Emerson Leão

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Emerson Leão
Emerson Leão
Emerson Leão em 2008
Informações pessoais
Nome completo Emerson Leão
Data de nasc. 11 de julho de 1949 (65 anos)
Local de nasc. Ribeirão Preto, SP, Brasil
Nacionalidade  brasileiro
Destro
Informações profissionais
Clube atual Sem clube
Posição Treinador (ex-Goleiro)
Clubes profissionais1
Anos Clubes Jogos (golos)
1967–1968
1968–1978
1978–1980
1981–1983
1983
1984–1986
Brasil São José-SP
Brasil Palmeiras
Brasil Vasco da Gama
Brasil Grêmio
Brasil Corinthians
Brasil Palmeiras
00?? 00(0)
0515 00(0)
0024 00(0)
0046 00(0)
0013 00(0)
0102 00(0)
Seleção nacional3
1970–1986 Brasil Brasil 0 10500(0)
Times que treinou3
1987–1988
1988–1989
1989–1990
1990–1992
1990–1991
1991–1992
1992–1994
1995
1996
1996–1997
1997
1998-1999
1999
2000
2000
2000–2001
2001
2002–2004
2004
2004–2005
2005
2005–2006
2006
2006–2007
2007
2008
2008
2009
2009
2010
2011–2012
2012
Brasil Sport
Brasil Coritiba
Brasil Palmeiras
Brasil Portuguesa
Brasil São José-SP
Brasil XV de Piracicaba
Japão Shimizu S-Pulse
Brasil Juventude
Brasil Atlético-PR
Japão Verdy Kawasaki
Brasil Atlético-MG
Brasil Santos
Brasil Internacional
Brasil Grêmio
Brasil Sport
Brasil Brasil
Brasil Juventude
Brasil Santos
Brasil Cruzeiro
Brasil São Paulo
Japão Vissel Kobe
Brasil Palmeiras
Brasil São Caetano
Brasil Corinthians
Brasil Atlético-MG
Brasil Santos
Catar Al-Sadd
Brasil Atlético-MG
Brasil Sport
Brasil Goiás
Brasil São Paulo
Brasil São Caetano










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Emerson Leão (Ribeirão Preto, 11 de julho de 1949) é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como goleiro. Atualmente, está sem clube.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira de goleiro nas categorias de base do São José e depois foi para o Comercial FC, de Ribeirão Preto, onde tornou-se profissional. No ano de 1968 Leão transferiu-se para o Palmeiras. Assumiu a posição nas redes pouco depois de chegar, devido a contusão do goleiro titular Chicão. A partir daí, foram dez anos de glórias no clube, ganhando inclusive o bi Campeonato Brasileiro de 1972/73. Muitos o consideram um dos maiores goleiros brasileiros de todos os tempos.

Jogou 105 vezes pela Seleção Brasileira. Foi reserva de Félix na Copa do Mundo de 1970 aos 21 anos de idade. Após aquele Mundial, Leão tornou-se titular absoluto da Seleção de 1971 a 1979. Disputou as Copas do Mundo de 1974, 1978 — permaneceu 457 minutos sem levar gol — e 1986 (na qual foi reserva de Carlos).

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Começou sua carreira de treinador em 1987, tendo assumido o Sport nas finais do Campeonato Pernambucano[1] e participado da campanha do título da Copa União (considerada pela CBF uma edição do Campeonato Brasileiro) conquistado pelo Sport. Este título muitas vezes é atribuído equivocadamente a ele, mas Leão saiu antes do clube - o treinador no quadrangular decisivo era Jair Picerni.

Em 1997 dirigiu o Atlético Mineiro, sagrando-se campeão da Copa Centenário de Belo Horizonte e da extinta Copa Conmebol em jogo conturbado contra o Club Atlético Lanús, na Argentina. Em 1998 voltou a conquistar a Copa Conmebol, desta vez pelo Santos. Seu auge como treinador até hoje foi a segunda passagem pelo Santos, clube ao qual voltou após rápida e conturbada passagem pela Seleção Brasileira. Levou o time ao título brasileiro de 2002. Ainda foi vice-campeão brasileiro e vice-campeão da Copa Libertadores em 2003. Saiu em 2004 e foi para o Cruzeiro.

