Encounter at Farpoint

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"Encounter at Farpoint"
1º & 2º episódio da 1ª temporada de
Star Trek: The Next Generation
A Enterprise observa as duas criaturas se reunindo.
Informação geral
Escrito por D. C. Fontana
Gene Roddenberry
Direcção Corey Allen
Exibição original 28 de setembro de 1987
Convidados

John de Lancie como Q
Michael Bell como Zorn
DeForest Kelley como Leonard McCoy
Colm Meaney como Miles O'Brien
Jimmy Ortega como Torres
Timothy Dang como Segurança da Ponte
Evelyn Guerreiro como Jovem Alferes
David Erskine como Comerciante Bandi
Cary-Hiroyuki Tagawa como Oficial de Justiça
Chuck Hicks como Oficial Militar

Cronologia
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Lista de episódios de
Star Trek: The Next Generation

"Encounter at Farpoint" é o primeiro episódio da série de ficção científica Star Trek: The Next Generation, que foi exibido pela primeira vez em 28 de setembro de 1987. Ele foi escrito por D. C. Fontana e Gene Roddenberry, sendo dirigido por Corey Allen. No enredo, a tripulação da recém construída USS Enterprise-D examina a misteriosa Estação de Longínqua, que está sendo entregue para a Federação Unida dos Planetas pelos bandi, enquanto lidam com uma entidade onipotente chamada Q.

"Encounter at Farpoint" foi produzido como um piloto para uma nova série de Star Trek, sendo um episódio de duas horas por insistência da Paramount Television. Depois do programa ser oficialmente anunciado em 10 de outubro de 1986, Roddenberry juntou uma equipe de produção que incluía muitos membros da série original. A série usou vários cenários e objetos criados para os filmes da franquia e para Star Trek: Phase II. Um elenco totalmente novo foi contratado para o piloto, e em alguns casos os personagens foram desenvolvidos para melhor se adequarem ao ator. The Next Generation estreou em syndication com uma resposta mista da crítica, algo que se manteve nos anos seguintes.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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A nova capitânia da Federação Unida dos Planetas, a nave USS Enterprise-D da Frota Estelar, é enviada para Daneb IV em sua primeira missão: pegar os membros restantes da tripulação e iniciar relações com os bandi, que, para a surpresa da Federação, conseguiram explorar suas imensas fontes de energia e construir a Estação de Longínqua. No caminho, a Enterprise encontra um ser onipotente que se identifica como um membro do Contínuo Q, declarando estar colocando a humanidade em julgamento – mostrando-se como um Grande Inquisitor e acreditando que os humanos são uma espécie inferior – e usando suas ações na iminente missão para determinar seu valor e evitar a exterminação. Antes de deixar a nave prosseguir para Daneb IV, Q avisa o Capitão Jean-Luc Picard que ele está destinado a falhar.[1]

Quando a Enterprise chega em Longínqua, os membros da tripulação que estavam esperando exploram a estação acompanhados por seu anfitrião bandi, Zorn. A tripulação suspeita de como alguns itens que eles desejam misteriosamente aparecem do nada, além de não conseguirem identificar a fonte de energia do local. Deanna Troi, uma empata, sente um ser poderoso e desesperado por perto, enquanto outros descobrem um estranho labirinto embaixo da estação. Zorn não consegue oferecer uma explicação. Enquanto a tripulação da Enterprise continua suas investigações, uma enorme nave alienígena desconhecida entra na órbita do planeta, sequestra Zorn e começa a atirar em uma cidade bandi perto da estação. Antes de Picard poder ornenar um ataque ao alienígena, Q aparece e o faz lembrar de que a humanidade está em julgamento, fazendo o capitão enviar uma equipe de desembarque. A equipe descobre passagens similares àquelas encontradas embaixo de Longínqua e consegue libertar Zorn. Suas ações fazem a nave se transformar em um criatura especial similar a uma medusa, e Picard descobre o mistério da estação. Ele confirma com Zorn que os bandi encontraram uma forma de vida similar, ferida, no planeta e exploraram sua capacidade de criar matéria para construir a Estação de Longínqua. A criatura em órbita está tentando libertar sua parceira.[2]

