Esporte Clube Bahia

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Nota: Para outros significados de Bahia, ver Bahia (desambiguação).


Bahia
Nome Esporte Clube Bahia
Alcunhas Tricolor de Aço
Baêa
Esquadrão de Aço
Espanta Tabu
Tricolor da Boa Terra
Campeão dos Campeões
Bahiaço
Torcedor Tricolor
Mascote Super-Homem
Fundação 1 de Janeiro de 1931 (78 anos)
Estádio Pituaçu (atual)[1]
Fonte Nova (desativado)[2]
Capacidade 34.400 espectadores (Pituaçu)[1]
Presidente Bandeira do Brasil Marcelo Guimarães Filho
Treinador Bandeira do Brasil Paulo Comelli
Patrocinador Bandeira do Brasil Insinuante
Bandeira do Brasil Vedacit
Bandeira do Brasil Incomaf
Material Esportivo Lotto
Competição Campeonato Baiano
 Campeonato Brasileiro
Divisão 1ª divisão
Bandeira do Brasil Série B
Ranking nacional 18º lugar, 1.287 pontos
Website esporteclubebahia.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Esporte Clube Bahia, também conhecido por simplesmente Bahia ou pelos apelidos Tricolor de Aço, Baêa, Esquadrão de Aço, Espanta Tabu, Tricolor da Boa Terra, Campeão dos Campeões e Bahiaço, é um clube de futebol da cidade de Salvador, estado da Bahia. Foi fundado em 1º de janeiro de 1931 e atualmente está competindo na Série B do Brasileirão, além do Campeonato Baiano e da Copa do Brasil. Seu rival é o Vitória, com quem protagoniza o clássico conhecido como Ba-Vi, o mais conhecido do Norte-Nordeste[carece de fontes?].

Famoso pelo grande número de torcedores, que costumavam lotar a Fonte Nova (desativado), local onde mandava suas partidas, mesmo quando estava em divisões inferiores, o clube tem uma das maiores torcidas do Brasil[3][4]. Agora com o novo Estádio de Pituaçu desde o começo e 2009, o Tricolor continua mostrando ter uma torcida bem fiel, mantendo uma média de 14.000 torcedores por jogo. Ao todo, já tiveram 18 jogos realizados pelo Esquadrão em Pituaçu, e lá ele apenas perdeu uma, e empatou duas, totalizando então incríveis 15 jogos vencidos pelo Bahia até então (até o jogo Bahia 4 á 0 ABC, em 6 de junho de 2009), comprovando a grande força da torcida tricolor.

Suas maiores conquistas são a Taça Brasil de 1959, tornando-se o primeiro campeão nacional ao derrotar o Santos FC, e o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1988, agora já organizado pela Confederação Brasileira de Futebol. E foi com este último campeonato vencendo o Internacional de Porto Alegre que garantiu sua vaga na Taça Libertadores da América de 1989 e obteve seu melhor resultado chegando às quartas-de-final. É, portanto, além do Sport Recife, o único time do Norte-Nordeste com dois campeonatos nacionais. Com o futuro reconhecimento da CBF da Taça Brasil como Campeonato Brasileiro, tornará-se Bi-Campeão brasileiro[carece de fontes?], já reconhecido pela torcida.

O Esquadrão de Aço é bastante conhecido pelo Brasil por revelar grandes craques para o cenário nacional e internacional. Na atualidade, o meia Cícero, revelado pelo tricolor, destaca-se pelo Hertha Berlim da Alemanha; e Daniel Alves, grande lateral-direito revelado pelo Bahia, que está na Seleção Brasileira, disputando com Maicon a vaga no time titular do técnico Dunga, além de ser titular absoluto do Barcelona, por onde ganhou a Liga dos Campeões de 2008/2009, a Copa do Rei 2008/2009 e o Campeonato Espanhol 2008/2009 (a Tríplice Coroa). Nonato é um dos 6 maiores artilheiros da história do Bahia na atualidade, e foi revelado pelo tricolor. Foi ídolo no passado recente, e fez sucesso no Goiás na Libertadores de 2006. Atualmente, está junto com Finazzi e Alex Dias no Mixto-MT. Marcelo Ramos também é um dos 6 maiores artilheiros da história do tricolor, e fez mais sucesso ainda: além do tricolor, é um dos maiores artilheiros do Cruzeiro, onde ganhou a Libertadores de 1998, e fez sucesso recente no Atlético Paranaense e no Santa Cruz, por onde em 2009 fez 19 gols.

Índice

[editar] História

Ver artigo principal: História do Esporte Clube Bahia

[editar] Primeiros passos

Por volta de 1930, atletas de dois clubes (Associação Atlética da Bahia e Clube Bahiano de Tênis) resolveram fundar o Esporte Clube Bahia, que poucos anos depois tornou-se o mais popular do Estado e do Norte e Nordeste do Brasil. Como Associação Atlética da Bahia e Clube Bahiano de Tênis desistiram da prática do futebol, os jogadores desses dois Clubes queriam continuar disputando torneios estaduais.

