Emmanuel (espírito)

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Emmanuel é o nome dado pelo médium espírita brasileiro Chico Xavier ao espírito a que atribui a autoria de boa parte de suas obras psicografadas. Esse espírito era apontado por Chico Xavier como seu orientador espiritual.

Há também um livro homônimo de Chico Xavier que leva a assinatura de Emmanuel, publicado em 1938.

A obra mediúnica atribuída a Emmanuel é composta por dezenas de livros, muitos deles traduzidos para diversos idiomas. São romances históricos, livros de aconselhamento espiritual, obras de exegese bíblica, etc.

História[editar | editar código-fonte]

Alegoria representando o médium Chico Xavier, psicografando uma mensagem de Emmanuel.

Um espírito, que se identifica como "Emmanuel", assina uma mensagem ditada em Paris em 1861, intitulada "O Egoísmo", publicada no item 11 do capítulo XI do Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec, cuja primeira edição veio a público em abril de 1864. Quando indagado se Emmanuel era o mesmo espírito que assinou esta mensagem, o médium Francisco Cândido Xavier afirmou: "Creio que sim. Conservo para mim a certeza de que ele, Emmanuel, terá participado da equipe que colaborou na estrutura da codificação da Doutrina Espírita. A mensagem intitulada 'O Egoísmo', (…) em que se faz referência a Pilatos, é de autoria do nosso benfeitor espiritual, não tenho dúvidas a este respeito".[1]

No dia 10 de julho de 1927, na fazenda da senhora Carmem Perácio, enquanto rezavam, Carmem ouviu uma voz de um espírito que se identificou como "Emmanuel - amigo espiritual de Chico", onde logo após o viu como "um jovem imponente, com vestes sacerdotais e aura brilhante".[2]

No ano de 1931 ocorreu o primeiro contato de ambos, no momento em que Chico esteve à sombra de uma árvore, à beira de uma represa, no momento em que orava. Neste momento, viu uma cruz luminosa, percebendo a figura de um senhor que vestia uma túnica sacerdotal. Ocorreu então o famoso diálogo entre Chico e Emmanuel [3] :

- Está mesmo disposto a trabalhar na mediunidade?
- Sim, se os bons espíritos não me abandonarem.
- Você não será desamparado, mas para isso é preciso que trabalhe, estude e se esforce no bem.
- O senhor acha que estou em condições de aceitar o compromisso?
- Perfeitamente, desde que respeite os três pontos básicos para o serviço.
- Qual o primeiro ponto?
- Disciplina.
- E o segundo?
- Disciplina.
- E o terceiro?
- Disciplina, é claro. Temos algo a realizar. Trinta livros para começar.

O seu nome popularizou-se no Brasil pela psicografia do médium espírita, que assim descreveu um dos primeiros contatos entre ambos, em 1931, enquanto psicografava Parnaso de Além-Túmulo, a sua primeira obra mediúnica: "Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz."

Local onde o médium Chico Xavier teve o seu primeiro contato com Emmanuel

Ao ser questionado sobre a sua identidade, o espírito teria respondido: "Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espírita. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos…"

Em entrevista, Chico Xavier disse certa vez: "Emmanuel tem sido para mim um verdadeiro pai na Vida Espiritual, pelo carinho com que me tolera as falhas e pela bondade com que repete as lições que devo aprender".[4]

No seu livro "De Amor e Sabedoria de Emmanuel", Clóvis Tavares assim definiu Emmanuel[5] :

(…) A ele, alma de escol, ao seu espírito de organizador, de autêntico chefe espiritual, devemos a beleza, a luz, a pureza ortodoxa da prodigiosa produção mediúnica do fidelíssimo Chico Xavier, em que têm cooperado centenas de obreiros espirituais (…)

—Clóvis Tavares

O retrato de Emmanuel[editar | editar código-fonte]

Foi feito um retrato do espírito Emmanuel pelo pintor mineiro Delpino Filho. Chico Xavier informou que o espírito não "posou" para o pintor. Na verdade, o artista foi auxiliado por um pintor desencarnado, que era amigo de Emmanuel. O médium afirmou que o retrato produzido é fiel ao benfeitor, quando na personalidade do senador romano Publius Lentulus Cornelius. O único detalhe que poderia ser corrigido no retrato se refere aos lábios, que são na realidade mais estreitos e masculinos. A pintura original se encontra na sede do Grupo Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, numa sala de preces, feita no quarto onde Chico nasceu, em 1910.[6]