Apesar de Q tentar fazer com que Picard puna os bandi, ele se recusa a fazer isso, ordenando que a Enterprise envie um feixe de energia para a estação depois dela ser evacuada. O feixe liberta a criatura e a transforma de volta em sua forma de medusa, que voa para a órbita e se reencontra com seu parceiro. Enquanto a tripulação observa, Q relutantemente diz a Picard que eles completaram o teste, mas afirma que se encontrarão novamente.[2]

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Produção[editar | editar código-fonte]

Criação e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Mel Harris, chefe da Paramount Television, anunciou em 10 de outubro de 1986 a produção de uma nova série de Star Trek. Ele também anunciou que Gene Roddenberry, o criador da série original, seria o produtor executivo e o criador do novo programa.[3] Foi a segunda tentativa da Paramount para criar uma nova série de televisão baseada em Star Trek; a tentativa anterior, Star Trek: Phase II, foi cancelada em favor da produção de Star Trek: The Motion Picture.[4] O estúdio havia apresentado a Roddenberry várias ideias no começo do ano, já que era o aniversário de vinte anos da série original, mas ele as recusou porque inicialmente não queria fazer um programa novo. Ele mais tarde disse, "Apenas fiquei interessado quando o pessoal da Paramount concordou comigo e disse que uma sequência seria provavelmente impossível".[5]

Todas as quatro principais emissoras dos Estados Unidos (ABC, CBS, NBC e Fox) passaram a nova série de Star Trek, já que não estavam dispostas a comprometer-se a produzir 26 episódios de uma hora, garantir um horário que não mudasse e a realização de uma campanha promocional. A equipe prosseguiu com o projeto com o apoio da Paramount. Roddenberry começou a juntar uma equipe de produção que incluía colegas que haviam trabalhado com ele na série original, como Robert H. Justman,[6] David Gerrold e Eddie Milkis.[4] [7] Justman propôs três ideias aos outros no dia 17 de outubro: a nova nave deveria ter famílias abordo, a presença de um personagem androide e uma premissa que acabou transformando-se no holodeque. Ele posteriormente sugeriu um fuzileiro klingon como personagem recorrente, e achou que o androide poderia preencher a lacuna de "Spock" na nova tripulação, mesmo com Roddenberry evitando ter uma equipe repetida.[7]

D. C. Fontana, que anteriormente trabalhou em vários episódios da série original, recebeu a tarefa de escrever o episódio piloto.[4] A equipe de produção completa do programa se reuniu pela primeira vez em 18 de fevereiro de 1987, já tendo recebido alguns dias antes o primeiro rascunho do roteiro de Fontana.[8] A premissa original tinha a USS Enterprise e a USS Starseeker encontrando uma forma de vida que havia sido capturada e transforma em arma por uma espécie chamada annoi. Depois dos annoi mandarem as naves se renderem, a Starkeeper atiraria e seria destruída. Troi falaria com o alienígena e o convenceria a cair em um planeta próximo para que assim a tripulação da Enterprise pudesse ajudá-lo, ao mesmo tempo resgatando escravos dos annoi na superfície. Apesar das inúmeras mudanças que a história passou até sua versão final, as introduções de alguns personagens permaneceram inalteradas.[9] O enredo envolvendo Q foi adicionado posteriormente para deixar o episódio maior. Roddenberry queria um piloto de uma hora de duração, porém a Paramount queria um de duas horas.[4] Outras partes também foram colocadas para aumentar a duração, incluindo a sequência de separação do disco e a aparição do Almirante Leonard McCoy.[9]

Seleção de elenco[editar | editar código-fonte]

Roddenberry descobriu bem cedo que uma série com a tripulação original de Star Trek não seria prática, e também não queria reescalar os papéis ou ter uma equipe "recauchutada" – uma série com personagens diferentes em papéis similares aos originais. Ele explicou que "Eu odiaria pensar que nossa imaginação está tão fraca que não há outras possibilidades para se pensar".[5] A primeira chamada de elenco foi enviada em 10 de dezembro de 1986. Apesar de alguns personagens como Geordi La Forge e Beverly Crusher já estarem reconhecíveis em suas descrições nessa chamada, diferenças são aparentes como Julien Picard falando em sotaque francês quando nervoso e Data sendo não-caucasiano.[10] Macha Hernandez era a chefe de segurança latina baseada na personagem de Jenette Goldstein em Aliens, enquanto Troi deveria parecer "estrangeira" ou mais especificamente escandinava.[4] [10] Além disso, Leslie Crusher estava listada como uma adolescente de quinze anos com memória fotográfica,[10] apesar disso ter sido rapidamente alterado para um homem adolescente chamado Wesley. Justman tentou manter a adolescente mulher, mas Roddenberry achava que um número maior de histórias estariam disponíveis se o personagem fosse homem.[11]

