão GIAT M20A1 de 20 mm[14] (sob a fuselagem)
  • Foguetes: (4x) pods de lança-foguetes LM-70/19 de 70 mm[15] ou LAU-68 de 70 mm[16]
  • Bombas: Mk 81; Mk 82 ou M117[17] (emprego geral); BLG-252 (lança-granadas); Lizard[18] ou Griffin (guiadas por laser); JDAM (munição conjunta de ataque direto)[19] ; SDB (bombas de pequeno diâmetro)[20] ; Paveway II (guiada por laser / GPS)[21]
  • Mísseis ar-ar: (2x) AIM-9L; MAA-1 (homologado)[22] ; Python 3 ou Python 4
  • Mísseis ar-superfície: (2x) AGM-65
  • Estações de armas: possui um total de 5 pontos (dois em cada asa e um sob a fuselagem)
  • Principais configurações armadas: (infográfico).[23]

Propulsão[editar | editar código-fonte]

  • Motor: 1 turboélice Pratt & Whitney Canada PT6A-68C de 1.600 shp de potência, que incorpora FADEC (controle digital de motor com autoridade total) e EICAS (sistema de indicação de motor e alerta da tripulação)[24]
  • Hélice: 1 hélice Hartzell pentapá de 2,38 m de diâmetro

Sistemas e equipamentos[editar | editar código-fonte]

Super Tucano destrói pista clandestina na Amazônia
  • Cabina blindada
  • CMFD / HUD / UFCP / HOTAS
  • OBOGS (sistema gerador de oxigênio)
  • Rádio V/UHF M3AR Série 6000 (sistema datalink de transmissão e recepção de dados seguro)
  • FLIR Star SAFIRE III ou BRITE Star DP (sensor eletro-ótico e infravermelho)[25]
  • NVG ANVIS-9 (óculos de visão noturna)
  • CCIP / CCRP / CCIL / DTOS (sistemas de controle de tiro)
  • HMD (visor montado no capacete) (opcional)[26]
  • Laser Range Finder (telêmetro laser) (opcional)
  • MAWS (sistema de alerta de aproximação de míssil) (opcional)[27]
  • RWR (receptor de alerta de radar) (opcional)[28]
Super Tucano da Força Aérea Colombiana liberando flares em Rionegro
  • Chaff & flare (sistema de dispensadores para autodefesa) (opcional)[29]
  • Sistema de treinamento virtual de armamentos e sensores
  • TOSS (sistema de treinamento e suporte operacional)[30]
  • Câmara e gravador de vídeo digital
  • Stormscope WX-1000E (sistema de mapeamento meteorológico)
  • INS / GPS (sistema integrado de navegação)
  • Piloto automático
  • Assento ejetável Martin-Baker Mk 10LCX zero/zero
  • Freio de mergulho
  • Ar condicionado
  • Farol de busca

Operadores[editar | editar código-fonte]

Operadores de A-29 Super Tucano

Potenciais operadores[editar | editar código-fonte]

Países que manifestaram interesse na compra, ainda não formalizada:

