Entusiasmo

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Entusiasmo (do grego en + theos, literalmente 'em Deus') originalmente significava inspiração ou possessão por uma entidade divina ou pela presença de Deus.[1] Atualmente, pode ser entendido como um estado de grande arrebatamento e alegria.[2] Uma pessoa entusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor. O entusiasmo pode portanto ser considerado como um estado de espírito otimista.

Origem da palavra[editar | editar código-fonte]

Embora a palavra entusiasmo seja de origem grega, ela chegou até nós através dos filósofos franceses no século XVI durante o Renascimento na Europa, um período de grandes mudanças no pensamento humano até então dominado pela Igreja Católica, que foi a transição para a idade do pensamento livre. O florescimento cultural e científico renascentista deu origem a sentimentos de otimismo, abrindo positivamente o homem para o novo e incentivando seu espírito de pesquisa, tendo o entusiasmo sido escolhido por vários intelectuais da época como a palavra da moda.[3]

Tipos[editar | editar código-fonte]

Existem dois tipos de entusiasmo: endógeno, que é gerado dentro do próprio indivíduo; e o exógeno, que depende de um estímulo externo, chamado comumente de motivação.[4]

Fatores internos[editar | editar código-fonte]

O entusiasmo por si só não se sustenta, ninguém consegue manter-se entusiasmado se não possuir metas claras para alcançar um objetivo principal bem definido, e não se pode ficar esperando as melhores oportunidades para começar. Na maioria das vezes, é necessário ir à busca e criar as oportunidades para que as coisas aconteçam. Em outras palavras, só depende do indivíduo, ninguém pode ter entusiasmo por outra pessoa.[5]

Fatores externos[editar | editar código-fonte]

Enquanto os fatores internos do entusiasmo surgem dos níveis mais altos da hierarquia de necessidades de Maslow e de um objetivo principal bem definido, os fatores externos podem ser vinculados à motivação.[4] Dependendo do nível intelectual e social de cada pessoa, o fator motivacional estará em um determinado nível da escala das necessidades, o mais comum é tentar motivar as pessoas com as necessidades localizadas na base da pirâmide, necessidades fisiológicas, segurança, amor e relacionamentos. Uma política de bonificação financeira é um bom exemplo de motivador externo, mas a perenidade desse motivador é sempre de curta duração.

Referências

  1. Albuquerque, A Lei do Triunfo para o século 21, p. 128
  2. Entusiasmo @ Dicionário Michaelis. Visitado em 15 de abril de 2013.
  3. Albuquerque, A Lei do Triunfo para o século 21, p. 130
  4. a b Albuquerque, A Lei do Triunfo para o século 21, p. 129
  5. Hill, A Lei do Triunfo, p. 320

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ALBUQUERQUE, Jamil. A Lei do Triunfo para o século 21. São Paulo: Napoleon Hill, 2009. ISBN 978-85-63149-00-8.
  • CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Campus, 1999. ISBN 978-85-35213-48-5.
  • GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1996. ISBN 978-85-73020-80-9.
  • HILL, Napoleon; Sousa, Fernando Tude de (trad.). A Lei do Triunfo. Rio de Janeiro: José Olympo, 2008. ISBN 978-85-03002-39-4.
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