Esporte Clube Bahia

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Nota: Para outros significados de Bahia, ver Bahia (desambiguação).


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Bahia
Nome Esporte Clube Bahia
Alcunhas Tricolor de Aço
Baêa
Esquadrão de Aço
Espanta Tabu
Tricolor da Boa Terra
Campeão dos Campeões
Bahiaço
Torcedor Tricolor
Mascote Super-Homem
Fundação 1 de Janeiro de 1931 (78 anos)
Estádio Pituaçu (atual)[1]
Fonte Nova (desativado)[1]
Capacidade 32.400 espectadores (Pituaçu)[1]
Presidente Bandeira do Brasil Marcelo Guimarães Filho
Treinador Bandeira do Brasil Renato Gaúcho
Patrocinador Bandeira do Brasil Insinuante
Bandeira do Brasil Oas Gafisa
Bandeira do Brasil Vedacit
Bandeira do Brasil Incomaf
Material Esportivo Flag of Italy.svg Lotto
Competição Bandeira da Bahia Campeonato Baiano
Flag of Brazil.svg Campeonato Brasileiro
Divisão Bandeira da Bahia 1ª divisão
Bandeira do Brasil Série B
Ranking nacional 18º lugar, 1.287 pontos
Website EsporteClubeBahia.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
Soccerball current event.svg Temporada atual
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O Esporte Clube Bahia, ou simplesmente Bahia, é um clube de futebol da cidade de Salvador, estado da Bahia. Foi fundado em 1º de janeiro de 1931 e atualmente está competindo na Série B do Brasileirão, além do Campeonato Baiano e da Copa do Brasil. Seu rival é o Vitória, com quem protagoniza o clássico conhecido como Ba-Vi, o mais conhecido do Norte-Nordeste[carece de fontes?].

Famoso pela grande fidelidade dos seus torcedores, que costumavam lotar a Fonte Nova (desativado), local onde mandava suas partidas, mesmo quando estava em divisões inferiores, o clube tem uma das maiores torcidas do Brasil.[2][3] Com o novo Estádio de Pituaçu, desde o começo de 2009, o Bahia mantém uma média de 14.000 torcedores por jogo[carece de fontes?].

Suas maiores conquistas são a Taça Brasil de 1959, tornando-se o primeiro campeão nacional, ao derrotar o Santos FC, e o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1988, agora já organizado pela Confederação Brasileira de Futebol. E foi com este último campeonato, vencendo o Internacional de Porto Alegre, que garantiu sua vaga na Taça Libertadores da América de 1989 e obteve seu melhor resultado, chegando às quartas-de-final. É, portanto, além do Sport Recife, o único time do Norte-Nordeste com dois campeonatos nacionais.

Índice

[editar] História

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: História do Esporte Clube Bahia

[editar] Primeiros passos

Por volta de 1930, atletas de dois clubes (Associação Atlética da Bahia e Clube Bahiano de Tênis) resolveram fundar o Esporte Clube Bahia, que poucos anos depois tornou-se o mais popular do Estado e do Norte e Nordeste do Brasil. Como Associação Atlética da Bahia e Clube Bahiano de Tênis desistiram da prática do futebol, os jogadores desses dois Clubes queriam continuar disputando torneios estaduais.

Eles se reuniram num casarão na Avenida Princesa Isabel, onde discutiram estatutos, local para treinamento e problemas financeiros. Outra preocupação era também cativar o povo para torcer para o novo filiado da Liga Baiana de Futebol. Depois de um baile comemorativo, a entrada do ano novo, em 1931, os rapazes voltaram a se reunir em plena madrugada para fundar o Esporte Clube Bahia, que no mesmo ano conquistou o Torneio Início e o Campeonato Baiano de Futebol. A princípio, Sr. Antunes Dantas (Clube Bahiano de Tênis) palpitou em colocar o nome de Atlético Baianinho, mas decidiam que teria o nome estadual. O primeiro presidente foi Waldemar Costa, um conhecido médico de Salvador, na época. Baseado no distintivo do Sport Club Corinthians Paulista, apenas trocando a bandeira de São Paulo pela bandeira da Bahia, o distintivo do Bahia é desenvolvido por Raimundo Magalhães

Em 1934, a Bahia foi a vencedora do Campeonato brasileiro de seleções estaduais e o Bahia cedeu a maioria dos jogadores que foram campeões. Na época, este era o campeonato mais importante do Brasil e a Bahia foi o único estado do Nordeste a ser campeão.

Durante muito tempo, o Bahia continuou sendo uma grande força no estado da Bahia, porém não no Brasil, por não haver um torneio nacional, até que foi criada a Taça Brasil. Se classificavam para este torneio os campeões estaduais, e o Tricolor Baiano foi quem mais disputou o torneio dentre os clubes do Nordeste. Em 1959, a primeira edição do torneio, o Bahia foi o grande campeão. Apesar de não ter sido o favorito na grande final contra o Santos de Pelé, o Tricolor de Aço se superou e venceu duas das três decisões do torneio, levantando assim a Taça, e a única vaga brasileira para a Taça Libertadores da América.