Encarnações[editar | editar código-fonte]

  • A 1ª encarnação de Emmanuel conhecida na Terra data do século IX a.C.. Seu nome era Simas, grão-sacerdote do templo de Amon-Rá na antiga cidade egípcia de Tebas. Foi reitor da escola de Tânis e pai da futura rainha Samura-Mat (Semíramis), do império da Assíria, da Babilônia, do Sumér e do Akad. A sua história se encontra no livro "Semíramis: a rainha da Assíria, da Babilônia e do Súmer", por Camilo Rodrigues Chaves.[7]
  • a 2ª encarnação se refere ao cônsul romano Publius Lentulus Cornelius Sura, contemporâneo de Júlio César bem como amigo de Sulla e Cícero condenado à morte no ano 63 a.C. [8]
  • a 3ª se refere a Publius Lentulus Cornelius, um senador romano e bisneto do anterior Publius Lentulus Cornelius Sura. Viveu à época do Cristo, de acordo com declarações do médium mineiro. De 24 de outubro de 1938 a 9 de fevereiro de 1939, Emmanuel transmitiu ao médium as suas impressões, revelando-nos o orgulhoso patrício romano Públio Lentulus Cornelius no romance "Há dois mil anos". Públio lutou pela sua Roma, não admitindo a corrupção e demonstrando integridade de caráter. Sofreu ao mesmo tempo durante anos a suspeita de ter sido traído pela esposa a quem tanto amava, Lívia. Teve a oportunidade de se encontrar pessoalmente com Jesus, mas entre a opção de ser servo de Jesus ou servo do mundo, optou pela última. Desencarnou na cidade de Pompeia no ano 79 da nossa era vitimado pelas cinzas do Vesúvio, cego e já voltado aos princípios de Jesus.
  • a 4ª se refere ao escravo Nestório. Na obra "Cinquenta Anos Depois", o personagem renasce em Éfeso no ano 131 com o nome de Nestório. De origem judaica, é escravizado por romanos que o conduzem ao país de sua anterior existência. Nos seus 45 anos presumíveis, mostra em seu porte um orgulho silencioso e inconformado. Apartado do filho, que também fora escravizado, volta a encontrá-lo durante uma pregação nas catacumbas onde tinha a responsabilidade da palavra. Cristão desde a infância, é preso e, por manter-se fiel a Jesus, é condenado à morte. Com os demais, ante o martírio, canta, de olhos postos no Céu e, no mundo espiritual, é recebido pelo seu amor de outrora, Lívia.
  • a 5ª se refere a Basílio, romano filho de escravos gregos que nasceu em Chipre como liberto no ano 233. Casou-se com a escrava Júnia Glaura e teve uma filha, porém ambas morreram precocemente. Posteriormente, adotou para si uma criança abandonada numa cesta, que mais tarde recebeu o nome de Lívia (há uma hipótese de que esta teria sido uma das reencarnações de Francisco Cândido Xavier, de acordo com informações de Arnaldo Rocha - amigo de longa data de Chico - onde afirma que o médium lhe deu esta informação[9] ), vivendo com ela até o fim de seus dias, onde fora torturado e morto. Mais detalhes são revelados no livro "Ave Cristo", pela psicografia de Francisco Cândido Xavier.[10]
  • a 6ª se refere a São Remígio, bispo de Remis. Nasceu no ano 439, em Lyon. De família nobre e religiosa, considerado o maior orador sacro do reino dos francos pela sua especialidade em retórica. Considerado também o apóstolo dos pagãos, nas Gálias, era conhecido pela sua pureza de espírito bem como pelo seu profundo amor a Deus e ao próximo. Desencarnou em janeiro de 535, aos 96 anos. [11]
  • a 7ª se refere ao padre Manuel da Nóbrega. De acordo com Francisco Cândido Xavier, em participação no programa "Pinga Fogo" da extinta TV Tupi, em 1971,[12] Emmanuel teria sido, nesta encarnação, o padre português Manuel da Nóbrega. O deputado Freitas Nobre teria declarado na noite de 27 de julho de 1971 em programa na mesma rede de televisão que, ao escrever um livro sobre o padre José de Anchieta, teve oportunidade de encontrar e fotografar uma assinatura de Manoel da Nóbrega, como "E. Manuel". De acordo com o seu entendimento, o "E" inicial se deveria à abreviatura de "Ermano", o que, ainda de acordo com o seu entendimento, autorizaria a que o nome fosse grafado Emanuel, um "M" apenas e pronunciado com acentuação oxítona.[13]
  • a 8ª se refere ao Padre Damiano, nascido em 1613 na Espanha. Residiu em Ávila, Castela-a-Velha, onde oficiou na Igreja de São Vicente. Desencarnou em idade avançada no Presbitério de São Jaques do Passo Alto, no burgo de São Marcelo, em Paris. Alguns detalhes desta encarnação constam no livro Renúncia, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier.
  • a 9ª se refere a Jean Jacques Turville, nascido no século XVIII na França. Foi educador da nobreza e prelado católico romano no período anterior à Revolução Francesa, vivendo no norte da França. Fugiu à ferocidade revolucionária indo para a Espanha, onde viveu até a morte. [14]
  • a 10ª se refere ao Padre Amaro, um humilde sacerdote católico que viveu entre os séculos XIX e XX. Viveu no estado brasileiro do Pará. Posteriormente foi ao Rio de Janeiro, onde se dedicou à pregação do Evangelho de Jesus, tendo inclusive tido contato com Bezerra de Menezes..[14] Há uma mensagem psicografada por Chico intitulada "Sacerdote católico que fui", na qual Emmanuel descreve com detalhes o processo de sua desencarnação nesta existência..[15]

