Episteme
Episteme (ie ἐπιστήμη) é o conjunto de ensinamentos de Aristóteles e Thales de Mileto, no século XII, que pode vincular um determinado momento, as práticas discursivas que dão origem a certas figuras epistemológicas.
A episteme não é um conhecimento, nem uma forma de racionalidade, nem tem como objetivo construir um sistema de postulados e axiomas, mas pretende viajar um campo ilimitado de relações, o retorno, continuidades e descontinuidades.
A episteme não é uma criação humana, é sim o "lugar" onde o homem é instalado em um local em que conhece e age de acordo com as regras estruturais da episteme (inconsciente). As ciências humanas são parte da episteme moderna, que marca o limiar da nossa modernidade. A episteme moderna elaborou o perfil do homem que "faz a sua história" porque é o episteme que torna um homem assim.
O fim do homem é o fim da episteme, em que o homem é o objeto principal de conhecimento. Na episteme não intensidades sem fim e é a realidade em um dado momento. Esta estrutura compensa o homem na construção do mundo. O conhecimento não é metódica, mas também social, ideológica, coletivo, empírica, e assim por diante.
É do conhecimento metodologicamente construída em oposição às opiniões individuais.
Do ponto de vista das ciências da complexidade e de acordo com as teses de Carlos Eduardo Maldonado episteme, no sentido da antiga Grécia deve ser concebida como um conceito mais amplo que poderiam ser protegidas ou referiu-se ao estudo de assuntos tão diversos como Matemática, Física, filosofia, e artes. (o estudo da episteme era muito mais do que o estudo da ciência ou da filosofia)