O clube foi fundado com o slogan "Nasceu para Vencer". Desde então, o Bahia conquistou 43 títulos estaduais, contra 25 de seu principal rival, o Vitória. Foi o primeiro clube brasileiro a participar da Taça Libertadores da América, em 1960, por ter sido campeão da Taça Brasil de 1959.

Entre 1959 e 1963 e também em 1968, Bahia foi o representante do estado da Bahia na Taça Brasil, conseguindo a conquista de 1959, dois vices (1961 e 1963), um quinto lugar (1960) e um sexto (1968), tendo o décimo lugar de 1962 sido a sua pior participação na história deste torneio, que era disputado nos moldes da Copa do Brasil. Em 52 partidas disputadas nas edições citadas, o Bahia obteve 29 vitórias, 12 empates e 11 derrotas, 76 gols a favor e 53 contra. Diferente dos clubes cariocas e paulistas, o Bahia disputou todas as fases destas competições, sem entrar nas semifinais como os estes clubes sempre faziam.

Em 3 edições que participou do Torneio Roberto Gomes Pedrosa já não foi tão bem, e suas melhores colocações foram o 11º lugar, em 1969 e 1970, muito significativas dado o alto nível de um torneio que só reunia grandes clubes, em uma época em que os melhores jogadores ainda atuavam no Brasil.

[editar] Anos 80 e início da década de 1990: Campeão do Brasil e grandes campanhas nacionais

A década de 1980 foi, certamente, a mais vitoriosa do Bahia, pois foi nela que o Tricolor de Aço conquistou o seu segundo título brasileiro, em 1988. Nas 31 oportunidades que disputou o certame, suas melhores campanhas foram uma 4ª colocação em 1990 e uma 5ª em 1986, tendo terminado por 8 vezes entre os 10 melhores.

A época do título brasileiro de 1988, foi a mais festejada pelos torcedores de todo o Nordeste. Dirigido por Evaristo de Macedo, o tricolor, com craques como Ronaldo, João Marcelo, Charles Fabian, Bobô, Zé Carlos, e outros, derrotou o Internacional na final, combatendo a força do colorado no Beira-Rio e a mídia, que dava o título como certo aos gaúchos.[carece de fontes?]

O Bahia foi ainda semifinalista do Torneio dos Campeões de 1982, torneio promovido pela CBF e que reunia os maiores clubes do Brasil na época.

Na Copa do Brasil, até 2007, o Bahia ocupa o 12º lugar no ranking de pontos conquistados, com 123 pontos e sua melhor colocação foi em 2002, quando ficou em 5° lugar. Em 2003, teve o artilheiro da competição: Nonato, com 9 gols.

[editar] 1998-2008: Altos e baixos

Após as conquistas da Taça Brasil de 1959 e do Campeonato Brasileiro de 1988, o Bahia não conseguiu manter a estabilidade administrativa e sofreu um declínio. Em 1997, caiu para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, retornando à elite em 2000. Em 2001 fez um ótimo Campeonato Brasileiro, chegando a se classificar para as finais. No ano seguinte, os seguidos erros da diretoria resultaram numa nova queda de produtividade e finalmente em 2003 acabou sendo rebaixado novamente. Um golpe duro para um dos maiores clubes do Brasil, assim considerado pela mídia brasileira até então.

Em 2004 montou um time muito bom para a segunda divisão, indo à última fase da competição como grande favorito, mas, mais uma vez, a má organização e desinteresse da diretoria evitaram a ascensão à elite do futebol brasileiro. Classificou-se ao quadrangular final em segundo e, no mesmo, ficou em quarto.

Em 2005, o Bahia foi, juntamente com seu arquirrival Vitória, rebaixado para a terceira divisão, após mais uma má administração do clube, e tentou em 2006 reerguer sua história vencedora, sem sucesso, permanecendo na terceirona.

Em 2007, o Bahia foi vicecampeão da terceira divisão, após uma excelente campanha, perdendo o título na última rodada, já classificado, tendo o viceartilheiro da competição, com 19 gols (Nonato), e retornou à divisão intermediária (Série B) do Campeonato Brasileiro. Infelizmente, perdeu a Fonte Nova com o desabamento de parte do anel superior que resultou no falecimento de 7 pessoas, graças ao descaso de governantes responsáveis pelo estádio. Mas, neste ano, o Tricolor de Aço, além de sair de vez da Terceirona, mostrou ao Brasil a força de sua torcida, que já não era dúvida para ninguém, mas que serviu como prova: a torcida tricolor obteve a maior média de público de todas as divisões de todos os campeonatos do Brasil.

Em 2008, o tricolor, mais uma vez perdeu o estadual, e, após mais uma péssima administração, permaneceu em 10º lugar na Série B do Brasileiro. Neste ano, o 1º ano do Bahia sem a Fonte Nova, teve que jogar em Feira de Santana, no Jóia da Princesa, longe de Salvador, impedindo que a imensa torcida lotasse o estádio para prestigiar e apoiar o Bahia, não só pela distância, como pela capacidade do estádio: 16.000.

[editar] 2009: O ano das mudanças, será?