Eles se reuniram num casarão na Avenida Princesa Isabel, onde discutiram estatutos, local para treinamento e problemas financeiros. Outra preocupação era também cativar o povo para torcer para o novo filiado da Liga Baiana de Futebol. Depois de um baile comemorativo, a entrada do ano novo, em 1931, os rapazes voltaram a se reunir em plena madrugada para fundar o Esporte Clube Bahia, que no mesmo ano conquistou o Torneio Início e o Campeonato Baiano de Futebol. A princípio, Sr. Antunes Dantas (Clube Bahiano de Tênis) palpitou em colocar o nome de Atlético Baianinho, mas decidiam que teria o nome estadual. O primeiro presidente foi Waldemar Costa, um conhecido médico de Salvador, na época. Baseado no distintivo do Sport Club Corinthians Paulista, apenas trocando a bandeira de São Paulo pela bandeira da Bahia, o distintivo do Bahia é desenvolvido por Raimundo Magalhães

Em 1934 a Bahia foi a vencedora do Campeonato brasileiro de seleções estaduais e o Bahia cedeu a maioria dos jogadores que foram campeões. Na época este era o campeonato mais importante do Brasil e a Bahia foi o único estado do Nordeste a ser campeão.

Durante muito tempo, o Bahia continuou sendo uma grande força no estado da Bahia, porém não no Brasil, por não haver um torneio nacional, até que foi criada a Taça Brasil. Se classificavam para este torneio os campeões estaduais, e o Tricolor Baiano foi quem mais disputou o torneio dentre os clubes do Nordeste. Em 1959, a primeira edição do torneio, o Bahia foi o grande campeão. Apesar de não ter sido o favorito na grande final contra o Santos de Pelé, o Tricolor de Aço se superou e venceu duas das três decisões do torneio, levantando assim a Taça, e a única vaga brasileira para a Taça Libertadores da América.

O clube foi fundado com o slogan "Nasceu para Vencer". Desde então, o Bahia conquistou mais de 43 títulos estaduais, contra apenas 23 de seu principal rival, o Vitória. Foi o primeiro clube brasileiro a participar da Taça Libertadores da América, em 1960, por ter sido campeão da Taça Brasil de 1959.

Entre 1959 e 1963 e também em 1968, Bahia foi o representante do estado da Bahia na Taça Brasil, conseguindo a conquista de 1959, dois vices (1961 e 1963), um quinto lugar (1960) e um sexto (1968), tendo o décimo lugar de 1962 sido a sua pior participação na história deste torneio, que era disputado nos moldes da Copa do Brasil . Em 52 partidas disputadas nas edições citadas , o Bahia obteve 29 vitórias, 12 empates e 11 derrotas, 76 gols a favor e 53 contra. Diferente dos clubes cariocas e paulistas, o Bahia disputou todas as fases destas competições, sem entrar nas semi-finais como os clubes paulistas sempre fizeram, e os clubes cariocas fizeram a partir de 1961 .

Em 3 edições que participou do Torneio Roberto Gomes Pedrosa já não foi tão bem, e suas melhores colocações foram o 11º lugar, em 1969 e 1970, muito significativas dado o alto nível de um torneio que só reunia grandes clubes, em uma época em que os melhores jogadores ainda atuavam no Brasil .

[editar] Anos 80 e início da década de 1990: Campeão do Brasil e grandes campanhas nacionais

Bahia Campeão Brasileiro de 1988

A Década de 80 foi a mais vitoriosa do Bahia, pois foi nela quando o Tricolor de Aço conquistou o seu segundo Título Brasileiro, em 1988, foi ainda 4º colocado em 1990 e 5º colocado em 1986, nas suas melhores campanhas em 31 edições disputadas, tendo terminado por 8 vezes entre os 10 melhores.

A época do título brasileiro de 1988, foi a mais festejada pelos torcedores de todo o Nordeste. Dirigido por Evaristo de Macedo, o tricolor, com craques como: Ronaldo, João Marcelo, Charles Fabian, Bobô, Zé Carlos, etc, derrotou o Inter na final, combatendo a força do colorado no Beira-Rio e a mídia, que dava o título aos gaúchos.

O Bahia foi ainda semi-finalista do Torneio dos Campeões de 1982 , torneio promovido pela CBF e que reunia então, os maiores clubes do Brasil.

Na Copa do Brasil , até 2007, o Bahia ocupa o 12º lugar no ranking de pontos conquistados, com 123 pontos e sua melhor colocação foi a 5ª, em 2002. Em 2003, teve o artilheiro da competição: Nonato, com 9 gols.

[editar] 1998-2008: Altos e baixos

Após as conquistas da Taça Brasil de 1959 e do Campeonato Brasileiro de 1988, o Bahia não conseguiu manter a estabilidade administrativa e sofreu um declínio. Em 1997, caiu para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, retornando à elite em 2000. Em 2001 fez um ótimo Campeonato Brasileiro, chegando a se classificar para as finais. No ano seguinte, os seguidos erros da diretoria resultaram numa nova queda de produtividade e finalmente em 2003 acabou sendo rebaixado novamente. Um golpe duro para um dos maiores clubes do Brasil, assim considerado pela mídia brasileira até então.

Em 2004 montou um time muito bom para a segunda divisão, indo à última fase da competição como grande favorito, mas mais uma vez a má organização e desinteresse da diretoria evitaram a ascensão à elite do futebol brasileiro. Classificou-se ao quadrangular final em segundo, no mesmo, ficou em quarto.

Em 2005 o Bahia foi juntamente com seu arqui-rival Vitória rebaixado para a terceira divisão, após mais uma má administração do clube, e tentou em 2006 reerguer sua história vencedora, sem sucesso, permanecendo na terceirona.