A carta de Publius Lentulus Cornelius[editar | editar código-fonte]

Foi encontrada uma carta do senador Publius Lentulus Cornelius nos arquivos do Duque de Cesadini na cidade de Roma, enviada pelo senador em Jerusalém na época de Jesus, que havia sido endereçada ao imperador romano Tibério.

Nela, há uma descrição física e moral de Jesus feita pelo senador. A carta é a seguinte[16]

Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto, e há tanta majestade no rosto, que aqueles que o veem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes.

Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos nazarenos, o seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.

A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza, faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade.

Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos; na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo, jamais, visto por estas partes uma mulher tão bela, porém, se a majestade tua, ó César, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dá-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível.

De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram.

Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como Divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de Tua Majestade; eu sou grandemente molestado por estes malignos hebreus.

Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde, porém à tua obediência estou prontíssimo, aquilo que Tua Majestade ordenar será cumprido.

Vale, da Majestade Tua, fidelíssimo e obrigadíssimo…

—Publius Lentulus, Legado de Tibério na Judeia. Indizione settima, luna seconda.

Nova encarnação de Emmanuel no século XX[editar | editar código-fonte]

De acordo com informações do próprio Chico, ao fim do século XX Emmanuel reencarnou em uma cidade do interior de São Paulo, de acordo com informações da Sr.ª Suzana Maia Mousinho, amiga do médium desde 1957, na qual este a teria confidenciado tal fato.[17]

A informação do reencarne de Emmanuel também já foi informada em diversas outras ocasiões. No livro Entrevistas [18] , no ano de 1971, Chico afirmou que "Ele (Emmanuel) afirma que, indiscutivelmente, voltará à reencarnação, mas não diz exatamente o momento preciso em que isto se verificará. Entretanto, pelas palavras dele, admitimos que ele estará regressando ao nosso meio de espíritos encarnados no fim do presente século (XX), provavelmente na última década".

Na pergunta de número 33 do livro A Terra e o Semeador [19] , o médium disse: "Isso tem sido objeto de conversações entre ele (Emmanuel) e nós. Ele costuma dizer que nos espera no Além, para, em seguida, retornar à vida física".

Outra informação, que consta no livro Lições de Sabedoria[20] , foi obtida através da pergunta de Gugu Liberato: "É verdade que o espírito Emmanuel, que lhe ditou a base do Espiritismo prático no Brasil, se prepara para reencarnar?". Chico então respondeu: "Ele virá novamente, dentre pouco tempo, para trabalhar como professor".