Em 2009, após a eleição de Marcelo Guimarães Filho, o tricolor tenta novamente retornar á elite do futebol brasileiro. Após a perda do título baiano, e pela eliminação na 2ª fase da Copa do Brasil, o Bahia focalisa 100% em subir, já que está há muito tempo longe da Primeira Divisão, e isso o prejudicou muito, e também para trazer novamente alegrias á sua imense torcida, que ganhou em 2009 um "presentão": o novo e reformado Estádio de Pituaçu, trazendo o time de volta á Salvador após 1 ano em Feira de Santana, no Jóia da Princesa.

[editar] Revelação de craques

O Bahia também é reconhecido pela sua capacidade de revelar novos talentos para o futebol. Dentre outros craques formados pelo clube, estão alguns jogadores como: Douglas, Roberto Rebouças, Alberto Leguelé, Baiaco, Picolé, Márcio, Daniel Alves, Fabão, Eduardo, Jorge Wagner, Cícero, Nonato, Marcelo Ramos, que fazem sucesso atualmente no cenário nacional e internacional.

Muitos jogadores revelados no Esporte Clube Bahia já foram ou ainda são da Seleção Sub-17, Sub-20, Sub-23, etc, e a Seleção Principal, inclusive como é o caso de Daniel Alves (Sub-20 em 2003 e Seleção Principal desde 2007), ou que estão brilhando atualmente (como é o caso de Cícero, que foi destaque no Fluminense e atualmente brilha no Hertha Berlim da Alemanha), e já ganharam muitos títulos nas categorias de base do Tricolor.

[editar] Pioneirismo

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro á ganhar um título nacional: a Taça Brasil de 1959, onde bateu na final o Santos de Pelé e Coutinho.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a representar o Brasil na Libertadores, em 1960. O tricolor ainda disputou mais duas Libertadores: em 1964 e em 1989.

  • Primeiro clube brasileiro a fazer uma parceria com empresas

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a fazer uma parceira com empresas. Sa primeira parceira foi com o Banco Opportunity.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube nordestino a possuir melhor média de público em uma edição de campeonato Brasileiro. Na verdade, foram três vezes: em 1985, em 1986, e em 1988 quando foi campeão.

  • Primeiro clube nordestino a bater recorde de público de todas as divisões

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube nordestino a bater récorde de público em todas as divisões do Campeonato Brasileiro: em 2007, o clube estava na Série C, em colocou uma média de 40.700 torcedores na Fonte Nova, tendo em segundo lugar o Flamengo, com 37.100.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a ganhar uma Tríplice Coroa. Em 1959, ganhou a Taça Brasil, o Campeonato Baiano, e o Torneio Norte-Nordeste.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube baiano a possuir um artilheiro no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil: Charles Fabian em 1990 fez 11 gols no Brasileirão de 1990, e Nonato fez 9 gols na Copa do Brasil de 2003.

O Esporte Clube Bahia, por ser um dos 13 fundadores é o primeiro clube nordestino a participar do Clube dos 13.

[editar] Títulos

O Bahia se destaca por ter sido o primeiro clube campeão nacional devido a conquista da Taça Brasil de Futebol de 1959. Assim, o Bahia foi o primeiro clube a representar o Brasil na Taça Libertadores da América. Também venceu o Campeonato Brasileiro de 1988. O clube já tinha sido quinto colocado em 1986 e seria quarto em 1990, o que mostra a força do time do Bahia nesta época, quando fez as suas maiores atuações na história do Campeonato Brasileiro. Foi vencedor em competições interestaduais, as Copas do Nordeste e as Copas Norte-Nordeste e é o segundo clube que mais títulos estaduais, 43 vezes, além de títulos da Taça Estado da Bahia e Toneio Início.

[editar] Internacionais

(1997[4])
  • Flag of Uruguay.svg Torneio da Amizade: 1
(1959)

[editar] Nacionais

(1988)
(1959)

[editar] Regionais

(2001, 2002)
(1948)
(1959, 1961 e 1963)
  • Brazil Region Nordeste.svg Torneio Campeões do Nordeste: 1
(1948)

[editar] Estaduais

(1931, 1933, 1934, 1936, 1938,[5] 1940, 1944, 1945, 1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1954, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1967, 1970, 1971, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1981, 1982, 1983, 1984, 1986, 1987, 1988, 1991, 1993, 1994, 1998, 1999[6], 2001)
(2000, 2002, 2007)
  • Bandeira da Bahia Torneio Início: 9
(1931, 1932, 1934, 1937, 1938, 1951, 1964, 1967, 1979)

[editar] Destaques

[editar] Estatísticas

[editar] Bandeira da Bahia Campeonato Baiano

O Baianão, como é mais conhecido, foi fundado em 1905, 3 anos depois que o Paulistão. Já o Bahia foi fundado em 1931, foi desde esse ano que ele disputou o torneio. Desde então, o Tricolor de Aço ganhou 43 edições, contra 25 do seu rival, o Vitória. Foi o único time a conquistar o heptacampeonato estadual na Bahia, e um dos poucos no Brasil a conseguir essa invencibilidade.

Ano 1931 1932 1933 1934 1935 1936 1937 1938 1939
Pos.
Ano 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949
Pos.
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos.
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos.
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos.
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos.