Foto promocional do elenco principal de Star Trek: The Next Generation em sua primeira temporada. Em sentido horário: Wil Wheaton, Denise Corsby, Michael Dorn, Brent Spiner, LeVar Burton, Gates McFadden, Patrick Stewart, Marina Sirtis e Jonathan Frakes.

Patrick Stewart foi escolhido para interpretar Jean-Luc Picard depois de Justman tê-lo visto atuar na Universidade da Califórnia em Los Angeles.[12] Roddenberry insistia em um ator francês para o papel, porém Justman marcou um encontro com o ator e o resto da equipe de produção, e posteriormente Rick Berman também apoiou a escolha. Fontana achava que o americano Stephen Macht seria mais adequado.[4] Justman queria Stewart de alguma forma no programa e, com Roddenberey ainda se opondo a usá-lo como Picard, sugeriu que ele pudesse ser uma boa escolha para Data. Roddenberry não encontrou outro ator que gostasse para Picard, e mais tarde se rendeu e alterou seu conceito de Picard para se enquadrar em Stewart.[13] O ator estava disposto a interpretar o personagem com um sotaque norte-americano, porém os produtores pediram para ele manter seu sotaque britânico natural.[14] Stewart também fez um teste usando uma peruca, porém todos acharam que ficava horrível.[4] Ele ficou feliz por ter conseguido o papel, afirmando "A grande força de Star Trek é sua sensação clássica e épica. Para um ator com o meu histórico, há mais riqueza e densidade do que você normalmente encontra na televisão".[14]

O William T. Riker favorito de Roddenberry era Jonathan Frakes, que passou por sete testes antes de ser escolhido.[13] Apesar de ter sido a segunda escolha da equipe de seleção de elenco, Frakes foi contratado quando a primeira escolha não impressionou nos testes.[4] Marina Sirtis fez teste para Hernandez, enquanto Denise Crosby para o papel de Troi. Ambas conseguiram os papéis com a aprovação de Berman e Justman, porém Roddenberry trocou os papéis das atrizes por pensar que Sirtis seria mais adequada como a conselheira da nave. Macha Hernandez foi reescrita e se transformou em Tasha Yar para se melhor adequar a Crosby.[13] LeVar Burton havia trabalhado com Justman no piloto de uma série chamada Emergency Call, e lhe foi sugerido que tentasse o papel de La Forge. Tanto Gates McFadden quando Brent Spiner conseguiram os papéis de Berverly Crusher e Data, respectivamente, através do processo normal de testes.[15] Eric Manyuk também foi considerado para Data, e mais tarde seria chamado para interpretar o personagem recorrente do Viajante.[16] Justman posteriormente reconheceria que ele era o único que preferia Menyuk no papel.[4]

O papel de Worf necessitava um ator negro para facilitar a aplicação da maquiagem klingon; o personagem originalmente seria recorrente, porém após a escolha de Michael Dorn e seu trabalho em "Encounter at Farpoint", o papel foi expandido.[17] [18] Wil Wheaton foi escolhido para interpretar Wesley Crusher apesar de acreditar ter feito um teste horrível.[18] O elenco de Star Trek: The Next Generation foi anunciado oficialmente em 15 de maio de 1987.[19] Havia certa incerteza entre o elenco principal sobre a segurança de seus papéis, já que eles não souberam até depois do fim das gravações que o programa tinha recebido uma encomenda para mais treze episódios.[17]