  • Líbano - 10 a 12 aeronaves[46]
  •  Peru - 10 aeronaves[47]
  • El Salvador - 8 a 10 aeronaves[48] [49]
  • Honduras - 8 aeronaves (cancelado)[50]
  • Paraguai - 6 aeronaves[51]
  •  Venezuela - 24 aeronaves (vetado). Em 11 de janeiro de 2006, o Governo norte-americano vetou a venda de 24 unidades do Super Tucano à Venezuela. O Governo dos EUA tem o poder de veto nas vendas de qualquer equipamento militar que conte com tecnologia norte-americana. Neste caso, o Super Tucano conta com sistema inercial de voo, computador de bordo, motor e hélice, além de outros sistemas de origem norte-americana.[52]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. (set/out/nov 2004) "FAB recebe os primeiros ALX". Revista Força Aérea - Notícias 36: 22 pp..
  2. a b c d e f g h i j k Embraer Defense Systems (abril de 2009). Especificações do Super Tucano (em português). Página visitada em 25 de setembro de 2012.
  3. Lorch, Carlos. (dez/jan/fev 2003/2004). "Tucanão Operacional - Entra em serviço na FAB o A-29". Revista Força Aérea 33: 24-36 pp..
  4. a b Spotter. História do Esquadrão Guardião - nova designação (em português). Página visitada em 14 de novembro de 2009.
  5. Forecast International (setembro de 2010). The Market for Military Fixed-Wing Trainer Aircraft (PDF) (em inglês). Página visitada em 1 de abril de 2012.
  6. Potengy, Silvio. (jun/jul/ago 2002). "O Braço Armado do SIVAM – Um voo no AT-29 sobre o Vale do Paraíba". Revista Força Aérea 27: 70 pp..
  7. Embraer/Revista Bandeirante (Edição Especial 2006). MISSÃO CUMPRIDA - A bem-sucedida turnê de demonstração pela Ásia-Oriente Médio (PDF) (em português e inglês). Página visitada em 6 de maio de 2014.
  8. (mar/abr 2007) "Super Tucano tem seu batismo de fogo". Revista Força Aérea - Notícias 46: 18 pp..
  9. DefesaNet (23 de dezembro de 2013). Post: CIA ajudou Colômbia a matar líderes das FARC (em português). Página visitada em 22 de janeiro de 2014.
  10. The Washington Post (21 de dezembro de 2013). Covert action in Colombia (em inguês). Página visitada em 22 de janeiro de 2014.
  11. Casella, José Leandro P.. (ago/set 2009). "A FAB abre fogo contra o crime". Revista Força Aérea 59: 56-63 pp..
  12. DefesaNet (26 de outubro de 2011). Super Tucano é certificado pela FAA nos Estados Unidos (em português). Página visitada em 29 de fevereiro de 2012.
  13. Embraer Defesa e Segurança (2011). Munti-função (em português). Página visitada em 1 de abril de 2012.
  14. Flight International (26 de março de 2002). Tougher tucano: Weapons systems (em inglês). Página visitada em 6 de novembro de 2009.
  15. Jordão, Marcio Brisolla. (dez/jan/fev 2003/2004). "Entrevista: Pilotos de Ensaio do ALX da Embraer". Revista Força Aérea 33: 12 pp..
  16. Embraer Defesa e Segurança (2011). Munti-função (em português). Página visitada em 1 de abril de 2012.
  17. Embraer Defesa e Segurança. Folder Super Tucano Português (PDF) (em português). Página visitada em 23 de janeiro de 2014.
  18. Ael Sistemas. Lizard - Kit de guiagem a laser para bombas (PDF) (em português). Página visitada em 25 de setembro de 2012.
  19. Embraer Press Releases (20 de setembro de 2012). Embraer destaca qualidades do Super Tucano na convenção da Air Force Association (em português). Página visitada em 25 de setembro de 2012.
  20. Embraer Press Releases (20 de setembro de 2012). Embraer destaca qualidades do Super Tucano na convenção da Air Force Association (em português). Página visitada em 25 de setembro de 2012.
  21. Arabian Aerospace (14 de novembro de 2011). Dubai 2011: Paveway WiPak-ing a punch by WiFi (em inglês). Página visitada em 23 de janeiro de 2014.
  22. infodefensa.com (15 de abril de 2013). Mectron apresenta parte de sua linha tecnológica de defesa na LAAD (em português). Página visitada em 15 de abril de 2013.
  23. Embraer Defesa e Segurança. Folder Super Tucano Português (PDF) (em português). Página visitada em 19 de agosto de 2013.
  24. Embraer Defesa e Segurança (2011). Anatomia de um Vencedor (em português). Página visitada em 1 de abril de 2012.
  25. Embraer Defesa e Segurança. Folder Super Tucano Português (PDF) (em português). Página visitada em 23 de janeiro de 2014.
  26. Defesanet/Embraer Press Release (18 de dezembro de 2003). Embraer entrega o primeiro ALX Super Tucano à Força Aérea Brasileira - Tópico:"O ALX Super Tucano incorpora os seguintes sistemas" (em português). Página visitada em 26 de outubro de 2009.
  27. Embraer Defesa e Segurança (2011). Avião de Ataque Leve (em português). Página visitada em 1 de abril de 2012.
  28. Embraer Defesa e Segurança (2011). Avião de Ataque Leve (em português). Página visitada em 1 de abril de 2012.
  29. Embraer Defesa e Segurança (2011). Avião de Ataque Leve (em português). Página visitada em 1 de abril de 2012.
  30. Embraer Press Release (1 de abril de 2008). Embraer oferece novo Suporte Operacional ao Super Tucano (PDF) (em português). Página visitada em 9 de março de 2012.
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  34. Valor Econônico (28 de março de 2012). Embraer fecha venda de Super Tucano para três países da África (em português). Página visitada em 28 de março de 2012.
  35. Fight International. World Air Forces 2013 (em Inglês). Página visitada em 01 de fevereiro de 2013.
  36. Embraer Press Releases (21 de outubro de 2012). Embraer Defesa e Segurança entrega primeiros A-29 Super Tucano para a Mauritânia (em português). Página visitada em 22 de outubro de 2012.
  37. Embraer Press Releases (10 de abril de 2013). Embraer Defesa & Segurança assina contrato comercial para venda de Super Tucanos com a Força Aérea do Senegal (em português). Página visitada em 10 de abril de 2013.
  38. Portal G1 (27 de maio de 2010). Equador reduz encomenda de Super Tucanos da Embraer (em português). Página visitada em 21 de junho de 2010.
  39. Embraer Press Releases (8 de junho de 2011). Negociação do Super Tucano, da Embraer, com a Força Aérea da Indonésia entra em vigor (em português). Página visitada em 30 de maio de 2012.
  40. Embraer Press Releases (9 de julho de 2012). Força Aérea da Indonésia assina Contrato Comercial para Segundo Lote de Aviões A-29 Super Tucano (em português). Página visitada em 14 de julho de 2012.
  41. UOL Notícias (28 de fevereiro de 2012). EUA cancelam contrato com Embraer sobre Super Tucano (em português). Página visitada em 29 de fevereiro de 2012.
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  43. Terra Economia (26 de outubro de 2011). Embraer obtém certificação para Super Tucano nos EUA (em português). Página visitada em 29 de fevereiro de 2012.
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  52. ISTOÉ Dinheiro (18 de janeiro de 2006). O pouso forçado da Embraer (em português). Página visitada em 6 de maio de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]