[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro

Em 39 Campeonatos Brasileiros da Série A disputados até hoje, o Bahia participou de 31 e não participou de 8. Atualmente o Bahia está na Segunda Divisão do Brasileiro. Em 1988 o Bahia foi campeão do Campeonato Brasileiro de 1988.

Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 13º 18º 17º 20º 25º 11º 50º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 26º 16º 14º 21º 26º 12º 11º 18º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 13º 18º 18º 17º 22º 23º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 11º 19º 24º


  • Em Negrito, o ano em que o Bahia foi Campeão Brasileiro.
  • Em Vermelho, os anos em que o Bahia foi rebaixado para a segunda divisão.


[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro - Série B

O Bahia caiu para a Série B pela primeira vez em 1998. Na Década de 2000 o Bahia esteve 4 vezes na Série B.

Ano 1998 1999 2004 2005 2008 2009 2010
Pos. 18º 18º 10º 12º


[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro - Série C

O Bahia esteve 2 anos seguidos na Série C, 2006 e 2007. No Campeonato de 2007, ocorreu o desabamento da arquibancada no Anel Superior matando 7 pessoas no Estádio da Fonte Nova na partida entre Bahia e Vila Nova-GO onde o jogo terminou 0 a 0 e que garantiu a subida do Bahia à Série B em 2008.

Ano 2006 2007
Pos.


[editar] Bandeira do Brasil Copa do Brasil

O Bahia só não participou de três edições da Copa do Brasil, contudo ainda não conseguiu um título nessa competição, tendo chegado, no máximo, às quartas-de-final.

Ano 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 16º 11º 19º 15º 14º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 10º 11º 10º 36º 39º 15º 41º 22º


[editar] Bandeira do Brasil Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa

O Bahia foi o grande campeão da primeira edição da Taça Brasil, tendo tido outras grandes participações nesta competição nacional, com fórmula de disputa parecida com a da Copa do Brasil, e embora não tenha tido o mesmo sucesso na disputa do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, figurou entre os melhores do Brasil neste período.

Ano 1959 1960 1961 1962 1963 1968 1968 1969 1970
Pos. 10º 6º(TB) 16º 11º 11º


[editar] Flags of the Union of South American Nations.gif Taça Libertadores da América

O Bahia participou três vezes da Libertadores. Em sua primeira participação, o clube foi eliminado na primeira fase. Na segunda participação foi eliminado ainda na fase preliminar, e na sua terceira participação fez a melhor campanha: obteve o 1º lugar no grupo 2 da primeira fase e alcançou as quartas-de-final, quando foi eliminado pelo Inter terminando a competição com apenas uma derrota. O primeiro jogo no Beira-Rio, o placar foi 1 a 0 para o Internacional, enquanto que a segunda partida, realizada na Fonte Nova debaixo de muita chuva, o placar não saiu do zero, beneficiando o time gaúcho.

Ano 1960 1964 1989
Pos. 11º


[editar] Partidas históricas

[editar] Símbolos

Cores

Suas cores são azul, vermelha e branca. O azul foi em homenagem à Associação Atlética do Bahia; o branco, em gentileza ao Clube Bahiano de Tênis; e o vermelho, por ser a cor da bandeira do estado da Bahia. Coincidentemente (ou não) as três cores são as mesmas da bandeira da Bahia. Com as três cores do estado, o Bahia se denomina o Tricolor Baiano.

Mascote

Superman, o mascote tricolor

Conhecido como "Tricolor de Aço" e "Esquadrão de Aço", o mascote do Bahia é um homem de aço (similar ao Super-Homem), que foi criado por Ziraldo em 1979. O Departamento de Marketing do Clube deu vida ao símbolo ao fazer um boneco que sempre aparece antes dos jogos para sacudir a torcida nos estádios. O mascote faz referência ao personagem das histórias em quadrinhos, onde ele era quase que imortal, apenas enfraquecia com a presença de kriptonita, ou seja, talvez o mais forte de todos os super-heróis. Aliando isso ao futebol, faz referência ao clube, que em seus 78 anos é bicampeão brasileiro e possui a segunda maior quantidade de estaduais do Brasil.

Escudo

Escudo redondo, de cores azul, vermelho e branca, com uma bandeira similar à da Bahia ao centro e duas estrelas acima do escudo representando as conquistas da Taça Brasil de 1959 e do Campeonato Brasileiro de 1988. O escudo foi inspirado no escudo do Corinthians Paulista.[7]

Hino

Composto por Adroaldo Ribeiro Costa, o Hino Tricolor é cantado pelos músicos brasileiros e, claro, baianos, encantando diversos que o ouvem. Baseando-se no apelido do time ("Vamos Avante Esquadrão" - Esquadrão de Aço) e na torcida (no verso: "Ninguém nos vence em vibração"), o hino tricolor emociona e contagia muitos por onde é reproduzido, se adaptando a diversos estilos musicais.

