Epigénese

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A preocupação com os processos de desenvolvimento dos seres vivos é muito antiga. O filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.) propunha que, durante a formação do embrião, estruturas novas iam sendo formadas progressivamente, num processo que ele denominou epigênese. Esta idéia contrapunha-se a visão de que o embrião já estava pré-formado no gameta e, durante o processo de desenvolvimento deveria apenas crescer. A posição de Aristóteles prevaleceu até o século XVII quando, então, os embates entre os preformacionistas e os defensores da epigênese se reacenderam, tendo perdurado por todo o século XVIII. Alguns estudiosos, defensores do pre-formacionismo, alegavam que o embrião, já formado, encontrava-se no espermatozóide e que este "homúnculo" podia ser visualizado ao microscópio óptico. Somente com o estabelecimento da Teoria Celular por Mathias Schleiden e Theodor Schwan, entre 1838-1839, é que a discussão foi abandonada.

Esta teoria é contrária ao Preformismo, pois nega a existência de estruturas pré-formadas no ovo que mais tarde são desenvolvidos; afirma que as potencialidades que são desenvolvidas não são exclusivamente dependentes do código genético, mas também são influenciadas pelo meio ambiente.

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