Engenharia de pesca

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Trabalhadores realizam a despesca de um viveiro de peixe no Mississippi.
engenharia de pesca
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A engenharia de pesca é um ramo da engenharia e da biologia que desempenha atividades referentes ao aproveitamento dos recursos naturais aquáticos, através da aquicultura, da pesca e do beneficiamento do pescado, bem como da preservação dos estoques pesqueiros e da fauna aquática.

Aplica conhecimentos da biologia e das ciências exatas (física, matemática e química) para desenvolver técnicas que permitam melhorar os resultados das atividades pesqueiras, podendo projetar indústrias pesqueiras, além de utilizar biotecnologia, por exemplo, na utilização de substâncias retiradas de algas na indústria alimentar e farmacêutica.

Método[editar | editar código-fonte]

A Engenharia de Pesca utiliza ferramentas como: a computação, a física, a química, a matemática e um conjunto de técnicas para o desenvolvimento de suas atividades, entre as quais, modelos matemáticos.

Formação acadêmica[editar | editar código-fonte]

As disciplinas das áreas das ciências exatas e biológicas, como cálculo, estatística, ecologia e zoologia, fazem parte do currículo deste profissional. O estudante tem aulas de biologia pesqueira, bioquímica, meteorologia, tecnologia do pescado, aquicultura, economia e administração de empresas pesqueiras.

Teoricamente, as aulas práticas e teóricas ocupam boa parte da carga horária. As aulas práticas são algumas vezes realizadas em laboratório e no campo. Nelas, o aluno aprende técnicas de navegação, métodos de processamento do pescado, cultivo de peixes, moluscos, crustáceos, plantas aquáticas e outros organismos aquáticos.

Cursos de Engenharia de Pesca no Brasil[editar | editar código-fonte]

Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Espírito Santo
Maranhão
Pará
Paraná
Pernambuco
Piauí
Rio Grande do Norte

Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Rondônia
Sergipe
Santa Catarina
São Paulo

Campo de atuação[editar | editar código-fonte]

Setor público[editar | editar código-fonte]

Órgãos públicos como Secretarias Municipal, Estadual e Federal, bem como, relacionados a preservação e conservação do meio ambiente (Ibama[1] ) e docente.

Iniciativa privada[editar | editar código-fonte]

Por exemplo, nos ramos da algocultura, aquariofilia, embarcações pesqueiras, carcinicultura, ostreicultura, salmonicultura, tilapicultura e frigoríficos de pescado e na própria pesca.

Publicação científica[editar | editar código-fonte]

Revista Brasileira de Engenharia de Pesca

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]