[editar] Uniformes 2008/2009

[editar] Jogadores

  • 1º - Camisa branca, calção azul e meias brancas;
  • 2º - Camisa com listras verticais em azul e vermelho, calções e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1ª Combinação
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2ª Combinação

[editar] Uniformes dos goleiros

  • Preta com detalhes dourados;
  • Amarela com detalhes pretos;
  • Cinza com detalhes pretos;
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
'

[editar] Uniformes de treino

  • Verde-limão com detalhes azuis;
  • Branca com detalhes em verde-limão.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
Comissão técnica

[editar] Outros uniformes

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2005
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2004
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1996
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1991
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1988

[editar] Patrocinadores

[editar] Master

[editar] Material esportivo

[editar] Estádios e centro de treinamentos

[editar] Estádio Octávio Mangabeira

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Estádio Octávio Mangabeira
Fonte Nova, palco de grandes momentos do Tricolor

O Estádio Octávio Mangabeira, mais conhecido como Estádio da Fonte Nova, foi construído em 1951 e está localizado próximo ao Dique do Tororó, bairro soteropolitano. O recorde de público (oficial) do estádio é de 110.438 pagantes, pertencente ao governo da Bahia, no jogo Bahia 2 a 1 Fluminense, válido pela semifinal do Campeonato Brasileiro de 1988, campeonato este que acabou tendo como campeão o próprio Bahia. Foi nesse estádio que o Tricolor de Aço disputou a Taça Brasil de 1959, o Campeonato Brasileiro de 1988 e ganhou a primeira partida das finais do torneio, onde conquistou o bicampeonato, conquistou 43 estaduais, duas Copas do Nordeste, de 2001 e 2002, o acesso á Série B de 2008 no jogo entre Bahia x Vila Nova, além de vencer vários Ba-Vi's, com vários recordes de públicos batidos pela torcida tricolor.

Mas no fim de 2007, ocorreu o desabamento da arquibancada da Fonte Nova, na tarde do dia 25 de novembro durante o jogo válido pelo Campeonato Brasileiro da Série C de 2007 Bahia x Vila Nova, aos quarenta e três minutos do segundo tempo. Parte da arquibancada do anel superior do estádio cedeu, matando sete pessoas na hora.

[editar] Estádio Governador Roberto Santos

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Estádio de Pituaçu
Torcida do Bahia em Pituaçu em 2009

O Estádio Governador Roberto Santos, mais conhecido como Estádio de Pituaçu, foi construído em 1979 e está localizado em Sussuarana, bairro soteropolitano, na Avenida Pinto de Aguiar, mas também à margem da Avenida Paralela. E após o desabamento da arquibancada da Fonte Nova, onde sete torcedores faleceram, houve a necessidade da reforma geral do Pituaçu, que passou de 14.000 para 32.400 mil espectadores, para suprir a falta dum estádio do governo estadual grande em que se pudesse realizar as competições de futebol, e outras modalidades esportivas.

Um ano e uma semana após o início das obras, o estádio foi reaberto, inicialmente com a capacidade reduzida para 20.000 espectadores como teste. Dezoito mil e quatrocentos tricolores foram assistir a volta do Esquadrão de Aço a Salvador (pois em 2008 o Bahia teve que jogar no Estádio Jóia da Princesa). Uma grande festa, com show da torcida e do time, que goleou o Ipitanga por 4 á 0, com dois gols de Hélton Luiz, e o primeiro gol do estádio marcado por Elton, e Ananias fechando o placar.

O Governador da Bahia, Jacques Wagner disse que existe uma possibilidade do estádio ser arrendado para o Bahia em 2010, após uma reforma de expansão do estádio.[carece de fontes?]

[editar] Fazendão

O Centro de Treinamento Osório Villas-Boas, mais conhecido como Fazendão, é um centro de treinamento inaugurado pelo clube em 1979, no bairro de Itinga, cidade de Lauro de Freitas, Região metropolitana de Salvador. O centro de treinamento foi batizado como Osório Villas-Boas em homenagem a uns dos maiores presidentes do clube comandante da conquista do primeiro campeonato nacional em 1959 sobre o Santos de Pelé.

Construído numa área de 120 mil m², dispõe de quatro campos de treinamento com três com medidas oficiais. A área do centro de treinamento compreende ainda a sede administrativa do clube, hotelaria das divisões de base, sala de imprensa e arquibancada tem capacidade para 3 mil lugares.

O Fazendão não é apenas um espaço para treinos, nele também foi construída a concentração para atletas profissionais reformada e reinaugurada em 2004 com o nome de José Maria de Magalhães Neto.

[editar] Sede de praia

Localizado na praia da Boca do Rio em Salvador, a Sede de Praia Paulo Maracajá foi construída com o objetivo de ser o grande centro de entretenimento do torcedor tricolor. A sede possui piscina olímpica, campos de futebol society; quadra poliesportiva e bares.

[editar] Elenco atual

Última atualização: setembro de 2009 UTC.

