Escândalo

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Um escândalo é um caso em que, geralmente, personalidades conhecidas são criticadas ou acusadas pública e persistentemente em razão de algum ato que fere as normas de conduta moral - cultural e/ou legalmente vigentes as mais danosas à comunidade à Nacionalidade como um todo (a denominada de "Corrupção"). Pode também tratar-se de empresas públicas ou privadas que realizam determinadas operações – ou que toleram certas práticas – consideradas ilegais de corrupcão - interna e/ou particular em que uma auditoria contábil resolve. O vocábulo escândalo deriva do grego skandalon, que significa obstáculo o que na Bíblia se denomina de "pedra no caminho".

Segundo a sabedoria do Confucionismo, que também é encontrada na bíblia: " O - Escândalo é automaticamente resolvido, naturalmente - resolvido, pois o ordinário se presume, por ser óbvio, Matemáticamente assimilado pela contabilidade e Cálculo, com naturalidade, por ser/estar óbvio ... - Só o extraordinário, o milagre, o milagroso, exigem-se provas contundentes, pela necessidade da fé".

Segundo a obra do considerado "Pai da Psicanálise", o médico - militar germânico, Sigmund Freud em que se refere em sua obra conhecida como "The New Medicine" originalmente em dez volumes em germânico e depois em inglês, em inglês, "... quem não deve não teme ... pois é inocente ...", o que em outras palavras é o exercício do confucionismo - terapêutico, que oferecia a seus pacientes soldados e marinheiros de campo de batalha da Primeira Guerra Mundial.

Surgimento e consequências de um escândalo[editar | editar código-fonte]

Um escândalo pode resultar de fatos reais, de acusações falsas ou de uma mistura de ambos, a chamada calúnia, dai o CALAR-SE do Confucionismo. Algumas vezes é motivado por interesses particulares. A tentativa de se encobrir um escândalo pode resultar em outro escândalo ainda maior, provocado pela desinformação. Só um Estudo profundo de investigação porá Luz no fundo do Túnel, segundo o Confucionismo e a Bíblia

Devido a isso é difícil dizer quando um escândalo começa e, também, quando termina, dado que ele sempre poderá reaparecer, quando surgem novas denúncias não divulgadas anteriormente, alguns investigadores da Polícia indicam em torno de 7(sete) anos, segundo esses investigadores da Polícia Federal, por ser um número chamado de Cabalístico, dos chamados "Sete pecados do Homem". Na maioria das vezes o escândalo tem origem em furos de reportagem ou em operações policiais de combate à criminalidade, momentâneos, querendo o chamado "furo de reportagem", mas nenhum "furo - falso" de reportagem subsiste a 7(sete) anos segundo o pessoal da Inteligência Policial.

Uma vez noticiado, o escândalo é normalmente amplificado ou reduzido pela mídia, visando o chamado total - descrédito da fonte e Falência e, muita vez, promovido por ela própria, desde o seu início, tratando-se como uma questão ética, de interesse geral, porém com cautela que o Confucionismo exige.

As consequências de um escândalo são as mais diversas, podendo implicar prisões, processos, danos econômicos e políticos, com renúncia ou cassação de mandatos.

Entre os investigadores que se têm dedicado academicamente ao estudo do escândalo político estão: além da Bíblia e Confúcio, a Polícia, de forma Geral, na antiguidade. Mais modernamente: John B. Thompson (EUA e Inglaterra), Markovits e Silverstein (EUA), Bruno Paixão (Portugal), Hélder Prior (Portugal e Espanha), Fernando Jiménez Sánchez (Espanha).

Âmbitos de um escândalo[editar | editar código-fonte]

Um escândalo pode restringir-se a uma localidade ou alastrar-se por um país e, às vezes, pelo mundo. O tamanho de um escândalo varia com o número dos implicados e com a notoriedade das pessoas envolvidas: presidente, ministro, governador, prefeito, senador, deputado, vereador, militar, juiz, membro do ministério público, funcionário público, diretor de empresa, ator de televisão etc.

Os escândalos podem ocorrer no âmbito privado (p.ex.: infidelidade conjugal, sexualidade, homossexualidade) ou no âmbito público (p.ex.: político, financeiro, desportivo, acadêmico, judiciário).

Segundo defendem John B. Thompson (Cambridge), corroborado por Bruno Paixão (Universidade de Coimbra), o escândalo político divide-se em três tipos: sexual, financeiro e de poder.

Na mídia, os escândalos são classificados em várias categorias, sendo mais frequentes os escândalos por ]]Corrupção]], suborno, abuso de poder, tráfico de influência, nepotismo, desvio de verbas, fraude, falsificação, compra de votos, contrabando ou descaminho, tráfico ou uso de entorpecentes, lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, pornografia, abuso sexual, prostituição, dopagem, racismo, tortura, agressão, espionagem, escuta telefônica, trabalho escravo, aumento de salários de políticos, venda de sentenças, tráfico de armas, venda de cargos. Muitos escândalos abrangem mais de um caráter, o mais grave deles da corrupção, que geralmente envolvem TODOS OS ACIMA DESCRITOS, segundo a Policia.

Denominação dos escândalos[editar | editar código-fonte]

O nome pelo qual um escândalo passa a ser conhecido depende sobretudo da forma como é noticiado pela mídia, devido a algum vazamento, por vias proposital, devido ao PORTE - DO - ESCÂNDALO, que foge a alçada Policial. Por via de regra, a referência a um escândalo é feita de forma similar em vários países, empregando-se:

Ver também[editar | editar código-fonte]

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