D. Suzana Maia Mousinho e sua nora, D. Maria Idê Cassaño, afirmaram que em outubro de 1996, Chico havia revelado a ambas que Emmanuel começou a se preparar para o seu reencarne naquele mesmo ano. Posteriormente, Sônia Barsante, frequentadora do Grupo Espírita da Prece, afirmou que em um certo dia do ano 2000, Chico entrou em transe mediúnico, e ao regressar afirmou que havia ido em desdobramento até uma cidade do estado de São Paulo na qual pôde presenciar o nascimento de um bebê, Emmanuel reencarnado, e ainda afirmou que "todos iríamos reconhecê-lo".[21]

Obras atribuídas a Emmanuel[editar | editar código-fonte]

  • Emmanuel (1938)
  • A Caminho da Luz (1939)
  • Há Dois Mil Anos (1940)
  • Cinquenta Anos Depois (1940)
  • O CONSOLADOR (1941)
  • Paulo e Estêvão (1942)
  • Renúncia (1943)
  • CAMINHO, VERDADE E VIDA (1949)
  • PÃO NOSSO (1950)
  • VINHA DE LUZ(1952)
  • ROTEIRO (1952)
  • Ave, Cristo! (1953)
  • PALAVRAS DE EMMANUEL (1954)
  • FONTE VIVA (1956)
  • PENSAMENTO E VIDA (1958)
  • RELIGIÃO DOS ESPÍRITOS (1960)
  • SEARA DOS MÉDIUNS (1961)
  • O ESPÍRITO DA VERDADE (1962)
  • JUSTIÇA DIVINA (1962)
  • LEIS DE AMOR (1963)
  • LIVRO DA ESPERANÇA (1964)
  • PALAVRAS DE VIDA ETERNA (1965)
  • ENCONTRO MARCADO (1967)
  • NO PORTAL DA LUZ (1967)
  • ALMA E CORAÇÃO (1969)
  • VIDA E SEXO (1970)
  • BENÇÃO DE PAZ (1971)
  • RUMO CERTO (1971)
  • ENTREVISTAS (1971)
  • MÃOS UNIDAS (1972)
  • ESCRÍNIO DE LUZ (1973)
  • SEGUE-ME (1973)
  • INSTRUMENTOS DO TEMPO (1974)
  • A TERRA E O SEMEADOR (1975)
  • DEUS SEMPRE (1976)
  • COMPANHEIRO (1977)
  • CHICO XAVIER EM GOIÂNIA (1977)
  • RECADOS DO ALÉM (1978)
  • ASSIM VENCERÁS (1978)
  • INSPIRAÇÃO (1978)
  • AMIGO (1979)
  • CALMA (1979)
  • CEIFA DE LUZ (1979)
  • ALGO MAIS (1980)
  • LIVRO DE RESPOSTAS (1980)
  • URGÊNCIA (1980)
  • MOMENTOS DE PAZ (1980)
  • PRONTO SOCORRO (1980)
  • IRMÃO (1980)
  • CAMINHOS (1981)
  • ATENÇÃO (1981)
  • LINHA DUZENTOS (1981)
  • NASCER E RENASCER (1981)
  • MATERIAL DE CONSTRUÇÃO (1982)
  • PACIÊNCIA (1983)
  • MAIS PERTO (1983)
  • PAZ (1983)
  • ENTENDER CONVERSANDO (1983)
  • TOCANDO O BARCO (1983)
  • CONVIVÊNCIA (1983)
  • CONFIA E SEGUE (1984)
  • AGORA É O TEMPO (1984)
  • HOJE (1984)
  • VIAJOR (1984)
  • ESPERA SERVINDO (1984)
  • NESTE INSTANTE (1984)
  • JOIA (1985)
  • MONTE ACIMA (1985)
  • NÓS (1985)
  • DINHEIRO (1985)
  • MEDIUNIDADE E SINTONIA (1985)
  • LUZ E VIDA (1985)
  • ABRIGO (1985)
  • O ESSENCIAL (1985)
  • RECONFORTO (1986)
  • CANAIS DA VIDA (1986)
  • JESUS EM NÓS (1986)
  • TREVO DE IDÉIAS (1987)
  • HORA CERTA (1987)
  • PLANTÃO DA PAZ (1987)
  • ALVORADA DO REINO (1988)
  • CONSTRUÇÃO DO AMOR (1988)
  • INDULGÊNCIA (1989)
  • REFÚGIO (1989)
  • FÉ, PAZ E AMOR (1989)
  • SEMEADOR EM TEMPOS NOVOS (1989)
  • PERANTE JESUS (1990)
  • DOUTRINA DE LUZ (1990)
  • A SEMENTE DE MOSTARDA (1990)
  • TRILHA DE LUZ (1990)
  • ALMA E LUZ (1990)
  • HARMONIZAÇÃO (1990)
  • NOVO MUNDO (1991)
  • LUZ NO CAMINHO (1991)
  • PÉROLAS DE LUZ (1992)
  • LEVANTAR E SEGUIR (1992)
  • CENTELHAS (1992)
  • SEMENTE (1993)
  • O LIGEIRINHO (1993)
  • COMPAIXÃO (1993)
  • GOTAS DE PAZ (1993)
  • MIGALHA (1993)
  • MOMENTO (1994)
  • PALAVRAS DE CHICO XAVIER (1995)
  • ANOTAÇÕES DA MEDIUNIDADE (1995)
  • ANTOLOGIA DA AMIZADE (1995)
  • CAMINHO ILUMINADO (1998)