Em 2007, o Bahia foi vice-campeão da terceira divisão, após uma excelente campanha, perdendo o título na última rodada, já classificado, tendo o vice-artilheiro da competição, com 19 gols (Nonato), e retornou à divisão intermediária (Série B) do Campeonato Brasileiro. Infelizmente, perdeu a Fonte Nova com o desabamento de parte do anel superior que resultou no falecimento de 7 pessoas, graças ao descaso de governantes responsáveis pelo estádio. Mas, neste ano, o Tricolor de Aço, além de sair de vez da Terceirona, mostrou ao Brasil a força de sua torcida, que já não era dúvida para ninguém, mas que serviu como prova: a torcida tricolor obteve a maior média de público de todas as divisões de todos os campeonatos do Brasil.

Em 2008, o tricolor, mais uma vez perdeu o estadual, e, após mais uma péssima administração, permaneceu em 10º lugar na Série B do Brasileiro. Neste ano, o 1º ano do Bahia sem a Fonte Nova, teve que jogar em Feira de Santana, no Jóia da Princesa, longe de Salvador, impedindo que a imensa torcida lotasse o estádio para prestigiar e apoiar o Bahia, não só pela distância, como pela capacidade do estádio: 16.000.

[editar] 2009: O ano das mudanças, será?

Em 2009, após a eleição de Marcelo Guimarães Filho, o tricolor tenta novamente retornar á elite do futebol brasileiro. Após a perda do título baiano, e pela eliminação na 2ª fase da Copa do Brasil, o Bahia focalisa 100% em subir, já que está há muito tempo longe da Primeira Divisão, e isso o prejudicou muito, e também para trazer novamente alegrias á sua imense torcida, que ganhou em 2009 um "presentão": o novo e reformado Estádio de Pituaçu, trazendo o time de volta á Salvador após 1 ano em Feira de Santana, no Jóia da Princesa.

[editar] Revelação de craques

O Bahia também é reconhecido pela sua capacidade de revelar novos talentos para o futebol. Dentre outros craques formados pelo clube, estão alguns jogadores como: Douglas, Roberto Rebouças, Leguelé, Baiaco, Picolé, Márcio, Daniel Alves, Fabão, Eduardo, Jorge Wagner, Cícero, Nonato, Marcelo Ramos, que fazem sucesso atualmente no cenário nacional e internacional.

Muitos jogadores revelados no Esporte Clube Bahia já foram ou ainda são da Seleção Sub-17, Sub-20, Sub-23, etc, e a Seleção Principal, inclusive, com é o caso de Daniel Alves (Sub-20 em 2003 e Seleção Principal desde 2007), ou que estão brilhando atualmente (como é o caso de Cícero, que foi destaque no Fluminense e atualmente brilha no Hertha Berlim da Alemanha), e já ganharam muitos títulos nas categorias de base do Tricolor. As divisões de base do Bahia são reconhecidas Brasil afora pela capacidade de formar jovens e habilidosos jogadores.

[editar] Pioneirismo

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro á ganhar um título nacional: a Taça Brasil de 1959, onde bateu na final o Santos de Pelé e Coutinho.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a representar o Brasil na Libertadores, em 1960. O tricolor ainda disputou mais duas Libertadores: em 1964 e em 1989.

  • Primeiro clube brasileiro a fazer uma parceria com empresas

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a fazer uma parceira com empresas. Sa primeira parceira foi com o Banco Opportunity.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube nordestino a possuir melhor média de público em uma edição de campeonato Brasileiro. Na verdade, foram três vezes: em 1985, em 1986, e em 1988 quando foi campeão.

  • Primeiro clube nordestino a bater récorde de público de todas as divisões

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube nordestino a bater récorde de público em todas as divisões do Campeonato Brasileiro: em 2007, o clube estava na Série C, em colocou uma média de 40.700 torcedores na Fonte Nova, tendo em segundo lugar o Flamengo, com 37.100.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a ganhar uma Tríplice Coroa. Em 1959, ganhou a Taça Brasil, o Campeonato Baiano, e o Torneio Norte-Nordeste.

O Esporte Clube Bahia é o primeiro clube baiano a possuir um artilheiro no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil: Charles Fabian em 1990 fez 11 gols no Brasileirão de 1990, e Nonato fez 9 gols na Copa do Brasil de 2003.

O Esporte Clube Bahia, por ser um dos 13 fundadores é o primeiro clube nordestino a participar do Clube dos 13.

[editar] Títulos

O Bahia se destaca por ter sido o primeiro clube campeão nacional devido a conquista da Taça Brasil de Futebol de 1959. Assim, o Bahia foi o primeiro clube a representar o Brasil na Taça Libertadores da América. Também venceu o Campeonato Brasileiro de 1988. O clube já tinha sido quinto colocado em 1986 e seria quarto em 1990, o que mostra a força do time do Bahia nesta época, quando fez as suas maiores atuações na história do Campeonato Brasileiro. Foi vencedor em competições interestaduais, as Copas do Nordeste e as Copas Norte-Nordeste e é o segundo clube que mais títulos estaduais, 43 vezes, além de títulos da Taça Estado da Bahia e Toneio Início. Há também o registro de dois campeonatos internacionais conquistados, o Torneio da Amizade ocorrido no Uruguai e o Torneio Internacional de Marsaille na França, este último vencido duas vezes pela categoria de base.