LEGENDA: Captain: Atual Capitão
Suspenso: Jogador suspenso
Expulso: Jogador expulso
Fora de forma: Jogador fora de forma
Recuperação: Jogador em fase final de recuperação

Goleiros
Jogador
Bandeira do Brasil Marcelo
Bandeira do Brasil Fernando
Bandeira do Brasil Omar
Bandeira do Brasil Waldson
Defensores
Jogador Pos.
Zagueiros
Bandeira do Brasil Alison Recuperação Z
Bandeira do Brasil Nen Capitão do Time Z
Bandeira do Brasil Menezes Z
Bandeira do Brasil Douglas Z
Bandeira do Brasil Thiago Z
Laterais
Bandeira do Brasil Marcos LD
Bandeira do Brasil Bebeto LD
Bandeira do Brasil Ávine LE
Bandeira do Brasil Daniel LE
Bandeira do Brasil Victor LE
Meio-Campistas
Jogador Pos.
Volantes
Bandeira do Brasil Leandro V
Bandeira do Brasil Williames V
Bandeira do Brasil Bruno Silva V
Bandeira do Brasil Marcone V / Z / LD
Bandeira do Brasil Pink V
Meia-Atacantes
Bandeira do Brasil Paulo Isidoro M
Bandeira do Brasil Roberto M / LE
Bandeira do Brasil Ananias M
Bandeira do Brasil Juninho M
Bandeira do Brasil Vander M
Bandeira do Brasil Maurício M
Atacantes
Jogador Pos.
Bandeira do Brasil Jael
Bandeira do Brasil Nádson
Bandeira do Brasil Wilson Júnior
Bandeira do Brasil Peterson
Técnico
Bandeira do Brasil Renato Gaúcho


[editar] Departamento de futebol

País Nome Cargo
Bandeira do Brasil Marcelo Guimarães Filho Presidente
Bandeira do Brasil Renato Gaúcho Técnico
Bandeira do Brasil João Marcelo (Técnico Interino) Auxiliar Técnico
Bandeira do Brasil Edson Gonzaga Auxiliar Técnico
Bandeira do Brasil Alciney Miranda Auxiliar Técnico
Bandeira do Brasil Claúdio Grillo Auxiliar em Tecnologia Esportiva
Bandeira do Brasil Fabiano Rosenau Preparador Físico
Bandeira do Brasil Luiz Napoleão Auxiliar de Preparador Físico
Bandeira do Brasil Igor Morena Auxiliar de Preparador Físico
Bandeira do Brasil Ricardo Palmeira Treinador de Goleiros
Bandeira do Brasil Roberto Passos Supervisor de Futebol
Bandeira do Brasil Osvaldo Corrêa Nutricionista
Bandeira do Brasil José Carlos de Carvalho - Zé Carlos Massagista
Bandeira do Brasil Saturnino Napomuceno - Satu Massagista
Bandeira do Brasil Fábio Chamusca Massagista
Bandeira do Brasil Mário Costa Roupeiro
Bandeira do Brasil Ivan Moreira Roupeiro
Bandeira do Brasil José Carlos de Jesus - Carlinhos Assistente de Campo
Bandeira do Brasil Ednaldo Gomes - Pino Assistente de Campo
Bandeira do Brasil Adherbal Amaral Assistente Administrativo
Bandeira do Brasil Miguel Batista Assistente Administrativo
Bandeira do Brasil José Antonio Assis Rivas Serviços gerais

[editar] Maiores públicos

[editar] Como mandante

(Público pagante)

  • Em amistosos:

1. Bahia 1 a 0 Flamengo, 94.972, 4 de março de 1971

1. Bahia 1 a 1 Vitória, 97.240, 7 de agosto de 1994

1. Bahia 2 a 2 Fluminense, 47.074, 25 de abril de 2007

1. Bahia 3 a 1 Sport, 65.824, 28 de Abril de 2001

1. Bahia 1 a 2 Goiás, 64.327, 4 de dezembro de 1999

1. Bahia 0 a 0 Vila Nova-GO, 60.007, 25 de Novembro de 2007

2. Bahia 1 a 1 Atlético-GO, 59.898, 11 de Novembro de 2007

3. Bahia 3 a 0 ABC, 59.817, 22 de novembro de 2007

4. Bahia 2 a 2 Bragantino, 59.560, 31 de outubro de 2007

5. Bahia 1 a 0 CRAC-GO, 58.695, 14 de outubro de 2007

1. Bahia 2 a 1 Fluminense, 110.438, em 12 de fevereiro de 1989
2. Bahia 3 a 0 Santos, 93.455, em 14 de setembro de 1986
3. Bahia 2 a 1 Internacional, 90.508, em 15 de fevereiro de 1989
4. Bahia 1 a 1 Palmeiras, 80.000, em 30 de julho de 1978
5. Bahia 2 a 0 Palmeiras, 72.559, em 1 de fevereiro de 1987
6. Bahia 2 a 2 Guarani, 72.133, em 8 de fevereiro de 1987
7. Bahia 0 a 0 Flamengo, 71.953, em 7 de julho de 1985
8. Bahia 1 a 2 Palmeiras, 69.129, em 29 de novembro de 1994
9. Bahia 2 a 0 Corinthians, 67.925, em 10 de abril de 1985
10. Bahia 0 a 2 Atlético Mineiro, 65.136, em 4 de outubro de 1997

[editar] Torcida

A torcida do Bahia é tradicionalmente conhecida pelo seu apoio incansável ao time, seja nos momentos bons ou ruins do clube. De acordo com pesquisas realizadas por Institutos de Pesquisas renomados como o Datafolha e o IBOPE, o Bahia é detentor da maior torcida da Região Nordeste. A festa no estádio é outro grande orgulho dos torcedores do Bahia. No Campeonato Brasileiro de 2007, o Esporte Clube Bahia quebrou o recorde de público individual de público entre todas as séries do campeonato (A, B e C). O tricolor teve uma média de 40.200 torcedores do time por partida, tendo como segundo colocado o Clube de Regatas do Flamengo, com 39.221 torcedores.

