Escólio

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Escólio (gr: σχόλιον, scholion; "commentário", "interpretação"), são comentários gramaticais, críticos ou explicativos, sejam originais ou extraídos de comentários pré-existentes, que são inseridos na margem do manuscrito de um autor antigo, como glosas. Aquele que escreve escólios é um escoliasta.

A finalidade destes instrumentos é a de tornar inteligíveis os autores clássicos. Apolônio e Longino, fizeram escólios da obra de Homero e, por sua vez, Píndaro foi anotado por Aristófanes e Aristarco.

Lista de escoliastas da Antiguidade[editar | editar código-fonte]

Alguns escólios antigos são de excelente qualidade e importância para serem rotulados simplesmente de "comentários". A existência de uma tradução comercial é muitas vezes usada para distinguir entre "escólios" e "comentários". Segue-se uma lista cronológica de comentários antigos escritos definidos como aqueles para os quais traduções comerciais foram feitas:

  • Asconio (c. 55 d.C.), sobre Pro Scauro, In Pisonem, Pro Milone, Pro Cornelio and In toga candida de Cícero;
  • Sérvio (c. 400 d.C.) sobre a Eneida de Virgílio;
  • Macróbio (c. 400 d.C.), sobre Sonho de Cipião de Cícero;
  • Proclo (c. 440 d.C.), sobre Parmênides e Timeu de Platão e Elementos de Euclides;
  • Boécio (c. 520 d.C.), sobre Tópicos de Cícero