[editar] Internacionais

[editar] Nacionais

[editar] Regionais

[editar] Estaduais

[editar] Estatísticas

[editar] Campeonato Baiano

O Baianão, como é mais conhecido, foi fundado em 1905, 3 anos depois que o Paulistão. Já o Bahia foi fundado em 1931, foi desde esse ano que ele disputou o torneio. Desde então, o Tricolor de Aço ganhou 43 edições, contra 25 do seu rival, o Vitória. Foi o único time a conquistar o heptacampeonato estadual na Bahia, e um dos poucos no Brasil a conseguir essa invencibilidade.

Ano 1931 1932 1933 1934 1935 1936 1937 1938 1939
Pos.
Ano 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949
Pos.
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos.
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos.
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos.
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos.


[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro

Em 39 Campeonatos Brasileiros da Série A disputados até hoje, o Bahia participou de 31 e não participou de 8. Atualmente o Bahia está na Segunda Divisão do Brasileiro. Em 1988 o Bahia foi campeão do Campeonato Brasileiro de 1988.

Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 13º 18º 17º 20º 25º 11º 50º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 26º 16º 14º 21º 26º 12º 11º 18º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 13º 18º 18º 17º 22º 23º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 11º 19º 24º



[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro - Série B

O Bahia caiu para a Série B pela primeira vez em 1998. Na Década de 2000 o Bahia esteve 4 vezes na Série B.

Ano 1998 1999 2004 2005 2008 2009
Pos. 18º 18º 10º



[editar] Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro - Série C

O Bahia esteve 2 anos seguidos na Série C, 2006 e 2007. No Campeonato de 2007, ocorreu o desabamento da arquibancada no Anel Superior matando 7 pessoas no Estádio da Fonte Nova na partida entre Bahia e Vila Nova-GO onde o jogo terminou 0 a 0 e que garantiu a subida do Bahia à Série B em 2008.

Ano 2006 2007
Pos.



[editar] Bandeira do Brasil Copa do Brasil

O Bahia só não participou de três edições da Copa do Brasil, contudo ainda não conseguiu um título nessa competição, tendo chegado, no máximo, às quartas-de-final.

Ano 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 16º 11º 19º 15º 14º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 10º 11º 10º 36º 39º 15º 41º 22º


[editar] Bandeira do Brasil Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa

O Bahia foi o grande campeão da primeira edição da Taça Brasil, tendo tido outras grandes participações nesta competição nacional, com fórmula de disputa parecida com a da Copa do Brasil, e embora não tenha tido o mesmo sucesso na disputa do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, figurou entre os melhores do Brasil neste período.

Ano 1959 1960 1961 1962 1963 1968 1968 1969 1970
Pos. 10º 6º(TB) 16º 11º 11º


[editar] Taça Libertadores da América

O Bahia participou três vezes da Libertadores. Em sua primeira participação, o clube foi eliminado na primeira fase. Na segunda participação foi eliminado ainda na fase preliminar, e na sua terceira participação fez a melhor campanha: obteve o 1º lugar no grupo 2 da primeira fase e alcançou as quartas-de-final, quando foi eliminado pelo Inter terminando a competição com apenas uma derrota. O primeiro jogo no Beira-Rio, o placar foi 1 a 0 para o Internacional, enquanto que a segunda partida, realizada na Fonte Nova debaixo de muita chuva, o placar não saiu do zero, beneficiando o time gaúcho.

Ano 1960 1964 1989
Pos. 11º


[editar] Partidas históricas

[editar] Símbolos

Cores

Suas cores são azul, vermelha e branca. O azul foi em homenagem à Associação Atlética do Bahia; o branco, em gentileza ao Clube Bahiano de Tênis; e o vermelho, por ser a cor da bandeira do estado da Bahia. Coincidentemente (ou não) as três cores são as mesmas da bandeira da Bahia. Com as três cores do estado, o Bahia se denomina o Tricolor Baiano, clube com o qual se mais identifica com seu estado pelas cores que o representa.

Mascote

Superman, o mascote tricolor

Conhecido como "Tricolor de Aço" e "Esquadrão de Aço", o mascote do Bahia é um homem de aço (similar ao Super-Homem), que foi criado por Ziraldo em 1979. O Departamento de Marketing do Clube deu vida ao símbolo ao fazer um boneco que sempre aparece antes dos jogos para sacudir a torcida nos estádios. O mascote faz referência ao personagem das histórias em quadrinhos, onde ele era quase que imortal, apenas enfraquecia com a presença de kriptonita, ou seja, talvez o mais forte de todos os super-heróis. Aliando isso ao futebol, faz referência ao clube, que em seus 78 anos de vida jamais desistiu de nada, e que por isso é bi-campeão brasileiro e possui a segunda maior quantidade de estaduais do Brasil. Representa também a força do time no cenário nacional.

Escudo

Escudo redondo, de cores azul, vermelho e branca, com uma bandeira similar à da Bahia ao centro e duas estrelas acima do escudo representando as conquistas da Taça Brasil de 1959 e do Campeonato Brasileiro de 1988. O escudo foi inspirado no escudo do Corinthians Paulista. [8]

Hino

O Hino do Bahia é um dos hinos mais populares do país, e da música brasileira. Composto por Adroaldo Ribeiro Costa, o Hino Tricolor é bastante cantado pelos músicos brasileiros, e claro, baianos, encantando a todos que ouvem. Baseando-se no apelido do time ("Vamos Avante Esquadrão" - Esquadrão de Aço) e na imensa torcida (no verso: "Ninguém nos vence em vibração"), o hino tricolor emociona e contagia por onde é reproduzido, se adaptando a todos os estilos musicais, tornando-o mais encantador ainda.