A aparição de DeForest Kelley como Leonard McCoy foi mantida em segredo, com o personagem sendo chamado nos roteiros apenas como "Almirante". Apesar de Roddenberry querer que Kelley aparecesse, ele achou que o ator iria recusar a oferta. Os dois almoçaram juntos e Roddenberry sugeriu a aparição, com Kelley concordando em participar e exigindo receber apenas o salário mínimo previsto pelo Screen Actors Guild. Ele mais tarde disse, "Eu só queria ... que fosse o meu jeito de dizer obrigado a Gene pelas tantas coisas boas que ele fez por mim".[9] Colm Meaney foi selecionado para o papel de alferes na ponte de batalha e, após outra aparição no episódio "Lonely Among Us", ele ganhou o papel de Miles O'Brien na segunda temporada.[9] John de Lancie deliberadamente não compareceu ao seu primeiro teste por estar na época atuando em uma peça; um segundo teste foi marcado durante seu horário de intervalo para que assim ele pudesse aparecer. de Lancie disse que após o teste, "Um cara grande veio, colocou suas mãos nos meus ombros, e disse, 'Você faz minhas palavras soarem melhores do que realmente são'. Eu disse, 'Bom, você deve ser o roteirista'. Ele disse, 'Eu sou Gene Roddenberry'. Eu não tinha a menor ideia de quem ele era".[4]

Filmagens[editar | editar código-fonte]

Pelo orçamento ter sido considerado baixo para um episódio piloto, os cenários e equipamentos já existentes dos filmes de Star Trek foram reusados. Milkis e Justman receberam a tarefa de inspecionar os cenários dos filmes nos armazéns da Paramount para ver quais poderiam ser usados. A dupla mais tarde disse que um dos armazéns estava tão cheio das fezes dos gatos que viviam no estúdio que era impossível de se andar.[20] Alguns cenários foram reusados, incluindo a ponte da Enterprise dos filmes que foi modificada para ser a ponte de batalha da Enterprise-D,[21] e a engenharia dos filmes se tornou a engenharia de The Next Generation, adicionando-se um console de comando de Star Trek IV: The Voyage Home e duas paredes da enfermaria dos filmes. O restante da enfermaria do cinema se tornou o deque de observação durante a primeira temporada. Alguns dos cenários continham componentes de The Motion Picture e Phase II.[22]

Depois da realização de testes com uma companhia para efeitos gerados por computador, foi decidido que para alcançar uma maior realismo a Industrial Light & Magic (ILM) seria contratada para criar os modelos da Enteprise;[23] à um custo de 75.000 dólares, foram construídas uma versão de 1.8 m e outra de 61 cm. A ILM também desenvolveu o efeito de "entrada de dobra", fazendo com que permanecessem nos créditos finais do programa durante suas sete temporadas.[24] As filmagens começaram sob a direção de Corey Allen em 29 de maio de 1987, sendo completadas em 25 de junho.[25] Wheaton lembra que durante as filmagens de "Encounter at Farpoint" a maior parte do elenco acreditava que a série iria durar apenas um ano.[26]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

"Encounter at Farpoint" foi exibido em 98 emissoras independentes e 112 afiliadas. Em vários lugares, como Dallas, Los Angeles, Seattle e Miami, as emissoras que estavam mostrando o episódio conseguiram índices de audiência maiores que as quatro grandes juntas no horário nobre.[17] No total, o programa teve uma audiência de 27 milhões de telespectadores.[4] Na época, ele foi imediatamente chamado de "o drama televisivo de maior audiência na história da syndication".[17]

Jill L. Lanford, do The Herald Journal, assistiu o episódio antes da estreia da série, achando que era o ressurgimento de uma "lenda". Ela acreditou que "Encounter at Farpoint" era reminiscente dos episódios clássicos "Arena" e "The Squire of Gothos", que era o "veículo perfeito para introduzir a tripulação" e um "grande começo".[27] Bob Niedt assistiu o episódio para a Newhouse News, achando que o programa tinha potencial, porém haviam problemas como "partes onde o diálogo é pedonal e as interações crépitas".[28] Tom Shales do The Washington Post achou que a ponta de Kelley foi "tocante", porém achou que Stewart era um "careca excêntrico que seria melhor como vilão" e que Frakes "beira o piegas".[29]

