Entusiasmo
Entusiasmo (do grego en + theos, literalmente 'em Deus') originalmente significava inspiração ou possessão por uma entidade divina ou pela presença de Deus.1 Atualmente, pode ser entendido como um estado de grande arrebatamento e alegria.2 Uma pessoa estusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor. O entusiasmo pode portanto ser considerado como um estado de espírito otimista.
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Origem da palavra [editar]
Embora a palavra entusiasmo seja de origem grega, ela chegou até nós através dos filósofos franceses no século XVI durante o Renascimento na Europa, um período de grandes mudanças no pensamento humano até então dominado pela Igreja Católica, que foi a transição para a idade do pensamento livre. O florescimento cultural e científico renascentista deu origem a sentimentos de otimismo, abrindo positivamente o homem para o novo e incentivando seu espírito de pesquisa, tendo o entusiasmo sido escolhido por vários intelectuais da época como a palavra da moda.3
Tipos [editar]
Existem dois tipos de entusiasmo: endógeno, que é gerado dentro do próprio indivíduo; e o exógeno, que depende de um estímulo externo, chamado comumente de motivação.4
Fatores internos [editar]
O entusiasmo por si só não se sustenta, ninguém consegue manter-se entusiasmado se não possuir metas claras para alcançar um objetivo principal bem definido, e não se pode ficar esperando as melhores oportunidades para começar. Na maioria das vezes, é necessário ir à busca e criar as oportunidades para que as coisas aconteçam. Em outras palavras, só depende do indivíduo, ninguém pode ter entusiasmo por outra pessoa.5
Fatores externos [editar]
Enquanto os fatores internos do entusiasmo surgem dos níveis mais altos da hierarquia de necessidades de Maslow e de um objetivo principal bem definido, os fatores externos podem ser vinculados à motivação.4 Dependendo do nível intelectual e social de cada pessoa, o fator motivacional estará em um determinado nível da escala das necessidades, o mais comum é tentar motivar as pessoas com as necessidades localizadas na base da pirâmide, necessidades fisiológicas, segurança, amor e relacionamentos. Uma política de bonificação financeira é um bom exemplo de motivador externo, mas a perenidade desse motivador é sempre de curta duração.
Referências
Bibliografia [editar]
- ALBUQUERQUE, Jamil. A Lei do Triunfo para o século 21. São Paulo: Napoleon Hill, 2009. ISBN 978-85-63149-00-8
- CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Campus, 1999. ISBN 978-85-35213-48-5
- GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1996. ISBN 978-85-73020-80-9
- HILL, Napoleon; Sousa, Fernando Tude de (trad.). A Lei do Triunfo. Rio de Janeiro: José Olympo, 2008. ISBN 978-85-03002-39-4