[editar] Uniformes 2008/2009

[editar] Jogadores

  • 1º - Camisa branca, calção azul e meias brancas;
  • 2º - Camisa com listras verticais em azul e vermelho, calções e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1ª Combinação
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2ª Combinação

[editar] Uniformes dos goleiros

  • Preta com detalhes dourados;
  • Branca com detalhes azuis;
  • Cinza com detalhes pretos;
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
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Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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'

[editar] Uniformes de treino

  • Verde com detalhes pretos;
  • Branca com detalhes verdes.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
Comissão técnica

[editar] Outros uniformes

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2005
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
2004
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1996
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1991
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
1988

[editar] Patrocinadores

[editar] Master

[editar] Material esportivo

[editar] Estádios e centro de treinamentos

[editar] Estádio Octávio Mangabeira

Ver artigo principal: Estádio Octávio Mangabeira
Fonte Nova, palco de grandes momentos do Tricolor

O Estádio Octávio Mangabeira, mais conhecido como Estádio da Fonte Nova, foi construído em 1951 e está localizado próximo ao Dique do Tororó, bairro soteropolitano. O recorde de público (oficial) do estádio é de 110.438 pessoas, pertencente ao Bahia, no jogo Bahia 2 a 1 Fluminense, válido pela semi-final do Campeonato Brasileiro de 1988, campeonato este que acabou tendo como campeão o próprio Bahia. Foi nesse estádio que o Tricolor de Aço disputou a Taça Brasil de 1959; disputou o Campeonato Brasileiro de 1988 e ganhou a primeira partida das finais do torneio, onde conquistou o bi-campeonato; foi lá que conquistou 43 estaduais; conqusistou as duas Copas do Nordeste, de 2001 e 2002; conquistou o acesso á Série B de 2008 no jogo entre Bahia x Vila Nova; além de vencer vários Ba-Vi's, com vários récordes de públicos batidos pela imensa torcida tricolor.

Mas no fim de 2007, ocorreu o desabamento da arquibancada da Fonte Nova, na tarde do dia 25 de novembro durante o jogo válido pelo Campeonato Brasileiro da Série C de 2007 Bahia x Vila Nova, aos quarenta e três minutos do segundo tempo. Parte da arquibancada do anel superior do estádio cedeu, matando sete pessoas na hora.

[editar] Estádio Governador Roberto Santos

Ver artigo principal: Estádio de Pituaçu
Torcida do Bahia em Pituaçu em 2009

O Estádio Governador Roberto Santos, mais conhecido como Estádio de Pituaçu, foi construído em 1979 e está localizado em Sussuarana, bairro soteropolitano, na Avenida Pinto de Aguiar, mas também à margem da Avenida Paralela. E após o desabamento da arquibancada da Fonte Nova, onde sete torcedores faleceram, houve a necessidade da reforma geral do Pituaçu, que passou de 14.000 para 32.400 mil espectadores, para suprir a falta dum estádio do governo estadual grande em que se pudesse realizar as competições de futebol, e outras modalidades esportivas.

Um ano e uma semana após o início das obras, o estádio foi reaberto, inicialmente com a capacidade reduzida para 20.000 espectadores como teste. Dezoito mil e quatrocentos tricolores foram assistir a volta do Esquadrão de Aço a Salvador (pois em 2008 o Bahia teve que jogar no Estádio Jóia da Princesa). Uma grande festa, com show da torcida e do time, que goleou o Ipitanga por 4 á 0, com dois gols de Hélton Luiz, e o primeiro gol do estádio marcado por Elton, e Ananias fechando o placar.

O Governador da Bahia, Jacques Wagner disse que existe uma possibilidade do estádio ser arrendado para o Bahia em 2010, após uma reforma de expansão do estádio.

[editar] Fazendão

O Centro de Treinamento Osório Villas-Boas, mais conhecido como Fazendão, é um centro de treinamento inaugurado pelo clube em 1979, no bairro de Itinga, cidade de Lauro de Freitas, Região metropolitana de Salvador. O centro de treinamento foi batizado como Osório Villas-Boas em homenagem a uns dos maiores presidentes do clube comandante da conquista do primeiro campeonato nacional em 1959 sobre o Santos de Pelé.

Construído numa área de 120 mil m², dispõe de quatro campos de treinamento com três com medidas oficiais. A área do centro de treinamento compreende ainda a sede administrativa do clube, hotelaria das divisões de base, sala de imprensa e arquibancada tem capacidade para 3 mil lugares.

O Fazendão não é apenas um espaço para treinos, nele também foi construída a concentração para atletas profissionais reformada e reinaugurada em 2004 com o nome de José Maria de Magalhães Neto.

[editar] Sede de praia

Localizado na praia da Boca do Rio em Salvador, a Sede de Praia Paulo Maracajá foi construída com o objetivo de ser o grande centro de entretenimento do torcedor tricolor. A sede possui piscina olímpica, campos de futebol society; quadra poliesportiva e bares.

