Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro
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| EBA Escola de Belas Artes |
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| Lema | ' |
|---|---|
| Fundação | 12 de agosto de 1816 |
| Tipo de instituição | Pública, Federal |
| Mantenedora | {{{mantenedora}}} |
| Orçamento anual | R$ |
| Funcionários | |
| Docentes | |
| Total de estudantes | |
| Ensino Fundamental | |
| Ensino Médio | |
| Ensino Médio integrado ao Técnico | |
| Ensino Técnico de nível médio | |
| Graduação | |
| Pós-graduação | |
| Reitor(a) | |
| Vice-reitor(a) | |
| Diretor(a) | Prof. Ângela Âncora da Luz |
| Vice-diretor(a) | Prof. Carlos Gonçalves Terra |
| Localização | Rio de Janeiro Rio de Janeiro |
| Cores | |
| Afiliações | |
| Nomes anteriores | |
| Página oficial | www.eba.ufrj.br |
| Contato | |
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| Instituições de ensino superior do Brasil |
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A Escola de Belas Artes é, atualmente, uma unidade do Centro de Letras e Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. Fundada oficialmente em 1816, a escola já foi chamada por diversos nomes e funcionou ora como instituição independente ora integrando outras instituições. Desde sua fundação, sua história reflete as transformações registradas pela história do Brasil, e a escola constitui um dos mais importantes organismos culturais deste país.
Índice |
[editar] História
[editar] Antecedentes
Durante o Brasil Colônia (1500-1822), o ensino de artes cabia às ordens religiosas católicas e era de caráter elementar e prático, aplicado ao uso cotidiano (artesanato, etc.), à catequização (teatro, etc.) e à atividade militar (desenho arquitetônico e de engenharia).
Em 20 de novembro de 1800, por carta régia, foi estabelecida no Rio de Janeiro, por ordem do Príncipe Regente, a Aula Prática de Desenho e Figura, a primeira medida concreta para a evolução do ensino de artes na Colônia, dada por meio de sua sistematização e pela difusão e fixação da arte em si.
Posteriormente, em 12 de agosto de 1816, D. João, já soberano do Reino Unido, por Decreto, criou a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, sob orientação da Missão Artística Francesa, sendo implantada oficialmente a educação artística no Brasil.
A partir de 8 de novembro de 1890, a antiga Academia Imperial foi transformada na Escola Nacional de Belas Antes.
No ano de 1931, a Escola passou a integrar a Universidade do Rio de Janeiro e, em 1937, a Universidade do Brasil.
Em 1965, a instituição passou a se chamar Escola de Belas Artes incorporando-se a Universidade Federal do Rio de Janeiro, constituindo-se através dos anos num verdadeiro organismo cultural, centro universitário e inovador que se dedica a renovar a cultura artística da época e desenvolver, de forma integral a harmoniosa, a capacidade e a criatividade dos seus alunos.
[editar] A Academia Imperial das Belas Artes
Com o advento da Independência do Brasil (1822), a antiga Escola Real passou a ser denominada como Academia Imperial das Belas Artes e, em 5 de novembro de 1826, configurou-se sua instalação definitiva. Esta nova fase do sistema de ensino artístico brasileiro moldou singularmente o desenvolvimento da arte no país.
[editar] A Escola Nacional de Belas Artes
Com a Proclamação da República (1889), a partir de 8 de novembro de 1890, a Academia Imperial de Belas Artes foi transformada em Escola Nacional de Belas Artes.
[editar] A Escola de Belas Artes
Em 1931, a escola passou a integrar a Universidade do Rio de Janeiro e, em 1937, a Universidade do Brasil. Em 1965, teve o seu nome novamente alterado, quando passou a chamar-se apenas Escola de Belas Artes, passando a fazer parte da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Atualmente a EBA é dirigida pela professora Ângela Âncora da Luz.
Diversos artistas de diversas áreas importantes passaram pela Escola (Nacional) de Belas Artes tais como:
- Abelardo Zaluar
- Adriano de Aquino
- Anna Maria Maiolino
- Ascânio MMM
- Attilio Corrêa Lima
- Lygia Pape
- Burle Marx
- Cândido Portinari
- Victor Meirelles
- Carlos Bastos
- Cícero Dias
- Eugênio Proença Sigaud
- Fernando Barata
- Franz Weissmann
- Glauco Rodrigues
- Hélio Seelinger
- Ivald Granato
- Jorge Duarte
- Maria do Carmo Secco
- Newton Cavalcanti
- Roberto Magalhães
- Rubens Gerchman
- Oscar Niemeyer, entre outros.
[editar] O Projeto Memória EBA
O projeto de pesquisa Memória EBA foi criado no ano de 2006 e é uma iniciativa sem fins lucrativos, cujo principal objetivo é resgatar e divulgar a memória artística e cultural da Escola de Belas Artes através de pesquisas que envolvem importantes nomes que já passaram pela EBA e que hoje são grandes referências no Brasil e no mundo.
Site do projeto Memória EBA - Clique aqui
[editar] Museu Dom João VI
O Museu da Escola de Belas Artes D. João VI da Universidade Federal do Rio de Janeiro (MEBADJVI) foi criado em 1979 com a finalidade de preservar a memória do ensino artístico oficial e de fomentar o estudo e a pesquisa da História da Arte Brasileira.
A criação do museu foi uma resposta à necessidade da criação de um espaço institucional de preservação do patrimônio e memória do ensino de arte, reunindo a produção da Academia Imperial de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes e parte da história recente da Escola de Belas Artes.
O museu abriga dois acervos distintos, sendo um de obras de arte e o outro de documentos, fontes primárias indispensáveis para o desenvolvimento de estudos e projetos de pesquisa em arte, quer no campo teórico quer no aplicado.
Ambos os acervos são o resultado do patrimônio acadêmico produzido pela Escola no período compreendido, principalmente, entre 1820 e 1920. Suas coleções reúnem a evolução e a produção artística dos séculos XIX e XX no Brasil e, em especial, no Rio de Janeiro, e reúne produções das escolas européias (Itália, França, Países Baixos, Espanha e Portugal) datadas a partir do século XVI.
[editar] Registro de direitos autorais
A seção de Direitos Autorais da Escola de Belas Artes funciona desde 1917 e reúne 45 mil obras registradas. Entre estas, encontram-se obras de grandes nomes como Walt Disney, Mauricio de Sousa e H. Stern.