Ainda no mesmo ano foi para o São Paulo, onde conquistou seu último título, o Campeonato Paulista de 2005 e levou o clube à final da Copa Libertadores da América do mesmo ano. O clube conquistaria mais tarde o título com Paulo Autuori no comando, substituindo Leão que na oportunidade foi para o Vissel Kobe, do Japão, onde teve uma curta passagem de apenas quatro partidas. Depois, assumiu o comando do Palmeiras em 18 de julho de 2005. Foi demitido em 2006 após uma má sequência de resultados, havendo suspeita de ter sido "derrubado" pelos jogadores.

Após breve passagem pelo São Caetano em 2006, Leão assume como técnico do Corinthians, até então último colocado no Campeonato Brasileiro de 2006, e consegue fazer o time terminar na 9ª colocação. Em 3 de abril de 2007, Leão e Corinthians entraram em acordo e o técnico deixou o clube, devido a má campanha do clube no Campeonato Paulista.[2] Em 27 de julho, acerta com o Atlético Mineiro,[3] levando o time à Copa Sul-Americana de 2008.

Em 15 de dezembro de 2007, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, anunciou a volta de Emerson Leão ao clube,[4] onde se apresentou dois dias depois.[5] Foi a terceira passagem do técnico pela Vila Belmiro.

Mas no dia 27 de maio de 2008, após a eliminação do Santos diante do América (México), pela Libertadores, e da goleada sofrida contra o Cruzeiro (4x0), no Campeonato Brasileiro, Leão, não suportando os maus resultados e as críticas, deixou o comando do time.[6]

Em 2009 assumiu o Atletico Mineiro mais uma vez, e mesmo com um bom desempenho não resistiu a uma goleada para seu maior rival na final do Campeonato Mineiro de 2009, e um mau resultado frente ao Vitória pela Copa do Brasil de 2009.[7] Foi contratado pelo Sport Club do Recife em 3 de junho de 2009 para a temporada de 2009.[8]

Após três vitórias, dois empates e cinco derrotas em apenas um mês e 22 dias a frente do time pernambucano, Emerson Leão foi demitido do Sport após empate contra o Náutico e polêmica sobre uma suposta contratação do atacante Marcelo Ramos.[9]

Em abril de 2010, acertou com o Goiás.[10] Três meses depois, em 21 de julho de 2010, envolveu-se numa polêmica num jogo contra o Vitória, no Barradão. Após o final da partida, Leão agrediu um repórter de uma emissora de rádio local e chegou a receber voz de prisão.[11] Porém, o treinador foi liberado após prestar depoimento.

Em 27 de agosto, após 9 partidas sem vitória no Campeonato Brasileiro e com o Goiás na última colocação, Leão pediu demissão do clube esmeraldino.

Em 24 de outubro de 2011, Emerson Leão assina contrato para dirigir o São Paulo pela segunda vez.[12] O técnico tentou repetir o excelente desempenho que teve no Tricolor Paulista em sua primeira passagem, porém não consegue cumprir o objetivo de classificar o time para a Taça Libertadores de 2012. Mesmo não sendo unanimidade no clube, é mantido por Juvenal Juvencio para a temporada de 2012. Uma enorme reformulação é feita no clube, com várias contratações, porém, Leão começa enfrentar problemas de relacionamento com a diretoria além de que dentro de campo o time não vai bem. Leão começa a ser contestado pela falta de padrão tático e vê o clube ser eliminado nas semifinais do Campeonato Paulista para o rival Santos pelo 3°ano consecutivo. Mesmo assim o time chega até as semifinais da Copa do Brasil onde novamente não disputa o título sendo desclassificado pelo Coritiba. Contestado pela diretoria e torcida e com um inicio irregular no Campeonato Brasileiro, no dia 26 de junho de 2012 foi demitido do São Paulo.