[editar] Elenco atual

Última atualização: Junho de 2009 UTC.

LEGENDA: Captain: Atual Capitão
Suspenso: Jogador suspenso
Expulso: Jogador expulso
Fora de forma: Jogador fora de forma
Emprestado: Jogador emprestado
Recuperação: Jogador em fase final de recuperação

Goleiros
Jogador Pos.
1 Bandeira do Brasil Marcelo G
12 Bandeira do Brasil Fernando G
31 Bandeira do Brasil Omar G
33 Bandeira do Brasil Waldson G
Defensores
Jogador Pos.
Zagueiros
3 Bandeira do Brasil AlisonRecuperação Z
4 Bandeira do Brasil NenCapitão do Time Z
14 Bandeira do Brasil Menezes Z
-- Bandeira do Brasil Rogério Corrêa Fora de forma Z
-- Bandeira do Brasil Vinicius Fora de forma Z
26 Bandeira do Brasil Paulo Paraíba Z
25 Bandeira do Brasil Evaldo Z
Laterais
2 Bandeira do Brasil Marcos LD
29 Bandeira do Brasil Dedé LD
6 Bandeira do Brasil Rubens Cardoso LE
13 Bandeira do Brasil Ávine LE
Meio-Campistas
Jogador Pos.
Volantes
5 Bandeira do Brasil Leandro V
7 Bandeira do Brasil Rogério V
24 Bandeira do Brasil Marcone V
-- Bandeira do Brasil Johnattan V
22 Bandeira do Brasil Hernani V
16 Bandeira do Brasil Thiago Carpini Recuperação V
Meia-Atacantes
15 Bandeira do Brasil Hélton Luiz M
17 Bandeira do Brasil Léo Medeiros M
16 Bandeira do Brasil Roberto Recuperação M
8 Bandeira do Brasil Elton M
10 Bandeira do Brasil Ananias M
30 Bandeira do Brasil Alex Maranhão M
28 Bandeira do Brasil Joélson M
Atacantes
Jogador Pos.
11 Bandeira do Brasil Beto A
9 Bandeira do Brasil Reinaldo Alagoano A
18 Bandeira do Brasil Joãozinho Fora de forma A
19 Bandeira do Brasil Nádson Fora de forma A
27 Bandeira do Brasil Alex Terra A
20 Bandeira do Brasil LimaRecuperação A
23 Bandeira do Brasil Rychely A
Técnico
Bandeira do Brasil Paulo Comelli



[editar] Departamento de futebol

País Nome Cargo
Bandeira do Brasil Marcelo Guimarães Filho Presidente
Bandeira do Brasil Paulo Carneiro Diretor Técnico de Futebol
Bandeira do Brasil Paulo Comelli Técnico
Bandeira do Brasil André Chita Auxiliar Técnico
Bandeira do Brasil João Marcelo Auxiliar Técnico
Bandeira do Brasil Claúdio Grillo Auxiliar em Tecnologia Esportiva
Bandeira do Brasil Dudu Fontes Preparador Físico
Bandeira do Brasil Luiz Napoleão Auxiliar de Preparador Físico
Bandeira do Brasil Igor Morena Auxiliar de Preparador Físico
Bandeira do Brasil Ricardo Palmeira Treinador de Goleiros
Bandeira do Brasil Roberto Passos Supervisor de Futebol
Bandeira do Brasil Osvaldo Corrêa Nutricionista
Bandeira do Brasil José Carlos de Carvalho - Zé Carlos Massagista
Bandeira do Brasil Saturnino Napomuceno - Satu Massagista
Bandeira do Brasil Fábio Chamusca Massagista
Bandeira do Brasil Mário Costa Roupeiro
Bandeira do Brasil Ivan Moreira Roupeiro
Bandeira do Brasil José Carlos de Jesus - Carlinhos Assistente de Campo
Bandeira do Brasil Ednaldo Gomes - Pino Assistente de Campo
Bandeira do Brasil Adherbal Amaral Assistente Administrativo
Bandeira do Brasil Miguel Batista Assistente Administrativo
Bandeira do Brasil José Antonio Assis Rivas Serviços gerais

[editar] Maiores públicos

[editar] Como mandante

(Público pagante)

  • Em amistosos:

1. Bahia 1 a 0 Flamengo, 94.972, 4 de março de 1971

  • rodada dupla, reinauguração da Fonte Nova

1. Bahia 1 a 1 Vitória, 97.240, 7 de agosto de 1994

1. Bahia 2 a 2 Fluminense, 47.074, 25 de abril de 2007

1. Bahia 3 a 1 Sport, 65.824, 28 de Abril de 2001

1. Bahia 1 a 0 Náutico, 59.900, 10 de outubro de 2004

1. Bahia 0 a 0 Vila Nova-GO, 60.007, 25 de Novembro de 2007

2. Bahia 1 a 1 Atlético-GO, 59.898, 11 de Novembro de 2007

3. Bahia 3 a 0 ABC, 59.817, 22 de novembro de 2007

4. Bahia 2 a 2 Bragantino, 59.560, 31 de outubro de 2007

5. Bahia 1 a 0 CRAC-GO, 58.695, 14 de outubro de 2007

1. Bahia 2 a 1 Fluminense, 110.438, em 12 de fevereiro de 1989
2. Bahia 3 a 0 Santos, 93.455, em 14 de setembro de 1986
3. Bahia 2 a 1 Internacional, 90.508, em 15 de fevereiro de 1989
4. Bahia 1 a 1 Palmeiras, 80.000, em 30 de julho de 1978
5. Bahia 2 a 0 Palmeiras, 72.559, em 1 de fevereiro de 1987
6. Bahia 2 a 2 Guarani, 72.133, em 8 de fevereiro de 1987
7. Bahia 0 a 0 Flamengo, 71.953, em 7 de julho de 1985
8. Bahia 1 a 2 Palmeiras, 69.129, em 29 de novembro de 1994
9. Bahia 2 a 0 Corinthians, 67.925, em 10 de abril de 1985
10. Bahia 0 a 2 Atlético Mineiro, 65.136, em 4 de outubro de 1997


