Espanha Nacionalista

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Espanha Nacionalista, bando Nacional, bando franquista ou nacionalistas foi o nome com o qual se autodenominaram os sublevados, em função do pronunciamento militar de 17 e 18 de julho de 1936, contra o governo da Segunda República Espanhola, formado após o triunfo da Frente Popular nas eleições generais de 1936, e que daria origem à Guerra Civil Espanhola (19361939).

Esta denominação se contrapõe a de republicanos, utilizada para designar aos defensores da república.

Os nacionales chamavam aos republicanos de "vermelhos", "comunistas" (independentemente se faziam ou não parte de tal partido), a ainda de "separatistas", etc. Do mesmo modo, os republicanos costumavam chamar pejorativamente de "fascistas", "opressores", "sediciosos", etc aos sublevados. Também os chamaram de "nazistas", devido ao apoio externo recebido pelos nacionalistas, se bem que esta última denominação seria principalmente posterior.

Os nacionalistas eram apoiados pelas classes conservadoras, produtivas e pelos setores religiosos. Tiveram maior aceitação nas zonas rurais e em regiões de cunho mais conservador, como Castilla la Vieja, Navarra, Galiza e parte da Andaluzia. Os republicanos eram apoiados pela classe trabalhadora, mineiros andaluzes e asturianos, camponeses catalães e aragoneses, setores operários das grandes cidades e regiões industrializadas, sendo Madri, Barcelona, Valência, o País Vasco e Astúrias suas principais zonas de apoio.

O grupo dos nacionalistas era formado principalmente por cinco importantes setores sociais: conservadores, católicos, falangistas, monarquistas e carlistas.

Recebeu apoio internacional vindo das que seriam denominadas potências do Eixo europeias na Segunda Guerra Mundial: a Itália fascista de Mussolini e a Alemanha nazista de Hitler, ademais de pequenos contingentes de voluntários de outros países, como Irlanda e Portugal, sendo que este permitiu o desembarque de provisões alemãs através de seus portos. O exército sublevado contou também com abundantes tropas de choque recrutadas no protetorado espanhol de Marrocos. Outra organização, o chamado Comitê de não-intervenção, dada sua inoperância durante o conflito, prestou ajuda de forma indireta aos nacionalistas.

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