Engenho Central de Piracicaba
| Engenho Central de Piracicaba | ||
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| Localização | ||
| Construção | Estêvão Ribeiro de Sousa Resende (19 de janeiro de 1881.[1]) | |
| Estilo | Antigo | |
| Conservação | Bom | |
| Aberto ao público | ||
O Engenho Central de Piracicaba, localizado às margens do Rio Piracicaba, na cidade de Piracicaba, foi construído por Estêvão Ribeiro de Sousa Resende, o Barão de Rezende, em 1881, com o objetivo de substituir o trabalho escravo pelo assalariado e pela mecanização.
Devido às dificuldades de manutenção das máquinas importadas, o engenho foi vendido em 1899 à Societé Sucrérie Brèsiliennes, transformando-se no mais importante do país, com uma produção anual de 100 mil sacas de açúcar e três milhões de litros de álcool, incorporando-se a outras seis usinas do grupo no estado de São Paulo. Foi desativado em 1974 e reconhecido como patrimônio histórico. Desapropriado pela Prefeitura, passou a ocupar importante espaço cultural, artístico e recreativo. Sua área verde é de 80 mil metros quadrados e a área construída ocupa 12 mil metros quadrados.
Antigamente, a cana era trazida da roça por trens (além dos caminhões). No local, ainda encontram-se os trilhos e barracões de carga dos trens que carregavam o açúcar e o álcool.
O Engenho Central foi tombado como patrimônio histórico e cultural em 11 de agosto de 1989, pelo CODEPAC, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Piracicaba.[2]