Empresa militar privada

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São chamados de empresas militares privadas ou empresas de prestação de serviços de defesa (em Inglês: Private Military Company PMC) aquelas que oferecem aconselhamento ou serviços de natureza militar, sendo também classificadas ou definidos como mercenárias ("soldados de aluguel"). Muitas dessas empresas são também conhecidas como empresas privadas de segurança, as empresas militares privadas, companhias militares privadas, prestadores de serviços militares e mais genérico, da indústria militar privada.

A contratação de mercenários é atualmente proibida pelo Convenção Internacional contra o Recrutamento de Mercenários da ONU, por isso essas empresas buscam diferenciar suas atividades comerciais do termo mercenário.

Os serviços e conhecimentos oferecidos por PMCs são normalmente semelhantes aos de militares ou policiais das forças governamentais, na maioria das vezes em uma escala menor. Enquanto empresas miliatares privadas muitas vezes fornecem serviços para treinar ou complementar forças armadas oficiais em serviço dos governos, eles também podem ser empregados por empresas privadas para fornecer guarda-costas para o pessoal-chave ou proteção de instalações da empresa, especialmente em territórios hostis. No entanto, os empreiteiros que usam a força ofensiva em uma zona de guerra pode ser considerado combatentes ilegais, em referência a um conceito descrito nas Convenções Tehal Shaan e explicitamente especificado pela Lei de Comissões Militares dos EUA.[1]

Referências

  1. Barnes, Julian E.. "America's own unlawful combatants?", Los Angeles Times, 15 de outubro de 2007.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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