[editar] Torcida

A torcida do Bahia é tradicionalmente conhecida pelo seu apoio incansável ao time, seja nos momentos bons ou ruins do clube. De acordo com pesquisas realizadas por Institutos de Pesquisas renomados como o Datafolha e o IBOPE, o Bahia é detentor da maior torcida da Região Nordeste. A festa no estádio é outro grande orgulho dos torcedores do Bahia. No Campeonato Brasileiro de 2007, o Esporte Clube Bahia quebrou o recorde de público individual de público entre todas as séries do campeonato (A, B e C). O tricolor teve uma média de 40.200 torcedores do time por partida, tendo como segundo colocado o Clube de Regatas do Flamengo, com 39.221 torcedores.

O Esporte Clube Bahia é o time com a maior torcida dentro os clubes do Nordeste do Brasil, sendo nacionalmente conhecido por lotar estádios e atingir sempre as maiores médias de público. Estima-se que tenha hoje mais de 8 milhões de torcedores em todo Brasil.[3] No estado da Bahia, estima-se que 60% da torcida no estado torcem para o Bahia[carece de fontes?]. À época do título de campeão brasileiro (1988) uma pesquisa curiosa apontou sua torcida como a quinta maior do estado de São Paulo, atrás apenas do São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos[carece de fontes?]. O recorde público do Bahia foi no jogo da semi-final do Campeonato Brasileiro de 1988, quando ganhou do Fluminense por 2 a 1, perante cerca de 120 mil espectadores na Fonte Nova.

[editar] Torcidas organizadas

Abaixo uma lista das principais torcidas organizadas do clube na atualidade[9]:

  • Bamor: Maior torcida organizada da Bahia. Fica localizada na parte superior do estádio, do lado oposto às cabines de imprensa. Contém inúmeras bandeiras assim como uma bateria e um bandeirão no formato da camisa tricolor. Costuma acompanhar o time nos jogos fora de Salvador, sempre fazendo excursões em parceria com a Povão.
  • Povão: Torcida conhecida por seu imenso número de bandeiras. Fica localizada ao lado das arquibancadas especiais do Octávio Mangabeira. Costuma estourar muitos fogos na entrada do Bahia em campo. É a torcida do clube com a maior estrutura, contendo muitas bateria, rojões, sinalizadores e até uma loja no estádio, perto das antigas cadeiras inferiores.
  • Terror Tricolor: Fundada em 2004, é reconhecida pela sua independência e pelos constantes protestos contra a diretoria do clube.
  • Tricoloucos: Fundada em 2000, o grande destaque é o bandeirão de 2.500 m², o maior do Nordeste[carece de fontes?].
  • Fiel: Torcida onde fica a velha guarda do Bahia. Fica abaixo da Povão, onde sempre faz sombra. Seus membros possuem grande prestígio com a diretoria do Bahia. Por sua localização, próximo ao banco de reservas tricolor, tem um papel importante na pressão sobre o clube, seja esta positiva ou negativa.
  • Garra: Fica ao lado da Tricoloucos - lado direito do "gol da ladeira". Garantem total independência e sustentam os lemas de "Paz", "Respeito" e "Bahia acima de todos". Fundada em 20 de julho de 1998.
  • TUBA: Está localizada no anel superior, logo abaixo da terceira torre de refletores, ao lado da Bamor. Foi criada em 1997 e garantem nunca ter perdido um jogo do Bahia na Fonte Nova e sempre que possível viaja com o time para acompanhar os seus jogos fora.
  • Torcida Avante Esquadrão : Após ser realizada a primeira reunião para o retorno do Avante Esquadrão, as principais mudanças foram o nome e a formação de uma diretoria. Vários erros do ano passado também foram botados na mesa para discussão e algumas mudanças já foram feitas. Torcida totalmente pacífica e idealizada em 2007
  • Bamor Mirin: Em Breve Uma torcida Bamor Mas é Mirin grito de guerra da Bamor Mirin deixa de besteira deixa de bobagem eu sou Bamor Mirin o terror dessa cidade

[editar] Presidentes

Abaixo uma lista dos presidentes do clube. (em ordem cronológica)

[editar] Técnicos

O Bahia também já foi comandado por grandes treinadores como Abel Braga, Carlos Volante, Evaristo de Macedo, Fleitas Solich, Givanildo Oliveira, Joel Santana, Candinho, Vadão e Renê Simões. Estes foram técnicos que ganharam os mais importantes títulos da história do tricolor, como é o caso de Evaristo de Macedo, campeão Brasileiro de 1988, ou o uruguaio Carlos Volante, campeão da Taça Brasil de 1959. Evaristo de Macedo foi quem mais vezes comandou o Esquadrão de Aço. O último técnico do Bahia foi Alexandre Gallo, demitido em julho de 2009. Atualmente o Tricolor é treinado por Paulo Comelli, o mesmo que treinou o Bahia no começo de 2008.