Em 30 de agosto de 2012, depois de dois meses desempregado, Emerson Leão acertou com o São Caetano, clube no qual trabalhou em 2006 e do qual saiu no mesmo ano ao receber uma proposta do Corinthians. O ex-treinador são-paulino assume o Azulão depois da derrota por 4 a 1 para o ASA de Arapiraca, que redundou na demissão do então comandante Sérgio Guedes.[13] No dia 25 de outubro foi demitido do São Caetano por problemas com a diretoria.[14]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Émerson Leão é também bastante conhecido pelas suas declarações e atitudes polêmicas.

Em 1997, após a final da Copa Conmebol, disputada entre o Atlético-MG, clube que treinava à altura, e o argentino Lanús, teve de reconstituir seu rosto após pesada briga campal, tendo sido ele próprio, muito provavelmente, o principal responsável pela consumação do fato, depois de ter provocado os adversários.

Em 2002, num jogo entre o Santos e o Paysandu, no Mangueirão, casa do adversário, pelo Campeonato Brasileiro, competição da qual se sagraria campeão, Leão, novamente envolvido numa briga, a exemplo do que ocorrera cinco anos antes, foi agredido por policiais paraenses com gás de pimenta nos olhos ao se queixar do segundo gol do Papão da Curuzu, que teria sido conferido após uma jogada irregular.

Em 2003, Leão, então treinador do Santos, acusou o Cruzeiro de ter sido beneficiado pela arbitragem no Campeonato Brasileiro daquele ano, devido ao fato de o clube ter sido campeão com 2 rodadas de antecedência.

Em 2006, como técnico do Palmeiras, Leão destilou seu veneno contra o jornalista Milton Neves, que foi desafiado a agredi-lo, já que, segundo o então palmeirense, teria chutado o narrador Sílvio Luiz, à época "um senhor de 70 anos".

Em 2008, ao visitar a sede do Santos, seu ex-clube, para receber salários atrasados, foi agredido por ex-seguranças e torcedores. Após o incidente, Leão se referiu aos agressores como "vândalos".

Em 2010, após a partida entre o seu então clube, Goiás, e o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro daquele ano, o treinador disparou contra o comentarista Neto e a apresentadora Renata Fan, ambos da Band.[15]

Segundo Leão, o primeiro não teria preparo cultural e psicológico para falar numa emissora de televisão. "Ele [Neto]", complementado com suas próprias palavras, "apenas faz o folclore do outro lado, a agressividade do outro lado que não leva a nada".[16] Ambos teriam diferenças desde 1989, quando trabalhavam, um como técnico e o outro como jogador, no Palmeiras, com o último tendo trocado o clube pelo rival Corinthians, onde viraria ídolo, por não ter conseguido se ambientar.[15] Já com relação à segunda, o técnico afirmou não saber nada sobre futebol, dizendo que Renata "nunca viu um treinamento, não sabe qual é a conduta."[16]

Em 2013, Leão seria eleito, em uma pesquisa organizada pelo site UOL Esporte, o pior treinador em atividade no país. Com 16 votos somados, ficou bem à frente do segundo colocado, Celso Roth, que obteve 7% do total.[17]

Em março do mesmo ano, Leão se envolveria em duas polêmicas: a primeira foi a do presidente do Sport Recife, Luciano Bivar, que afirmou ter pagado para que o volante Leomar fosse convocado, numa seleção brasileira treinada à época por Leão. Para o treinador, que refutou tal declaração, Bivar "deveria ser preso. Isso é um caso de polícia e precisa ser investigado a sério".[18]

A segunda foi entrar em rota de colisão com o mandatário são-paulino, Juvenal Juvêncio. Para o treinador, que entre 2011 e 2012 passou pelo clube, JJ deveria seguir o exemplo do papa Bento XVI e, pela idade, renunciar ao cargo. O cartola, ao tomar conhecimento das críticas, responderia as críticas de seu ex-funcionário, dizendo que este "precisa arrumar um emprego logo".[19] [20]