Obras atribuídas a Emmanuel e a André Luiz (espírito)[editar | editar código-fonte]

  • OPINIÃO ESPÍRITA (1963)
  • ESTUDE E VIVA (1965)
  • BUSCA E ACHARÁS (1975)
  • AÇÃO E CAMINHO (1987)
  • A VERDADE RESPONDE (1990)
  • TEMPO E NÓS (1993)

Obras atribuídas a Emmanuel e a espíritos diversos[editar | editar código-fonte]

  • LUZ BENDITA (1977)

Obras atribuídas a Emmanuel e a Irmão José (espírito)[editar | editar código-fonte]

  • CRER E AGIR (1985)

Referências

  1. Entrevista dada a Fernando Worm, inserida na página 170 do livro Lições de Sabedoria - Chico Xavier nos 23 anos da Folha Espírita, de Marlene Rossi Severino Nobre, editado pela Folha Espírita em 1997.
  2. Marcel Souto Maior, p. 32.
  3. Marcel Souto Maior, p. 44.
  4. Centro Espírita Seara dos Pobres.. Emmanuel. Searadospobres.com.br. Página visitada em 13 de março de 2008.
  5. Clóvis Tavares, De Amor e Sabedoria de Emmanuel. São Paulo: Editora IDE, 1996.
  6. Clóvis Tavares. Trinta anos com Chico Xavier. São Paulo: Editora IDE, 2001.
  7. Deus Conosco, p.33
  8. Deus Conosco, p.34
  9. COSTA, Carlos Alberto Braga. Chico, Diálogos e Recordações… UEM: Belo Horizonte, 2006. pp. 319.
  10. Deus Conosco, p.36
  11. Deus Conosco, p.37
  12. Jaci Régis.. Chico Xavier - Mudou a visão do Espiritismo. Espiritnet.com.br. Página visitada em 12 de março de 2008.
  13. Expoentes da Codificação Espírita. Curitiba: Federação Espírita do Paraná, 2002. p. 41 ISBN 85-86255-11-4
  14. a b Deus Conosco, p.39
  15. Deus Conosco, p.55
  16. Carta do senador Públio Lentulus ao imperador Tibério, descrevendo as características físicas e morais de Jesus (PDF). Radioriodejaneiro.am.br (2 de abril de 2010).
  17. Deus Conosco, p.43
  18. Entrevistas, editora IDE, 1971
  19. A Terra e o Semeador, editora IDE, 1975
  20. Lições de Sabedoria, organizado pela Dra. Marlene Nobre, editado em 1997 pela Folha Espírita, 2ª ed, p. 171
  21. Deus Conosco, p. 45.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Marcel Souto Maior. As Vidas de Chico Xavier. 2ª ed. São Paulo: Planeta, 2003. 270 p.
  • Francisco Cândido Xavier (ditado pelo espírito Emmanuel). Wanda Amorim Joviano e Geraldo Lemos (organizadores). Deus Conosco. 2ª ed. Belo Horizonte: Vinha de Luz, 2008. 624 p.
  • Francisco Cândido Xavier (ditado pelo espírito Emmanuel).. Há 2000 anos…. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 1939.
  • Francisco Cândido Xavier (ditado pelo espírito Emmanuel).. 50 anos depois…. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 1940.
  • Francisco Cândido Xavier (ditado pelo espírito Emmanuel).. Renúncia. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 1944.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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