Michelle Erica Green avaliou o episódio para o TrekNation, achando-o decepcionante, especialmente Picard, as personagens femininas e a falta de senso de humor.[30] O ator Wil Wheaton, escrevendo para a TV Squad anos depois, deu a "Encounter at Farpoint" uma nota "C–", sugerindo que "na época, trekkies que esperavam ver o Star Trek dos anos sessenta que estavam acustumados devem ter ficado desapontados".[31] Zack Handlen da The A.V. Club criticou alguns elementos como a "sequência longa e sem sentido" onde a Enterprise passa por uma separação do disco, descrevendo o episódio como "mais funcional do que inspirador". Ele elogiou a interpretação de Stewart, descrevendo-o como um "ator muito bom", e gostou de John de Lancie como Q. No final, ele deu uma nota "B–".[32] James Hunt, da Den of Keek, revendo o programa após seu lançamento em Blu-ray, disse que "Encounter at Farpoint" é no geral muito bom, e "mesmo que não tivesse sido o primeiro episódio, vale a pena ser visto" apesar de pertencer "aquela que é provavelmente a pior temporada de Star Trek".[33] Keith DeCandido do site Tor.com achou que o ritmo do episódio era lento, porém também achou que Stewart e Spiner se destacavam dentre o elenco por boas razões. Ele gostou das referências à série original, especialmente a aparição de Kelley. Ele acabou dando uma nota quatro de dez.[34]

Referências

  1. Encounter at Farpoint, Part I StarTrek.com. Visitado em 23 de setembro de 2012.
  2. a b Encounter at Farpoint, Part II StarTrek.com. Visitado em 23 de setembro de 2012.
  3. Nemecek 2003, p. 1
  4. a b c d e f g h i j k Vary, Adam B. (25 de setembro de 2007). Star Trek: TNG: An Oral History Entertainment Weekly. Visitado em 13 de outubro de 2012.
  5. a b Nemecek 2003, p. 2
  6. Nemecek 2003, p. 3
  7. a b Nemecek 2003, p. 4
  8. Nemecek 2003, p. 7
  9. a b c d Nemecek 2003, p. 24
  10. a b c Nemecek 2003, p. 13
  11. Nemecek 2003, p. 14
  12. Nemecek 2003, p. 17
  13. a b c Nemecek 2003, p. 18
  14. a b Mills, Bart. (23 de outubro de 1987). "'Trek' role is a blast for Shakespearean actor Patrick Stewart". Chicago Sun Times.
  15. Nemecek 2003, p. 19
  16. Reeves-Stevens 1998, p. 50
  17. a b c d Reeves-Stevens 1998, p. 57
  18. a b Nemecek 2003, p. 20
  19. Nemecek 2003, p. 16
  20. Nemecek 2003, p. 8
  21. Nemecek 2003, p. 9
  22. Nemecek 2003, p. 10
  23. Nemecek 2003, p. 11
  24. Nemecek 2003, p. 12
  25. Reeves-Stevens 1998, p. 48
  26. Wheaton 2009, p. 24
  27. Lanford, Jill L.. (3 de outubro de 1987). "New 'Star Trek' series shows promise". The Herald Journal: p. C9.
  28. Niedt, Bob. (30 de setembro de 1987). "New 'Star Trek' series should live long, prosper". Newhouse News: p. C4.
  29. Shales, Tom. (3 de outubro de 1987). "'Trek': A Tad Below Warp Speed". The Washington Post.
  30. Green, Michelle Erica (16 de fevereiro de 2007). Encounter at Farpoint TrekNation. Visitado em 24 de setembro de 2012.
  31. Wheaton, Wil (3 de janeiro de 2007). Star Trek: The Next Generation: Encounter at Farpoint (Part I) (series premiere) Huffpost TV. Visitado em 24 de setembro de 2012.
  32. Handlen, Zack (2 de abril de 2010). "Encounter at Farpoint" The A.V. Club. Visitado em 24 de setembro de 2012.
  33. Hunt, James (14 de setembro de 2012). Revisiting Star Trek TNG: Encounter At Farpoint Den of Geek. Visitado em 24 de setembro de 2012.
  34. DeCandido, Keith (9 de maio de 2011). Star Trek: The Next Generation Rewatch: “Encounter at Farpoint” Tor.com. Visitado em 24 de setembro de 2012.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Nemecek, Larry. Star Trek: The Next Generation Companion. 3. ed. Nova Iorque: Pocket Books, 2003. ISBN 0-7434-5798-6.
  • Reeves-Stevens, Judith & Garfield. Star Trek: The Next Generation: The Continuing Mission. 2. ed. Nova Iorque: Pocket Books, 1998. ISBN 0-6710-2559-7.
  • Wheaton, Wil. Memories of the Future: Volume 1. Pasadena: Monolith Press, 2009. ISBN 978-0974116044.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]