Depois desta última, Leão foi também alvo de provocações do jogador de futsal Falcão, que, via Twitter, escreveu: "O Osvaldo tb n servia p ele,e hj esta na Seleção!!! E o Leão continua fazendo seu " belo" trabalho no...no....no....!! Ahhh,deixa ele p lá!! (sic)". Falcão, por sua vez, rememorou as poucas chances dadas pelo treinador ao atual atacante são-paulino, quando de sua segunda passagem pelo clube, entre 2011 e 2012, e que com Ney Franco, seu novo comandante, cresceu de produção e chegou à seleção, assim como a experiência de trabalho que ele teve com Leão, quando este debutou no comando técnico do clube, em 2005; Falcão, naquela ocasião, tentou uma bem-sucedida mudança para o futebol de campo, mas acabou sendo pouco utilizado pelo técnico, fator que forçou seu retorno às quadras.[21]

Leão responderia às declarações, dizendo que, apesar de Falcão ser "o Pelé do salão, no campo não dá" e atribuiu sua contratação a um fato inusitado: um irmão do atleta, dono de uma empresa de ar condicionado, instalou um aparelho na casa do presidente são-paulino e, ao afirmar ser irmão do jogador de futsal, este acabou convidado a visitar o clube.[21]

Em maio de 2013 foi sondado pela Portuguesa de Desportos para assumir o clube durante a disputa do Brasileirão. O treinador, no entanto, foi vetado pelos atletas, liderados pelo veterano Souza, campeão paulista em 2005 com Leão, e pelo seu ex-clube São Paulo, que não emprestaria Cañete à Lusa caso a contratação se concretizasse. O motivo alegado pelo Tricolor foi o do técnico não gostar de argentinos, o que faria com que o meio-campista pudesse desenvolver menos o seu potencial no novo clube.[22]

Respondendo à intromissão são-paulina nas decisões de um rival, Leão afirmou que Adalberto Baptista, diretor de futebol do clube, foi "mentiroso" ao dizer que o ex-arqueiro não dá oportunidades a estrangeiros. Segundo o treinador, Cañete chegou machucado ao clube e, logo que se recuperou, foi titular diante do Vasco, em jogo válido pelo Brasileirão de 2011, no qual tornou a se contundir. Assim, segundo suas palavras: " Ele (Adalberto) está contando mentira. E homem não conta mentira."[23]

Em 26 de março de 2013, como convidado do programa Cartão Verde, da TV Cultura, Emerson Leão, após dar "cartão vermelho" para o comentarista Vitor Birner, devido as críticas tecidas pelo jornalista em seu blog, bateu boca com este. Após Birner dizer que "O que eu escrevi foi acontecendo aos poucos e tudo acabou como eu disse que iria acabar. Não estava errado. É só ler lá, está no blog", Leão reagiu, perguntando ao comentarista se ele realmente acreditava entender de futebol. À sua pergunta, novamente o participante fixo do programa: "Mais do que você [entende de futebol]. Vai ver meu time de várzea treinar, está mais redondinho do que o São Paulo."[24]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Ano Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas
2009 Atlético-MG 23 15 4 4
2009 Sport 10 3 2 5
2010 Goiás 18 4 5 9
2011–2012 São Paulo 44 26 6 12
2012 São Caetano 12 7 3 2

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Comercial
Palmeiras
Grêmio
Corinthians
Sport
Seleção Brasileira

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Shimizu S-Pulse
  • Copa Kanagawa: 1992
Verdy Kawasaki
Atlético Mineiro
Santos
Sport
São Paulo

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • É o 2º jogador que mais atuou com a camisa do Palmeiras, ficando atrás apenas de Ademir da Guia, "O Divino", que atuou 901 vezes. Leão esteve presente em 617 partidas defendendo o gol do Verdão.
  • É casado com uma psicóloga e tem duas filhas.
  • Na final da Copa Conmebol em 1997, dirigindo o time do Atlético Mineiro contra o Club Atlético Lanús,[25] Leão teve um osso da face fraturado como resultado de uma violenta briga dentro de campo entre os integrantes das duas equipes, iniciada pelos argentinos. O então técnico atleticano foi atigindo covardemente pelas costas por um dirigente argentino que portava um soco inglês. Apesar disso Leão ficou com o título e teve boa recuperação.
  • No Corinthians, Leão entrou em choque com os jogadores argentinos do time: Sebastián Domínguez, Javier Mascherano e, principalmente, Tévez. O motivo foi uma declaração do técnico dizendo que não gostava de argentinos. O conflito chegou ao auge quando Leão tirou a faixa de capitão de Tévez sob a alegação de que não entendia o que o jogador portenho falava. Foi a desculpa que Tévez precisava para sair do clube e ir para a equipe inglesa West Ham.
  • Após a queda do Corinthians para a Série B do Campeonato Brasileiro em 2 de dezembro de 2007, muito se falou sobre a responsabilidade do antigo dirigente corinthiano, Kia Joorabchian, presidente da firma MSI, nesse fato. Kia não só se eximiu da responsabilidade como também jogou a culpa em outras pessoas como, por exemplo, seu desafeto, Emerson Leão.[26]