[editar] Ídolos

O Bahia foi muito bem representado em sua história por grandes craques e artilheiros. No gol, quem mais vestiu a camisa do Esquadrão de Aço foi Emerson, com 251 partidas, sendo destas, 169 seguidas como titular. Além dele, Jean e Nadinho foram os que mais passaram e marcaram no Tricolor. Na defesa, grandes nomes como o de Daniel Alves, Fabão, João Marcelo, Juvenal Amarijo, Serginho, dentre outros, foram revelados ou passaram e se destacaram muito. No meio-campo, Beijoca, Douglas, Jorge Wagner, Preto Casagrande e Baiaco vestiram a camisa do Bahia e não decepcionaram. Mas foi Bobô o grande maestro do Bahia. Ele foi o capitão e comandante da equipe campeã do Campeonato Brasileiro de 1988. No ataque, nomes memoráveis que fizeram e fazem sucesso na atualidade, como o de Charles Fabian, Cláudio Adão, Dadá Maravilha, José Sanfilippo, Marcelo Ramos, Nonato, Carlito, Osni Lopes, Raudinei, Robgol, Sérgio Alves, Uéslei e Zé Carlos, foram os grandes centroavantes que passaram pelo tricolor.

brasileiro Alencar
brasileiro Baiaco
brasileiro Bebeto Campos
brasileiro Beijoca
brasileiro Biriba
brasileiro Bobô
argentino Buttice
brasileiro Carlito
brasileiro Charles Fabian
brasileiro Cícero
brasileiro Cláudio Adão
brasileiro Dadá Maravilha
brasileiro Daniel Alves
brasileiro Douglas
brasileiro Eliseu
brasileiro Emerson
brasileiro Fabão
brasileiro Florisvaldo
brasileiro Gilson Porto
 
brasileiro Henrique
brasileiro Hamilton
brasileiro Jean
brasileiro Jefferson
brasileiro Jésum
brasileiro Jorge Wagner
argentino José Sanfilippo
brasileiro João Marcelo
brasileiro Juvenal Amarijo
brasileiro Lima Sergipano
brasileiro Leguelé
brasileiro Léo
brasileiro Luis Henrique
uruguaio Luís Romero
brasileiro Marcelo Ramos
brasileiro Márcio
brasileiro Mário
brasileiro Marito
brasileiro Nadinho
 
brasileiro Nonato
brasileiro Osni Lopes
brasileiro Paulo Róbson
brasileiro Paulo Rodrigues
brasileiro Perivaldo Lúcio Dantas
brasileiro Picasso
brasileiro Picolé
brasileiro Preto Casagrande
brasileiro Raudinei
brasileiro Roberto Rebouças
brasileiro Robgol
uruguaio Rodolfo Rodríguez
brasileiro Ronaldo
brasileiro Sapatão
brasileiro Serginho
brasileiro Sérgio Alves
brasileiro Vareta
brasileiro Vicente
brasileiro Uéslei
brasileiro Zé Carlos

[editar] Goleadores

Dos grandes atacantes que já vestiram a camsa tricolor citados acima, apenas Marcelo Ramos, Nonato, Sérgio Alves e Uéslei ainda estão em atividade. A exceção de Sérgio Alves, eles estão no grupo dos 10 maiores artilheiros da história do clube.

O maior artilheiro da história do clube foi Carlito, com 253 gols. Uéslei é o 4º maior artilheiro, com 140 gols. Marcelo Ramos é o 6º, com 127 gols, seguido de Nonato, com 125 gols.

Maiores Artilheiros
Pos. Atleta Gols Pos. Atleta Gols
Carlito 253 Gol marcado 11º Izaltino 112 Gol marcado
Douglas 211 Gol marcado 12º Beijoca 106 Gol marcado
Hamilton 154 Gol marcado 13º Zé Hugo 96 Gol marcado
Uéslei 140 Gol marcado 14º Jorge 85 Gol marcado
Osni 138 Gol marcado 15º Lima 84 Gol marcado
Marcelo Ramos 128 Gol marcado 16º Bobô 81 Gol marcado
Nonato 125 Gol marcado 17º Edinho 79 Gol marcado
Vareta 121 Gol marcado 18º Léo Brígia 77 Gol marcado
Alencar 116 Gol marcado 19º Charles 68 Gol marcado
10º Biriba 113 Gol marcado 20º Cláudio Adão e Tintas 66 Gol marcado


[editar] Rivalidade

Ver artigo principal: Ba-Vi

O Bahia é rival histórico do outro clube popular de Salvador, o Esporte Clube Vitória. É provavelmente o maior clássico da Região Nordeste do Brasil, em confrontos desde 1932, quando o Tricolor derrotou o maior rival por 3 a 0. Em 1939, o Tricolor Baiano aplicou sua maior goleada diante seu rival : 7 á 1. Em 426 jogos já realizados, o Bahia possui uma nítida vantagem sobre o Vitória com 173 vitórias contra 127 duelos vencidos pelo Rubro-Negro.

[editar] Jogos recentes

[editar] Curiosidades

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Referências

[editar] Ligações externas


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