Estima-se que tenha hoje mais de 2 milhões de torcedores em todo Brasil.[8] No estado da Bahia, estima-se que 60% da torcida no estado torcem para o Bahia[carece de fontes?]. À época do título de campeão brasileiro (1988) uma pesquisa curiosa apontou sua torcida como a quinta maior do estado de São Paulo, atrás apenas do São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos[carece de fontes?]. O recorde de público do Bahia foi no jogo da semifinal do Campeonato Brasileiro de 1988, quando ganhou do Fluminense por 2 a 1, perante cerca de 110 mil espectadores na Fonte Nova.

[editar] Torcidas organizadas

Abaixo uma lista das principais torcidas organizadas do clube na atualidade:[9]

  • Bamor: Maior torcida organizada da Bahia. Fundada em 1978, é composta por aproximadamente 1.000 integrantes. Fica localizada atrás do "gol que dá para a Avenida Paralela" no estádio Roberto Santos (Metropolitano de Pituaçú), do lado esquerdo às cabines de imprensa. Contém inúmeras bandeiras assim como uma bateria, um bandeirão no formato da camisa tricolor e umas das maiores faixas de uma torcida organizada do Brasil (150m de extensão), com os dizeres: "Ninguém nos vence em vibração". Costuma acompanhar o time nos jogos fora de Salvador.
  • Povão: Torcida conhecida por seu grande número de bandeiras. Fica localizada em frente às cabines de rádio do estádio de Pituaçú. Costuma estourar muitos fogos na entrada do Bahia em campo.
  • Terror Tricolor: Fundada em 2004, é reconhecida pela sua independência e pelos constantes protestos contra a diretoria do clube.
  • Tricoloucos: Fundada em 2000, o grande destaque é o bandeirão de 2.500 m², um dos maiores do Nordeste[carece de fontes?].
  • Fiel: Torcida onde fica a velha guarda do Bahia. Fica ao lado da Povão. Seus membros possuem grande prestígio com a diretoria do Bahia. Tem um papel importante na pressão sobre o clube, seja esta positiva ou negativa.
  • Garra: Fica ao lado direito das cabines de rádio e imprensa. Garantem total independência e sustentam os lemas de "Paz", "Respeito" e "Bahia acima de todos". Fundada em 20 de julho de 1998.
  • TUBA: Está localizada ao lado direito da Bamor. Foi criada em 1997 e garantem nunca ter perdido um jogo do Bahia na Fonte Nova e sempre que possível viaja com o time para acompanhar os seus jogos fora.
  • Torcida Avante Esquadrão : Após ser realizada a primeira reunião para o retorno do Avante Esquadrão, as principais mudanças foram o nome e a formação de uma diretoria. Vários erros do ano passado também foram botados na mesa para discussão e algumas mudanças já foram feitas. Torcida totalmente pacífica e idealizada em 2007
  • Bamor Mirin: Em Breve Uma torcida Bamor Mas é Mirin grito de guerra da Bamor Mirin deixa de besteira deixa de bobagem eu sou Bamor Mirin o terror dessa cidade

[editar] Presidentes

Abaixo uma lista dos presidentes do clube. (em ordem cronológica)

[editar] Técnicos

O Bahia também já foi comandado por grandes treinadores como Abel Braga, Carlos Volante, Evaristo de Macedo, Fleitas Solich, Givanildo Oliveira, Joel Santana, Candinho, Vadão e Renê Simões. Estes foram técnicos que ganharam os mais importantes títulos da história do tricolor, como é o caso de Evaristo de Macedo, campeão Brasileiro de 1988, ou o uruguaio Carlos Volante, campeão da Taça Brasil de 1959. Evaristo de Macedo foi quem mais vezes comandou o Esquadrão de Aço. Em 2009, passaram pelo Bahia Alexandre Gallo, demitido em julho de 2009, Paulo Comelli, demitido em setembro de 2009, Sérgio Guedes, demitido em outubro de 2009, e Paulo Bonamigo.

[editar] Principais Técnicos

entre outros.

[editar] Ídolos

O Bahia foi muito bem representado em sua história por grandes craques e artilheiros. No gol, quem mais vestiu a camisa do Esquadrão de Aço foi Emerson, com 251 partidas, sendo destas, 169 seguidas como titular. Além dele, Jean e Nadinho foram os que mais passaram e marcaram no Tricolor. Na defesa, grandes nomes como o de Daniel Alves, Fabão, João Marcelo, Juvenal Amarijo, Serginho, dentre outros, foram revelados ou passaram e se destacaram muito. No meio-campo, Beijoca, Douglas, Jorge Wagner, Preto Casagrande e Baiaco vestiram a camisa do Bahia e não decepcionaram. Mas foi Bobô o grande maestro do Bahia. Ele foi o capitão e comandante da equipe campeã do Campeonato Brasileiro de 1988. No ataque, nomes que fizeram e fazem sucesso na atualidade, como os de Charles Fabian, Cláudio Adão, Dadá Maravilha, José Sanfilippo, Marcelo Ramos, Nonato, Carlito, Osni Lopes, Raudinei, Robgol, Sérgio Alves, Uéslei e Zé Carlos, além de Léo Briglia, artilheiro da Taça Brasil de 1959, foram os grandes centroavantes que passaram pelo tricolor.