Referências

  1. KFOURI, Juca (25 de janeiro de 2008). O complô de Emerson Leão. UOL.
  2. Marcius Azevedo (03/04/2007). Corinthians e Leão entram em acordo, e o técnico deixa o clube. UOL.
  3. Leão é o novo técnico do Galo. Globo Esporte.com (2007-07-24).
  4. Teixeira anuncia a volta de Leão. Globo Esporte.com (2007-12-15).
  5. Luiz Ademar (2007-12-17). Leão limpa a comissão técnica santista. Globo Esporte.com.
  6. Título ainda não informado (favor adicionar).
  7. O Globo - Atlético-MG: Sai Leão, Celso Roth assume.
  8. Emerson Leão é o novo treinador do Sport. Lancenet,. Página visitada em 4 de junho de 2009..
  9. Após polêmica, Leão deixa Sport (28/07/2009).
  10. Emerson Leão assume o Goiás
  11. Técnico Leão e atacante Rafael Moura recebem voz de prisão
  12. esportes.terra.com.br: Leão reestreia no São Paulo em busca de nova "Conmebol" (26 de outubro de 2011)
  13. gazetaesportiva.net:Emerson Leão é o novo treinador do São Caetano (30 de agosto de 2012)
  14. globoesporte.com:São Caetano demite Leão (25 de outubro de 2012)
  15. a b Cueca, agressões e ironias; relembre 25 polêmicas de Leão
  16. a b Émerson Leão faz duras críticas a Neto e Renata Fan
  17. Jogadores elegem Emerson Leão como o pior técnico em pesquisa do UOL Esporte
  18. Leão sobre afirmações de Luciano Bivar: "Ele devia ser preso"
  19. Leão dá dica a Juvenal: "Faça como o papa, renuncie pela idade"
  20. Juvenal Juvêncio responde a Leão: ‘Precisa arrumar um emprego logo’
  21. a b Falcão ironiza Leão e rebate crítica: 'Osvaldo também não servia para ele...'
  22. Portuguesa queria Emerson Leão. Jogadores da própria Lusa e dirigente do São Paulo convenceram a cartolagem do Canindé a mudar de ideia
  23. [1]
  24. Leão e Birner divergem sobre o São Paulo e batem boca ao vivo no “Cartão Verde”
  25. Galo bi-campeão da copa Conmebol (10/06/2008).
  26. Kia Joorabchian nega dedo no descenso. Lancenet (04/12/2007).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Vanderlei Luxemburgo
Treinador da Seleção Brasileira
2000–2001
Sucedido por
Luiz Felipe Scolari
Precedido por
Celso Roth
Vanderlei Luxemburgo
Treinador do Santos
2001–2004
2008
Sucedido por
Vanderlei Luxemburgo
Cuca
Precedido por
Paulo César Gusmão
Treinador do Cruzeiro
2004
Sucedido por
Marco Aurélio
Precedido por
Cuca
Adílson Batista
Treinador do São Paulo
2004–2005
2011–2012
Sucedido por
Paulo Autuori
Ney Franco
Precedido por
Geninho
Treinador do Corinthians
2006–2007
Sucedido por
Paulo César Carpeggiani
Precedido por
Marcelo Oliveira
Treinador do Atlético Mineiro
2009
Sucedido por
Celso Roth
Precedido por
Jorginho Silva
Treinador do Goiás
2010
Sucedido por
Jorginho Campos
Precedido por
Sérgio Guedes
Treinador do São Caetano
2012
Sucedido por
Aílton Silva (interino)