Erval Seco

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Município de Erval Seco
Bandeira desconhecida
Brasão de Erval Seco
Bandeira desconhecida Brasão
Hino
Aniversário 12 de abril
Fundação 12 de abril de 1964 (50 anos)
Gentílico ervalsequense
Lema Presente e Futuro Nas Mãos Do Povo
Prefeito(a) Gilmar Lechewitz (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Erval Seco
Localização de Erval Seco no Rio Grande do Sul
Erval Seco está localizado em: Brasil
Erval Seco
Localização de Erval Seco no Brasil
27° 32' 56" S 53° 30' 14" O27° 32' 56" S 53° 30' 14" O
Unidade federativa  Rio Grande do Sul
Mesorregião Noroeste Rio-grandense IBGE/2008[1]
Microrregião Frederico Westphalen IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Seberi, Redentora, Dois Irmãos das Missões, Tenente Portela, Palmitinho, Vista Alegre, Taquaruçu do Sul
Distância até a capital 430 km
Características geográficas
Área 363,892 km² [2]
População 7 878 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 21,65 hab./km²
Altitude 425 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,74 alto PNUD/2000[4]
PIB R$ 93 879,686 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 11 318,99 IBGE/2008[5]
Página oficial

Erval Seco é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. A origem do nome vem dos de grandes ervais (pés de erva-mate) que ali se encontravam e pegaram fogo[carece de fontes?].

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a uma latitude 27º32'57" sul e a uma longitude 53º30'15" oeste, estando a uma altitude de 425 metros. Sua população estimada em 2004 era de 08.650 habitantes.

História[editar | editar código-fonte]

O município de Erval Seco pertencia à extensão de terras de Palmeira das Missões. A colonizadora pertencente a Herman Meyer, alemão, adquiriu as terras onde hoje se encontra a cidade. Ao sudeste do município, as terras eram de propriedade do Capitão Balbino Pereira dos Santos. Ao sudoeste, eram de propriedade do Coronel Serafim de Moura Reis Neto. Ao norte, pertenciam ao município de Tenente Portela. A colonizadora Herman Meyer contratou agrimensores para planificar a área. Essa área fora demarcado por meados de 1918. O mesmo agrimensor fez a planta baixa da cidade, em uma região que era possível construir. As ruas foram abertas e foram feitos lotes de 100 x 100 m ao longo de vasta extensão territorial. Ali se radicou uma população predominantemente alemã, mas também fortemente italiana. Além de italianos e alemães, existiam resquícios de lusitanos e negros, havendo ainda brasileiros. O projeto da colonizadora seria implantar uma cidade tipicamente alemã. Porém, coma falência da mesma, esse sonho nunca veio se tornar realidade. Com o fim do coronelismo em Erval Seco, em meados dos anos de 1950, as únicas esperanças de se tornar um local próspero se foram e a localidade mergulhou na estagnação. Recebeu sua emancipação política em 12 de abril de 1964, tendo como primeiro prefeito o Sr. Ediberto Schimidt (PMDB). Nessa época, a localidade já estava estagnada. A passos lentos se desenvolveu. A partir do ano de 2000, muita coisa aconteceu. A cidade retomou o crescimento econômico, apesar de registrar forte êxodo rural para locas como a região metropolitana gaúcha. Efetivamente, após 2010 fora notado o ápice de desenvolvimento sócio-econômico municipal. A construção civil está em alta, a agricultura se tornou produtiva e diversificada, havendo desde pequenas propriedades familiares rurais, até grandes produtores da monocultura da soja, milho e trigo. Também é importante ressaltar a participação das agroindústrias na economia local. Além disso, o município conta com um polo industrial de malhas, tendo vários empresários do ramo. Também há fábricas do ramos alimentício. Na região do Alto Uruguai, o município se destaca na questão energética. Possui dois rios principais, o Rio Guarita e o Rio Fortaleza que são amplamente aproveitados para a geração de energia elétrica, havendo quatro usinas hidrelétricas de pequeno porte, uma de médio porte e outra dessa mesma categoria em fase final de construção. Em uma das usinas hidrelétricas de pequeno porte, sendo essa uma geradora estadual de eletricidade pertencente à CEEE,também existe uma subestação regional, responsável pela iluminação do extremo norte gaúcho.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.

Ver também[editar | editar código-fonte]


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