Bandeira do Brasil Alencar
Bandeira do Brasil Baiaco
Bandeira do Brasil Bebeto Campos
Bandeira do Brasil Beijoca
Bandeira do Brasil Biriba
Bandeira do Brasil Bobô
Flag of Argentina.svg Buttice
Bandeira do Brasil Carlito
Bandeira do Brasil Charles Fabian
Bandeira do Brasil Cícero
Bandeira do Brasil Cláudio Adão
Bandeira do Brasil Dadá Maravilha
Bandeira do Brasil Daniel Alves
Bandeira do Brasil Douglas
Bandeira do Brasil Eliseu
Bandeira do Brasil Emerson
Bandeira do Brasil Fabão
Bandeira do Brasil Florisvaldo
Bandeira do Brasil Gilson Porto
Bandeira do Brasil Gil Sergipano
Bandeira do Brasil Henrique
 
Bandeira do Brasil Hamilton
Bandeira do Brasil Jael
Bandeira do Brasil Jean
Bandeira do Brasil Jefferson
Bandeira do Brasil Jésum
Bandeira do Brasil Jorge Wagner
Flag of Argentina.svg José Sanfilippo
Bandeira do Brasil João Marcelo
Bandeira do Brasil Juvenal Amarijo
Bandeira do Brasil Lima Sergipano
Bandeira do Brasil Leguelé
Bandeira do Brasil Léo
Bandeira do Brasil Luis Henrique
Flag of Uruguay.svg Luís Romero
Bandeira do Brasil Marcelo
Bandeira do Brasil Marcelo Ramos
Bandeira do Brasil Mário
Bandeira do Brasil Marito
Bandeira do Brasil Nadinho
Bandeira do Brasil Nen
Bandeira do Brasil Nonato
 
Bandeira do Brasil Osni Lopes
Bandeira do Brasil Paulo Róbson
Bandeira do Brasil Paulo Rodrigues
Bandeira do Brasil Perivaldo
Bandeira do Brasil Picasso
Bandeira do Brasil Picolé
Bandeira do Brasil Preto Casagrande
Bandeira do Brasil Raudinei
Bandeira do Brasil Robert
Bandeira do Brasil Roberto Rebouças
Bandeira do Brasil Robgol
Flag of Uruguay.svg Rodolfo Rodríguez
Bandeira do Brasil Ronaldo
Bandeira do Brasil Sapatão
Bandeira do Brasil Serginho
Bandeira do Brasil Sérgio Alves
Bandeira do Brasil Vareta
Bandeira do Brasil Vicente
Bandeira do Brasil Uéslei
Bandeira do Brasil Zanata
Bandeira do Brasil Zé Carlos

[editar] Goleadores

Dos atacantes que já vestiram a camsa tricolor citados acima, apenas Marcelo Ramos, Nonato, Sérgio Alves e Uéslei ainda estão em atividade. A exceção de Sérgio Alves, eles estão no grupo dos 10 maiores artilheiros da história do clube.

O maior artilheiro da história do clube foi Carlito, com 253 gols. Uéslei é o 4º maior artilheiro, com 140 gols. Marcelo Ramos é o 6º, com 127 gols, seguido de Nonato, com 125 gols.

Maiores Artilheiros
Pos. Atleta Gols Pos. Atleta Gols
Carlito 253 Gol marcado 11º Izaltino 112 Gol marcado
Douglas 211 Gol marcado 12º Beijoca 106 Gol marcado
Hamilton 154 Gol marcado 13º Zé Hugo 96 Gol marcado
Uéslei 140 Gol marcado 14º Jorge 85 Gol marcado
Osni 138 Gol marcado 15º Lima 84 Gol marcado
Marcelo Ramos 128 Gol marcado 16º Bobô 81 Gol marcado
Nonato 125 Gol marcado 17º Edinho 79 Gol marcado
Vareta 121 Gol marcado 18º Léo Briglia 77 Gol marcado
Alencar 116 Gol marcado 19º Charles 68 Gol marcado
10º Biriba 113 Gol marcado 20º Cláudio Adão e Tintas 66 Gol marcado


[editar] Rivalidade

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Ba-Vi

O Bahia é rival histórico do outro clube popular de Salvador, o Esporte Clube Vitória. É provavelmente o maior clássico da Região Nordeste do Brasil, em confrontos desde 1932, quando o Tricolor derrotou o maior rival por 3 a 0. Em 1939, o Tricolor Baiano aplicou sua maior goleada diante seu rival : 10 á 1. Em 426 jogos já realizados, o Bahia possui uma nítida vantagem sobre o Vitória com 173 vitórias contra 127 duelos vencidos pelo Rubro-Negro.

Referências

[editar] Ligações externas